domingo, 13 de novembro de 2016

Domingo Na Usina: Biografias: Francisco Acuña de Figueroa:


(Montevidéu, 1790 id., 1862) poeta uruguaio, uma das maiores figuras da era clássica da literatura River Plate. Acuña de Figueroa, com perfis de literatura nacional do seu país, nos dias em que a especificação do Uruguai e definindo vai contra Argentina começar.

A partir da posição modesta, inteligente e culta, ele observou a evolução de seu país desde os tempos coloniais à independência, e formação e temperamento levou-o para mostrar adversário do ditador argentino Rosas. Ele foi diretor da Biblioteca Nacional, escreveu as letras das hinos nacionais do Uruguai e Paraguai, narrados no local episódios verso Montevidéu (Jornal Histórico), ele mostrou seu talento nos decretos pilatunos, escreveu algumas peças, traduzido vários poemas latinos e preparou os doze volumes originais de Collected Works, em que a produção pode ser variada.

A personalidade de Francisco Acuña de Figueroa, que se tornou uma espécie de chefe oficial das cartas de seu país, refletindo os balanços e balbucio da transformação e crescimento da nação uruguaia, cuja independência literária contribuiu grandemente. Dotado de uma forte formação neoclássica, ela seguiu os modelos de moralistas espanhol Juan Bautista Arriaza, Felix Maria de Samaniego e Tomas de Iriarte, satirizando figuras públicas e instituições e costumes e também assuntos particulares. Suas obras podem ser classificadas como graves e festivo, atribuindo a este último o maior mérito.

De sua produção destaca o burlesco épico O Malambrunada, seu trabalho mais ambicioso, no qual ele ridiculariza as mulheres velhas libidinosos que pretendem competir no amor com os jovens ninfas. Escrito em 1837 em estrofes, a ação é apresentada como uma luta entre o velho (representado por bruxas capitaneadas por Malambruna e protegidas por Satanás) e jovens, protegidos por Venus, sob o comando da ninfa Violante. Depois intrincado rindo e zombando de lutas e episódios quase heróicos, morre Malambruna. Old fugir antes que a carga jovem vigoroso, a afundar-se, para salvar em um atoleiro em que o próprio Diabo, que protegeu o feio, deixando as folhas transformam em sapos.

Paralelamente a este trabalho com alguns toques de crítica social satírico e filosofia, são notáveis ​​por seus méritos literários seus inúmeros epigramas, que se reuniu em títulos poéticos como Mosaic (1857). Fácil sagacidade narrativa verso, graça e Quevedian malícia intencional são características deste trabalho burlesque satírico múltipla Acuña de Figueroa cumprida até o último dia de sua existência.

fonte de origem:
https://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&sl=es&u=http://www.biografiasyvidas.com/biografia/a/acuna_de_figueroa.htm&prev=search

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