sexta-feira, 3 de março de 2017

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede: Flabio Martí:


no todo aquello que era ilusión está perdido,
la luna blanca, la arena gris y la huellas que deja,
los obsesivos y viejos acordes de una melodía
que como sudor penetro mi piel hasta el alma

Al sentirme frágil sedado por ti, por el deseo,
el cordero se convirtió en lobo de la estepa,
bajo la noche de luna vio despertar su instinto,
voluntariamente la presa ilusionada se entrego

tu sueño es algo que tú realmente has vivido, 
algo que sucedió inesperadamente una noche
caminar envuelto por la brisa que te quema,
su voz, sus ojos, una sonrisa perenne y lagrimas

El inconfundible murmullo llama a saciar la sed,
eterna la corriente del rio que lleva hacia el mar
solo se le ve pasar, regando la semilla a su paso
creando a los verdes prados de gloria o de olvido

una luz que ilumino el alma no la puedes apagar,
dicen que lo que pasó en solo una noche de playa,
se debe quedar ahí, como una piedra en un rio,
eterna luna con sus hilos de plata la atara a tu vida

así de cada oportunidad nacieron los semí Dioses,
inmortales de vida perecedera, de actos perennes,
como destellar de relámpagos a ellos si olvidaran

pero la noche permanecerá, el fuego en la piel 
no se puede apagar, las brasas no conocen de olvido,
quedará en cada mirada, cada beso, cada caricia

así su llama quedara encendida en un lugar del cielo
un lucero es esa luz que llama hacia el final del camino
encendido en un simple destello de amor de una noche

Ganado tengo el pan… Hágase el verso!!
calma me dijo y beso mis labios, mientras me sonreía,
sude al sentir su talle en mis manos,
y que todo en mi ardía… cambiemos de tema 
caminemos juntos solo tú y yo
y dejemos las lágrimas... me dijo
para cuándo las podamos secar a besos…

Flabio Marti and bad co. 
Copyright © Ago. 2015 All rights reserved. 
México México
Nem tudo aquilo que era ilusão está perdido,

A Lua Branca, a areia cinzenta e impressões que deixa,

Os obsessivo e velhos acordes de uma melodia
Que como suor penetro minha pele até a alma

Ao me sentir frágil sedado por você, o desejo,
O Cordeiro se tornou lobo da estepa,
Sob a noite de lua viu despertar o seu instinto,
Voluntariamente a barragem ilusionada entrego-se

Seu sonho é algo que você realmente você morou,
Algo que aconteceu inesperadamente uma noite
Caminhar envolvido pela brisa que você queima,
A sua voz, seus olhos, um sorriso eterno e lagrimas

O inconfundível murmúrio ligue para saciar a sede,
Eterna a corrente do Rio que leva para o mar
Só lhe vá passar, regando a semente a sua passagem
Criando aos verdes prados de glória ou de esquecimento

Uma luz que ilumino a alma não pode apagar,
Dizem que o que se passou em apenas uma noite de praia,
Se deve ficar por aí, como uma pedra em um río,
Eterna Lua com seus fios de prata a atara à sua vida

Assim de cada oportunidade nasceram os semí deuses,
Imortais de vida perecedera, de actos perenes,
Como destellar de relámpagos a eles se esquecessem

Mas a noite permanecerá, o fogo na pele
Não se pode apagar, as brasas não conhecem de esquecimento,
Ficará em cada olhar, cada beijo, cada caricia

Assim a sua chama ficasse acesa num lugar do céu
Um Lucero é essa luz que ligue para o fim do caminho
/ desliga em um simples sinal de amor de uma noite

Gado tenho o pão... Faça se o verso!!

Calma me disse e beijo meus lábios, enquanto me sonreía,
Sude ao sentir sua talle nas minhas mãos,
E que tudo na minha lavrava... Mudemos de assunto
Nos movamos juntos só você e eu
E deixemos as lágrimas... Disse-me
Para quando as possamos secar a beijos...

Flabio Martí e mau co.
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O México

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