sexta-feira, 28 de abril de 2017

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede: Álvaro Márquez: TE RECONOZCO:


"En pelota eres tan perfecta/ y es tanto lo que me perturbas,/ que podré batear tu recta,/ pero seguro me ponchan tus curvas".
Te reconozco aunque de espalda estés, 

no hay posibilidad en mí de confundirte.

me llegas a abrumar tanto que tal vez,
no halle palabra adecuada para definirte.

Pero a ojos cerrados te puedo percibir,
basta con el olor que de tu piel me llega;
me sale con el alma lo que quiero decir,
desde ella te veo y mi alma no es ciega.

Tu cuerpo es para mí, territorio conocido,
mis manos como peces en el agua están;
tus senos poemas de amor, no de olvido,
tus poros por mis caricias abriéndose van.

No importa lo oscuro que esté el ambiente
o lo sombrío que quizá sea algún lugar…
tengo a tu cuerpo siempre en mi mente
y es imagen que por nada se ha de borrar.

Puedo reconocerte sin saber dónde ni cuándo,
pero sí el modo pues hasta de lejos te siento;
entiendo al viento cuando por ti va soplando
y tú sabes que no todos entienden al viento.

Es allí en tu espalda donde mis besos se posan
y justo ahí donde “espalda” deja de llamarse;
cuando mi lengua y mis labios tu piel rozan,
tus senos se alebrestan y ya quieren alzarse.

¿Ves que sí te conozco? De eso no alardeo,
contigo para nada me afectan las distancias;
tanto conocerte se debe a mi amor, a mi deseo
y que por verte nunca son menos mis ansias.

Puedes taparme los ojos si acaso eso quieres
y siempre sabré que eres tú sin ninguna duda;
de culparme sé muy bien que hoy capaz eres
por conocerte menos vestida… que desnuda.

Original de Álvaro Márquez
Caracas, Venezuela
Todos los derechos reservados
Correo: poreros@gmail.com
Twitter: @poreros
Imagen: De Google
Reconheço-te



" na bola você é tão perfeita / e é isso o que me perturbas,/ Que poderei batear sua recta,/ Mas seguro me ponchan suas curvas ".

Reconheço-te embora de costas estiver,
Não há possibilidade em mim de confundirte.
Me entrar em perturbar tanto que talvez,
Não encontre palavra adequada para definirte.

Mas aos olhos fechados você posso receber,
Basta o cheiro que de sua pele me chega;
Me sai com a alma o que quero dizer,
Desde ela te vejo e a minha alma não é cega.

Seu corpo é para mim, território conhecido,
Minhas mãos como peixe na água estão;
Seus seios com poemas de amor, não de esquecimento,
Seus poros por minhas caricias abrindo van.

Não importa o obscuro que esteja o ambiente
Ou o sombrio que talvez seja algum lugar...
Tenho a seu corpo sempre na minha mente
E é imagem que por nada foi de apagar.

Posso reconhecê-lo sem saber onde, nem quando,
Mas sim o modo pois até de longe você sinto;
Compreendo o vento quando por ti vai um pouco
E você sabe que nem todos compreendem ao vento.

É lá em sua costas onde meus beijos se posan
E justo aí que "costas" Deixa de ser chamados;
Quando a minha língua e meus lábios sua pele roçam,
Seus seios se alebrestan e já querem erguer-se.

Você vê que sim te conheço? Isso não alardeo,
Com você para nada me afectam as distâncias;
Quer conhecê-lo deve-se ao meu amor, meu desejo
E que por ver você nunca são menos meus anseios.

Você pode simplesmente tapado os olhos se acaso isso deseja
E sempre saberei que é você sem dúvida;
De Culparme sei muito bem que hoje capaz você é
Por conhecê-lo menos vestida... Que nua.

Original de Álvaro Batista
Caracas, Venezuela
Todos os direitos reservados
Poreros@Gmail.Com e-mail:
Twitter-@Poreros

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