sexta-feira, 19 de maio de 2017

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede:Carlos Eduardo: Morirme de amor:


He dejado de ser lo que fui para ser lo que soy
antes no sabía que era, ahora tampoco sé lo que soy.


No duermo por las noches y no despierto por el día

soy polvo, humo, cuerpo, mente y ceniza

mi mundo es oscuro como negras son mis fantasías.



Me domina el miedo constante a perder

no tengo posesiones pero si algo me falta seguro me puede doler.



Camino despacio en un mundo que no me comprende

expresan silencios los cantos alegres de muerte.



Giro sin rumbo en torno a tormentas
aspiro reproches y exhalo mil quejas.

Montado en el tiempo detengo las horas
mis días son eternos, mis noches me ignoran.

No hay lágrima en mis ojos ni risa en mis labios
mi boca es candado que cerró el mismo diablo.

Tu ausencia provoca sabores de amargura
colores despintados, silentes melodías.

Tal vez regreses algún día, tal vez no
yo te estaré esperando, incluso hasta morirme de amor.

Carlos Eduardo Lamas Cardoso.
Derechos reservados.
Morra de amor.



Eu ter deixado de ser o que era para ser quem eu sou, antes não sabia o que era, agora sei que não estou.



Eu não durmo à noite e não acordado durante o dia eu sou poeira, fumaça, corpo, mente, e ash o meu mundo é escuro como pretas são minhas fantasias.



Dominou-me o medo de perder constante tem sem posses, mas claro se falta alguma coisa que posso me machucar.



Estrada lentamente em um mundo que não me entende silêncios expressos as músicas alegres de morte.



Girar sem rumo tempestades aspire reprimendas e exhalo mil reclamações.


Montado na hora de parar as horas, que meus dias são eternos, minhas noites eu ignorar.

Lágrima em meus olhos ou rir de meus lábios tem cadeado minha boca está fechado o próprio diabo.

Sua ausência provoca chama de cores sabores amargo, melodias em silêncio.

Talvez volte um dia, talvez não eu estarei esperando, até mesmo a morrer de amor.

Carlos Eduardo Lamas Cardoso.
Todos os direitos reservados. (Traduzido por Bing)

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