sexta-feira, 19 de maio de 2017

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede:José eduardo cruz perez.:


en mis manos sostengo mi vida, pendiendo de los soles mas cerca del mar, a orillas mis labios beben las gotas que mantienen viva mi alma, ¡porque fue mi dios quien declama mi silencio!,mis pies caminan sobre el desierto perdido por el hombre, mas allá de un lago vació, en donde enjuago mi cuerpo desnudo, por las noches frías y tibian de una inspiración fugaz, una mujer se aproxima y mi instinto es apartar las sombras que la rodean, la observo con un lobo, y auyo con coraje y vanidad, la sostengo por la cintura y ella susurra lamentos del mundo perdido, amada mía, amada del universo, de las estrellas, de mi alma, no llores porque soy quien te ha llamado, para ser tu esclavo por toda mi vida.

atte: jose eduardo cruz perez.

em minhas mãos eu segurar minha vida, pendurados os sóis perto do mar, ao longo de meus lábios bebendo gotas que mantém viva a minha alma, porque foi meu Deus quem recita o meu silêncio!, meus pés andando no meio do deserto perdido pelo homem, mais vazio do que um lago, onde meu corpo nu, lavo em noites frias e tibian fugaz inspiraçãouma mulher se aproximando e meu instinto é para remover as sombras que o rodeiam, observá-lo com um lobo e auyo com coragem e vaidade, segura ela pela cintura e ela sussurra lamentos para o mundo perdido, amado meu, amado do universo, estrelas, minha alma, não chore porque eu sou quem te ligou, para ser seu escravo para o resto da minha vida.

Atte: José eduardo cruz perez.

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