segunda-feira, 1 de maio de 2017

Só é Eterno aquele que morreu:



Morreu hoje aos oitenta e dois anos.
Um pouco da verdade,
Um pouco do sorriso do outro,
Um pouco da vontade nossa.
Um pouco, do pouco que temos, que reflete o mundo.
Morreu.
Um pouco da provocação que fazia a alma alheia refletir sobre,
o que nos faz aceitarmos vivermos em um curral da consciência.
Morreu.
A vida que dava vida, as vozes que não falavam.
Mas ainda há vida em suas palavras.
Então que elas Não morram.
Hoje morreu a provocação, que move o ser em todas as direções.
Hoje, morreu, Antonio...Seu sobrenome, somos nós, a gritar as palavras que calam.
Hoje, Morreu.

Obrigado, por me dar o prazer de lhe ouvir, em palavras e gestos, ao vivo como um manifesto.

D'Araújo.

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