sexta-feira, 14 de julho de 2017

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede: Memo Cardona:En espera (fragmento):


No comiences los trazos de la noche que en el desvelo te sueñan,
ni te hagas brisa de olvido 

en la aridez de mi memoria... 

no seas sólo la inquietud dolosa que tanto amo, 

ni el llanto 

que me ahoga de silencios en toda tu ausencia…



sé solo esa simpleza que me complica el insomnio, 

sé esa sombra amiga de mis nostalgias y enemiga de tu voz, 

sé esa promesa que no pronuncias al llamarme,

sé esa falta de brillo en el andar desolado que me persigue, sin esperanza y sin fe…



no estés en mi sed de madrugada, 
ni en la piel de mis atardeceres 
como el color sin alma del muro que se aparta 
bajo el pulso que me tiembla, 
al reconocerte,
casualmente, 
tan lejana y en un vuelo así de cerca de lo imposible, 
del infierno…

sólo sé precisa, un embrujo de tiempo o 
el hechizo que me adormece el amor… 
sé una necesidad que mutile angustias, 
conviértete, así de exacta, en esa imposibilidad de mis furias y
tráeme, una vez más, 
el instante de complicidad en el que escapas de mi cordura…
Modo de espera (fragmento) não começar traçados na noite sem dormir você sonha, nem fazer você brisa do esquecimento na secura da minha memória... você não é apenas a preocupação fraudulenta tanto amam, nem chorando me sufocando o silêncio em sua ausência... sei apenas que a simplicidade que me complica insônia, sabe aquela sombra do amigo da minha nostalgia e inimigo da sua vozEu sei que prometem que você pronuncia para não me chamar, eu sei que a falta de brilho na marcha desolada que assombra-me, sem esperança e sem fé... não na minha sede no início da manhã, ou na pele do meu pôr do sol como a cor da parede que separa sob o pulso que abala-me para reconhecê-lo, sem alma, até agora e num voo bem como sobre o impossívelInferno, eu sei... só precisa, um feitiço do tempo ou o feitiço que me subjuga o amor... eu sei uma necessidade que mutilar ansiedades, tornar-se, assim exata, nesta impossibilidade de minha fúria e traga para mim, mais uma vez, o instante de cumplicidade em que você escapar da minha sanidade...

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