domingo, 29 de setembro de 2019

Domingo Na Usina:Biografias:José Murilo de Carvalho:


José Murilo de Carvalho fez pós-doutorado em História na Universidade de Londres, em 1982, e na Universidade de Stanford, em 1976-77. Foi um dos fundadores da pós-graduação em Ciência Política da UFMG e do doutorado em Ciência Política e Sociologia do Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro. Coordenou a pós-graduação em História Social da UFRJ. Foi professor visitante nas universidades de Londres, Oxford, Stanford, California-Irvine, Notre Dame, Leiden e na École des hautes Études en Sciences sociales e membro do Institute for Advanced Study, de Princeton. Dedicou-se inicialmente ao estudo da construção do Estado durante o Império, salientando a importância do treinamento das elites políticas. Passou a seguir a pesquisar a participação política na República, dando maior atenção a aspetos simbólicos da política. Nos últimos anos tem-se dedicado ao estudo da construção da cidadania no Brasil, salientando suas especificidades e à história social das idéias, onde busca apontar a relevância da retórica. Publicou 9 livros e cerca de 90 artigos e capítulos de livros. Orientou até agora 15 dissertações de mestrado e 12 teses de doutorado.

Comissões
Presidente - Comitê Assessor em Ciências Sociais, Fundação Ford - 1979-1980.
Presidente - Comitê Assessor de Ciência Política, CAPES - 1979-1980.
Member - Joint Committee on Latin American Studies, Social Science Research Council - 1985-1988.
Membro - Comitê Assessor de Ciências Sociais, CNPq - 1986-1989.
Membro - Conselho Editorial da Revista Estudos Históricos - 1987-.
Conselheiro - SBPC - 1991-1995.
Editor Associado - revista História, Ciências, Saúde Manguinhos - 1993-.
Membro - Conselho Consultivo da FINEP - 1995.
Membro - Conselho Deliberativo do CNPq - 1996-2000.
Membro - Comitê Científico do Instituto de Estudos Avançados Transdisciplinares da UFMG - 2001-.
Membro - Conselho Diretor do Projeto Ciência Hoje da SBPC - 2002-.

Participações
Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência.
Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais.
Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro.
PEN Clube do Brasil.

Posições
Acadêmico
Academia Brasileira de Letras
mar/2004 - presente

Visiting Chair in Studies of Brazilian Culture
Kellogg Institute
University of Notre Dame
jan/2002 - mar/2002

Visiting Professor
Centro para Estudos Brasileiros
Universidade de Oxford
jan/2001 - mar/2001

Nabuco Visiting Professor
Center for Latin American Studies
Stanford University
jan/1999 - jun/1999

Professor
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Departamento de História
Programa de Pós-Graduação de Sociologia e Antropologia
Stanford University
fev/1997 - presente

Distinguished Visiting Professor
Department of History
University of California, Irvine
jan/1990 - mar/1990

Maître de Conférence
École des hautes Études en Sciences sociales
Centre d´Etudes des Mouvements sociaux
mai/1989 - jun/1989

Pesquisador
Centro de Estudos Históricos
Fundação Casa de Rui Barbosa
fev/1985 - fev/1997

Professor/pesquisador
Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro
ago/1982 - fev/1997

Visiting Latin American Scholar
Centre for Latin American Studies
University of London
jul/1981 - dez/1981

Membro
Institute of Advanced Study, Princeton
set/1980 - jun/1981

Professor adjunto
Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Departamento de Ciência Política
Centro de Pesquisas René Rachou - Fiocruz
abr/1969 - mar/1978.
José Murilo de Carvalho
Id        1025
Nome Científico         Carvalho, J.M.
E-mail jmurilo@ifcs.ufrj.br
Profissão         Professor titular , Historiador
Área de Especialização          Ciências Sociais
Categoria        Titular
Data de ingresso na ABC      04/06/2003
Nascimento
Data    08/09/1939
Cidade            Andrelândia
Estado/Província        Minas Gerais , MG
Pais     Brasil
Endereço
Rua Marquês de São Vicente, 225
Gávea - Rio de Janeiro - RJ - 22453-900 - Brasil

Sub-Área
Ciência política
História
Sociologia

Pesquisas
História política do Império.
História das instituições científicas no Brasil.
História política e social da Primeira República.
Militares na República.
História social das idéias.
Cidadania.

Títulos
Bacharel (Sociologia e Política) - Universidade Federal de Minas Gerais - 1965.
M.A. (Ciência Política) - Universidade de Stanford - 1969.
Ph.D. (Ciência Política) - Universidade de Stanford - 1975.

Prêmios
Distinções

Homem de Idéias - Jornal do Brasil - 1989

Medalhas

Medalha da Ordem de Rio Branco (Comendador) - Ministério das Relações Exteriores - 1981

Medalha Santos Dumont - Governo do Estado de Minas Gerais - 1987

Medalha de Honra da Inconfidência - Governo do Estado de Minas Gerais - 1992

Grã-Cruz da Ordem Nacional do Mérito Científico - Presidência da República do Brasil - 1998

Medalha da Honra da UFMG - Centro de Pesquisas René Rachou - Fiocruz - 2001

Prêmios

Melhor Livro em Ciências Sociais - Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais - 1988

Prêmio Jabuti - Câmara Brasileira do Livro - 1991

Prêmio Banorte de Cultura Brasileira - BANORTE - 1991

Prêmio Casa das Américas 2004 - Governo de Cuba - 2004

Publicações Completas
CARVALHO, J.M. 1987 . Os bestializados. O Rio de Janeiro e a República que não foi ., São Paulo : Companhia das Letras.

CARVALHO, J.M. 1990 . A formação das almas. O imaginário da república no Brasil ., São Paulo : Companhia das Letras.
Trad. espanhola: La formación de las Almas. El imaginario de la República en el Brasil. Buenos Aires:Universidad Nacional de Quilmes, 1997

CARVALHO, J.M. 1998 . Pontos e bordados. Escritos de história e política ., Belo Horizonte : UFMG.

CARVALHO, J.M. 1980 . A construção da ordem. A elite política imperial ., Rio de Janeiro : Campus.

CARVALHO, J.M. 1988 . Teatro das sombras: a política imperial ., São Paulo : Vértice.
Trad. francesa: Un théâtre d'ombres. La politique impériale au Brésil. Paris:Maison des Sciences de l'Homme, 1990


CARVALHO, J.M. 2001 . A cidadania no Brasil: o longo caminho .Edited by Civilização Brasileira. .
fonte de origem:

Domingo Na Usina: Biografias: Aloísio de Castro:


Terceiro ocupante da Cadeira 5, eleito em 14 de novembro de 1917, na sucessão de Osvaldo Cruz e recebido em 15 de abril de 1919 pelo Acadêmico Afrânio Peixoto. Recebeu os Acadêmicos Laudelino Freire, Roquette-Pinto e Celso Vieira.
Aloísio de Castro, médico, professor e poeta, nasceu no Rio de Janeiro, RJ, em 14 de junho de 1881, e faleceu, na mesma cidade, em 7 de outubro de 1959.
Era filho de Francisco de Castro, de quem lhe veio o gosto pelas letras, as artes e a música, além de profundas lições de vida. Foi aluno do Colégio Kopke, onde fez os estudos fundamentais e cursou latim, passando a ter também em casa um professor desse idioma. Ingressou na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, onde colou grau de doutor em medicina em 1903, tendo obtido o prêmio de viagem à Europa oferecido pela mesma Faculdade. Tudo indicava que o novo médico seria um grande nome na sua carreira, mas não se podia prever o ecletismo da atividade literária e seu interesse pela música.
Foi interno de Clínica Propedêutica da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro (1901-1903); assistente de Clínica Propedêutica da Faculdade de Medicina (1904-1908); subcomissário de higiene e assistência pública do Rio de Janeiro (1906-1908); professor substituto e, a seguir, professor catedrático de Patologia Médica e de Clínica Médica (1915-1940); diretor geral da Faculdade de Medicina (1915-1924); diretor geral do Departamento Nacional de Ensino (1927-1932); médico da Santa Casa da Misericórdia.
Aloísio de Castro publicou, além de obras científicas, ensaios e conferências, alguns livros de poesia, além de compor peças musicais para piano e para canto.
Era membro da Academia Nacional de Medicina, da qual foi presidente; da Sociedade de Neurologia, Psiquiatria e Medicina Legal do Rio de Janeiro; da Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro; membro honorário da Sociedade de Medicina e Cirurgia de São Paulo; do Instituto Brasileiro da História da Medicina; do Conservatório Brasileiro de Música; membro da Comissão de Cooperação Intelectual da Liga das Nações (1922-1930); diretor do Instituto Ítalo-Brasileiro de Alta Cultura; membro correspondente de inúmeras instituições médicas internacionais e membro efetivo da Academia Pontifícia das Ciências. Na Academia Brasileira de Letras, foi segundo-secretário (1921-1922); secretário-geral (1926) e presidente (1930 e 1951).

fonte de origem:

Domingo Na Usina: Biografias: Xinran:



(Pequim, 1958) é uma jornalista, radialista e escritora chinesa. Trabalhou em Nanquim até 1997, quando mudou-se para Londres sozinha e após um ano buscou seu filho Pan Pan. É casada com um Inglês - Toby.[1]

É a autora do livro Sky Burial (Enterro Celestial), romance que retrata a ida de uma chinesa em busca do marido desaparecido no Tibete; "O que os Chineses não Comem" e também "As Filhas Sem Nome", "Mensagem De Uma Mãe Chinesa Desconhecida", "Testemunhas da China".

No livro "As Boas Mulheres da China", onde, através das histórias de várias mulheres que entrevistou ao longo de sua carreira, traça um panorama sobre a condição feminina da China revolucionária, suas consequências e da China atual. Muitas das histórias foram retiradas do programa: Palavras na brisa noturna.

Com relação ao romance primeiramente citado, no Brasil ele foi publicado em 2004 pela Companhia das Letras sob o título "Enterro Celestial".

Atualmente ela é colunista do jornal The Guardian e professora na School of Oriental e African Studies da Universidade de Londres. Em 2004 Xinran fundou uma Ong, a The Mother´s Bridge of Love, que busca auxiliar órfãos chineses e estreitar a compreensão entre Ocidente e China.[2]

Xinran tem tudo para se solidificar no universo literário mundial como uma das mais sensíveis e competentes escritoras do século XXI. Seus até então dois livros falam de mulheres, de lutas e de dores universais, e por isso tocam tão fundo no coração de seus leitores, fiéis e sedentos pela continuação de sua obra.

fonte de origem:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Xinran 

sábado, 28 de setembro de 2019

Pensamento do Dia:

“A reciprocidade de um sorriso sincero é a porta de entrada para um amor verdadeiro.”



Esta e mais de 90 outras frases estão nesta edição comemorativa.
Para fazer o download grátis do livro basta clicar no link a baixo:

sexta-feira, 27 de setembro de 2019

Pensamento do dia:




"Mesmo que eu seja apenas uma gota de esperança em um oceano de possibilidades, continuarei até o fim dos meus dias há semear sonhos."

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede: Quincey Glam: Toda la belleza debe de morir...:


No te vayas de mi lado
arrancando los recuerdos
encerrando cada parte de mis deseos,
que entre caricias de viento
las cuchillas son mas suaves.
cuando tu las afilas.

No te rindas entre los planetas
que al mecerme entre tus caderas,
el corazón se destierra
cantando un trozo de poesía vieja.

Y al volvernos hacía el olvido
el entierro eterno es lo que busco.
Sólo si estás presente
sólo si estás presente.

No te vayas de mi lado
acariciando sombras
en búsqueda de pasados gloriosos.
Que la renuencia de mi cuerpo
musita cautelosamente la necesidad de tus piernas
sobre mi lecho.

Y al vender nuestras almas al fuego
el crimen pasional es fortuito
y entre cantares y pesares
el corazón te espera en su lecho final.

Y al volvernos hacía el olvido
nuestros cadáveres revivirán.
Sólo si estás presente
sólo si estás presente.

Y si llegas a marcharte amor,
dedica un lamento sincero
a la mortaja de mis ocasos.
Permite que mi cuerpo moribundo
acaricie la idea de que me perteneciste
hasta el final de mis días...

Y al volvernos hacía el olvido
nuestros cadáveres revivirán.
Sólo si estás presente
sólo si estás presente.

Y al volvernos hacía el olvido
busco reencarnarme en tu pecho
para estar contigo,
para estar contigo
Hasta el momento de tu muerte....

Permiteme robarme la esencia de tu origen
retomar entre mis brazos los momentos que me hicieron feliz
que el dolor disminuye, sólo si te tengo en mi mente...
sólo si me alimento de ti...

Iván Estrada Pérez Quincey Glam en 21:26

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede: Álvaro Márquez: NO UNO MÁS:


Te dije que en tu vida yo no sería uno más,

que cuando llegara, llegaría para quedarme;

hablas de eternidad en los besos que me das,

de lo mismo hablarás en los que vas a darme.



Porque sé muy bien que cuando me conociste,

breve en tu vida llegaste a creer que yo sería,

eras de las que aseguraba “el amor no existe”

y yo te hice ver de mil maneras que sí existía.



Tu cuerpo era así como un mapa sin caminos

y yo mal dibujante, supe trazar vías en tu piel,

para entrelazar entre laberintos ambos destinos,
era tu corazón un barco y timón me volví en él.

Un error creer efímera en tu vida mi presencia,
otro error pensar que mi amor no dejaría huella;
hoy sabes que tus días están llenos de mi esencia,
y existen las noches que inventé, existe la estrella.

Ésa que yo algún día enamorado prometí bajarte,
porque te juré que complacería todos tus deseos,
la misma que veía mis besos si alcanzaba a besarte
de la cárcel de mi boca huyendo a la tuya como reos.

No, no vine a ti para ser uno más quizá de tantos,
vine para amarte, llenar mi mundo de ti sin prisas;
a dejarte mis “te amo” ¡no me preguntes cuántos!
y a colorear todo mi mundo con tus bellas sonrisas.

Y ya se hizo perenne mi presencia en tu memoria,
hoy son tuyos todos mis mundos y mis universos,
de mi mano, de mi recuerdo se escribirá tu historia
y de un poeta que te amó te hablarán mis versos.

Poema totalmente original de Álvaro Márquez
Nacido en Caracas, Venezuela
Todos los derechos reservados
Publicado el 17/8/2014
Imagen: de Google
Não aquele que mais você disse que em sua vida eu não seria mais um, que quando ele chegou, viria a ficar;
Você fala de eternidade nos beijos que você me dá, de fala em aqueles que vão dar-me.


Porque eu sei muito bem que quando o conheci, breve em sua vida que você passou a acreditar que eu seria, épocas de que eles alegaram "o amor não existe" e eu tenho ver em várias formas de Sim havia.



Seu corpo era bem como um mapa sem estradas e eu próprio artista errada, sabia que rotas de rastreamento em sua pele, para interligar entre labirintos ambos os destinos, seu coração era um barco e o leme, virei-me sobre ele.



Um erro acreditar efêmera em sua vida minha presença, outro erro de pensar que meu amor não marcaria;

Hoje, você sabe que seus dias são preenchidos com minha essência e há noites que eu inventei, aí está a estrela.



Que eu prometi no amor um dia vem para baixo, porque você jurou que isso agradaria a todos os seus desejos, que viu meus beijos se chegou para beijar minha prisão de boca fugindo ao seu como prisioneiros.



Não, não vim para você ser um mais talvez do que muitos, eu vim para amar, encher o meu mundo é vagaroso;

deixar meu "eu" te amo não me pergunte quantos!

e a cor do meu mundo com seus belos sorrisos.



E agora minha presença em sua memória, tornou-se perene hoje são teus todos os meus mundos e meus universos, minha mão, minha memória será gravado em sua história e de um poeta que amava você falar meus versos.



Totalmente original poema de Álvaro Márquez de Caracas, Venezuela-todos os direitos reservados Nacido publicou imagem de 17/08/2014: 

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede: Ivo Martins Vieira Junior: POETA DE CORPO E ALMA:


Não sou um poeta anacrônico.

Também não desejo ser um modernista

da ala que enxerga a vida

com os olhos da morte.

Sou livre.

Minhas mãos, minha mente, minha alma...

Meu voar é espontâneo.

Pouso em mundos diversos.

Há escárnios que de nada valem,

pois este céu bonito de hoje

é o mesmo céu que animou

a minha infância de quimeras...

e nem por isso perdeu o azul.



Poeta Ivo Júnior - Salgueiro - PE.









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Sexta Na Usina: Poetas Da Rede:Rafael Dominguez: Confesiones bajo la luna:




Yo no soy el de mis sueños, 

en el que vive en un mundo de fantasías, 

en el que todo es perfecto, 

y vive sin problemas en la vida. 

yo no soy él, el señor sin fallos, 

ordenado y meticuloso, 

porque es un sueño y no los controlo, 

sueño porque sueño, pero ese no soy yo... 

Yo soy el soñador, 
el que por un corazón se desvive, 
el que falla casi siempre con sus declives, 
de conciencia incomprendida y sumergidas, 
de un mundo que no existe.
El que intenta comprender, 
a todos el mundo ayudar quiere, 
pero no abarca más de lo que puede, 
por eso siempre pierde.. 
Ese soy yo en la realidad, 
el que intenta enamorar con palabras, 
el que dice la verdad si hace falta, 
pero si sé que la verdad hace daño... Se calla.
Yo no soy quien imaginas, 
no soy el del sueño, 
solo soy un hombre que a veces y que de día.. 
Intenta subirte al cielo.......

Rafael Dominguez
Derechos reservados 
Madrid - España.
Eu não sou o um dos meus sonhos, onde ele vive em um mundo de fantasias, em que tudo é perfeito e vive sem problemas na vida. 
Eu não sou ele, o senhor sem falhas, puro e meticulosos, porque é um sonho e eu não controlá-los, eu sonho sonho, mas isso não é comigo... 
Eu sou o sonhador, que, por um coração não fazer o suficiente, que quase sempre falha com seus declínios, incompreendido e submersa, a consciência de um mundo que não existe.
Ele quem tenta entender, toda a ajuda do mundo que você quer, mas não abrange mais do que pode ser, que sempre perde... 
Esse sou eu na realidade, que tenta cair no amor com palavras, quem diz a verdade quando for necessário, mas se eu sei que a verdade dói... É silencioso.
Eu sou não quem pode imaginar, eu não sou do sonho, eu sou apenas um homem que às vezes e naquele dia... 
Tentar chegar ao céu... 


Rafael Dominguez direitos reservados Madrid - Espanha

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede:Adriano Souza:"Fora do Compasso"


Já se foram várias semanas...
No canto dos querubins
Saudades dos teus sorrisos

Mas seu silêncio
Transforma em Oásis

Não aquele "Meu"
Mas naqueles de miragens

Seu mal humor me remete ao deserto
Seu momento de pensamento elevado
Confesso deixa-me incomodado

Erro se insisto... Eu sei
Mas... 
Quando não se é visto
Não se é lembrado

Mas seu recado foi dado
Como te quero do meu lado

E já falado
Respeito seus Nuances de humor
Respeito seu universo e seu tempo

E enquanto me des-faço e re-faço
Em poesias

Vou olhando seu retrato em branco e preto sombreado
Tentando redesenhar seus traços em meus versos descompassados
A.P.