domingo, 17 de novembro de 2019

Domingo Na Usina: Biografias:Anna Akhmátova:


(em russo e ucraniano: А́нна Ахма́това, Odessa23 de junho de 1889 — Leningrado5 de março de 1966) é opseudônimo de Anna Andreevna Gorenko (russo: А́нна Андре́евна Горе́нко; ucraniano: А́нна Андрі́ївна Горе́нко), uma das mais importantes poetas acmeístas russas.
Começou a escrever poesia aos onze anos de idade, mas o pai, um engenheiro naval, temia que Anna viesse a desonrar o nome da família, convencido de estar a adivinhar hábitos decadentes associados à vida artística. Assim, assinou os seus primeiros trabalhos com o primeiro nome da sua bisavó, Tatar.
Apesar do seu pai ter abandonado a família, quando Anna contava apenas dezesseis anos, conseguiu prosseguir os seus estudos. Portanto, não só estudou no liceu feminino de Tsarskoe Selo e no célebre Instituto Smolnyi de São Petersburgo, como também no Liceu Fundukleevskaia de Kiev e numa faculdade de Direito, em 1907.
A obra de Akhmatova compõem-se tanto de pequenos poemas líricos como de grandes poemas, como o Requiem, um grande poema acerca do terror estalinista. Os temas recorrentes são o passar do tempo, as recordações, o destino da mulher criadora e as dificuldades em viver em escrever à sombra do estalinismo.


Akhmatova teve uma longa amizade com a poeta Marina Tsvetaeva, sua compatriota. Estas duas amigas trocaram uma correspondência poética.Os seus pais separaram-se em 1905. Ela casa-se com o poeta Nikolai Gumilev em 1910. O filho deles, nascido em 1912, é o historiador Lev Goumilev.

Nikolai Gumilev foi executado em 1921 por causa de actividades consideradas anti-soviétes; Akhmatova foi forçada ao silêncio, não podendo a sua poesia ser publicada de 1925 a 1952 (exceptuando de 1940 a 1946). Excluída da vida pública, vivendo de uma irrisória pensão e forçada a ir fazendo traduções de obras de escritores como Victor Hugo e Rabindranath Tagore, Akhmatova começou, após a morte de Stálin, em 1953, a ser reabilitada, tendo-lhe sido autorizada uma viagem a Itália para receber o prémio literário Taormina e a Oxford para receber um título honorário, em 1965.
Na generalidade, a sua obra é caracterizada pela aparente simplicidade e naturalidade e pela precisão e clareza da sua escrita.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Domingo Na Usina: Biografia: Anne Bishop:





Anne Bishop  é uma escritora de ficção fantástica, vive na cidade de Nova Iorque e é uma escritora deveras conceituada de fantasia negra, sendo a sua obra mais conhecida a Trilogia das Jóias Negras (vencedora do Crawford Fantasy Award em 2000).

Anne Bishop começou a escrever com tenra idade pequenas histórias. No entanto, ao se aperceber de que ainda não era capaz de escrever uma história da qualidade que desejava, deixou o hábito.

Quando já tinha mais anos, experiência e melhor conhecimento da vida, retomou o que havia deixado e com o passar dos anos, o tamanho das histórias foi crescendo até que chegou a altura em que os pequenos contos em romances se haviam tornado.

Actualmente, é autora de dezasseis romances (dos quais apenas nove foram já traduzidos para a língua portuguesa) e uma personalidade incontornável no mundo da literatura fantástica, sendo as suas obras conhecidas pelo seu lado negro e personagens tremendamente reais.

Livros:
Trilogia das jóias negras

Filha do Sangue (1998)
Herdeira das Sombras (1999)
A Rainha das Trevas (2000)
Livros no Universo das Jóias Negras

O Anel Oculto (2000)
Teias de Sonhos (2005)
Jóia Perdida ( 2008)
Aliança das Trevas (título original: The Shadow Queen) (2009)
Despertar do Crepúsculo (2011)
A Senhora de Shalador (2010)
Efémera

Sebastian (2006)
Belladonna (2007)
A Voz (2012)
Ponte dos Sonhos (2012)
Triologia dos Pilares do Mundo

Os Pilares do Mundo
Luz e Sombras
A Casa de Gaian (2012)
Ainda sem Tradução

The Others (Os Outros)
Written in Red,( 2013)
Murder of Crows ( 2014)

Vision in Silver, (2015).

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Domingo Na Usina: Biografias: Anne Rice:



Howard Allen O'Brien, mais conhecida como Anne Rice (Nova Orleães, 4 de outubro de 1941) é uma escritora norte-americana, autora de séries de terror e fantasia.

Ela mesma escolheu 'Anne' como primeiro nome, ao entrar na escola. Em 1956 perdeu a mãe, Katherine, e dois anos depois, com o pai casado novamente, a família mudou-se para a cidade de Richardson, no Texas, onde Anne conheceu seu futuro marido, o poeta e pintor Stan Rice, já falecido.

História:
Em seus livros, invariavelmente apresenta os seus vampiros como indivíduos com paixões, teorias, sentimentos, defeitos e qualidades, tal como os seres humanos, mas, com a diferença de terem que lutar pela sua sobrevivência por meio do sangue de suas vítimas e sua própria existência que, para alguns deles, é um fardo a ser carregado através das décadas, séculos e até mesmo milênios.

Seu livro de maior sucesso é "Entrevista com o vampiro". Anne relata que escreveu esse livro em apenas uma semana, após a morte de sua filha por leucemia, retratada na personagem Cláudia. Entrevista com o Vampiro foi para as telas dos cinemas, sendo que Anne escreveu o roteiro e acompanhou de perto a produção. A decepção da autora foi quanto à escolha do ator para o personagem Lestat (Tom Cruise), sendo divulgado que ela o considerava apenas um rosto bonito, sendo sua preferência o ator Rutger Hauer (inclusive no livro A História do Ladrão de Corpos, através de uma fala de Lestat, ela indica isto).

Já no segundo filme, "A Rainha dos Condenados", Anne não teve qualquer participação em nenhuma etapa de sua produção, o que pode explicar a pouca repercussão que o filme obteve e as extremas "licenças" poéticas que os produtores tomaram a liberdade de fazer descaracterizando pontos importantes da saga dos vampiros.

Em 2005, Rice anunciou que, após o falecimento de seu marido Stan Rice, deixaria de escrever obras sobre vampiros, bruxas e outros seres fantásticos e se dedicar a outros tipos de gêneros literários.

Em Christ The Lord: Out of Egypt, lançado em 2005, Rice despede-se dos seus temas habituais para escrever um retrato curioso de um Jesus aos sete anos de idade, partindo do Egito com a família, para voltar para sua casa em Nazaré.

Livros Publicados.
Série Crônicas Vampirescas:
Interview with the Vampire (1976) - Entrevista com o Vampiro
The Vampire Lestat (1985) - O Vampiro Lestat
The Queen of the Damned (1988) - A Rainha dos Condenados
The Tale of the Body Thief (1992) - A História do Ladrão de Corpos
Memnoch the Devil (1995) - Memnoch
The Vampire Armand (1998) - O Vampiro Armand
Merrick (2000) - Merrick
Blood and Gold (2001) - Sangue e Ouro
Blackwood Farm (2002) - A Fazenda Blackwood
Blood Canticle (2003) - Cântico de Sangue
Prince Lestat (2014) - Príncipe Lestat
Série Novos Contos de Vampiros[editar | editar código-fonte]
Pandora (1997) - Pandora
Vittorio the Vampire (1999) - O Vampiro Vittorio
Série Bruxas Mayfair[editar | editar código-fonte]
The Witching Hour (1990) - A Hora das Bruxas I e II
Lasher (1993) - Lasher
Taltos (1994) - Taltos
Série Bela Adormecida:
(todos como A. N. Roquelaure)

The Claiming of Sleeping Beauty (1983) - Os desejos da Bela Adormecida
Beauty's Punishment (1984) - O Castigo da Bela adormecida
Beauty's Release (1985) - A Libertação (ou "liberdade") da Bela Adormecida
Série Cristo Senhor[editar | editar código-fonte]
Christ The Lord: Out of Egypt (2005) - Cristo Senhor: A Saída do Egito
Christ The Lord: The Road to Cana (2008) - Cristo Senhor: O Caminho para Caná
Série Songs of the Seraphim[editar | editar código-fonte]
Angel Time (2009) - Tempo dos Anjos
Of Love and Evil (2010) - De Amor e Maldade
Série The Wolf Gift Chronicles[editar | editar código-fonte]
The Wolf Gift (2013) - A Dádiva do Lobo
The Wolves Of Midwinter (2013) - Os Lobos da Invernia
Romances únicos[editar | editar código-fonte]
The Feast of All Saints (1979) - A Festa de Todos os Santos
Cry to Heaven (1982) - Chore para o Céu
Exit to Eden (1985) (como Anne Rampling)
Belinda (1986) (como Anne Rampling)
The Mummy (1989) - A Múmia ou Ramsés, o Maldito
Servant of the Bones (1996) - O Servo dos Ossos
Violin (1997) - Violino
The Master of Rampling Gate (2002) - O Senhor de Rampling Gate (Publicado no Brasil no livro “Os 13 Melhores Contos de Vampiros”, de Flávio Moreira da Costa)
Autobiografia:
Called Out of Darkness (2008).

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

sábado, 16 de novembro de 2019

sexta-feira, 15 de novembro de 2019

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede: Auber Fioravante Júnior: Versos de uma poesia:


... xale cor de madrugada,
meia noite à poesia, crepúsculo
aos versos espiralados, estrofes

inteiras, cortinas brandas.

mãos entrelaçadas, olhares
refletidos, espelho d’alma
num revoar de sentidos, Oz.

silvos pelo anoitecer, corpo
desnudando-se por devaneios 
primeiros. inteiros de dançar.

enfim, o luar a despontar 
pelas ondas do a(mar), 
silêncio, orgasmo mor.

Auber Fioravante Júnior

Tela: AF00110 - Auber Fiori
Respeite direitos autorais:
Lei Nº 9.610 de Fevereiro de 1998

Sexta Na Usina: Poetas da Rede; Sergio Almeida:(Jardim):Crônicas do Desassossego:


como se não te avistasse,

diluída e mínima

no dissoluto da despedida.

como se não te perdesse,

nas ruas, nas estações,

de anseios inundada.



como se não estivesses

paralisada, imóvel,

sem esperanças, perspectivas.


como se tudo permitisses,
vencida pela passagem
implacável do tempo.

como se tudo ocultasses,
entre a boca e o sorriso,
entre o copo e a bebida.

Crônicas do Desassossego. Autor: Jardim

à venda em http://sergioprof.wordpress.com

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede:José eduardo cruz perez.:


en mis manos sostengo mi vida, pendiendo de los soles mas cerca del mar, a orillas mis labios beben las gotas que mantienen viva mi alma, ¡porque fue mi dios quien declama mi silencio!,mis pies caminan sobre el desierto perdido por el hombre, mas allá de un lago vació, en donde enjuago mi cuerpo desnudo, por las noches frías y tibian de una inspiración fugaz, una mujer se aproxima y mi instinto es apartar las sombras que la rodean, la observo con un lobo, y auyo con coraje y vanidad, la sostengo por la cintura y ella susurra lamentos del mundo perdido, amada mía, amada del universo, de las estrellas, de mi alma, no llores porque soy quien te ha llamado, para ser tu esclavo por toda mi vida.

atte: jose eduardo cruz perez.

em minhas mãos eu segurar minha vida, pendurados os sóis perto do mar, ao longo de meus lábios bebendo gotas que mantém viva a minha alma, porque foi meu Deus quem recita o meu silêncio!, meus pés andando no meio do deserto perdido pelo homem, mais vazio do que um lago, onde meu corpo nu, lavo em noites frias e tibian fugaz inspiraçãouma mulher se aproximando e meu instinto é para remover as sombras que o rodeiam, observá-lo com um lobo e auyo com coragem e vaidade, segura ela pela cintura e ela sussurra lamentos para o mundo perdido, amado meu, amado do universo, estrelas, minha alma, não chore porque eu sou quem te ligou, para ser seu escravo para o resto da minha vida.

Atte: José eduardo cruz perez.

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede: Mário Feijó: IN(SÔNIA) IN(VAD)E-ME:



Eu não sou
Apenas a saudade
Que deixaste
Tampouco um sonâmbulo
Sofrendo in(Sônia)


Eu sou o amor que te dei

A paixão que vivemos

Que mesmo na ausência

Tem que ser praticada



Somos (hoje) energias

Em corpos diferentes

A minha mais densa peca

A tua pura, apenas ama...



Mário Feijó


04.12.13
























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Sexta Na Usina: Poetas Da Rede:Armindo Loureiro:Corpos de gritos…




Eu não sei
Nem poderia saber
Porque o que eu amei

Está dentro do teu ser

Que beleza de coração

Que acabo de conhecer

Inebria-me de paixão

Por nele também caber

Gosto de ti por seres assim

Gosto de ti porque gosto

E teu corpo fica afim

Se o meu ao teu encosto

Afim duma brincadeira

Que gostamos de fazer

Não é nenhuma asneira

Se os dois temos prazer
Dou-te beijos e abraços
E até outras coisas mais
Tapamos todos os espaços
E começamos a dar ais
Tem beleza o amor
Quando assim praticado
Com palavras de humor
Até o corpo fica salgado
Arrepiam-se as peles
Pelo trabalho dos dedos
E há quem seja tão reles
Que diz que isto não são enredos
São enredos e bem bonitos
Todos nisso podem crer
Nesses corpos que são de gritos
Eu o gosto de fazer

Armindo Loureiro – 10/02/2014 – 13H55

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede: Javier & Sebastian: Dibújate en tu sábana:



y cuando mi alma 

de mi cuerpo se separe,/

envuelveme en ella,

y ya mi cuerpo exiliado, /

mi alma volviera

a ese lienzo blanco de algodón /

para sentirse esclavo de tu amor, / 
escribirte en tu sábana /
el primer beso que te robé /
cuando te engañé 
que miraras y me dijeras /
de qué color es el Cielo ,/
y azul fue mi beso robado y blanca tu inocencia, /
y blanca la pureza de tu sábana, /
mas antes de guardarla, /
escribe con tu mirada /
el sitio donde te pondrás / para yo mirarte ./


Javier&Sebastián

rg/pu
@ dibújate em sua sábana

E quando a minha alma

Do meu corpo se separe,/

Envuelveme nela,

E já meu corpo exilado, /

Minha alma voltasse

A esse canvas branco de algodão /
Para se sentir escravo do seu amor, /
Escribirte em sua sábana /
O primeiro beijo que te robé /
Quando você enganei
Que miraras e me dijeras /
De que cor é o céu,/
E azul foi o meu beijo roubado e branca sua inocência, /
E Branca, a pureza de seu sábana, /
Pero antes de salvá-la, /
Escreva com seu olhar /
O site onde você operar um / para eu mirarte./

Javier & Sebastian

DNI / PU

quinta-feira, 14 de novembro de 2019

Poesia de Quinta Na Usina: D'Araujo: Como!




Como extirpar um sentimento visceral e incontrolável!
Como separar um ser, com um único desejo!
Como matar o amor!
Como excomungar a dor!
E como tampar um vazio da alma!
Como simplesmente livrar-se de si mesmo.

D'Araujo.












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Poesia De Quinta Na Usina:Edgar Allan Poe:Annabel Lee:



Foi há muitos e muitos anos já,
Num reino ao pé do mar.
Como sabeis todos, vivia lá
Aquela que eu soube amar;
E vivia sem outro pensamento
Que amar-me e eu a adorar.
Eu era criança e ela era criança,
Neste reino ao pé do mar;
Mas o nosso amor era mais que amor --
O meu e o dela a amar;
Um amor que os anjos do céu vieram
a ambos nós invejar.
E foi esta a razão por que, há muitos anos,
Neste reino ao pé do mar,
Um vento saiu duma nuvem, gelando
A linda que eu soube amar;
E o seu parente fidalgo veio
De longe a me a tirar,
Para a fechar num sepulcro
Neste reino ao pé do mar.
E os anjos, menos felizes no céu,
Ainda a nos invejar...
Sim, foi essa a razão (como sabem todos,
Neste reino ao pé do mar)
Que o vento saiu da nuvem de noite
Gelando e matando a que eu soube amar.
Mas o nosso amor era mais que o amor
De muitos mais velhos a amar,
De muitos de mais meditar,
E nem os anjos do céu lá em cima,
Nem demônios debaixo do mar
Poderão separar a minha alma da alma
Da linda que eu soube amar.
Porque os luares tristonhos só me trazem sonhos
Da linda que eu soube amar;
E as estrelas nos ares só me lembram olhares
Da linda que eu soube amar;
E assim 'stou deitado toda a noite ao lado
Do meu anjo, meu anjo, meu sonho e meu fado,
No sepulcro ao pé do mar,
Ao pé do murmúrio do mar.

Fonte de origem:
Edgar Allan Poe

Poesia De Quinta Na Usina:Robert Burns: ANA:


 (tradução de Jorge de Sena)

Aí vinho que ontem bebi
‘scondido numa choupana
quando em meu peito senti
os negros cabelos de Ana!
O judeu lá no deserto
que bebia o que Deus mana
não sabia o mel oferto
nos lábios ardentes de Ana!

Reis, tomai o Leste e o Oeste,
desde o Indo até o Savana,
mas dai ao corpo que as veste
as formas trementes de Ana!
Encantos desdenharei
de imperatriz ou sultana
pelo prazer que darei
e tomarei só com Ana.

Vai-te, faustoso deus diurno!
Vai-te, pálida Diana!
Suma-se o claror nocturno,
quando eu me encontro com Ana!
Venha a noite em negro manto!
Sol, Lua, Estrelas, deixai-nos!
Só com penas de anjo o encanto

direi dos gozos com Ana.

Robert Burns

Fonte de origem:
http://viciodapoesia.com/2012/11/20/robert-burns-1758-1796-alguns-poemas/

Poesia De Quinta Na Usina: D'Araujo: Ação:



O tempo mistura
Nossos sentimentos
Confunde nossas
Idéias e torna nossas
Ações quase inevitáveis.









Conteúdo da obra: O Grito da Alma poesias e pensamentos:
Edição:2010: Editora: www.biblioteca24x7.com.br

D'Araujo O grito da alma

quarta-feira, 13 de novembro de 2019

Quarta Na Usina: Poetisas Da Rede: Elvira Juana Cocco: NOVIEMBRE:


Te recuerdo
cuando arriba noviembre..
y por el aire se esparce
el aroma de los jazmines
en sus cálidas tardes.
Y la brisa me envuelve..
Y la nostalgia se siente
cuando se acaba la tarde.
Llega noviembre..
con la brisa perfumada
del aroma de los jazmines.
Sueños y recuerdos
que nunca serán olvidos..
Noviembre fue tu mirada
dulce recuerdo de atardeceres,
una caricia que jamás llegó..
un amor que nunca se logró.

Elvira Juana Cocco

Buenos Aires - Argentina
05 / 10 / 2015
Derechos reservados de autor
Novembro

Lembro-me de você
Quando lá em cima, novembro..
E por o ar se esparce
O aroma de jasmim
Nas suas calorosas tardes.

E a brisa me envolve..

E a nostalgia se sente
Quando se acaba a tarde.

Chega Novembro..
Com a brisa com um " cheirinho
Do aroma de jasmim.

Sonhos e lembranças
Que nunca serão omissões..

Novembro foi seu olhar
Doce lembrança de atardeceres,
Uma caricia que nunca chegou..
Um amor que nunca se conseguiu.

Elvira Joana cocco
Buenos Aires-Argentina
05 / 10 / 2015

Direitos reservados de autor