domingo, 22 de março de 2020

Domingo na Usina: Biografias: Rodrigo Otávio de Langgaard Meneses:


 (Campinas, 11 de outubro de 1866 — Rio de Janeiro, 28 de fevereiro de 1944) foi um advogado, professor, magistrado, contista, cronista, poeta e memorialista brasileiro.

Participou, desde o início, do grupo de escritores que fundaram a Academia Brasileira de Letras.

Filho do Dr. Rodrigo Otávio de Oliveira Meneses e de Luiza Langgaard, filha do médico dinamarquês, estabelecido no Brasil, Dr. Theodoro Langgaard. Aos 5 anos veio, com sua família, para o Rio de Janeiro. Estudou na na Faculdade de Direito de São Paulo, onde se formou aos 20 anos, em 1886. Iniciou a vida pública na magistratura, tendo sido nomeado, em 1894, secretário da Presidência da República no governo de Prudente de Morais entre 1894 e 1896, quando começou a lecionar na Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais da Universidade do Brasil.

Por diversas vezes foi presidente do Instituto dos Advogados Brasileiros, entidade que promoveu a criação da Ordem dos Advogados do Brasil, em 1930. Rodrigo Otávio presidiu também a Sociedade Brasileira de Direito Internacional e membro honorário e vice-presidente do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro.

Consultor-geral da República (1911-1929), foi delegado plenipotenciário do Brasil em diversas Conferências Internacionais, como as de Haia, para o Direito relativo à letra de câmbio (1910 e 1912); de Bruxelas, para o Direito Marítimo (1909, 1910 e 1912); a Conferência Científica Pan-Americana de Washington (1916); da Paz, de Paris (1919), tendo assinado o Tratado de Versalhes. Foi conferencista em várias universidades - Paris, Roma, Varsóvia e Montevidéu. Foi também vice-presidente na I Assembleia da Liga das Nações, em 1920.[2]

Em decreto de 5 de fevereiro de 1929, foi nomeado Ministro do Supremo Tribunal Federal, cargo que exerceu até aposentar-se em 7 de fevereiro de 1934.[3]

Casado com Maria Rita Pederneiras, era pai do também acadêmico Rodrigo Otávio Filho.[4]

Índice  [esconder]
1 Academia Brasileira de Letras
2 Obras publicadas[5]
3 Referências
4 Ligações externas
Lorbeerkranz.pngAcademia Brasileira de Letras[editar | editar código-fonte]
Foi o fundador da cadeira 35 da Academia Brasileira de Letras, que tem como patrono Aureliano Tavares Bastos.

Obras publicadas[5] [editar | editar código-fonte]
Obras literárias e históricas
*Pampanos — Versos, 1886
Poemas e Idylios — Versos, 1887
Aristo — Novela, 2ª edição, 1906, ed. da Renascença.
Sonhos Funestos — Drama em verso, ed. Laemmert & Cia., 1895
Festas Nacionaes — Capítulos de Historia, ed Alves & Cia
Bodas de Sangue — Novela, Revista Brasileira, 1895.
A Balaiada — Chronica histórica, ed. Laemmert & Cia, 1903.
Felisberto Caldeira — Chronica dos tempos coloniaes ed Laemmert & Cia, 1900, 2ª edição, Lisboa, Aillaud & Cia, 1921
A Estrada — Drama, 1907, ed. da Renascença.
Le Brésil, sa culture, son libéralisme - Conférence prononcé au Grand Theâtre de Gèneve, le 15 novembre 1912. Genève, 1913
Águas passadas — Novela, ed. Garnier & Cia, 1914.
A Constituinte de 1823 — Memória apresentada ao Congresso de História Nacional. Revista do Instituto Histórico, 1914
Vera — Poema (edição de 50 exemplares), 1916.
Coração de caboclo — Poema, EPoema, ed A Illustração, 1924.
Na terra da virgem índia - Sensações do México. Conferência dada na Academia Brasileira em 1923, Annuario do Brasil, 1924.
Obras jurídicas
Os successos de abril perante a Justiça Federal — Imprensa Nacional, 1893.
Direito Federal — Preleções do dr. Juan M. Estrada, traduzidas e anotadas, ed. Alves & Cia., 1897.
Do Domínio da União e dos Estados segundo a Constituição Federal. Monographia premiada pelo Instituto dos Advogados. Livraria Acadêmica Saraiva, 1924
Referências
Ir para cima ↑ Pela grafia antiga, Rodrigo Octavio de Langgaard Menezes.
Ir para cima ↑ Biblioteca virtual. Biografia de Rodrigo Octavio.
Ir para cima ↑ Supremo Tribunal Federal. Ministros. Rodrigo Octavio de Langgaard Menezes. Biografia.
Ir para cima ↑ Hilton, Ronald. Who's Who in Latin America: Part VI, Brazil. Stanford University Press, 1948, p.121.

Ir para cima ↑ Rodrigo Octavio. Do Domínio da União e dos Estados segundo a Constituição Federal. Monograhpia premiada pelo Instituto dos Advogados. 2ª ed. consideravelmente augmentada. Livraria Acadêmica Saraiva & C Editores. Largo do Ouvidor, 5-B. São Paulo, 1924.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

sexta-feira, 20 de março de 2020

Sexta Na Usina:Poetas Da Rede: Isidoro a. Gomez Montenegro:Destino:


Somos…
a veces, tan cercanos

cuando: 

el destino nos busca,

la vida nos escudriña,

nos miramos al espejo.

No nos conocemos

después de haber

pasado la noche juntos.
Ya no somos los de entonces.
El destino llega 
para unirnos.
En cada mirada apareces
a través de instantes.
Estoy contento 
de tomar tu mano.
Amo todo de ti…
cada vez que resbala
tu veste de seda
por los hombros.
Quedas desnuda; 
invisible se
vuelve mundo.
Desnuda, sólo para mí.
Ven, 
tomados de las manos,
pongámonos de pie.
Salgamos al balcón
ligeros de pudor y 
toquemos el viento
sintamos el anillo de los árboles 
que nos une
y nos regala el misterio del día.

¡Ese es nuestro destino!
Imagen de Jorge A. Leetch.
Destino

Por. Isidoro a. Gomez Montenegro.



Somos...

Às vezes, tão próximos

Quando:

O destino nos procure,

A vida nos escudriña,
Nos olharmos ao espelho.
Não nos conhecemos
Depois de ter
Passado a noite juntos.
Já não somos os de então.
O destino chega
Para unir-nos.
Em cada olhar você
Através de momentos.
Estou satisfeito
De tomar sua mão.
Amo tudo de ti...
Cada vez que resbala
Sua viste de seda
Pelos ombros.
Ficam nua;
Invisível se
Tente mundo.
Nua, só para mim.
Vêem,
Tomados de as mãos,
É preciso que estejamos de pé.
Saiamos ao balcón
Ligeiros de pudor e
Mexamos o vento
Sintamos o anel das árvores
Que nos une
E nos presenteando o mistério do dia.

Esse é o nosso destino!

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede: Manuel Jesus Kabalcanty Gonzalez Carrasco: SILENCIO :


Será muy convincente el ruido
cuando nos lleva sin querer ir,
nos seduce en la gran impotencia,

y nos asiente incrédulos

entre este aturdidor silencio.

Silencio entre tus labios
como una enorme palabra
que se extiende en nuestra piel
y quebranta el tiempo.
El viento mudo que nos agita
tan estáticos
taladrando la espera 
ansiada en el apéndice
de la vidriosa mirada.
Ni nuestros sexos existen
o son falos o vaginas excesivas
que descansan del placer
o se retuercen 
empalagosos de esperma. 
Silencio
que se precia imposible
en el salto mortal
de la hoja de otoño.
Una flauta distante
sobre la urgencia de una sirena
enroscada en nuestras pestañas
como una lágrima de cal
burbujeando sobre el cemento.
Silencio imperceptible de la vida
en una canoa al pairo
sobre un mar helado.
Silencio,
escuchemos desatentos,
silencio,
aturdidor silencio.

© Kabalcanty
(Fotografía de Ignacio Llamas)
- silêncio -



Será muito convincente o ruído

Quando nos leva sem querer ir,

Nos seduce na grande impotência,

E nos consente cépticos

Entre este aturdidor silêncio.


Silêncio entre seus lábios
Como uma grande palavra
Que se estende na nossa pele
E viola o tempo.
O vento mudo que nos agita
Tão estáticos
Taladrando a espera
Aguardada no anexo
Da Vidriosa olhar.
Nem os nossos sexos existem
Ou são falos ou vaginas excessivas
Que jazem do prazer
Ou se retuercen
Cristãos, enjoativos de esperma.
Silêncio
Que orgulha-se impossível
No salto mortal
Da Folha de outono.
Uma flauta lejano
Sobre a urgência de uma sereia
Enroscada nas nossas guias
Como uma lágrima de cal
Burbujeando sobre o cimento.
Silêncio imperceptível da vida
Em uma canoa ao pairo
Sobre um mar gelado.
Silêncio,
Ouçamos desatentos,
Silêncio,
Aturdidor silêncio.

© Kabalcanty

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede:Paulo D'Auria:




a poesia ainda vai derrubar o regime

iniciar a revolução

revogar o capitalismo



a poesia ainda vai passar de mão em mão

de boca em boca

virar fofoca

virar puta


a poesia ainda vai pras cabeças
e corações
do povão
que vai perder final de campeonato
vai perder passeata
vai desligar a televisão
para ouvir
e falar
poesia

enquanto isso
segue isso
segue sendo
casta pura burra sonsa e desconhecida
segue poesia

e os poetas no inferno
séde & sêde cia. ltda.

Sexta Na usina: Poetas Na Rede: Osny Alves: Faça a Diferença:



Beleza e simpatia
são os atos mais lindos
que o espetáculo da vida

nos proporciona.
E só depende de você!


Osny Alves

quinta-feira, 19 de março de 2020

Poesia De Quinta Na Usina:Fernando Pessoa: Azuis os Montes.





Azuis os montes que estão longe param.
De eles a mim o vário campo ao vento, à brisa,
Ou verde ou amarelo ou variegado,
Ondula incertamente.
Débil como uma haste de papoila
Me suporta o momento. Nada quero.
Que pesa o escrúpulo do pensamento
Na balança da vida?
Como os campos, e vário, e como eles,
Exterior a mim, me entrego, filho
Ignorado do Caos e da Noite

Às férias em que existo.

Poesia de quinta Na Usina: D'Araújo:O que resta:



A dolorosa nuvem do anoitecer já é vista a olho nu. 

Eu apenas me recolho ao doce desejo, 

de sentir teu cheiro, 

tocar teu corpo, e me vestir,

com a tua bela alma. 

Para assim adormecer com a serenidade dos justos,

por entre teus belos seios.

D'Araújo.

Conteúdo do livro:


Poesia de Quinta na Usina: Alusão a Zé da Luz:


Não tem nada escrito
ou mesmo documentado
sua poesia era assim falada
e cantada, solta nos ventos
que sopram nos ouvidos surdos 
do mundo, que nada via nem nada escutava
alem do que lhe covinha.
Zé deu a luz a poesia escura e sem rumo
sob o farol da imaginação.
D"Araújo.

Severino de Andrade Silva, mais conhecido como Zé da Luz, foi um alfaiate de profissão e poeta popular brasileiro. Publicava suas obras em forma de literatura de cordel. Wikipédia
Nascimento29 de março de 1904, Itabaiana
Falecimento12 de fevereiro de 1965, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Morte12 de fevereiro de 1965 (61 anos); Rio de Janeiro

Poesia De Quinta Na Usina: D'Araújo:Tudo que nasce um dia morre:



Houve um tempo em que não havia preconceito e o racismo.
Houve um tempo no qual nasceu o preconceito e o racismo.
Houve um tempo onde o preconceito e o racismo era uma normalidade.
Houve um tempo onde o preconceito e o racismo, tornou-se uma anormalidade.
Nos tempos de hoje, o preconceito e racismo é crime.
Haverá um tempo, em que o preconceito e o racismo, fatalmente envelhecerão.
Logo, haverá um tempo onde o preconceito e o racismo inevitavelmente morrerão assim como tudo que nasce.

E o mundo novamente voltará a ser de homens livres.

D'Araújo.

Conteúdo do Livro:


















Editora: www.perse.com.br

Poesia De Quinta Na Usina: Luís de Camões: Soneto 080:



Alma minha gentil, que te partiste tão cedo desta vida descontente, repousa lá no Céu eternamente,
e viva eu cá na terra sempre triste.

Se lá no assento etéreo, onde subiste, memória desta vida se consente,
não te esqueças daquele amor ardente que já nos olhos meus tão puro viste.
E se vires que pode merecer te algüa causa a dor que me ficou
da mágoa, sem remédio, de perder te,


roga a Deus, que teus anos encurtou, que tão cedo de cá me leve a ver te, quão cedo de meus olhos te levou.

Poesia De Quinta Na Usina: Poema: Sempre mais:





Deleitando-se do enredo de uma vida de ambiguidades.
Deitamos os nossos ensejos na sala ao lado onde 
exala o pesado cheiro do pecado


Ficamos sitiados no convés dos desejos e vamos 
jogando os nossos sonhos a sorte do acaso, 
no profundo raso, abismo do medo de querer sempre mais...

D'Araujo.



quarta-feira, 18 de março de 2020

Quarta Na Usina: Poetisas Da Rede:Gloria Corniel:


Soy esa tentación que en noches

de soledad deseas, soy la mujer,

esa mujer a quien buscas en tus

sueños y fantasias.

Soy esa Eva, deliciosa manzana

con sabor a pasión, soy revolución

de dos almas separadas.


Búscame en tu mirada, siénteme

en cada melodía que sientas a tu

oído, siénteme en los sabores que

tus labios perciban, y mi presencia

estará en cada detalle que te da la
misma vida.

Gloria Corniel.
Soy esa.
Derechos de Autor.
Eu sou essa tentação para noites de solidão, eu sou a mulher, a mulher com quem você está procurando em seus sonhos e fantasias.

Eu sou a Eva, deliciosa maçã aromatizada com paixão, eu sou dois revolução de almas separadas.



Encontre-me em seus olhos, sinto-me em cada melodia que você se sinta no seu ouvido, sensação nos sabores que sentem seus lábios, e minha presença será em todos os detalhes que você dá a mesma vida.



Gloria Corniel.

Eu sou isso.
Direitos de autor.

Quarta Na Usina: Poetisas Da Rede:Ana RC Matos: ABRAÇO DE SENTIMENTOS:


Sentimentos vão e voltam, 

como ficam gravados 

em ferro ardente 

no peito de alguém.



Sentimentos ferem, 

machucam 

quando lavrados 

em lágrimas de fel.


Abraça-me!
Sentimentos são lindos 
harmoniosos, 
para viverem 
em um olhar meigo... 
Que não emocione.

Sentimentos é como 
a primeira infância, 
espelham-se 
em sonhos de criança 
para chegar à adolescência... 
Que não contrarie.

Abraça-me!
Sentimentos são vínculos 
que eternizam pequenos 
grandes momentos, 
onde amadurecem 
ao ver um mundo 
de uma outra forma de sentir... 
Apenas esperam conforto 
de braços semelhantes 
e que não abracem 
sozinhos em longa espera.

Ana RC Matos
(A.M)

Poema do livro “Pérolas nas palavras”
ISBN: 978-989-720-234-6
Direitos Legais: 350746/12

Quarta Na Usina: Poetisas Da rede:Camila Serrano:


Não sei explicar direito
O que os meus sentidos dizem,

O que sei dizer

É que o seu beijo tocou não só os meus lábios,

Mas também o meu coração...

Ao ser beijada por você,

Senti uma sensação maravilhosa.

Só os Anjos são testemunhas dos

Acontecimentos e dos sentimentos.

Você chegou tão de repente,
Não me deixou ao menos pensar
Nas minhas decisões.
Não me arrependo de nada que fiz,
Pois você me presenteou com a alegria.
Gostaria de ganhar mais um
De seus suaves beijos,
E ter em dobro o meu coração sorrindo de alegria,
Por ter vivido um momento tão especial.
Você foi o meu momento inesquecível,
Foi o meu
MOMENTO ÚNICO!!!