quinta-feira, 24 de junho de 2021

Sexta na Usina: Poetas da Rede: Adalberto Silva Brasil:

 


Beleza nítida....

Um olhar sério e mistério no ar

Mulher sedutora... maravilhosa

Resgata uma alma da pura solidão

.

Um porto seguro

Dona de um beijo Inebriante

Me lança rumo à felicidade

Minha deusa predileta

Amor profundo!

Adalberto Silva  Brasil

Sexta na Usina: Poetas da Rede: Ricardo Melo:

 


Pela vida.

Pela vida,

Vou tecendo versos,

Capturando imagens,

E compondo melodias.

Pela vida,

Vou costurando palavras,

Montando frases,

Com as dores da melancolia.

Pela vida,

Vou com a alma florada,

Semeando sementes,

E colhendo margaridas.

Pela vida,

Vou com o soneto aguçado,

Selando meu destino,

Em busca de melhorias.

Pela vida,

Vou explorando horizontes,

Na esperança de encontrar,

Os tesouros escondidos.

Pela vida,

Estou sempre cantando,

Sempre buscando uma estrada,

Que me mostre a saída.

Pela vida,

Todos os momentos eu guardo,

Para que no futuro,

Eu possa fazer deles,

Uma obra de arte,

Em poesias.......

Autor:Ricardo Melo.

Sexta na Usina: Poetas da Rede: Benedito Junior:

 


Claudicante

O corpo revela a grande fadiga

Clamor inerente a cada manhã

Ensejo composto pelo destino

Flagelo marcado na pele cristã

A luz ilumina o longo roteiro

O passo moroso traduz o perfil

Certeza negada como demanda

Tormento perante o ciclo viril

O dom abastece a Face pequena

Engodo terreno de viço banal

Denodo carente sob o contexto

Quimera mundana em queda fatal

O tempo celebra a posse bendita

Razão que mitiga a fraca defesa

Compêndio furtivo sem alquimia

Entrega nervosa por natureza

bjr

Sexta na Usina: Poetas da Rede: Lucio M. Varanda:

 


Poesia na Varanda

28 de dezembro de 2018 às 20:34 ·

" ACALANTO "

Aut: Lucio M. Varanda

A lua despedia-se

da noite.

As estrelas

já se apagavam no céu.

O sol despontava no horizonte

descortinando o véu,

trazendo um sorriso ao dia.

As flores,

ainda molhadas pelo orvalho

exalavam um suave e doce perfume.

Tudo em perfeita sintonia.

adormecia a noite,

despertava mais um lindo dia.

Sexta na Usina: Poetas da Rede: Milton Jorge da Silva:

 


A Estrada que me leva a você.

Milton Jorge da Silva.

Deodápolis MS BRASIL.

A Estrada que me leva a você.

O destino é o caminho

Que me leva até você.

No entremeio um carinho

Para o amor acontecer.

Há uma porta aberta

Esperando encontrar.

Uma nova descoberta

Um motivo para amar.

É uma estrada florida

Que leva a novo lugar.

Porta aberta de saída

Para quem não quer ficar.

O amor é liberdade

Que prende sem ser prisão.

Se for bom vira saudade

Guardada no coração!

Sexta na Usina: Poetas da Rede: Nixon Porrata:

 


Poetisa! Volte!

Vou tentar inspirar-me com a tua dupla beleza, a física e a que te saía da tua alma, deixavas-me de boca aberta.. ouvia cada uma das tuas palavras, uma chuva de alegria refrescava-me a alma, com muita atenção as estimava em o mais profundo do meu coração, sentia sua entrega; sua paixão e todo esse amor.

Pensando que talento lindo tem essa mulher, qualquer um de bem longe conseguia enxergar, me apaixonei pelo seu lindo recitar, nunca tinha ouvido nada igual; pois se entregava sem alterar, quem me alterou era eu; sentia sua forma de amar, seu amor em cada gesto que fazia, no seu lindo sorriso, com vê-la! Minha alma me abalou, ela não sabe que sinto falta dela, queria ao levantar vela e ouvi-la todos os dias.

Hoje tenho minha alma vazia, não ouço mais o seu lindo recitar, ela era minha inspiração, minha música, minha preferida canção, acordado me punha a sonhar, tinha uma bela energia, com ela! podia me carregar; me fazia batalhar, até madrugar, aquela que me fazia voar

Só de ouvir a voz dele..

me fazia suspirar, com vontade de continuar hojeendo, ela é especial, a tristeza da minha fugia,

Só quero ouvi-la de novo.

Porque pode me ressuscitar, a única que pode me ajudar.

e rejuvenescer minha velhice.

Como ela! não consegui encontrar no universo, doce como o mel, sua pele clara como manhã, era todo um amor, talvez me apagou do seu povo ′′ f ", não sabe o que provocou, acho que me apaixonei, me apaixonei pelo recitar dele, agora estou triste porque me fazia feliz, se eu estou assim, acho que tem muitos mais, nos deu duro muito fortemente, você tem algo; um nose que, preciso me carregar novamente, quero ouvir o seu lindo recitar...

Nixon Porrata

23/06/2021

Porto Rico

D.R.A.

quarta-feira, 23 de junho de 2021

Poesia de Quinta na Usina: D'Araújo:

 




Recomeço

Recomeçar é sempre um desafio,
Restabelecer a confiança,
só com o tempo e novas atitudes.
Mas se....

Poema na integra no Livro:
"Entre Lírios e Promessas"

Poesia de Quinta na Usina: D'Araújo:

 




Traição

Nada nesta breve vida, 
nos consome mais.
Que um sorriso falso,
Um abraço indesejado,....

Poema na integra no Livro:
"Entre Lírios e Promessas"

Poesia de Quinta na Usina: D'Araújo:

 




Tuas palavras doces


A brisa da voz que ecoa em nossos ouvidos
Acalenta o inquieto espírito.
Vamos aos poucos naufragando em sentimentos
que nos lembra da mulher amada.
E o clarear da luz dos seus meigos olhos,....

Poema na integra no Livro:
"Entre Lírios e Promessas"

Poesia de Quinta na Usina: Mário Quintana:

 



Magias

Conheço uma cidade azul.
Conheço uma cidade cor de ferrugem. Na primeira, há helicópteros pairando...
Na segunda, espiam de seus esconderijos os olhos das [ratazanas...
No entanto é a mesma cidade e, onde a gente estiver,
será sempre uma alma extraviada em labirintos [escusos ou, então,
uma alma perdida de amor...
Sim! por ser habitado por almas
é que este nosso mundo é um mundo mágico... onde cada coisa - a cada passo que se der
vai mudando de aspecto... de forma...  de cor...
Vai mudando de alma!

Poesia de Quinta na Usina: Mário Quintana:

 



Os poemas
 
Poemas nas pontas dos pés. que nem os sente o papel... 
Poemas de assombração sumindo
pelos desvãos da alma... Poemas que dançam, rindo
que nem crianças... Poemas de pé de pilão, um baque
no coração.
E aqueles que desmoronam
- lentamente - sobre um caixão!

Poesia de Quinta na Usina: Mário de Quintana:

 



O pobre poema
Eu escrevi um poema horrível!
É claro que ele queria dizer alguma coisa... Mas o quê?
Estaria engasgado?
Nas suas meias-palavras havia no entanto uma ternura mansa 
como a que se vê nos olhos de uma criança doente, uma precoce, 
incompreensível gravidade de quem, sem ler os jornais,
soubesse dos seqüestros dos que morrem sem culpa
dos que se desviam porque todos os caminhos estão [tomados...
Poema, menininho condenado,
bem se via que ele não era deste mundo nem para este mundo...
Tomado, então, de um ódio insensato,
esse ódio que enlouquece os homens ante a [insuportável
verdade, dilacerei-o em mil pedaços. E respirei...
Também! quem mandou ter ele nascido no mundo [errado?

Poesia de Quinta na Usina: Fernando Pessoa:

 




117.

"A maioria da gente enferma de não saber dizer o que vê e o que pensa. Dizem que não há nada mais difícil do que definir em palavras uma espiral: é preciso, dizem, fazer no ar, com a mão sem literatura, o gesto, ascendemente enrolado em ordem, com que aquela figura abstracta das molas ou de certas escadas se manifesta aos olhos. Mas, desde que nos lembremos que dizer é renovar, definiremos sem dificuldade uma espiral: é um círculo que sobe sem nunca conseguir acabar-se. A maioria da gente, sei bem, não ousaria definir assim, porque supõe que definir é dizer o que os outros querem que se diga, que não o que é preciso dizer para definir. Direi melhor: uma espiral é um circulo virtual que se desdobra a subir sem nunca se realizar: Mas não, a definição ainda é abstracta. Buscarei o concreto, e tudo será visto: uma espiral é uma cobra sem cobra enroscada verticalmente em coisa nenhuma.
Toda a literatura consiste num esforço para tornar a vida real. Como todos sabem, ainda quando agem sem saber, a vida é absolutamente irreal, na sua realidade directa; os campos, as cidades, as ideias, sao coisas absolutamente fictícias, filhas da nossa complexa sensação de nós mesmos. Sâo intransmissíveis todas as impressões salvo se as tornarmos literárias. As crianças são muito literárias porque dizem como sentem e não como deve sentir quem sente segundo outra pessoa. Uma criança, que uma vez ouvi, disse, querendo dizer que estava à beira de chorar, não «Tenho vontade de chorar», que é como diria um adulto, isto é, um estúpido, senão isto: «Tenho vontade de lágrimas». E esta frase, absolutamente literária, a ponto de que seria afectada num poeta célebre, se ele a pudesse dizer, refere absolutamente a presença quente das lágrimas a romper das pálpebras conscientes da amargura líquida. «Tenho vontade de lágrimas»! Aquela criança pequena definiu bem a sua espiral."

Poesia de Quinta na Usina: Fernando Pessoa:

 




120.

" Sinto perante o rebaixamento dos outros não uma dor, mas um desconforto estético e uma irritação sinuosa. Não é por bondade que isto acontece, mas sim porque quem se torna ridículo não é só para mim que se torna ridículo, mas para os outros também, e irrita-me que alguém esteja sendo ridículo para os outros, dói-me que qualquer animal da espécie humana ria à custa de outro, quando não tem direito de o fazer. De os outros se rirem à minha custa não me importo, porque de mim para fora há um desprezo profícuo e blindado.
Mais terrível de que qualquer muro , pus grades altíssimas a demarcas o jardim do meu ser, de modo que, vendo perfeitamente os outros, perfeitissimamente eu os excluo e mantenho outros.
Escolher modos de não agir foi semrpre a atenção e o escrúpulo da minha vida.
Não me submeto ao estado nem aos homens; resisto inertemente. O estado só me pode querer para uma açcão qualquer. Não agindo eu, ele nada de mim consegue. Hoje já não se mata, e ele apenas me pode incomodar; se isso acontecer, terei que blindar mais o meu espírito e viver mais longe adentro dos meus sonhos. Mas isso não aconteceu nunca. Nunca me apoquentou o estado. Creio que a sorte soube providenciar."

Poesia de Quinta na Usina: Fernando Pessoa:

 



122.

" Tenho da vida uma náusea vaga, e o movimento acentua-ma."

"A vida, para mim, é uma sonolência que não chega ao cérebro. 
Esse conservo eu livre para que nele possa ser triste."

terça-feira, 22 de junho de 2021

Quarta na Usina: Poetisas da Rede: Denise Mourão:

 


Festa junina.

Neste Arraiá.

Eu vou dançar

Até o sol raiar.

Tem muita comida,

Tem pamonha ,

Tem quentão.

Tem fogueira grande.

Pra aquecer meu. Coração.

Não pode faltar os estalos

E os foguetinhos.

A quadrilha passa

Animando o salão.

Eu de mãos dadas

Com meu amor

Vou dançar. Baião

Não me avexo. não

Esse forró é do bão.

Denise Mourão

Quarta na Usina: Poetisas da Rede: Malu Santos:

 


Só quero te encontrar...

Se você não está por perto, meu coração quer te encontrar...

Olhar em seus olhos, beijar sua boca...uma vontade louca invade meu ser...é vontade de você, de te ter...

Por que perder tempo

De ir correndo até você?

Se vou ao encontro da felicidade,

Nao tenho nada a perder...

Meu coração voa ao seu encontro, morrendo de saudade, desenfreado, louco por você.

Só quero te encontrar,

Para que escutes suas batidas e sinta o quanto eu quero te amar...

Um dia você também escutará tudo o que meu coração tem a te dizer...

E entenderá o tamanho do meu amor por você...

Malu S

Código do texto: T7129445

Direitos Autorais Reservados

Quarta na Usina: Poetisas da Rede: Maura Rizzi:

 


NADA É SUFICIENTE

Quando estou pensando em você.

Sinto-me dominada.

Possuía por fora e por dentro

como se uma chama queimasse meu corpo

sem deixar marcas em minha pele suada e arrepiada.

É um tissuname abocanhasse mina vida.

Tento gritar para um tempo disperso.

Sinto a mudez da minha boca faminta falando alto.

Meus lábios parecem dois elos unindo-se sem parar .

Minhas mãos se buscam como loucas.

Minhas pernas perdem a firmeza e eu sento-me para não cair.

Tudo vai tomando uma proporção louca e leviana.

E eu despida fico exposta em minha cama.

Ele sabe...

Maura Rizzi

Brasil

22/06/2021

Quarta na Usina: Poetisas da Rede: Ivani Santos:

 


Coragem

Que a tristeza da vida

não sucumba tua alma

E que as "algúrias" da vida

não te desencoragem.

A névoa é passageira

e o sol sempre volta a brilhar

Levanta a cabeça

e permanece firme!

Pouse, reflita e siga em frente,

pois a águia nasceu para voar...

Ivani Santos

Direitos autorais reservados.

Quarta na Usina: Poetisas da Rede: Nany Nany:

 


"Não importa onde seu corpo vive. Seus pensamentos é que sempre serão sua casa."

(Frase de Carlos Henrique)

A Sua Felicidade

Por quem ou onde que a sua alma vive? Ela se encontra no mesmo lugar que o seu corpo? Quem manda na sua felicidade? São perguntas fáceis de responder?

A maioria responde que são fáceis e quem responde isso erra na resposta. Mas como assim? Você deve de estar se perguntando neste momento, não é mesmo?

Então vamos lá. Por acaso você não fala que: o "fulano" me fez sofrer ou o "siclano" me causou uma grande dor.

Ninguém pode interferir na sua felicidade sem que você permita. Então o "fulano" ou "siclano" não te fez sofrer, simplesmente você deu a sua felicidade para ele. Ou seja, você permitiu.

Ninguém pode te fazer infeliz sem a sua permissão. Se você não permitir, não importa o que os outros façam, não irá te afetar.

Mas como posso fazer isso, não é mesmo? Se afaste dessas pessoas, elas não merecem e não podem ser o centro do seu universo. Tome uma atitude perante a situação e resolva.

Mas de nada resolve você se afastar do "fulano" se os seus pensamentos viverem com ele. Pois não é a distância que faz ele te afetar... E sim você mesma.

É você quem decide o que te afeta ou não. O "fulano" pode estar a milhares de distância, que você continuará sofrendo ou ele pode estar a poucos metros e nada te acontece, como se ele não existisse.

Já parou para pensar que muitas vezes as pessoas que estão ao nosso lado são distantes e pessoas que estão longe de nós estão tão presentes na nossa vida?

Tome você o rumo da sua vida, da sua felicidade. Decida você, quem te afeta ou não. Eu fiz minha escolha e agora chegou a sua vez de você fazer o mesmo.

Nany Nany ©️✍️✡️

Direitos autorais reservados

Quarta na Usina: Poetisas da Rede: Ana Mercedes Curra:

 


Gratidão  aos pais

Momento difícil estamos passando

Portanto hoje é o verdadeiro momento

Que devemos agradecer

Aos nossos pais

Sim alguns já partiram

Outros ainda estão presentes

Para podermos desfrutar

Juntos com mais alegria

A sua companhia

Nossa gratidão

Ao pai que é maior que o céu

A mãe que é maior que a terra

Só assim desfrutaremos

De grande boa sorte

Nesta e na próxima existência

E outras mais que virão

Só sei que amo meus pais

A saudades é eterna

E a gratidão também será eterna

Até o infinito futuro

Que um dia virá

Para retribuir com créditos

Esta eterna gratidão 🙏🙏🙏🙏🙏

Ana Mercedes Curra

Quarta na Usina: Poetisas da Rede: Débora Neves Rocha:

 


Autora Débora Neves Rocha

22/6/2021

     "Festa Junina"

_Festa junina, com

grande emoção.

_Esse ano vai ficar

na memória,  e no

nosso coração.

_Roupas coloridas

parecendo escola

de samba.

_No ritmo frenético,

com muita paixão.

_Bandeiras coloridas,

representando uma

grande magia.

_Vamos pedir para os

três santos para nós

proteger.

_Para trazer harmonia,

prosperidade e amor.

_Que traga sorte e

um bom moço, em

nossa direção.

Débora N.R

Direito Autoral

Lei 9.610/98