sexta-feira, 18 de fevereiro de 2022
Contos do Sábado na Usina: Humberto de Campos: O FURTO:
Contos do Sábado na Usina: Machado de Assis: Luiz Soares III:
Contos do Sábado na Usina: Artur Azevedo: A MARCELINA:
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2022
Sexta na Usina: Poetas da Rede: Paulo Maurício G Silva:
NA JANELA
Olhas o céu, quando declina a hora...
A brisa, com frescor, te acaricia…
A brisa em tua fronte é uma sonora,
murmurante, suave poesia...
Olhas o céu, ensombrecido agora...
A lua lentamente se anuncia…
E eleva o teu olhar... Um olhar que ora
aos sinos de uma triste Ave Maria...
Olhas o céu... Um apogeu perfeito…
Profundo céu... Misterioso assim…
Cabelos soltos, crucifixo ao peito,
envolta nos perfumes do jardim…
Olhas o escuro céu de encantos feito…
Parece que te chama o céu sem fim...
(Paulo Maurício G Silva)
Sexta na Usina: Poetas da Rede: Claudino Leite Netto:
Eu e Ela !!!
Ele
Menina decente que passava por mim leve
e docemente eu indecente parti pra uma investida elegantemente ela ficou toda
contente.
Ela
Menino travesso o que queres de mim
Eu tão simples assim
Tu não para de dar em cima de mim.
Ele
Eu quero te conhecer melhor te mostrar
o meu melhor
Não sou atrevido sou um simples moleque
inibido.
Porém um pouco desprovido
Sou um rapaz comedido
Você é um pretérito perfeito
É assim desse jeito se me der uma
chance darei o meu jeito.
Ela
Conheço bem seu jeito menino
Veio de mansinho com carinho
Hoje te sinto tão perto
És meu universo.
Ele
Diz que sim ou diz que não
Prometo não perder a razão
Há quer saber você é pura sedução estou
cheio de paixão.
Ela
Digo sim sim pra você
Me toma em seus braços
Quero me perder em você
Com todo esse puro prazer.
Ele
Então vamos fazer o que tem ser puro
prazer desejos insanos profanos e mundanos
Vou tirando de você todos esses panos.
Ela
Faça tudo que quiser comigo
Hoje estou pronta pra você
Quero você todo em mim
Quero morrer e viver de prazer.
Ele
Vou te envolver toda em meus braços
depois vou te acariciar e te dar prazer até você não mais se conter e teu corpo
estremecer de gozar a vida de tanto prazer.
Claudino Leite Netto ✍️
Sexta na Usina: Poetas da Rede: Jair Pires de Camargo:
Não é possível viver qualquer tipo de relacionamento seja amizade ...trabalho...namoro... etc ...se não confiar .
Se houver quebra dessa confiança o erro
não foi seu.
Façamos a nossa parte...
Como geminiano eu sempre
digo...confio...sempre desconfiando.
Isso não quer dizer que deva vigiar ou duvidar de tudo.
A confiança que vc deposita não está
nas suas mãos , mas sim, nas mãos de
quem a recebe.
Viva bem...
Jair
..poeta
Sexta na Usina: Poetas da Rede: Paulo Afonso:
Poetizando a vida que te Conduz
Olhai meu reflexo
E não te vi
no espelho da minha inocência
O teu medo se ofusca
na minha razão de existência
Sou a verdade
Tua real noção burlada
Desprezas minha
Aura, meus sonhos
De amor comum
De nada
Teus olhos
Pífia percepção de mim
Amputas minh'alma
Descrença na jaula
do meu fim
Teu idioma
Distorce meu vero poema
Menospreza meus jardins
Surdos gritos
Em tons silenciosamente
Tão ruins
Não é preciso mais
Pagar erros inocentes
Nesses mundos
De sábios inconstates
Deuses oniscientes
Dementes
Eu Amarei
Com força e luz
Na forma mais terna
Que um criador
Poetizando a vida
Que te conduz
P.A.S
Sexta na Usina: Poetas da Rede: Adalberto Silva:
Beijo sedento entre nós...
Dois corpos acesos
Ambos dominados pelo amor
Almas audaciosas
Fogo sedutor
Noite curta e silenciosa
Explosão de caricias!
Adalberto Silva
Sexta na Usina: Poetas da Rede: Sandro Lucas:
💓 Mulher, sinônimo de amor 💓
O amor faz carinho
na mulher
Beija o seu coração
Adoça a sua alma
Transforma seus
lindos olhos
Em diamantes
Céu de estrelas
piscando para
O mundo
O amor suavisa as
suas dores
Tornando-as
suportáveis nos
Momentos de
angústias
É colchão d'água que
ampara
Suas quedas
A mulher é para o
amor
Morada perfeita
Alma gêmea
Casulo aconchegante
Mulher, sinônimo de
amor.
📖 Sandro Lucas 📖
Sexta na Usina: Poetas da Rede: Hector Vargas Montanha:
TÍTULO.
UMA CARTA diferente.
Hector Vargas Montanha
Chile
DD. RR.
17/02 /2022
Se eu te escrever esta carta,
doce coração de tuna,
é pra te dizer com palavras,
que eu tenho para você a lua.
Não foi fácil escrever para você.
Oh favo de mel e de doçura,
mas a foto que você me deu,
mantém meu coração e sua sanidade.
Escrevo-te amor, com pouca tinta,
com pouca luz e com pressa,
colocando em sílabas e verbos, minha
mensagem,
nesta solidão tão dura.
E se a minha carta te entusiasmasse?
E se meus beijos molhassem sua figura?
,
enquanto escrevo eu continuo te
apaixonando,
no lado escuro da lua. - Sim.
Sexta na Usina: Poetas da Rede: MAINOR OU CHAVARRIA BERMÚDEZ:
TITULO: ALMA APAIXONADA
AUTOR: MAINOR OU CHAVARRIA BERMÚDEZ
PAÍS : COSTA RICA
Entre suspiros em pensamentos,
e entre desejos e sonhos.
Navegue em casaco de ilusão o coração
e os sentimentos de uma alma
apaixonada.
Na mente dele não existe razão,
vive da esperança de um dia acalmar sua
ansiedade,
e gozar em plenitude os prazeres de sua
amada.
Sonhar,
sim só sonhar lhe bastará,
para preencher o vazio e obter os
segredos proibidos ao percorrer a pele,
e saborear o mel que emana do seu
interior.
Iluminado por flashes ao olhar apenas
para ela perfeição,
Para ele,
é um ser divino que almeja abraçar,
Ainda que por momentos esteja em
distância como sol e lua,
Não se importa de perder sua sanidade,
ama como a imensidão do mar,
Tentando chegar à borda do horizonte.
Sim.
Ele é um naufrago.
flagelado pela sede da paixão,
desejoso de chuva que brota de lábios,
e goza de uma miragem que dá esperança.
Ele...
seja entrega sem condição em luta
feroz,
para realizar o seu grande sonho de
amor.
Esqueça orgulho,
se transforma em fiel líder,
que daria a vida pela rainha do seu
coração.
Uma alma apaixonada,
se arrisca e dá tudo para conquistar,
assim morra de mágoas na batalha.
Mas ele consegue!
será o ser mais feliz da existência nos
braços quentes..
Sexta na Usina: Poetas da Rede: Gustavo Drummond:
MULHER TSUNAMI.
Mulher de corpo exuberante,
Plástica perfeita, ardente.
Ninfomaníaca, insaciável.
Desejos loucos, busca prazer.
Dança do ventre, gira o quadril,
Sempre disponível, hoje, antes.
Sussurros, gritos estridentes.
Querer imponderável, incontrolável.
Submissa frágil, ágil dominadora,
Pecados constantes, tantos a cometer
Feminina, provocante, super ativa.
Como nunca alguém já ouviu.
(Gustavo Drummond)
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2022
Poesia de Quinta na Usina: D'Araújo:
Bebo, fumo e não faço exercícios físicos.
Durmo doze horas por dia e adoro churrasco.
Mas acredito muito em Deus...
Poesia de Quinta na Usina: D'Araújo:
Com belas palavras, nós poderemos escrever
um romance, uma crônica, um poema, um
conto...
Mas com pequenos gestos, poderemos mudar
o mundo...
Poesia de Quinta na Usina: D'Araújo:
Asestranhas histórias das desgraças que são
contadas nas praças.
E ressoam como belas melodias aos ouvidos
dosinsanos.
Poesia de Quinta na Usina: Cruz Sousa:
TITÃS NEGROS
Hirtas de Dor, nos áridos desertos, Formidáveis fantasmas das Legendas,
Negros e nus, negros Titãs, cobertos Das bocas vis, das chagas vis e horrendas,
Passos incertos e os olhares tredos, Na convulsão de trágicos segredos,
Têm o aspecto fatal das feras bravas E o rir pungente das legiões escravas,
Poesia de Quinta na Usina: Cruz Sousa:
A carne, em chamas, no Infinito, acesa...
E eu pasmava de encanto e de surpresa Vendo a constelação
Dentre os íris radiantes da beleza...
E o teu corpo, nas chamas palpitando,
Por entre a auréola dos clarões cantava...
Então, de sonho em sonho, absorto, mudo,
Poesia de Quinta na Usina: Cruz Sousa:
O ANJO DA REDENÇÃO
Soberbo, branco, etereamente puro, Na mão de neve um grande facho aceso,
Portas de bronze e pedra, o horrendo muro Da masmorra mortal onde estás preso Desce,
Maravilhas nos olhos e prodígios Nos olhos, chega dos azuis litígios,
Desce à tua caverna de bandido.
E sereno, agitando o estranho facho,
Põe-te aos pés e à cabeça, de alto a baixo,
Auréolas imortais de Redimido!
Poesia de Quinta na Usina: Mário Quintana:
Querias que eu falasse de "poesia" um pouco mais...
e não um eco - apenas - deste mundo louco!
Mas que te dar, pobre criança, em troco de
é que eu sou oco... oco... oco...
como o Homem de Lata do "Mágico de Oz"!
Tu o lembras, bem sei... ah! o seu horror
menso às lágrimas... Porque decerto se enferrujaria...
E tu... Como um lírio do pântano tu me querias, como
Poesia de Quinta na Usina: Mário Quintana:
Noturno da viação férrea
Ora, os fantasmas são viajantes noturnos. Se aboletam
(por que será que os fantasmas não fumam?)
Mas sucede que as máquinas estavam manobrando [apenas.
E depois veio a luz crescente, a luz cruel, situando e ambientando as coisas.
É quando surgem, cabalísticos, os primeiros letreiros: Hotel Savóia,
soltam um suspiro e se desvanecem.
Poesia de Quinta na Usina: Mário Quintana:
é tudo pura ventarolagem, vês?
Mas o pensamento traça no ar isentas elaborações geométricas...
Poeta, é preciso [escolher
entre o sopro e a construção. E, no espaço liberto do tempo,
assenta, pedra a pedra, a tua pirâmide:
O resto é canção... Canção é feita de vento. Do vento que faz o tempo,
Mas só se pode construir cantando! E então? Passam as belas na passarela.
Cantam as belas na passarela, com seus vestidos da cor do tempo!

