quinta-feira, 28 de abril de 2022

Sexta na Usina: Poetas da Rede: Antonio J Santos:


 

Peregrino do seu amor...

Abraça-me com seu amor,

Mergulha dentro do meu coração

Deixa lá seu melhor sentimento,

O encanto do verdadeiro amor.

Você é tudo que sonhei,

E hoje habita meu pensamento

E mora no meu coração.

Minha vida é você...

Sem você sou

Apenas um peregrino do amor...

Deixa-me senti o calor do teu abraço,

Deixa-me acariciar teu rosto...

Sentirá quem ama você de verdade.

Sou eu... Quem sempre amou.

É você a minha felicidade;

É você a dona do coração

Deste peregrino do teu amor...

Do seu amor!

A: Antonio J Santos

Sexta na Usina: Poetas da Rede: Adalberto Silva:


 

Ela não se esconde...

Prefere iluminar com ousadia

Determinados cantos

Que escondem o amor

E as carícias a dois

Lua mágica e sublime

Que encanta a nossa noite!

Direitos autorais reservados ao autor:

Adalberto Silva

Sexta na Usina: Poetas da Rede: Sérgio Roberto Braziliense:


 

JANELA DE MINHA VIDA

Por tudo que vivi, tive a consciência de ser só!

Vi o tempo virar anos, observando as tardes pela janela.

O cair da sombra produzida das arvores, o canto já  adormecido das aves.

Noites, que despertam a brisa fresca, o luar platinado refletido ao sereno na relva.

Debruçado, cotovelos na janela, a vida passou!

Os cabelos despenteados ao vento, hoje se tornaram fios grisalhos.

Tantas chuvas, vi regarem minhas rosas!

Tantos raios de sol, fez crescer minhas sementes!

O tempo passou!

Fiz de minha janela a aquarela de minha vida; onde pintei, criei, colori e dei paixão a tudo que me foi permitido.

Agora, só  me resta o momento de fechar a minha tão  linda janela.

Autor: JANELA DE MINHA VIDA

Por tudo que vivi, tive a consciência de ser só!

Vi o tempo virar anos, observando as tardes pela janela.

O cair da sombra produzida das arvores, o canto já  adormecido das aves.

Noites, que despertam a brisa fresca, o luar platinado refletido ao sereno na relva.

Debruçado, cotovelos na janela, a vida passou!

Os cabelos despenteados ao vento, hoje se tornaram fios grisalhos.

Tantas chuvas, vi regarem minhas rosas!

Tantos raios de sol, fez crescer minhas sementes!

O tempo passou!

Fiz de minha janela a aquarela de minha vida; onde pintei, criei, colori e dei paixão a tudo que me foi permitido.

Agora, só  me resta o momento de fechar a minha tão  linda janela.

Autor: Sérgio Roberto Braziliense

São  Gonçalo/Rio  de Janeiro/ Brasil.

São  Gonçalo/Rio  de Janeiro/ Brasil.

A Divina Comédia: Dante Alighieri:



“Cuidas” — bradou-lhe o sábio incontinente 
— “Ser de Atenas o príncipe, o que à morte
18 Lá sobre a terra te arrojou valente?
“Arreda, bruto! Que este é de outra sorte; 
Da tua irmã não recebera ensino;
21 De vós outros vem ver a pena forte”.
Qual touro desprendido, quando o tino Mortal golpe lhe rouba, 
que não pode 24 Correr, mas salta a vacilar mofino:
Assim o Minotauro. O Mestre acode Dizendo-me:
 “Demanda presto a entrada
27 E desce, enquanto em vascas se sacode”. —
A quebrada descíamos formada
De pedras soltas; cada qual, movida,
30 Cedia, em sendo por meus pés calcada.
E eu cismava. Ele disse: 
— “Tens sorvida A mente na ruína, que do horrendo
33 Monstro a ira defende já vencida.
“Deves saber que, de outra vez descendo 
Até o extremo lá do baixo inferno,
35 Esta rocha não vi, como a estás vendo,
“Mas, pouco antes de vir se bem discerno, 
Aquele que há tomado a grande presa,
39 A Dite, lá no círculo superno,
“Deste val tremeu tanto a profundeza, 
Que sentisse pensei todo o universo
42 O amor, com que alguém diz ter certeza
“De que ao caos muita vez será converso. Foi aqui, 
noutras partes, nesse instante, 
45 Roto o velho penhasco em treva imerso.
“Mas olha o vale: o rio é não distante 
De sangue, onde verás fervendo aquele, 
48 Que violência exerceu no semelhante.
“Ó ira louca, ó ambição, que impele
Na curta vida nossa, ao inferno arrasta
51 E para sempre nos submerge nele!” —
Eis uma cava divisei mui vasta,
Que abrangia, arqueada, o plano inteiro,
54 Como dissera quem do mal me afasta.

quarta-feira, 27 de abril de 2022

Poesia de Quinta na Usina; D'Araújo:


Centeio

Profundo, raso, raso, profundo.
Profundamente raso é o centeio
da minha alma.

conteúdo do livro:





Poesia de Quinta na Usina; D'Araújo:



Confortável

Em sua carcaça inerte o espírito repousa.
No conforto do assento do sofá da sala,
a TV rouba-lhe o tempo.
O computador acalenta seus ensejos.
A esperança é morta.
O sonho nem nasceu....

Conteúdo do livro:



Poesia de Quinta na Usina: D'Araújo:



Pétalas

Em palavras dispersas feito pétalas
Que sopram da minha alma
Vão semeando sentimentos
Ao meu querer, e sem saber
Vou desnudando todo o meu ser...
Conteúdo do livro:



Poesia de Quinta na Usina; Fagundes Varella:



A D. PEDRO II

Tu és a estrela mais fulgente e bela 
Que o solo aclara da Colúmbia terra, 
A urna santa que de um povo inteiro 
Arcanos fundos no sacrário encerra!
Tu és nos ermos a coluna ardente
Que os passos guia de uma tribo errante,
E ao longe mostras através das névoas
A plaga santa que sorriu distante!...
Tu és o gênio benfazejo e grato
Poupando as vidas no calor das fráguas,
E, à voz das turbas, do rochedo em chamas
Desprende um jorro de benditas águas!
Tu és o nauta que através dos mares
O lenho imenso do porvir conduz,
E ao porto chega sossegado e calmo
De um astro santo acompanhando a luz!
Oh! não consintas que teu povo siga
Louco, sem rumo, desonroso trilho!
Se és grande, ingente, se dominas tudo,
Também das terras do Brasil és filho!
Abre-lhe os olhos, o caminho ensina
Aonde a glória em seu altar sorri
Dize que vive, e viverá tranqüilo,
Dize que morra, morrerá por ti!

Poesia de Quinta na Usina: Fagundes Varella:



28

Quando nos templos da fama
Nas áureas folhas da história
Gravado revive o nome
Por entre os hinos da glória!
Quando a turba que se agita
Saúda a campa adorada:
- Foi um herói que esvaiu-se Nos braços da pátria amada!


Poesia de Quinta na Usina: Fagundes Varella:



DE NOTURNAS
AO POVO

Não ouvis?... Além dos mares
Braveja ousado Bretão!
Vingai a pátria, ou valentes
Da pátria tombai no chão!
Erguei-vos, povo de bravos,
Erguei-vos, brasíleo povo,
Não consintais que piratas
Na face cuspam de novo!
O que vos falta? Guerreiros?
Oh! que eles não faltam não,
Aos prantos de nossa terra
Guerreiros brotam do chão!
Mostrai que as frontes sublimes
Os anjos cercam de luz,
E não há povo que vença
O povo de Santa Cruz!
Sofrestes ontem, criança
Contra a força o que fazer?...
Se nada podeis, agora
Podeis ao menos morrer!...
Oh! morrei! a morte é bela
Quando junto ao pavilhão
Se morre pisando escravos
Que insultam brava nação!



Poesia de Quinta na Usina: trovas Burlescas:



(Do AUTOR.)

Lá ginga na praça
Gentil namorado;
Vai tam adamado,
Que as bellas mais dengues
Lhe rendem mendengues.
Passinhos de Nympha
Mimosa, engraçada;
Parece üma fada,
Nem Venus formosa
Como elle é garbosa.

Poesia de Quinta na Usina: trovas Burlescas:



CARICATURA.
Parece-me impossível que o gamenho,
Que cuidoso sú tracta do cabello,
Não tenha transformado em um novcllo
O miolo, que encobre tal sedenho !

Poesia de Quinta na Usina: Trovas Burlescas:



NOTAS.
(1) Urucungo—instrumento de musica africano;
consiste n'hum arco de quatro a cinco palmos de comprimento,
cuja besta é de arame ou fio de barbante,
tendo n'huma das extremidades huma pequena cabaça
cerceada, que applicam sobre o ventre, tangida com
uma varinha.
(2) Candimba—é, segundo algumas naçoens africanas,
sciencia mysteriosa, que só pode ser perscrutada
pelos sacerdotes.
(3) Cayumbas—danças animadas, ás quaes presidem
os seres transcendentaes.

Dante Alighieri: A Divina Comédia:



Da Física em princípio hás conhecido
102 Preceito, que hei mister recomendar-te:
Que é da vossa arte ir sempre que há podido Após natura — à mestra obediente; —
105 Neta de Deus chamá-la é permitido.
“Da natureza e da arte, se tua mente O Gênese em começo lembra, colhe
108 O seu sustento e haver a humana gente.
“Usura bem diversa estrada escolhe Natura e a aluna sua menospreza,
111 Esperança e cuidado e mal recolhe.
Mas andemos; prossiga a nossa empresa. Vão no horizonte os Peixes assomando; 
Voltando sobre o coro o culto pesa
115 E, além, a rocha está passagem dando”. —
8-9. Anastácio, engano de pessoa em que cai Dante, 
em conformidade com as crônicas do seu tempo. Não foi o papa Anastácio II, 
mas o imperador grego Anastácio I que foi transviado pela heresia de Fotino. 
— 80. Ética, a Ética de Aristóteles.
CANTO XII
O Minotauro está de guarda ao sétimo círculo. Vencida a ira dele, chegam os Poetas ao vale, em cujo primeiro compartimento vêem um rio de sangue fervendo, no qual são punidos os que praticaram violências contra a vida ou as coisas do próximo. Uma esquadra de Centauros anda em volta do paul vigiando os condenados, frechando-os se tentam sair do rio de sangue. Alguns desses Centauros pretendem deter os Poetas, porém Virgílio os domina, conseguindo que um deles os escolte e transporte na garupa a Dante. Na passagem o Centauro, que é Nesso, fala a respeito dos danados que sofrem a pena no rio de sangue.
DA descida era o passo tão fragoso
E tal por quem lá estava à guarda e atento,
3 Que se fazia à vista pavoroso.
Como a ruína, que daquém de Trento, O Ádige feriu, por terremoto
6 Ou por faltar de chofre o fundamento;
Do viso ao val do monte, que foi roto, Tão derrocada vê-se a penedia,
9 Que a descê-la o caminho é quase imoto.
A ribanceira assim nos parecia. E à borda do penedo fracassado
12 De Creta o monstro infame se estendia,
Da falsa vaca torpemente nado. Apenas viu-nos, se mordeu fremente, 
15 Como quem pela raiva é devorado.

terça-feira, 26 de abril de 2022

Quarta na Usina: Poetisas da Rede: Céu Cruz:


 

Título: O amor não se aprisiona

Autora: Céu Cruz

Já tentei calar a alma e isolar o coração

aprisionar sentimentos que me turvam a razão

já usei dos meus escudos para amar-te evitar

mas quando o amor bate à porta

ninguém o pode travar

minh'alma é já refém, de ti quero respirar

sonho poder estar contigo

e te poder abraçar

a vida não tem sentido entre a mágoa e a dor

deixa que ela caminhe pela estrada do amor

despojada de tormentos vou errando pelo tempo, entre risos

e lamentos sem perder a esperança, que o amor nada o detém e o coração se não cansa

Portugal 🇵🇹25-04-2022

©Todos os Direitos de Autor reservados nos termos da Lei 50/2004, de 24 de Agosto

Foto de Miguel Carvalho

Quarta na Usina: Poetisas da Rede: Kaká Amorim:


 

Rio de Janeiro - RJ

  "ANSIEDADE DE ALMA"

Alma minha vagueia   sozinha...

Pergunta- me, se teu

coração quer me abrigar.

Não sei porquê silencias,  insistes em se distanciar. Tira-me o riso, a dor em

 meu coração se aninha.

 Mantenho meu segredo,

 sofro, se comigo não

 estás!

 Falta- me coragem para

 me afastar,

 aceitar a realidade, parar

 de te amar.

 Em meu coração,

 permanecerás.

 No meu mundo de

 de sonho, tu és meu

 encanto.

 Vivo a ilusão que estás

 presente.

 Minha alma, sempre

 carente.

 Olhos não seguram meu

 pranto.

 Desde que firmei o trato

 de te amar,

 nunca mais controlei a

 ansiedade.

 Sinto dolorida saudade,

 não posso de te abdicar.

 Em minha escrita, vou

 sempre registrar,

 a dor de tua ausência.

 O amor, minha essência,

 só a ti desejo amar.

 Um dia, combinamos

  juntos estar,

 alimentar nosso segredo

 deste amor de belo

 enredo,

 não há como olvidar!

KakáAmorim

DAR/LEI 9610/98

Rio de Janeiro - RJ

23/04/2022

Quarta na Usina: Poetisas da Rede: Malu Santos:


 

Autora: Malu Santos

Data:25/04/22

Amor, essência que embriaga os corações

O amor é a essencia da alma

Essência que embriaga os corações

No coração está o poder de amar

O amor que encanta

Marcas, toques...

Transparência , luz

Beijo , delicadeza

Amor que envolve

Os corações enamorados.

O amor é lindo

Transformador...

Olhos ávidos

Boca inquieta

Desejos a cada instante

Sentimento forte

Encanto da alma amada

Poesia no corpo escrito

Por mãos na pele a deslizar.

Malu S

Código do texto: T7450659

Direitos Autorais Reservados®️

Imagem da internet

Quarta na Usina: Poetisas da Rede: Andreia O. Marques:


 

Relembrando...

Reconstruindo

A manhã vestiu-se de incertezas

e salgadas são as gotas de orvalho, que encharcam velhos assoalhos

destruindo a rotina de caçadores ingênuos de madrugadas e néctares alegres.

Começa a luta titânica

entre a memória e o esquecimento,

enquanto a solidão, entronizada,

decidirá no certo momento de reconstrução...

O que deve perdurar, o que deve sobreviver dentro do coração.

Golpe a golpe,

ressoam as paredes do antigo campo de batalha situado nesta alma,

aumentando as fissuras a cada suspiro escondido e os olhares perdidos para o céu nublado.

Porque necessária é a morte de tudo o que foi vivido.

Que das cinzas de uma vida se forme o barro, para moldar uma nova vida para dançar outra melodia ...

aquela que ressoa ao ritmo da caixa de Pandora daquilo que pensam, e o que esconde-se na entrelinhas do tempo.

Hoje eu sinto o embargo das palavras atravessadas na garganta, palavras mortas-vivas querendo ganhar vida, trazendo à existência o ardor que retirou-se...

Eu sou o grito que tine, gosto de lembrar que fui moldada pelo que eclodiu de dentro, não pelo caos externo de tantas bocas cheias de suas falsas convicções.

Sigo as rédeas do meu eu, livre!

caminho sobre a névoa que oprime os sentidos, mulher... senhora das minhas vontades, forjada neste fogo chamado liberdade.

Andreia O. Marques

Maria Mística

Cód do texto: T7246700

Quarta na Usina: Poetisas da Rede: Rosa Viteritti:


 

ELA E A LUA

Ela é assim...

De amores sem fim.

Floresce na primavera

E também no inverno,

Das mágoas sentidas.

Seu perfume transcende

Mesmo nos não compreensíveis

De cores desbotadas.

Ela é assim...

A coragem de jardineiros

Nas pisadas da ingratidão

Dilacerando suas pétalas,

Não atingem suas raízes.

Ela é assim...

De natureza perdão

E na essência amor,

Pela fé no coração.

Ela é assim...

Flor do deserto

Amiga da solidão

Pois que,

A amiga lua

Sua sempre companheira,

A noite se faz conselheira.

Rosa Viteritti

D.A.reservados

Lei 9610/98

Quarta na Usina: Poetisas da Rede: Denise Rosa:




 

Dança do amor

Surpresa melhor não poderia encontrar

Quando fui a um baile de gala ,

Ao deparar com um sorriso e convite

Confirmei ,a sua intenção para dançar

Gentilmente pegou na minha mão

Me conduziu para o meio do salão

Minha cintura foi circulada com seu braços

Me deram suporte de encontro ao seu peito

Meus braços envolveu seu pescoço

Minha boca, o roçar em seu queixo

Com a dança da valsa,o primeiro beijo 

A música era suave,mas insinua desejo

Uma magia nós envolveu,

saltitar de emoções

Fuindo sensações

Efeito de prazer

Inevitáveil paixão

Amor entre dois corações!

Com nossos Olhares fixados

Saíamos de lá abraçados ...

e ao ninho de amor me levou !

Denise Rosa

25/04/2022

Quarta na Usina: Poetisas da Rede: Leticia Montes:


 

Título : AMADOS LIBROS

Autora : Leticia Montes

País : México

23/04/22

AMADOS LIBROS

La fascinación y el amor al escribir

Un libro quedan impregnados en cada

Hoja, haciendo que cada lector sea

Parte de la esencia de cada escritor

La inspiración que siente el corazón

Iluminado de amor, quiere verse

Plasmado en un hermoso libro

Que muestre sus emociones,

Sentimientos y vibraciones cuando

Ama de verdad su Ser completo

Amados libros que contienen

Pensamientos, vida y enseñanzas

Para futuras generaciones con

El sello personal de cada escritor

Amados libros de poesía al amor

Ternura de sus sueños, sus desvelos

Agonía y sufrimiento por no sentir a

Lado la presencia del amor de su vida

Esperanza, deseos e imaginación

Quedan impresos en cada hoja de

Cada libro haciendo que su brillo

Permanezca en la eternidad y sea

Guardado por cada lector iluminado

Por la luz interior de su autor .