segunda-feira, 24 de dezembro de 2018
domingo, 23 de dezembro de 2018
Domingo Na Usina: Biografias: Mario Vargas Llosa:
Mario Vargas Llosa (1936) é um escritor,
jornalista, ensaísta e político peruano. Foi agraciado com o Prêmio Nobel de
Literatura em 2010.
Jorge Mario Pedro Vargas Llosa (1939) nasceu em
Arequipa, no Peru, no dia 26 de março de 1936. Passou sua infância na cidade de
Conchabamba na Bolívia. De volta ao Peru, estudou Direito e Letras na
Universidade de San Marcos, em Lima. Em 1959 muda-se para Madri, onde ingressa
no Doutorado em Filosofia e Letras. Publica um volume de contos “Os Chefes”. Em
seguida vai para Paris como jornalista e redator da revista France Press.
Em 1962 publica seu primeiro sucesso “Batismo de
Fogo”, um romance com ambientação numa escola militar rígida e cruel. A obra
foi uma denúncia sobre a realidade política do Peru, país que vivia uma
ditadura. Em 1963 publica “A Cidade dos Cachorros”. Em seguida “A Casa Verde”
(1966), que recebe o Prêmio Rómulo Gallegos. “Conversa de Catedral” (1969) foi
um dos livros mais importantes do autor, onde narra uma época da ditadura em
seu país.
Antes simpatizante do socialismo e admirador da
Revolução Cubana, sua postura começou a mudar depois de visitar a URSS, 1966.
Começou também a se afastar da política cubana em função da censura implantada
no país. Em 1981 publica “A Guerra do Fim do Mundo”, que narrava uma história
da guerra de Canudos misturando personagens fictícios e reais.
Em 1985 recebe a Medalha de Honra do Governo
francês. Em 1990 se candidata à presidência de seu país, por uma coligação de
centro direita. Vai para o segundo turno, mas perde para Alberto Fujimori.
Mario Vargas Llosa resolve deixar o país, vai para
a Espanha onde obtém a cidadania espanhola. Vai em seguida para Londres e
retorna a suas atividades literárias. Suas experiências como escritor e
candidato à presidência foram relatados em sua autobiografia “Peixe na Água”
(1991). Em 2006 publica “Travessura da Menina Má”, obra e ficção, levemente
autobiográfica.
Mario Vargas Llosa escreveu diversos ensaios e
grande parte de cunho político. O mais comentado foi “Sabres e Utopias” (2009),
livro no qual resume seu pensamento a favor das liberdades e contra a tirania
dos governos totalitários. Em 2010 recebe o Prêmio Nobel de Literatura.
fonte de origem:
Domingo Ba Usina: Biografias:Mário Palmério:
Quarto ocupante da Cadeira 2, eleito em 4 de abril de 1968, na sucessão de Guimarães Rosa e recebido pelo Acadêmico Cândido Mota Filho em 22 de novembro de 1968.
Mário Palmério (M. de Ascenção P.), político e romancista, nasceu em Monte Carmelo, MG, em 1º de março de 1916, e faleceu em Uberaba, MG, em 24 de setembro de 1996.Filho de Dr. Francisco Palmério e de D. Maria da Glória Palmério. Engenheiro civil e advogado, o Dr. Francisco Palmério foi homem de cultura e de largo prestígio em toda a região triangulina, exercendo, nos últimos anos de sua vida, o cargo de Juiz de Direito nas várias comarcas do Estado, tendo falecido em Uberaba aos oitenta anos de idade. Mário Palmério fez seus estudos secundários no Colégio Diocesano de Uberaba e no Colégio Regina Pacis, de Araguari, licenciando-se em 1933. Em 1935, matriculou-se na Escola Militar de Realengo, no Rio, de onde se desligou, no ano seguinte, por motivos de saúde. Em 1936, ingressou no Banco Hipotecário e Agrícola de Minas Gerais, sendo designado para servir na sucursal de São Paulo.Na capital paulista, iniciou-se no magistério secundário, como professor de Matemática no Colégio Pan-Americano, estabelecimento de ensino então mantido pela Escola Paulista de Medicina. Passando a lecionar em outros estabelecimentos, pouco tempo depois Mário Palmério dedicava-se exclusivamente ao magistério. Em 1939, matriculou-se na seção de Matemática da Faculdade de Filosofia da Universidade de São Paulo, época em que passou a lecionar também no Colégio Universitário da Escola Politécnica, por nomeação do Governo daquele Estado.Seu destino seria realizar obra educacional de maiores proporções e, atraído pelo extraordinário progresso que alcançava Uberaba e toda a região triangulina, em virtude do desenvolvimento de sua pecuária de gado indiano, Mário Palmério deixou São Paulo para abrir naquela cidade mineira o Liceu do Triângulo Mineiro.
Em 1945, construiu imponente conjunto de edifícios, na cidade de Uberaba, para sede do Colégio do Triângulo Mineiro e da Escola Técnica de Comércio do Triângulo Mineiro, e visava já à criação da primeira escola superior a instalar-se na região. Em 1947, o Governo Federal autorizou o funcionamento da Faculdade de Odontologia do Triângulo Mineiro, fundada por Mário Palmério, primeiro passo para a transformação de Uberaba em cidade universitária.
No Triângulo Mineiro, Mário Palmério fundou, em 1950, a Faculdade de Direito e, em 1953, a Faculdade de Medicina. Por essa época exercia o mandato de deputado federal por Minas Gerais, tendo sido eleito em 1950 na legenda do Partido Trabalhista Brasileiro. Suas atividades desdobraram-se assim em dois setores importantes, o educacional e o da representação parlamentar.
Na Câmara dos Deputados exerceu a Vice-Presidência da Comissão de Educação e Cultura durante todo o seu primeiro mandato (1950-1954). Reeleito em 1954, passou a integrar a Comissão de Orçamento e a Mesa da Câmara. O exercício do mandato e suas outras atividades no Rio de Janeiro não impediram, entretanto, seu trabalho educacional em Uberaba, e Mário Palmério fundou, em 1956, a Escola de Engenharia do Triângulo Mineiro.
Estreia na vida literária não propriamente tarde, mas a meio caminho: só aos 40 anos aparece seu primeiro livro, fruto de aventura intelectual cujo propósito era bem outro, isto é, a política. "Vila dos confins nasceu relatório, cresceu crônica e acabou romance...", segundo confessa o próprio autor.
Todo o trabalho nos campos de atividade ele realizou inspirado pelo amor à sua terra e à sua gente. A mesma inspiração levou-o a prosseguir, a tentar novas e fecundas iniciativas. Construiu em Uberaba a Cidade Universitária em terreno de área superior a 300.000 metros quadrados, e o Hospital "Mário Palmério", da Associação de Combate ao Câncer do Brasil Central, maior nosocômio em todo o interior do Brasil.
Candidatando-se novamente, em 1958, Mário Palmério reelegeu-se, pela terceira vez - e agora com expressiva votação - deputado federal por Minas Gerais. Em setembro de 1962, desejoso de afastar-se das lides partidárias, foi nomeado pelo Presidente João Goulart para o cargo de Embaixador do Brasil junto ao Governo do Paraguai. Assumiu o posto em 10 de outubro do mesmo ano. Permaneceu nessa missão até abril de 1964; sua passagem pelo Paraguai, na condição de Embaixador do Brasil, foi marcada por intenso trabalho, destacando-se a reforma e reinstalação do edifício da Embaixada, a conclusão das obras do Colégio Experimental - doado ao Paraguai pelo Governo Brasileiro - e da Ponte Internacional de Foz do Iguaçu, e a instalação em novo edifício, amplo e central, do Serviço de Expansão e Propaganda, Missão Cultural e Consulado. Dando ênfase às atividades culturais e artísticas, Mário Palmério integrou-se no seio da intelectualidade paraguaia, estreitando-se assim, os laços de compreensão e amizade entre os dois países.
De regresso ao Brasil, Mário Palmério reencetou suas atividades literárias. Isolando-se em fazenda de sua propriedade, no sertão sudoeste de Mato Grosso - a Fazenda São José do Cangalha - escreveu Chapadão do Bugre, romance para o qual vinha colhendo, desde o êxito de Vila dos confins, abundante material linguístico e de costumes regionais, e que recebeu de toda crítica os mais rasgados elogios. Lançado em outubro de 1966, o romance teve inúmeras edições.
Durante vários anos viajou de barco pelo rio Amazonas e seus afluentes, levantando dados sobre a realidade física, social e cultural da Região Amazônica. Em 1987, deixou de vez o Amazonas e voltou a morar em Uberaba, como Presidente das Faculdades Integradas daquela cidade. Em 1988, recebeu a medalha Santos Dumont, conferida pelo Ministério da Aeronáutica.
Mário Palmério era casado com D. Cecília Arantes Palmério. Teve dois filhos: Marcelo e Marília.
Fonte de origem:
Domingo Na Usina: Biografias: Tarcísio Meirelles Padilha:
Quinto
ocupante da Cadeira nº 2, eleito em 20 de março de 1997, na sucessão de Mário
Palmério e recebido em 13 de junho de 1997 pelo acadêmico Arnaldo Niskier.
Recebeu os Acadêmicos Ana Maria Machado, Luiz Paulo Horta e Marco Lucchesi.
Tarcísio
Meirelles Padilha nasceu no Rio de Janeiro (RJ), em 17 de abril de 1928. É
filho de Raymundo Delmiriano Padilha e de D. Mayard Meirelles Padilha. Em 1951,
casou-se com Ruth Maria Fortuna Padilha, e o casal tem seis filhos: Inês,
Heloisa, Tarcísio Jr., Marcelo, Cláudia e Lúcia, e doze netos: Gabriela,
Leonardo, Rodrigo, Cristiana, Fernando, Isabel, Ana Cláudia, Pedro, Maria,
Luiza, Carla e Gabriel, e dois bisnetos, Carolina e Heitor.
Sua
formação fundamental principiou no Grupo Escolar D. Pedro II, em Petrópolis,
para prosseguir no Colégio Nossa Senhora Auxiliadora, de Campinas, onde
concluiu o curso de admissão. Daí por diante, frequentou o Colégio Santo Inácio
até concluir o curso clássico. É bacharel em Filosofia e Direito pela
Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro; diplomado em Ciências
Sociais pelo Instituto de Direito Comparado da Pontifícia Universidade Católica
do Rio de Janeiro; diplomado pela Escola Superior de Guerra; licenciado em
Filosofia pela Universidade Federal Fluminense; doutor em Filosofia pela
Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
No
magistério de nível superior, é professor titular de Filosofia da Universidade
do Estado do Rio de Janeiro; professor de História da Filosofia da Pontifícia
Universidade Católica do Rio de Janeiro; professor de Filosofia, Pedagogia e
Sociologia da Universidade Santa Úrsula; membro do corpo permanente da Escola
Superior de Guerra; professor de História da Filosofia da Universidade Federal
do Rio de Janeiro; chefe do Departamento de Filosofia da Universidade do Estado
do Rio de Janeiro; diretor do Departamento Cultural da Universidade do Estado
do Rio de Janeiro; diretor do Departamento de Filosofia e coordenador do
Mestrado e do Doutorado em Filosofia da Universidade Gama Filho.
Foi
membro de numerosas comissões julgadoras de concursos para Professor Titular e
para a obtenção de títulos de Livre-Docente, Doutor e Mestre.
Cargos
de direção
Vice-Presidente
e, a seguir, Presidente do Centro Dom Vital; Presidente da Comissão de
Planejamento da Universidade do Estado do Rio de Janeiro; Presidente do
Instituto Brasileiro de Filosofia, seção do Rio de Janeiro; Diretor do
departamento de estudos da Associação dos Diplomados da Escola Superior de
Guerra; Diretor-Geral do Instituto Euvaldo Lodi, órgão de estudos e pesquisas
da Confederação Nacional da Indústria; Vice-Presidente da Union Mondiale des
Sociétés Catholiques de Philosophie; Vice-Presidente da Asociación
Interamericana de Filosofia; Vice-Presidente da Metaphysical International
Society; Membro do Comité Directeur e Vice-Presidente da Fédération
Internationale des Sociétés de Philosophie; Coordenador da Nova Spes para a
América Latina, Secretário-geral da Academia Brasileira de Letras (1998-1999);
Presidente da Academia Brasileira de Letras (2000-2001).
Direção
e conselho editorial
Diretor
de Filosofia da Enciclopédia Verbum, Lisboa; Diretor da Coleção Filosofia, da
Editora Agir; Coordenador da Coleção Brasil em Questão, da Editora José
Olympio; Membro do Conselho Editorial da revista Philosophie, Grenoble; Membro
do Conselho Editorial da revista Itinéraires Philosophiques, Atenas; Membro do
Conselho Editorial da revista Aletheia, da Internationale Akademie für
Philosophie; Coordenador da Bibliografia Filosófica Brasileira do Institut International
de Philosophie, sob os auspícios da UNESCO; Diretor da revista trimestral
Presença Filosófica, órgão da Sociedade Brasileira de Filósofos Católicos;
Diretor da revista A Ordem, órgão do Centro Dom Vital; Diretor da revista
trimestral Ciências Humanas, da Universidade Gama Filho; Membro e depois
Presidente do Conselho Editorial da revista Communio, Rio de Janeiro, e do
Jornal de Letras.
Principais
instituições a que pertence
Membro
fundador do Collegium Academicum Universale Philosophiae, Atenas; da
Metaphysical International Society; da Sociedad Interamericana de Filosofía;
membro fundador e Vice- Presidente da Asociación Interamericana de Filósofos
Católicos; membro correspondente da Sociedade Helênica de Estudos Filosóficos;
membro fundador e Presidente da Sociedade Brasileira de Filósofos Católicos;
membro efetivo da Society for Ancient Greek Philosophy; membro fundador ,
conselheiro e membro honorário da Association Louis Lavelle, Paris; membro da
Internationale Akademie für Philosophie; membro da Academia Brasileira de
Educação e da Academia Fluminense de Letras; membro do Pontifício Conselho para
a Família, Vaticano; membro da União dos Juristas Católicos do Rio de Janeiro;
lugar-tenente da Ordem Equestre do Santo Sepulcro de Jerusalém, Vaticano, sócio
do Pen Club do Brasil; sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro;
membro da Irmandade da Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro; membro da
Liga de Defesa Nacional; Benemérito do Real Gabinete Português de
Leitura,Consultor, e a seguir, Presidente de Honra da ONG Terra dos Homens.
Participação
em congressos e encontros nacionais e internacionais
Membro
ativo do II Congresso Latino-Americano de Sociologia, Rio de Janeiro (1953).
Membro
ativo do Congresso Internacional Extraordinário de Filosofia, São Paulo (1954).
Membro
ativo do II Congresso Extraordinário Interamericano de Filosofia, San José da
Costa Rica (1961).
Membro
ativo do XIII Congresso Internacional de Filosofia, México (1963); do XIV
Congresso Internacional de Filosofia, Viena (1968); do XV Congresso
Internacional de Filosofia, Varna (1973); do XVI Congresso Internacional de
Filosofia, Düsseldorf (1978); do XVII Congresso Internacional de Filosofia,
Montreal (1983); do XVIII Congresso Internacional de Filosofia, Brighton
(1988).
Membro
da Delegação Brasileira à XIV Conferência Geral da UNESCO, Paris (1966).
Membro
da Diretoria do VIII Congresso Latino-Americano de Sociologia, sob os auspícios
da UNESCO, San Salvador (1967).
Vice-Presidente
da I Semana Internacional de Filosofia, São Paulo (1972); Presidente da II
Semana Internacional de Filosofia, Petrópolis (1974); da III Semana
Internacional de Filosofia, Salvador (1976); da IV Semana Internacional de
Filosofia, Curitiba (1978); da V Semana Internacional de Filosofia, Rio de
Janeiro (1979); da VI Semana Internacional de Filosofia, Rio de Janeiro (1991);
da VII Semana Internacional de Filosofia, Rio de Janeiro (1992).
Membro
ativo do I Congresso Internacional de Filosofia Cristã, Córdoba (1979).
Membro
ativo do I Colloquium Romanum, Vaticano (1979).
Presidente
do Simpósio Internacional de Ética, Rio de Janeiro (1980).
Membro
do Comitê Organizador e Conferencista do I Congresso Luso-Brasileiro de
Filosofia, Braga-Lisboa (1981).
Diretor
da Comissão Organizadora do Seminário Internacional sobre Negociação e Relações
do Trabalho, Rio de Janeiro (1981).
Diretor
da Comissão Organizadora do Seminário Internacional de Educação e Trabalho, Rio
de Janeiro (1982).
Membro
ativo do Colóquio sobre Universais Transculturais, promovido pela UNESCO,
Ottawa (1983).
Membro
ativo e organizador do I Congresso Internacional sobre o pensamento de João
Paulo II – Tema central: Antropologia e Práxis, Rio (1984); do II Congresso
Internacional sobre o pensamento de João Paulo II – Tema central: Doutrina
social da Igreja, Rio (1985); do III Congresso Internacional sobre o pensamento
de João Paulo II – Tema central: Mulher, Rio (1986); do IV Congresso
Internacional sobre o pensamento de João Paulo II – Tema central: Bioética, Rio
(1987); do V Congresso Internacional sobre o pensamento de João Paulo II – Tema
central: Inculturação, Rio de Janeiro (1988).
Membro
ativo e presidente da sessão solene de encerramento do Colloque International
sur Louis Lavelle, Agen (1985).
Membro
ativo do Colóquio sobre Valores Culturais, Buenos Aires (1985).
Membro
ativo da International Conference for Moral Re-Armament, Caux (1987).
Membro
ativo do Xème Congrès International de la Famille, Madri (1987); do XIème
Congrès International de la Famille, Bruxelas (1988); do XIIème Congrès
International de la Famille, Viena (1988).
Membro
ativo do Colloque sur le Sacré et le Profane, promovido pela Académie Suisse
des Sciences Humaines, ao ensejo da realização da Assembleia Geral do Conseil
International de Philosophie et Sciences Humaines da UNESCO, Berna (1988).
Membro
ativo do Colóquio sobre Valores, promovido pela Fundação Internacional Nova
Spes, Vaticano (1989).
Membro
Ativo do Encontro sobre “La femme comme mère et comme épouse à l’aube du XXIème
siècle”, Frascati (1994).
Membro
ativo do Encontro Internacional sobre Meninos de Rua, Rio de Janeiro (1994).
Membro
ativo do Congrès International sur “La Famille, cœur de la civilisation de
l’amour”, Vaticano (1994).
Presidente
do II Simpósio Internacional de Ética, Rio de Janeiro (1994).
Membro
ativo do Congresso Internacional sobre o XXX.o aniversário da Gaudium et Spes,
Vaticano/Loreto (1995).
Membro
ativo do Seminário Internacional sobre Direitos Humanos e Direitos da Família,
Vaticano (1998).
Membro
ativo do I Seminário sobre o XX.o Aniversário do Pontificado de João Paulo II,
Buenos Aires (1999).
Coordenador
do Ciclo de Conferências Ciência e Cultura (1998) e do Ciclo Rui Barbosa
(1999), na Academia Brasileira de Letras.
Coordenador
da Mesa-Redonda sobre os 400 anos anos do Padre Antonio Vieira (2008), na
Academia Brasileira de Letras.
Coordenador
do Ciclo 200 anos de Charles Darwin (2009), na Academia Brasileira de Letras.
Coordenador
do I Seminário de Bioética da Arquidiocese do Rio de Janeiro, 2002.
Coordenador
dos Ciclos de Conferências e Seminários do Centro Dom Vital, há mais de três
décadas.
Foi
conferencista de numerosas universidades e instituições culturais da Europa e
das três Américas: na Alemanha, Argentina, Áustria, Bélgica, Bulgária, Canadá,
Chile, Costa Rica, Espanha, Estados Unidos, França, Itália, Iugoslávia, Liechtenstein, México,
Portugal, Suíça, Vaticano, e em dezenas de cidades brasileiras.
Visitou
as seguintes universidades e instituições culturais estrangeiras: Catholic
University of America, Angelicum, Berkeley, Berlim, Berna, Bonn, Boston, Braga,
Brighton, Bruxelas, Buenos Aires, Coimbra, Córdoba, Costa Rica, D.A.A.D.,
Dubrovnik, Düsseldorf, Emory, Fordham, Freiburg im Breisgau, Fribourg,
Gregoriana, Groningen, Hamburgo, Harvard, Institut Catholique de Paris,
Institut für die Wissenscheften von Menschen de Viena, Institut International
de Philosophie de Paris, Fondation Internationale des Sciences Humaines de
Paris, Interamerican Defense College de Washington, Inter Nationes de Bonn,
Leipzig, Liechtenstein, Lisboa, Louvain, Lugano, Luxemburgo, Madri, Mainz,
Marburgo, México, Michigan, Montreal, Moscou, Munich, Münster, Nanterre,
National War College, Navarra, New Mexico, New York, Nova Delhi, O.E.A.,
Washington, Ohio State, O.I.T., Genebra, Ottawa, Palermo, Peoria, Poitiers,
Praga, Québec, Roma, Rothenburg o.d. Tauber, Saint Louis, Salamanca, San
Giovanni Laterano, Schönstatt, Stanford, Sorbonne, Trier, U.C.L.A., UNESCO,
United Nations, Varna, Viena, Yale.
Condecorações
Medalha
da Ordem Nacional do Mérito Educativo; Medalha por Serviços Relevantes
prestados ao Estado da Guanabara; Chevalier de l’Ordre des Arts et des Lettres,
Paris; Benfeitor da Fundação Cesgranrio; Prêmio Nacional de Filosofia,
conferido pelo Instituto Brasileiro de Filosofia, São Paulo; Cavaleiro da Ordem
do Santo Sepulcro de Jerusalém, Vaticano; Medalha Alceu Amoroso Lima pela Ética
e pela Cultura – PUC/RJ; Educador Emérito do ano 1994 – agraciado pela
Associação Nacional das Universidades Particulares; Medalha Marechal
Mascarenhas de Moraes, da Associação Nacional dos Veteranos da FEB; Medalha do
sexagésimo aniversário da PUC/RJ; Diploma de Excelentá, da Universitatea de
Vest “Vasile Goldis”, Arad, Romênia; Ordem do Mérito do Livro pela Fundação
Biblioteca Nacional, 2001; Personalidade Educacional 2002 – agraciado pelo
jornal Folha Dirigida; Medalha do Mérito Cultural da República Helênica, 2002.
Fonte de origem:
Domingo Na usina: biografias:João Neves da Fontoura:
(Cachoeira do Sul, 16 de novembro de 1887 — Rio de Janeiro,
31 de março de 1963) foi um advogado, diplomata, jornalista, político e
escritor brasileiro. Foi deputado federal, ministro das Relações Exteriores
durante os governos de Getúlio Vargas e Eurico Gaspar Dutra, embaixador do
Brasil em Portugal entre 1943 e 1945, membro da Academia Brasileira de Letras e
membro correspondente da Academia das Ciências de Lisboa. Recebeu o título de
Doutor Honoris Causa da Universidade de Columbia e a Ordem do Congresso
Nacional.
Biografia
Filho
do coronel Isidoro Neves da Fontoura[1] e de Adalgisa Franco de Godoy, seus
primeiros estudos deram-se no Ginásio Nossa Senhora da Conceição, no município
de São Leopoldo. Pela parte materna foi neto de Zulmira Fioravanti, e a sua vez
bisneto de Antônio Ângelo Cristino Fioravanti, advogado e político influente no
Rio Grande do Sul, e trineto do Marco Cristino Fioravanti, médico veneziano, e
o primeiro Fioravanti a chegar no Brasil em 1803 e se radicando em Santo
Antônio da Patrulha, mudando-se em 1835 para São Borja. Pela parte paterna
possui ascendência portuguesa, sendo descendente de João Carneiro da Fontoura,
originário de Chaves. João Neves da Fontoura era casado com a cachoeirense
Iracema Barcelos de Araújo, com quem teve três filhos. Seu irmão, Floriano
Neves da Fontoura, foi deputado estadual e seu sobrinho, General Carlos Alberto
da Fontoura foi chefe do Serviço Nacional de Informações e embaixador do Brasil
em Portugal de 1974 a 1978.
Formado
em 1909 em ciências jurídicas e sociais na Faculdade de Direito de Porto
Alegre, onde ingressara em 1905, tendo ali participado do Bloco Acadêmico
Castilhista, vinculado ao Partido Republicano Riograndense (PRR), o mesmo ao
qual era vinculado Getúlio Vargas. Iniciou a carreira política e pública ainda
estudante, sendo nomeado pelo então governador Borges de Medeiros como Promotor
na capital, cargo que exerceu durante um ano - deixando o cargo para retornar à
sua cidade natal, onde o pai fora intendente municipal. Ali exerceu a advocacia
e continua na política. Foi redator nos jornais Rio Grande (de sua cidade), e O
Debate, de Porto Alegre, onde fundou a revista Pantum.
Após
1921 foi um dos deputados estaduais mais ativos, participando, em 1924 do levante
tenentista. Em 1925 é eleito intendente de Cachoeira do Sul. Em 1927 é eleito
vice-presidente do estado, ao lado de Getúlio e, no ano seguinte, deputado
federal. Abre-se-lhe, então, a perspectiva de participar ativamente no cenário
político nacional, como representante do PRR e interlocutor de Vargas, visando
ampliar a participação do Rio Grande nas decisões federais.
Intendente
de Cachoeira do Sul
Eleito
prefeito de Cachoeira do Sul de 1925 a 1928 realiza diversas obras de
saneamento básico.[2] Coloca carros motorizados para o recolhimento de lixo,
institui a cobrança de taxas para custeio de despesas e conclui a segunda
hidráulica municipal. Muitas das obras eram marcadas pela estética, para além
da função estrutural. Ainda na sua gestão, boa parte das ruas centrais foram
calçadas com paralelepípedos. Foram instituídas exigências higiênicas das
residências, como quartos de banho, chuveiro e pia de cozinha. Quando a
fiscalização começou a notificar os moradores, verdadeira romaria de viúvas e
pessoas pobres acorreu ao gabinete de João Neves da Fontoura. Por essa razão,
instituiu a política do mandar fazer as obras e receber quando as pessoas
pudessem pagar, lançando em dívida ativa, esperando que, com a morte dos
proprietários, fosse possível resgatar as dívidas no inventário.
Outra
visibilidade dada pelo intendente João Neves da Fontoura foi no reajardinamento
das praças centrais. Na praça José Bonifácio, as paineiras foram substituídas
por novas mudas. Em 1928, foi construída a “elegante” pérgula, passeio feito
com duas séries de colunas paralelas para suportar as tumbergias e
roseiras-trepadeiras. Também o bebedouro de animais foi transferido para a
praça São João, no bairro Fialho.
O
aspecto estético da arquitetura e do espaço urbano da zona central, em fins dos
anos 20, aproximaram Cachoeira dos centros mais desenvolvidos do Estado e do
país. O calçamento de pedra na rua era impecável; nas calçadas, o piso
quadriculado destacava-se; o meio-fio retilíneo dava mostras da padronização e
organização desejáveis; a arborização cuidadosamente disposta quebrava a frieza
das pedras; os prédios, mesmos os mais antigos, auxiliavam na harmonia do
ambiente.
O
golpe de 1930
Vivia
o Brasil o auge da política do café-com-leite, e para a sucessão do presidente
Washington Luís havia sido eleito para sucedê-lo o nome do paulista Júlio
Prestes. Para a vice-presidência foi eleito um baiano, Vital Soares, o que
contrariou os políticos mineiros, que contavam com a manutenção da alternância
de poder e reclamavam para si tal indicação. Participa Neves da Fontoura
ativamente, em maio de 1929, das articulações oposicionistas, compostas pelos
dois estados dissidentes (Minas Gerais e Rio Grande do Sul, aos quais juntou-se,
sem grande peso mas de forma posteriormente decisiva, a Paraíba), que formaram
a chamada Aliança Liberal, num acordo conhecido como “Pacto do Hotel Glória”
(numa referência ao hotel carioca, onde se deram as reuniões), que lançou a
candidatura de Vargas.
Decisiva
a participação de Fontoura nas negociações com os mineiros, como interlocutor
dos gaúchos. Em setembro daquele ano foi oficializada a candidatura de Vargas,
e Fontoura participa freneticamente da campanha, pelos demais estados.
Realizado o pleito, em março de 1930, vence com folga o candidato oficial.
Articula
João Neves, junto a Osvaldo Aranha e Flores da Cunha, intensa campanha pela
imprensa, denunciando como fraudulenta a eleição, passando a articular a
insurreição. Os fatos são precipitados, em 26 de julho de 1930, com o
assassinato, numa confeitaria do Recife, de João Pessoa – o candidato a vice,
de Getúlio e governador paraibano.
Em
3 de outubro estoura o movimento armado, sendo tomado o quartel-general de
Porto Alegre, com apenas 50 homens – concomitantemente à eclosão de revoltas em
Minas Gerais e na Paraíba, contando em Pernambuco com o apoio de Juarez Távora.
Na frente sulista, registra Neves da Fontoura a chegada da notícia da queda de
Washington Luís (vide excerto, abaixo). Vargas segue ao Rio, a fim de assumir o
centro decisório mas, ao invés de transferir o governo ao vice – João Neves da
Fontoura – passa-o para Oswaldo Aranha.
A
Revolução Constitucionalista
Talvez
por isso tenha recusado a nomeação, que viera depois, como interventor no
estado – assumindo a burocrática função de consultor jurídico do Banco do
Brasil. Afasta-se progressivamente do governo, sendo acompanhado por muitos
outros elementos gaúchos que pedem demissão.
Aproxima-se
Neves da Fontoura dos paulistas (ligados ao Partido Republicano Paulista), que
defendiam o cumprimento da Constituição republicana e ensaiavam uma
resistência. Sua decisão ocorre de forma definitiva após o ataque, feito sob a
complacência de Vargas, ao jornal “Diário”, que foi empastelado.
A
nomeação de João Alberto Lins de Barros como interventor paulista deflagrou a
reação política dos derrotados por Vargas, eclodindo a Revolução
Constitucionalista a 9 de julho de 1932. Adere João Neves ao movimento que,
derrotado, força-o a um exílio na Argentina por cerca de dois anos.
Reaproximação
com Vargas
Os
efeitos da revolta paulista levaram Getúlio a convocar uma Assembleia
Constituinte, em 1933, aprovando-se a Carta em 1934, ano em que ocorrem novas
eleições para o Congresso. Nela concorre João Neves da Fontoura, sendo eleito
deputado federal, em 1935.
Ali
integra a minoria oposicionista, opondo-se ao presidente e ao estado de sítio
por ele decretado, suspendendo os efeitos da Constituição recém-aprovada. No
ano seguinte é eleito para a Academia, reaproximando-se do antigo companheiro e
apoiando as medidas que culminaram no golpe que instituiu o Estado Novo, e fez
de Vargas o ditador do Brasil. Volta, assim, ao antigo cargo de consultor do
Banco do Brasil, em 1937, e assume novo destino em sua vida: a carreira
diplomática.
Diplomacia
Durante
o Estado Novo foi o representante brasileiro em diversas ocasiões: em 1940
esteve na Conferência de Havana, representou o país nas posses presidenciais no
Panamá e em Cuba. Em 1943 foi nomeado embaixador em Portugal, permanecendo em
Lisboa até 30 de outubro de 1945, quando resignou-se.
Era
o embaixador brasileiro em Lisboa na ocasião da Convenção Ortográfica
Luso-brasileira de 1943, "com o fim de assegurar a defesa, expansão e
prestígio da língua portuguesa no mundo", ratificado por António de
Oliveira Salazar. Em 1953, já ministro das Relações Exteriores, Neves da
Fontoura saudaria Salazar pelos 25 anos a frente da nação portuguesa. João
Neves da Fontoura era um conhecido lusófilo, chegando a ofertar à Legião
Portuguesa uma bandeira brasileira. A sua participação no Tratado de Amizade e
Consulta, assinado em 16 de novembro de 1953, no qual se dá forma jurídica à
comunidade luso-brasileira, foi fundamental para que as negociações avançassem.
Afastado
Vargas do poder, e voltando o país ao regime democrático, filia-se ao PSD e é
nomeado pelo presidente Dutra ministro das Relações Exteriores, em 1946,
representando o país na Conferência de Paz, realizada em Paris. Chefiou, ainda,
a Delegação do Brasil na IX Conferência Internacional Americana.
Retornando
Vargas à disputa, no pleito de 3 de outubro de 1950, forma dissidência no PSD,
apoiando o antigo aliado em detrimento do candidato da própria legenda,
Cristiano Machado – facilmente derrotado, junto aos demais concorrentes
(Eduardo Gomes e João Mangabeira), dada a grande popularidade do líder gaúcho.
É, em 1951, nomeado novamente Ministro das Relações Exteriores, cargo que
exerceu até 1953. Ainda em 1951 preside a Delegação do Brasil, no Congresso da
União Latina, ocorrido no Rio de Janeiro. Defendeu o alinhamento do país à
política externa norte-americana. Ele foi um dos grandes entusiastas do
envolvimento do governo brasileiro na Guerra da Coreia.[3]
Eleição
presidencial de 1945
Há
em sua biografia um fato pouco conhecido: por duas vezes, de seu exílio de São
Borja, Getúlio Vargas escreveu-lhe insistentes cartas pedindo-lhe que aceitasse
candidatar-se à Presidência da República, dispondo-se a percorrer a Nação em
seu apoio. Em uma delas afirmava Vargas: “Em 29, eu fui o candidato, tu foste o
líder. Agora, tu serás o candidato, e eu o líder.” João Neves declinou, pois já
assumira compromisso de honra de respaldar Eurico Gaspar Dutra, que,
posteriormente, saiu vencedor do pleito.
Ocaso
Afastando-se
da vida pública, definitivamente radicado no Rio de Janeiro, limita-se a
escrever artigos conservadores nas páginas do jornal O Globo, e à produção de
suas “Memórias”.
Lorbeerkranz.pngAcademia
Brasileira de Letras
Foi
o segundo ocupante da cadeira 2 da Academia Brasileira de Letras, que tem por
patrono Álvares de Azevedo. Eleito em 19 de março de 1936, tomou posse em 12 de
junho de 1937, recebido por Fernando Magalhães.
Homenagens
e títulos
Além
da Academia Brasileira, integrou a Academia Rio-Grandense de Letras e foi
membro correspondente da Academia das Ciências de Lisboa, da Academia de Letras
do Uruguai e da Academia de la Lengua, colombiana.
Foi
doutor honoris causa da Universidade Columbia.
Além
disso recebeu a mais alta honraria do Congresso Nacional, a Ordem do Congresso
Nacional, medalha que hoje se encontra na posse da família.
Até
hoje o nome do plenarinho da Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do
Sul possui o nome sala João Neves da Fontoura. Em sua homenagem, o prédio da
Câmara de Vereadores de Cachoeira do Sul recebeu o nome de Palácio Legislativo
João Neves da Fontoura. É nome de rua em diversas cidades, como São Paulo,
Porto Alegre, Pelotas, São Leopoldo e Cachoeira do Sul.
Obras
O
segredo profissional (1909)
A
jornada liberal (1931)
Por
São Paulo e pelo Brasil (1932)
Acuso
(1933)
A
voz das oposições brasileiras (1935)
Dois
perfis (1938)
Pareceres
jurídicos, 2 vol. (1942)
Orações
dispersas (1944)
Poeira
das palavras (1953)
Memórias
(vol. 1, 1958 e vol. 2, 1963)
Excerto
“Estendi-me
numa rede e logo fechou em torno a roda do chimarrão, à espera do almoço. A
conversa versou, é claro, a respeito da iminente operação militar sobre
Itararé. Cada qual emitia sua opinião, referia notícias trazidas pelas últimas
patrulhas, que penetraram no território inimigo.
Muitos
dos meus companheiros mais chegados, como Camilo Martins Costa, Leopoldo Sousa,
Glicério Alves, Marajó de Barros, Miguel Teixeira e vários outros, se achavam
no local quando cerca de dez horas vi Maurício Goulart, que saía correndo do
estado-maior e se dirigia ao nosso grupo. Agitava os braços com o aspecto
alegre de uma boa mensagem. De longe gritou-nos: "Caiu o Washington
Luís." Fomos ao encontro dele. De Curitiba e Ponta Grossa procedia o aviso
de que o Presidente da República havia sido deposto aqui no Rio. Secamente, sem
pormenores.
Meu
primeiro movimento foi de incredulidade, ainda que esta hipótese estivesse
dentro das nossas perspectivas, desde o entendimento de Collor com os generais
Tasso Fragoso, Francisco Ramos de Andrade Neves e Malan d’Angrogne, nos fins de
setembro, como antes relatei.”
fonte de origem:
Domingo Na Usina: Biografias; Angela Acevedo Becerra:
(Cali, Colômbia, 17 de julho de 1957) é um escritor colombiano,
vencedor do Planeta-Casa de América Award 2009, o Prêmio Azorín 2005 e quatro
Latina Literary Award em Chicago. Suas obras foram traduzidas para 23 línguas e
publicado em mais de 50 países. É considerado o criador da Magia idealismo, é
um dos autores mais lidos de língua espanhola e mais lido depois colombiano
Gabriel García Márquez.
Primeiros
Passos, vida e anos como jornalista
Nascido
na cidade colombiana de Cali, filha de Marco Tulio e Cilia Acevedo Becerra, é o
quinto de sete filhos, 5 mulheres e 2 homens. Aos 6 anos e ler seu primeiro
livro, Peter e Wendy por JM Barrie, a marca em seu fascínio com a literatura. A
observação, o silêncio ea imaginação levá-la escrito em uma idade precoce com
suas primeiras histórias que cria outros mundos. Ao longo de sua adolescência
escreve muitos poemas que mais tarde farão parte de sua coleção de Alma Aberta.
Aos
17 anos ela se casou com Humberto Tellez. O resultado desta união é sua
primeira filha Angela (Cali, 1980).
Uma
vez casada começa Economia, estudos de deixar a corrida de Comunicação e
Publicidade Design de que se graduou com honras em 1982, quando servia como
diretor criativo de uma grande agência de publicidade internacional.
Em
1987, já separada do marido, ela mudou-se para Bogotá, onde continua sua carreira
publicitária bem sucedida a ganhar vários prêmios por seu trabalho criativo.
Em
1988, após a reunião do publicitário e escritor Joaquín Lorente que se tornará
seu marido e pai de sua segunda filha Mary (Barcelona 1993) -viaja para
Barcelona durante treze anos e ocupa a vice-presidente criativo de uma das mais
importantes agências Espanha.
Em
2000, no sucesso profissional, ele deixou sua carreira como publicitário para
dedicar-se inteiramente à sua paixão mais profunda: a escrita.
Sua
literatura
Sua
primeira obra publicada foi Alma Aberta (Grupo Planeta, 2001), uma bela poemas
que abordam conflitos humanos na maturidade.
Com
o seu primeiro romance, amores negado (Villegas Editores 2003, Grupo Planeta
2004), começa um estilo muito pessoal descrito por críticos literários como
mágica idealismo. Esta é uma história ambientada na cidade imaginária de
Garmendia del Viento, onde o tempo parece acompanhar as ansiedades da Fiamma e
Martin. Este trabalho recebeu uma calorosa recepção por parte dos críticos e
leitores da Espanha e da América Latina, e recebe o Chicago Latina Literary
Award para a melhor novela de Sentimentos.
A
obra que o grande romancista é consagrado como Penúltima Sonho (Grupo Planeta
de 2005, Villegas Editores, 2005), uma imensa história de amor que supera todos
os obstáculos. Situado em Barcelona e Cannes, onde Joan e Soledad se apaixonar
como adolescentes. Ao longo de suas páginas, os protagonistas vivem um sonho
inacabado longo de um final surpreendente. Este livro recebe o prêmio Azorin
romance de 2005, o Prêmio Colombiano para Melhor Ficção Livro de 2005 eo Prêmio
Literário Chicago Latina para a melhor novela de Sentimentos.
Em
2007 ele publicou O que lhe falta em tempo (Grupo Planeta, Villegas Editores),
um romance de mistério e sentimentos que ocorre Paris Saint-Germain-des-Prés,
onde roam Cadiz, pintor sexagenário no crepúsculo de sua carreira e Mazarine, o
aluno amor que mantém em sua casa um segredo que pode mudar o curso de arte.
Prêmio Latina Prêmio Literário Chicago de 2007, em duas categorias: Melhor
Novela Melhor romance de mistério e dos sentimentos.
Em
2008 publicou na Colômbia Amor com A (Villegas Editores), uma coleção de poemas
edição limitada circular coletando o início, a vida ea morte do amor.
Ela
tinha tudo (Grupo Planeta, 2009), uma novela de corte psicológico, ele conta a
história de um escritor que, após um acidente há regravações. Em sua ânsia de
se sentir vivo cria uma personagem enigmática, Donna di lágrima, uma mulher
silenciosa adorado pelos homens. Ninguém vai reconhecê-la como o escritor
triste e solitário, que restaura livros antigos em Florença e cai em um
misterioso estante. Este trabalho é o Planeta-Casa de America Award em 2009.
Em
2013 publicou Memórias de um canalha sete solas (Grupo Planeta), alta novos
contrastes emocionais estabelecidos no Sevilha mais glamourosa e tradicional.
Conta a história de Francisco Valiente, um Casanova do século XXI que morre de
repente. Durante seu funeral, sua esposa e seu amante vai contar a sua vida
desmadrada; o que eles não sabem é que os mortos também está ouvindo e terá
muito a dizer no funeral.
Angela
é um colunista regular em várias mídias e plataformas internacionais como você
pensa, é grátis.
Poucos
também eles sabem o seu papel como criador. Alguns curadores ou curadores de
arte, que apreciavam a sua abordagem à fotografia, pintura, escultura e teatro,
reconhecer um poderoso universo estético.
Obras
Poemas
Alma Aberta de 2001
Novel
adora negado, 2004
Novel
A Penúltima Sonho de 2005
Novel
O que lhe falta em vez de 2007
Abrir
alma e Outros Poemas, 2008
Amor
com A, 2008
Novel
Ela tinha tudo, 2009
Novas
Memórias de um canalha sete solas, 2013
Prêmios
Latino
Literary Award 2004 BookExpo America (BEA), na categoria de Melhor Novela de
sentimentos, adora negado.
Prêmio
Azorín 2005 romance The Dream Penúltima.
Latino
Literary Award 2005 BookExpo America (BEA), na categoria de melhores
sentimentos inovadoras para a Penúltima sonho.
Prêmio
Colombiano para Melhor Ficção Livro de 2005 por The Dream Penúltima.
Latino
Literary Award 2008, o BookExpo America (BEA), em duas categorias: Melhor
Novela e melhores sentimentos romance de mistério para o que lhe falta em
tempo.
Premio
Planeta-Casa de América 2009 Ela tinha tudo.
Sua
fundação
Mulheres
donos de seu destino tem sido uma constante em todos os seus escritos, além de
Angela foi sempre comprometida com a luta contra a injustiça eo abuso. Após o
lançamento do seu livro "Memórias de um canalha sete solas" em
Sevilha, decidiu que era hora de criar seu Foundation MujerEsAhora. Sua sede é
legal Colômbia como terra natal do escritor, e também atuar na Espanha, um país
que já recebeu. A Fundação foi concebida como uma caixa de ressonância para a
igualdade de género eo empoderamento das mulheres. Seu lema é: "Não é
sobre quem pode mais Esta é colocar em equilíbrio a balança.".
fonte de origem:
sábado, 22 de dezembro de 2018
Pensamento do Dia:
“Melhor
destino teríamos se pelo menos, enxergássemos o que está ao nosso redor.”
Para ler ou baixar o livro clique no link:
quinta-feira, 20 de dezembro de 2018
Poesia De Quinta Na Usina:Cecília Meireles:Atitude:
Minha esperança
perdeu seu nome...
Fechei meu sonho,
para chamá-la.
A tristeza
transfigurou-me
como o luar que
entra numa sala.
O último passo do
destino
parará sem forma
funesta,
e a noite oscilará
como um dourado sino
derramando flores de
festa.
Meus olhos estarão
sobre espelhos, pensando
nos caminhos que
existem dentro das coisas transparentes.
E um campo de
estrelas irá brotando
atrás das lembranças
ardentes.
Poesia De quinta Na Usina: Luis de Camões: Soneto114:
Ah! Fortuna cruel! Ah! duros Fados! Quão asinha em
meu dano vos mudastes! Passou o tempo que me descansastes, agora descansais com
meus cuidados.
Deixastes-me sentir os bens passados, para mor dor
da dor que me ordenastes; então nü'hora juntos mos levastes, deixando em seu
lugar males dobrados.
Ah! quanto milhor fora não vos ver, gostos, que
assi passais tão de corrida, que fico duvidoso se vos vi:
sem vós já me não fica que perder, se não se for
esta cansada vida,
que por mor perda minha não perdi.
Poesia De Quinta Na Usina: Luís de Camões: Soneto 136:
A
fermosura fresca serra,
e
a sombra dos verdes castanheiros, o manso caminhar destes ribeiros, donde toda
a tristeza se desterra;
o
rouco som do mar, a estranha terra, o esconder do sol pelos outeiros, o
recolher dos gados derradeiros, das nuvens pelo ar a branda guerra;
enfim,
tudo o que a rara natureza com tanta variedade nos ofrece, me está (se não te
vejo) magoando.
Sem
ti, tudo me enoja e me aborrece; sem ti, perpetuamente estou passando nas mores
alegrias, mor tristeza.
Poesia De quinta Na Usina: Fernando Pessoa: 66:
"Dói-me qualquer sentimento que
desconheço; falta-me qualquer argumento não sei sobre o
quê; não tenho vontade nos nervos. Estou
triste abaixo da consciência. E escrevo estas linhas,
realmente mal-notadas, não para dizer isto,
nem para dizer qualquer coisa, mas para dar um
trabalho à minha desatenção. Vou enchendo
lentamente, a traços moles de lápis rombo - que
não tenho sentimentalidade para aparar - ,
o papel branco de embrulho de sanduíches, que
me forneceram no café, porque eu não
precisava de melhor e qualquer servia, desde que fosse
branco. E dou-me por satisfeito."
Do Livro do Desassossego - Bernardo Soares
Bernardo Soares (heterônimo de Fernando Pessoa)
Fonte: http://www.cfh.ufsc.br/~magno/
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