quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

Pensamento do Dia:

“A Filosofia vai muito além de uma arquitetura de pensamentos, sob a forma de palavras bem ordenadas.

Banhada com o falso brilho do verniz da necessidade do momento.”


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terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

Pensamento do Dia:



“Minha maior motivação de sempre continuar em frente, é a eterna busca de encontrar o que há de melhor em mim mesmo.”


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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

Poesia De Quinta Na Usina: Paulo Leminsk:




Quem me dera
um mapa de tesouro

que me leve a um velho baú cheio de mapas do tesouro.

Poesia de quinta Na Usina: Florbela Espanca: VULCÕES:




Tudo é frio e gelado. O gume dum punhal  Não tem a lividez sinistra da montanha Quando a noite a inunda dum manto sem igual De neve branca e fria onde o luar se banha.
No entanto que fogo, que lavas, a montanha Oculta no seu seio de lividez fatal!
Tudo é quente lá dentro...e que paixão tamanha A fria neve envolve em seu vestido ideal!
No gelo da indiferença ocultam-se as paixões Como no gelo frio do cume da montanha
Se oculta a lava quente do seio dos vulcões... Assim quando eu te falo alegre, friamente,
Sem um tremor de voz, mal sabes tu que estranha Paixão palpita e ruge em mim doida e fremente!


Poesia De Quinta Na Usina: Florbela Espanca: NO HOSPITAL:À Théa:



Na vasta enfermaria ela repousa Tão branca como a orla do lençol Gorjeia a sua voz ternos perfumes Como no bosque à noite o rouxinol. É delicada e triste. O seu corpito Tem o perfume casto da verbena.
Não são mais brancas as magnólias brancas Que a sua boca tão branca e pequena.
Ouço dizer: - Seu rosto faz sonhar! Serão pétalas de rosa ou de luar? Talvez a neve que chorou o inverno...
Mas vendo-a assim tão branca, penso eu: É um astro cansado, que do céu

Veio repousar nas trevas dum inferno!

Poesia De Quinta Na Usina: William Shakespeare: Soneto 23:


 Como no palco o ator que é imperfeito...
Não, Tempo, não zombarás de minhas mudanças!
As pirâmides que novamente construíste
Não me parecem novas, nem estranhas;
Apenas as mesmas com novas vestimentas.


William Shakespeare

Outubro Rosa: D'Araújo: Que seja Rosa:

                   
                                                               

Que seja Rosa o ano do teu cuidar.
Que seja Rosa o mês do teu viver.
Que seja Rosa, Outubro, Novembro, Dezembro...
Que seja Rosa a semana do teu pensar.
Que sejam Rosa os dias do teu querer.
Que sejam Rosa as horas do teu ser.
Que sejam Rosa os minutos do teu fazer.
Que seja simplesmente Rosa, Maria, Joaquina, Josefa, Sophia ...
Que seja Rosa, Branca, Preta, Mulata, Mestiça, Parda, Amarela ou Índia.
Que seja sempre Rosa a paz que em ti habita, e que possa espalhar esta paz por entre todas as outras Rosas, em cada segundo do teu bem viver.
Que seja Rosa com perfume de todas as Rosas, você Mulher.

Que seja Rosa, seja qual for o perfume ou a cor.

Poesia De Quinta Na Usina:D'Araújo: Parecer:


No aconchego do teu ser,
eu encontro o parecer 
exato do meu existir pleno.

D'Araújo.

domingo, 3 de fevereiro de 2019

Domingo Na usina: Biografias: Filinto de Almeida:



 (Francisco Filinto de Almeida), jornalista e poeta, nasceu no Porto, Portugal, em 4 de dezembro de 1857, e faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 28 de janeiro de 1945. É o fundador da cadeira nº. 3 da Academia Brasileira de Letras, que tem como patrono Artur de Oliveira, de quem fora amigo e foi sucedido por Roberto Simonsen.

O pai faleceu pouco depois do nascimento de Filinto. Entrou para o Colégio Primário, no Porto, mas não chegou a concluir os estudos. Veio para o Brasil, na companhia de parentes pelo lado materno, que eram capitães de navios, com dez anos, fixando-se no Rio de Janeiro a partir de 1868. Trabalhou como empregado numa papelaria. Não cursou qualquer estabelecimento de ensino. Entretanto, destacou-se no jornalismo e nas letras, por esforço e tenacidade singulares. Na mocidade, foi ensaiador de teatro e diretor de grupos amadores. Guardou até o fim o gosto pelo teatro e a mestria no dizer. Aos 19 anos, escreveu o entreato cômico Um idioma, representado em 1876, no Teatro Vaudeville. Em 1887, publicou Os mosquitos, monólogo cômico em versos e o primeiro livro de versos Lírica, composições de 1880 a 1887. Casou-se com a romancista Júlia Lopes de Almeida, em 28 de novembro de 1887, em Lisboa. Grande amigo de Valentim Magalhães, com ele colaborou no jornal literário A Semana, escrevendo, de 1885 a 1887, crônicas hebdomadárias e sonetos, com o pseudônimo de Filindal. No jornalismo usou também os pseudônimos Chico Férula, A., A. Bomtempo, A. Julinto (com Júlia Lopes de Almeida), Munícipe Urbano, João da Luz, Justo Leal, P. Talma e Zé Bananal.

Instaurada a República, foi pela lei da grande naturalização considerado brasileiro pois, residindo no Brasil em 15 de novembro de 1889, não declarou, no prazo de seis meses, o ânimo de conservar a nacionalidade de origem. Filinto de Almeida integrou-se como cidadão brasileiro, indo trabalhar como redator de A Província de São Paulo, depois transformada em O Estado de São Paulo, de 1889 a 1895. Foi deputado na Assembleia Legislativa de São Paulo, de 1892 a 1897. Colaborou em A América (1879-1880), de que foi diretor, O Besouro (1878-1879), O Combate (1880), Folha Nova (1882), A Estação (1883), A Semana (1885-1887), O Mequetrefe (1886), todos do Rio de Janeiro; e no Diário de Santos (1898-1899) e A Comédia (1881), de São Paulo.


Escreveu, em colaboração com a esposa, em folhetins do Jornal do Comércio, o romance A casa verde. Sua última obra é o livro Cantos e cantigas, publicado em 1915, que abrange as produções de 1887 a 1914. Na feição primitiva, era um lírico exclusivo. No segundo livro de poesias, revela progressos na forma e na inspiração. Firma-se como poeta parnasiano, expressando seus sentimentos e refletindo sobre o mundo exterior.

fonte de origem:

Domingo Na usina: Biografias:Herberto Sales:

Quarto ocupante da Cadeira 3, eleito em 6 de abril de 1971, na sucessão de Aníbal Freire da Fonseca e recebido pelo Acadêmico Marques Rebelo em 21 de setembro de 1971. Recebeu o Acadêmico José Cândido de Carvalho.
(H. de Azevedo S.), jornalista, contista, romancista e memorialista, nasceu em Andaraí, BA, em 21 de setembro de 1917. Faleceu no dia 13 de agosto de 1999, no Rio de Janeiro.
Filho de Heráclito Sousa Sales e Aurora de Azevedo Sales. Fez o curso primário em sua cidade natal, e o curso ginasial (abandonado no 5º ano) em Salvador, no colégio Antonio Vieira, dos jesuítas. O professor Agenor Almeida descobriu-lhe, numa prova, a vocação literária, chamando para isso a atenção do padre Cabral, que por sua vez foi o descobridor, alguns anos antes, no mesmo colégio, da vocação literária de Jorge Amado. Abandonados os estudos, voltou para Andaraí, onde viveu até 1948. Com a publicação, em 1944, de Cascalho, seu romance de estreia, projetou de impacto o seu nome nos meios literários do país. No Rio de Janeiro, para onde então se transferiu e residiu até 1974, foi jornalista militante, com atividade nos “Diários Associados”, de Assis Chateaubriand, na área da revista O Cruzeiro da qual foi assistente de Redação, na melhor fase desse famoso órgão da imprensa brasileira. Exerceu o cargo de diretor de outras unidades da mesma empresa, inclusive de sua editora de livros. Em 1974 mudou-se para Brasília, onde foi por dez anos diretor do Instituto Nacional do Livro, e, por um ano, assessor da Presidência da República, sob José Sarney. A partir de 1986, por quatro anos, residiu em Paris, servindo como adido cultural à Embaixada brasileira. Regressando ao Brasil, fixou residência em São Pedro da Aldeia, onde levou vida isolada, de autoexílio, o que deu motivo a ser chamado, em artigo de Josué Montello, “O Solitário de São Pedro da Aldeia”. Foi casado com Maria Juraci Xavier Chamusca Sales e com ela teve três filhos: Heloísa, Heitor e Herberto.
fonte de origem:

Domingo Na Usina: Biografias:Aníbal Freire da Fonseca:

Terceiro ocupante da Cadeira 3, eleito em 30 de setembro de 1948 na sucessão de Roberto Simonsen e recebido pelo Acadêmico João Neves da Fontoura em 10 de maio de 1949. Recebeu o Acadêmico Assis Chateaubriand em 27 de agosto de 1955.
Aníbal Freire da Fonseca, jornalista, magistrado e professor, nasceu em 7 de julho de 1884, em Lagarto, SE, na mesma cidade em que nasceram dois outros antigos acadêmicos, Sílvio Romero e Laudelino Freire, seu tio. Faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 22 de outubro de 1970.
Filho de Antônio Cornélio da Fonseca, advogado provisionado, e de Júlia Freire da Fonseca. Fez o curso de preparatórios no Ginásio Sergipano, dirigido pelo notável professor Alfredo Montes, e no Ateneu Sergipano. Ainda estudante, em 1898, começou a fazer jornalismo, profissão a que votaria sempre, com os intervalos de sua carreira de político e suas atividades jurídicas.
Em 1903, diplomou-se pela Faculdade de Direito de Recife, tendo exercido antes o cargo de promotor público de Aracaju, Sergipe. Em 1904 foi nomeado subinspetor de Seguros em Pernambuco. Foi eleito deputado estadual em 1907. No mesmo ano fez concurso para professor da Faculdade de Direito do Recife, seção de Economia Política, Finanças e Direito Administrativo, sendo nomeado. De 1908 a meados de 1909 exerceu o cargo de Secretário -Geral do Estado de Pernambuco, no Governo Herculano Bandeira. Em setembro de 1909 foi eleito deputado federal. Em 1916, foi provido no cargo de professor catedrático de Direito Administrativo. Eleito deputado federal para a legislatura de 1924-1926, renunciou o mandato para ocupar o cargo de Ministro da Fazenda, de 1925 a 1926, no governo de Artur Bernardes. Voltou à Câmara dos Deputados, na legislatura de 1927 a 1920. Exerceu as funções de membro do Conselho Superior de Ensino de 1913 a 1923 e do Conselho Nacional de Educação, de 1934 a 1940. De fins de 1938 a junho de 1940 exerceu o cargo de Consultor Geral da República, de que se afastou, por ter sido nomeado Ministro do Supremo Tribunal, no qual se conservou até maio de 1951, quando foi aposentado, por tempo de serviço.
Começou a militar no jornalismo em 1898, colaborando no Tempo e no Estado de Sergipe. Em 1901, foi redator da Gazeta da Tarde no Rio e de 1902 a 1909, redator principal do Diário de Pernambuco, então de propriedade do Senador Rosa e Silva. De 1926 a 1929, foi diretor do Jornal do Brasil, função que voltou ocupar de 1937 a 1940. Afastou-se, então, das lides jornalísticas, por haver ingressado no Supremo Tribunal Federal. Aposentado no cargo de Ministro, voltou à direção do Jornal do Brasil, em julho de 1951, do qual se afastou, definitivamente, em 1961.
Em setembro de 1955, foi nomeado presidente e membro da Comissão Permanente do Livro do Mérito e Chanceler da Ordem do Mérito, cargo do qual se exonerou em janeiro de 1956. Em junho do mesmo ano foi novamente nomeado para as mesmas funções, tendo-se exonerado em agosto de 1958.
Foi membro da Sociedade Brasileira de Direito Internacional; sócio efetivo do Instituto Arqueológico Pernambucano; sócio do PEN Clube do Brasil e sócio honorário do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro.

Domingo Na Usina: Biografias; Ada Maria Elflein:


 Foi uma escritora, jornalista e professora da Argentina, nascida na cidade de Buenos Aires em 22 de fevereiro de 1880. Ela se tornou uma professora  do ensino médio no Colégio Nacional de Buenos Aires que foi uma das primeiras graduadas, e ela estudou línguas. Ela fez traduções para o general Bartolomé Mitre e ela ensinou os filhos de Vicente Fidel López, com quem a sua vocação literária foi acentuada, tornando-se juntar à equipe editorial do La Prensa. Serializado no jornal de domingo que publicou há quinze anos e tradicionalistas relatos históricos, a primeira das quais apareceu em 30 de abril de 1905. 2000 publicou mais de 300 artigos e histórias da revista.

Esta escritora seguiu o caminho iniciado por Eduarda Mansilla precursora na especialidade de literatura infantil, com a publicação de "histórias" em 1880, que se deslocam a este tema literário. É pioneira na divulgação do folclore. Ele também escreveu ensaios, alguma comédia, contos e lendas argentinas; Ele queimou três livros de poesia de sua autoria. Para o seu trabalho jornalístico foi nomeada membro da Academia Nacional de Jornalismo [1]. A partir de 1913 Argentina toma viagens, excursões organizadas pela Mary O. Graham Center of the National Escola Normal No. 1 Mary O. Graham, sob a direção de Francisco P. Moreno, e em que acompanhou Sara Abraham de Balerdi, educador e escritor; e Mary A. Kenny, ambos pioneiros feministas. As experiências enriqueceu a obra de Elflein, mas sua saúde delicada sofreu com extenuante viagem e morreu em Buenos Aires em 24 de julho de 1919. Ela foi enterrada ao lado de seus pais no cemitério alemão de Buenos Aires.

Após sua morte, o María Elflein Associação Nacional Ada começou a publicação de suas obras completas foi estabelecida.
Para honrar sua memória, eles são chamados de algumas escolas, bibliotecas e ruas: Vicente Lopez, Beccar, San Carlos de Bariloche e Moron. Na cidade de Buenos Aires é a escola primária Nº 10, que também leva o nome do escritor, está localizado no bairro Velez Sarsfield e em 2012 ele cumpriu o centenário de sua criação.

(Algumas dessas notas biográficas foram retirados do Dicionário Biográfico de mulheres e escritores argentinos, 1840-1940).

Trabalhos publicados [editar]
Lenda argentina de 1906.
Passado de 1910.
Contos de Argentina, 1911. Geschichten aus Argentinien, publicadas em alemão sua língua materna.
Terra Santa de 1912.
Cordilleranos, 1917 paisagens.
A Partida de 1918.
Para histórica Campos, 1926. publicação póstuma.

Inland, 1961. publicação póstuma.

fonte de origem:

Domingo Na usina: Biografias: Luisa Geisler:



Comentário Crítico
A ficção de Luisa Geisler, empenhada em retratar o esvaziamento das relações contemporâneas, vale-se sobretudo de situações cotidianas - ou de eventos extraordinários tratados como banais - para expor as dificuldades afetivas das personagens. Em Contos de Mentira (2011), seu livro de estreia, revela a predileção por temas familiares ou amorosos.

A dificuldade de expressão notada nas personagens de O Moço e o Velho é, assim, semelhante à encontrada em Ovelha Branca: no primeiro conto, três filhos tentam convencer o pai a internar-se no asilo; no segundo, uma reunião familiar na casa dos pais termina com o assassinato de um dos filhos pelo irmão. Nos dois textos o valor dos acontecimentos é reduzido, para que ganhe atenção a impossibilidade de os protagonistas compreenderem, expressarem e viverem suas emoções: o foco está na interação entre as personagens, e não na sequência de eventos narrados.

O romance Quiçá (2012) retoma essas preocupações centrais ao desenvolver-se em torno da relação entre Clarissa, menina de 11 anos, filha de pais ausentes, e seu primo Arthur, que passa um ano na casa dos tios após tentar suicídio. Há, aqui, dois planos narrativos: em um deles se desenrola um almoço familiar de Natal, em outro, a relação entre os primos. A partir do retrato de uma afetividade que não se cumpre plenamente, o livro questiona o moralismo hipócrita mantido pela família e os efeitos da sociedade de consumo sobre as relações interpessoais.


Os temas secundários explorados em ambos os livros (ménage à trois, apedrejamento de mulheres e vida noturna dos jovens, por exemplo) e a reprodução da oralidade na fala das personagens revelam o ponto de vista implicado na obra de Luisa. Voltado quase sempre para a fala gaúcha e o modo de vida da classe média urbana brasileira.obra de Geisler. Voltado quase sempre para a fala gaúcha e o modo de vida da classe média urbana brasileira.

fonte de origem; 

Domingo Na Usina: biografias: Vanessa Barbara:


Nasceu em junho de 1982 no bairro do Mandaqui, em São Paulo. 

É jornalista, tradutora e escritora. Publicou O livro amarelo do terminal (Cosac Naify, 2008, prêmio Jabuti de Reportagem), o romance O verão do Chibo (Alfaguara, 2008, em parceria com Emilio Fraia), o infantil Endrigo, o escavador de umbigo (Editora 34, 2011), ilustrado por Andrés Sandoval e o romance Noites de alface (Alfaguara, 2013). Como tradutora, recentemente lançou sua versão de O grande Gatsby (Penguin/Companhia das Letras). É editora do site A hortaliça, tradutora e preparadora da Companhia das Letras, colunista do International New York Times e cronista do jornal Folha de S.Paulo.


fonte de origem:

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Cronista e colunista do International New York Times e da Folha de S.Paulo. Publicou O livro amarelo do terminal (Cosac Naify, 2008, prêmio Jabuti de reportagem), O verão do Chibo (Alfaguara, 2008, com Emilio Fraia), o infantil Endrigo, o escavador de umbigo (Ed. 34, 2010, com Andrés Sandoval), o romance Noites de alface (Alfaguara, 2013) e, pela Companhia das Letras, a graphic novel A máquina de Goldberg (2012, com Fido Nesti). Foi selecionada pela revista Granta para a edição “Os melhores jovens escritores brasileiros

quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Poesia De quinta Na usina:Paulo Leminski:



Será preciso explicar o sorriso da Mona Lisa
para que você acredite em mim
quando digo que o tempo passa?

Poesia De Quinta Na Usina : Mario Quintana: Matinal:










O tigre da manhã espreita pelas venezianas. 
O Vento fareja tudo.

Nos cais, os guindastes domesticados dinossauros - erguem a carga do dia.

Poesia de Quinta Na Usina: Florbela Espanca: CRISÂNTEMOS:



Sombrios mensageiros das violetas, De longas e revoltas cabeleiras; Brancos, sois o casto olhar das virgens Pálidas que ao luar, sonham nas eiras. Vermelhos, gargalhadas triunfantes, Lábios quentes de sonhos e desejos, Carícias sensuais d´amor e gozo;
Crisântemos de sangue, vós sois beijos! Os amarelos riem amarguras,
Os roxos dizem prantos e torturas,
Há-os também cor de fogo, sensuais... Eu amo os crisântemos misteriosos Por serem lindos, tristes e mimosos, Por ser a flor de que tu gostas mais!

Poesia De Quinta Na Usina: Fernando Pessoa: 91:


"O sonhador não é superior ao homem activo porque o sonho seja superior à realidade. A
superioridade do sonhador consiste em que sonhar é muito mais prático que viver, e em que o
sonhador extrai da vida um prazer muito mais vasto e muito mais variado do que o homem de
acção. Em melhores e muito mais directas palavras, o sonhador é que é o homem de acção.
Sendo a vida essencialmente um estado mental, e tudo, quanto fazemos ou pensamos, válido
para nós na proporção em que o pensamos válido, depende de nós a valorização. O sonhador
é um emissor de notas, e as notas que emite correm na cidade do seu espírito do mesmo modo
que as da realidade."

* * *



Do Livro do Desassossego - Bernardo Soares
Bernardo Soares (heterônimo de Fernando Pessoa)
Fonte: http://www.cfh.ufsc.br/~magno/

Poesia De Quinta Na Usina: D'Araujo: Anjo.


                                                 
Em plumas do vento vou ao seu encontro.
Posso ver as portas do paraíso a se abrirem.

Lá não existe dor, rancor ou magoa, lá só tem amor.

E com o frescor da brisa que sopra em meu rosto, 
posso vê-la em verdes campos,

Com o sol que ilumina tua face de anjo,
e tua alma bela.
E o teu olhar sereno e um sorriso leve e pequeno.

D'Araujo.

Poesia De Quinta Na Usina: D'Araújo:Esplendor:




O esplendor do teu, 
sorriso.
A meiguice do seu, 

olhar.

O necta dos teus 

lábios.

E as incomparáveis curvas do seu belo 
corpo.
Faz-me acreditar em, perfeição.


D'Araújo:
Conteúdo livro: Lírios e Promessas:
Sarau do Forum, São Bernardo do Campo:
26/06/2014.


quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

Pensamento do Dia:

“A paixão cega é a possibilidade inútil no coração dos desesperados.”


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quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

Pensamento do Dia:

“Muitas vezes desistir é a única forma de preservar o amor, sem que ele se transforme em ódio ou rancor.”


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domingo, 6 de janeiro de 2019

Domingo Na Usina: Biografias: Victoria Eugenia Santa Cruz Gamarra:



Filha do escritor e dramaturgo Nicomedes Santa Cruz Aparicio e Victoria Gamarra, família estreitamente ligada à pintura e zamacueca grande dançarino e marítima. Com estas figuras tutelares, Victoria se tornou uma verdadeira heroína da arte negra peruana.

Ele teve dez filhos, entre os quais estavam Rafael, toureiro de grande classe, que muitos sabiam como "Black Maravilha das touradas", Nicomedes, eo eminente estudioso decimista do folclore afro-peruano como ela; e César, músico e compositor.

Ela começou no mundo dos tablets com grupo Cumanana (1958), com seu irmão Nicomedes. Ele recebeu uma bolsa de estudos do governo francês, viajou para Paris para estudar na Universidade do Teatro das Nações (1961) e da Escola de Estudos coreografia, onde se destacou como um criador e designer dos figurinos para a peça "O retábulo de Don Cristobal" Federico Garcia Lorca, e "The Pink Paper" Ramon del Valle Inclán.

Em 1968 ele fundou o Teatro de Dança preto e Peru, começando uma nova etapa no estudo da cultura negra em nosso país. Com o seu talentoso grupo nos representou na celebração dos Jogos Olímpicos do México 1968; Nessa ocasião, os dançarinos peruanos ganhou uma medalha e um diploma para o seu trabalho impecável.

PREMIAÇÃO

Victoria participou de forma brilhante no primeiro Seminário de Festival de Televisão e da América Latina em 1970, organizado pela Universidade Católica do Chile, onde recebeu o prêmio como o melhor folclorista. No ano seguinte, 1971, foi convidado pelo governo colombiano para o Festival de Cali, onde ele sentiu que as raízes negras da região não são pertencem a um país, mas muitos.

Com essa linha de defesa da identidade cultural do país, o governo do dia nomeado em 1973 diretor do Conjunto Nacional de Folclore do Instituto Nacional de Cultura (INC). Seu papel nesta posição importante foi reconhecido por Tyrian e Trojan, como sempre fez-se o nome do Peru.

Eles sabiam que seu talento e forte caráter países como EUA, Canadá, El Salvador, Guatemala; além de França, Bélgica, Suíça e do Principado do Mónaco.

Sua atividade intelectual febril levou a emigrar e procurou o ensino ea difusão a melhor maneira de expressar seu amor para Peru. Nos Estados Unidos, Carnegie Mellon University, na cidade de Pittsburgh, Pensilvânia, foi convidado como professor em 1982; em seguida, movendo-se para professor assistente 1983-1989; e, finalmente, professor ao longo da vida 1.989-1.999.

Sua inquietação artística e intelectual não poderia ser apaziguada, e nos últimos 15 anos -radicada no Peru viajou a ditar ritmo e oficinas de teatro em Nova York e Connecticut (EUA), a convite do Teatro Latino-Americano; e na Europa pelo Teatro del Sole, Itália, oferecendo a sua sabedoria em cidades importantes, como Milão, Ferrara, Modena e Bolonha
fonte de origem:

Domingo Na Usina: Biografias: Alfonso Campoy Antonio Cisneros:


 (Lima, Peru, 27 dezembro de 1942 - Lima, 06 de outubro de 2012) era um renomado poeta peruano.
Biografia
Poeta, jornalista, historiador, escritor, professor, tradutor e romeista. Ele estudou na Universidade Nacional de San Marcos e da Pontifícia Universidade Católica do Peru entre 1960 e 1965. Ele obteve o doutorado em Letras em 1974. Ele tinha três filhos e cinco netos.
Pertence à "Geração 60" da literatura peruana. Era um daqueles que tem mais publicado e mais reconhecido poeta peruano deste grupo.
Entre outras distinções, como um poeta, ele ganhou o Prêmio Nacional de Poesia, o Prêmio de las Américas Casa, o Prêmio Cosapi para a criatividade, o Prêmio Gabriela Mistral, o Prêmio Ibero-Americano de Letras José Donoso, os Poetas do Mundo Prix Latino Victor Sandoval (Aguascalientes), é cavaleiro da Ordem das Artes e das Letras da França. A 08 de junho de 2010 em Santiago, Chile recebeu o Prêmio Ibero-Americano de Poesia Pablo Neruda, entregue e financiado pelo Conselho Nacional para a Cultura e as Artes do país.
Lecionou em várias universidades no Peru, Estados Unidos e Europa. Ele jornalismo na mídia impressa, rádio e televisão. Ele foi diretor do Centro Cultural Inca Garcilaso do Ministério das Relações Exteriores do Peru.
Ele morreu em Lima vítima de câncer de pulmão. Ele era guardado na esteira da Virgem de Fátima Miraflores, seus restos cremados no cemitério Parque Peace Gardens La Molina.
Estilo
Seus poemas por alusão freqüente para caracterizar aspectos da literatura, a cultura ea vida contemporânea como material para reflexões do autor, que geralmente usam um senso de humor ironia.
Obras
Seus poemas foram traduzidos para línguas como o chinês, grego, japonês, cerca de 14 línguas no total.
Entre suas principais obras poéticas são eles:
Exile (1961)
David (1962)
Comentários reais de Antonio Cisneros (Prémio Nacional de Poesia) (1964)
Música cerimonial contra um tamanduá (Casa de las Américas Prize) (1968)
Deverás água não bebo (1971)
Como mostra a fig num campo de golfe (1972)
O Livro de Deus e os húngaros (1978)
Crônicas do Menino Jesus de Chilca (Latin American Poetry Prize Ruben Dario) (1981)
Deverás água não beber e outras músicas (1984)
Susana casta monólogo e de outros poemas (1986)
No gatos noite (1988)
Poesia, uma história de Crazy (1989)
Material de leitura (1989)
Outros próprias e (1989) (1991) (2007)
Drácula de Bram Stoker e outros poemas (1991)
As imensas perguntas celestes (1992)
Poesia recolhido (1996)
Postais para Lima (1991)
Poesia (3 volumes) (2001)
Comentários Reais (2003)
Como um carvão aceso na névoa (2007)
Um cruzeiro para as Ilhas Galápagos (2005) (2007)
Para cada seus animais (2008)
O cavalo sem Libertador (2009)
Entre suas obras em prosa:
A arte do embrulho de peixe (1990)
O livro do bom selvagem (1995) (1997)
Dente de Parnassus (peruana iguarias e misturas conselho) (2000)
Cidades em tempo (histórias de viagem) (2001)
Histórias idiotas (para crianças com boas notas) (2002)
A viagem do bom selvagem (crónica) (2008)
Prêmios [editar]
Prêmio Nacional de Poesia, Peru, em 1965.
Casa de las Américas Prize em 1968.
Latin American Poetry Prize Ruben Dario em 1980.
Inter-American Prêmio Cultura "Gabriela Mistral" em 2000.
Decoração de Mérito Cultural da República da Hungria em 1990.
Prêmio Ibero-Americano de Letras José Donoso, Santiago, Chile, em 2004.
Cavaleiro das Ordre des Arts et des Lettres pelo Governo francês em 2004.
Homenagem ao seu trabalho no Encontro Mundial de Poetas Latino, Morelia (México) em 2009.
Prêmio Mundial de Poetas Latino Victor Sandoval, Aguascalientes (México) em 2009.
Prêmio de Poesia Ibero-americano Pablo Neruda (Chile) em 2010.
Prêmio Mistral Gabriela em 2000.

Prêmio Southern. 2011.

fonte de origem:

Domingo Na Usina: Biografias: Luis Felipe Angell de Lama:


 (* Paita, Peru, 12 de abril de 1926 - † Lima, 18 de março de 2004) foi um escritor, jornalista, comentarista esportivo e político, cartunista e poeta.
A maioria de seus escritos foram assinados com o pseudónimo Sofocleto.
Infância e adolescência 
Luis Felipe vivia em Paita durante seus primeiros quatro anos de vida e, em seguida, mudou-se para Lima com sua família. Eu sabia que, nessa idade, ler perfeitamente graças ao seu amor da leitura Sua obsessão herança ao longo da vida recebida em 8 e 11 anos, dois grandes bibliotecas de seus tios-avós. Ambas as bibliotecas, totalizando cerca de 25.000 livros, "uma quantidade, que na época não tinha nem a Biblioteca Nacional do Peru" (citação de Sofocleto).
Sofocleto escreveu seus primeiros poemas na idade de 7 anos. Sua inspirações criança "são fortemente vigiado" e disse dele, eles seriam os primeiros "sinlogismos". Um ano depois, ela está a esbater os seus primeiros nove décimos e seu primeiro soneto, que, em seguida, totalizaram mais de 12.000.
O adolescente inquieto Luis Felipe estudou em várias escolas em Lima. Dos Irmãos Maristas foi para La Merced, The Immaculate para San Augustine e, finalmente, em San Andrés escola, conhecida naqueles anos como Anglo-Peruano.

Sofocleto explica estes estudante salta pela idéia muito pessoal que eu tinha sobre a disciplina escolar e, especialmente, porque ele estava promovendo autodeterminação das crianças no que diz respeito à educação. Assim, aos 12 anos, ele contraiu uma variante -
A vida da faculdade era uma imitação de idade escolar. Ele passou da Universidade Nacional de San Marcos de Lima para a Pontifícia Universidade Católica do Peru, depois para Coimbra, em seguida, na Sorbonne, em Paris e, nesse vai e vem, as línguas foram acumulados em seu cérebro e ler e falava Inglês em Português, Francês e italiano. Ele também sabia que alguns Latina e Rússia.
Escrito na imprensa [editar]
Ele se juntou ao Ministério das Relações Exteriores do Peru em 25 de Março de 1947, o Serviço de Estrangeiros peruano em 1 de Janeiro de 1951, e solicitou o seu passe para a reforma em 31 de outubro de 1967, para prosseguir plenamente a sua vocação de escritor, jornalista, comentador esportes e humorista político e poeta. Ele morreu em Lima em 18 de março de 2004 e foi enterrado no Los Sauces Setor Gardens Cemitério Parque da Paz Distrito de La Molina.
Sofocleto postou em muitas publicações peruanos e internacionais. Tudo começou no domingo o jornal "El Comercio" e, ao longo dos anos escreveu o dia no diário peruano "Correo", "olho", "Express", "República", "The Morning" e "Seleções" do Readers Digest, em todas as línguas.

Como exemplo, na segunda metade da década de 70 e no governo militar, Sofocleto iniciadas ou retomadas a publicação de "Sofocleto duas colunas" no Daily Express. Em seu primeiro artigo, ele explicou que era natural que ele deveria escrever para expressar, sendo ele próprio um ex-prisioneiro, referindo-se à detenção e deportação que era o assunto durante a primeira fase do governo militar (1968-1975). Como muitos de seus compatriotas, o célebre autor tinha ido de ditadura ea censura dos sacerdotes nas escolas, a ditadura ea censura da sociedade pelos militares.
"Don Sofo" 
Após os anos 70, fundou o bem-humorado diárias duas páginas em uma única folha chamado de "Don Sofo" da qual ele foi o único escritor, cujo burlesco e aguda publicar seu nome era "Peditorial". Em seu zombeteiro clássico e cheio de humor e estilo sagacidade, também irregularidades não niveladas governos e personagens de deslocamento. Mesmo personagens inocentes temido porque uma vez colocado um apelido zombeteiro, todo mundo continuou chamando seu nome, para usar seu nickname. Este jornal circulou desapareceu durante vários anos, mas os nicknames continuam na memória coletiva. Ele se casou com Graciela Bessombes, e tinha 2 filhos e Kareen Allan, em seu primeiro casamento tinha 3 filhos, Luis Felipe, Jorge e Felipe. No final de sua vida ele tinha 5 filhos.
"El Comercio" 
No jornal El Comercio de Lima, começou a escrever suas "Sofocleto duas colunas", após a Copa Sul-Americana foi disputado em Lima, em 1956, e uma necessidade de tal dia para neutralizar o número de leitores do jornal já extinto "The Prima ", que tinha contratado como comentarista para Argentina Borocotó, considerado como o melhor jornalista esportivo do mundo. Francisco Miro Quesada Cantuarias de" El Comercio ", disse sobre ele:
"O anúncio da imprensa era indesejada em El Comercio ... Meu primo Alexander, o mais irritado todo mundo disse que deveríamos fazer algo para contrariar o efeito produzido por La Prensa e, de repente, Clodoaldo Lopez Merino, que era chefe os editores da edição da manhã, fez uma proposta inesperada: "E por que não contratou Sofocleto para discutir o campeonato?" Para Alexander parecia uma boa idéia e dentro de dias começou o torneio e Don Sofo disse partido inicial, que foi disputada entre Argentina e outro país (não me lembro qual). O comentário dele foi tão impressionante que, no dia seguinte, Sofocleto atingiu os picos mais altos de prestígio literário. O pobre Borocotó passar despercebida e La Prensa manteve o crespos fatos.
A produção literária de Luis Felipe Angell De Lama é cem vezes além da produção em conjunto, Idade de Ouro espanhola. Ele escreveu "muitas vezes mais do que Felix Lope de Vega, Calderón de la Barca, Quevedo, Gustavo Adolfo Bécquer e seus contemporâneos".
Sua extensa obra literária 
Mais de 12 000 sonetos (chamado de "Sofonetos")
2.538 décimos.
50.000 sinlogismos.
Após a morte foi reeditando 27 volumes de 162 compreendendo volumes de suas obras completas, incluindo:
San Camilo
Manual de deportados do Perfeito.
A Terra Prometida.
Rumo a uma Filosofia do gato Universal.
Dicionário Loco.
Virus Casamento
O lençol de cima.
A folha de fundo.
Os bastardos
Humor trilogia Universal.
Sofocleto domingo, etc.
Thesaurus
Dicionário chinês
Manual of civilidade e boas maneiras
Dicionário de Citações
Sinlogismos
New Sinlogismos
Ângulo Agudo
O ângulo direito
Ângulo Obtuso
Código de Honra do Marquês de Cabrinana
E Nego Pede
Chinês Flasico
Dicionário de neologismos
O Conchudos
Sofocleto em duas colunas
Décimos
De nácares e veias
No pé da letra
Tribute 
A última vez que ele visitou sua terra natal foi em junho de 2000, para receber a homenagem que, juntos, eles prepararam o Instituto Nacional de Cultura do Peru, a Federação de Jornalistas de Paita e do Município Provincial de Paita. E é que Luis Felipe Angell de Lama, criador dos famosos sinlogismos, nascidos em Paita, no edifício Hermanos Carcamo que ainda resiste à devastação do tempo e figura atualmente o número 423, ao lado do antigo templo a Virgen de las Mercedes.

Deportação e detenção forçada [editar]
Luis Felipe Angell de Lama, como um corolário à sua longa trajinar pelo mundo de literatura e política, sofreu quatro deportações e no total, três ano e meio de detenção forçada ordenados por governos militares.

Sua biblioteca foi arrasado sete vezes pelas autoridades de várias ditaduras, por causa de sua afiada crítica, escárnio e criar apelidos memoráveis ​​figuras políticas no cargo e, para a sua identificação e estilo, naqueles anos, com o início da revolução cubana.

Leitores 
Seus escritos foram constantemente discutido entre os leitores ávidos e encantado aqueles que tiveram a sorte de ser contemporâneos como criador lúcido e prolífico, que apresentou o Peru e para o mundo seu bom humor. Seus leitores são eternamente gratos por sua arte engenhoso, e riso e raise saudável levantou seus escritos.

Estilo humorístico 
Aqui estão algumas muito curtos trechos de "Dicionário Crazy" e "Sinlogismos" de Sofocleto:

Harpy: mãe tocando harpa
Prosaica: mosaico polido
Antelope: inimigo de Lope de Vega
Justos: o santo padroeiro dos padeiros
Alienado: Crazy in row
Pudim: mais novo Buddha
Lógica absurda de outros
Amigo: auto ramo
Pianissimo: Totalmente de piano
Folhas de cama de criança: incunable
Don Juan: senhoras '
Gallows instrumento de cordas
Tempo de barbárie quando apenas homens foram mortos em uma em uma
Adultério: envie um cara muito chifre
Caridade: ponta de remorso
Babysitting: animal ao qual o dinheiro ou sua vida não importa
Todas as políticas mães estão na oposição
Falando de política, as mulheres pertencem ao partido conversador
O amor vem e vai como champanhe e vinho
A Lua é um corpo celeste branco
O verbo não é conjugado lavados, enxaguados
O trabalho para nada é um idiota em cubos
Eva foi a primeira mulher que vivia à custa do homem
A difamação é uma verdade que nossos inimigos
Nada vai tão caro como um inimigo livre
Há pessoas que pensam como uma, mas há outros que pensam como dois
! Cuidado com o café! Pode ser carregado
Sem mencionar o cemitério. É comum
O que faz o X no nosso alfabeto? ! É um mistério "!!
Não que a dança tango argentino. Eles não sabem para onde levar o seu parceiro
Eu nunca fico em uma escala porque eu sei que vai se arrepender
A bofetada é uma aplausos unilateral

A gravidez é o conceito que confirma a regra.

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