domingo, 5 de maio de 2019

Domingo Na Usina: Biografias: Francisco Acuña de Figueroa:


(Montevidéu, 1790 id., 1862) poeta uruguaio, uma das maiores figuras da era clássica da literatura River Plate. Acuña de Figueroa, com perfis de literatura nacional do seu país, nos dias em que a especificação do Uruguai e definindo vai contra Argentina começar.

A partir da posição modesta, inteligente e culta, ele observou a evolução de seu país desde os tempos coloniais à independência, e formação e temperamento levou-o para mostrar adversário do ditador argentino Rosas. Ele foi diretor da Biblioteca Nacional, escreveu as letras das hinos nacionais do Uruguai e Paraguai, narrados no local episódios verso Montevidéu (Jornal Histórico), ele mostrou seu talento nos decretos pilatunos, escreveu algumas peças, traduzido vários poemas latinos e preparou os doze volumes originais de Collected Works, em que a produção pode ser variada.

A personalidade de Francisco Acuña de Figueroa, que se tornou uma espécie de chefe oficial das cartas de seu país, refletindo os balanços e balbucio da transformação e crescimento da nação uruguaia, cuja independência literária contribuiu grandemente. Dotado de uma forte formação neoclássica, ela seguiu os modelos de moralistas espanhol Juan Bautista Arriaza, Felix Maria de Samaniego e Tomas de Iriarte, satirizando figuras públicas e instituições e costumes e também assuntos particulares. Suas obras podem ser classificadas como graves e festivo, atribuindo a este último o maior mérito.

De sua produção destaca o burlesco épico O Malambrunada, seu trabalho mais ambicioso, no qual ele ridiculariza as mulheres velhas libidinosos que pretendem competir no amor com os jovens ninfas. Escrito em 1837 em estrofes, a ação é apresentada como uma luta entre o velho (representado por bruxas capitaneadas por Malambruna e protegidas por Satanás) e jovens, protegidos por Venus, sob o comando da ninfa Violante. Depois intrincado rindo e zombando de lutas e episódios quase heróicos, morre Malambruna. Old fugir antes que a carga jovem vigoroso, a afundar-se, para salvar em um atoleiro em que o próprio Diabo, que protegeu o feio, deixando as folhas transformam em sapos.

Paralelamente a este trabalho com alguns toques de crítica social satírico e filosofia, são notáveis ​​por seus méritos literários seus inúmeros epigramas, que se reuniu em títulos poéticos como Mosaic (1857). Fácil sagacidade narrativa verso, graça e Quevedian malícia intencional são características deste trabalho burlesque satírico múltipla Acuña de Figueroa cumprida até o último dia de sua existência.

fonte de origem:
https://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&sl=es&u=http://www.biografiasyvidas.com/biografia/a/acuna_de_figueroa.htm&prev=search

Domingo Na Usina: Biografias: Pablo Neruda:



(1904-1973) foi um poeta chileno, considerado um dos mais importantes escritores em língua castelhana. Recebeu o Premio Nobel de Literatura em 1971.

Pablo Neruda (1904-1973) nasceu na cidade de Parral, no Chile, no dia 12 de julho de 1904. Filho de um operário ferroviário e de uma professora ficou órfão de mãe logo ao nascer. Batizado com o nome de Ricardo Eliécer Neftalí Reyes Basoalto, ainda na adolescência, adotou o nome de Pablo Neruda, inspirado no escritor tcheco Jan Neruda.

Em 1906, muda-se com seu pai para a cidade de Temuco. Com sete anos ingressa no Liceu, e ainda na época escolar publica seus primeiros poemas no periódico A Manhã. Em 1919, obteve 3° lugar nos Jogos Florais de Maule, com o poema “Noturno Ideal”. Em 1920, começa a escrever para a revista literária Selva Austral, já usando o pseudônimo de Pablo Neruda.

Em 1921 muda-se para a capital Santiago, onde ingressa no curso de Pedagogia do Instituto Pedagógico da Universidade do Chile. Nesse mesmo ano, ganha o prêmio da Festa da Primavera com o poema “A Canção da Festa”. Em 1923 publica “Crepusculário” e em 1924 publica “Vinte Poemas de Amor e Uma Canção Desesperada”. Em 1926, publica “O Habitante e Sua Esperança”, “Anéis” e “Tentativa do Homem Infinito”, com forte marca Modernista.

Em 1927, Pablo Neruda inicia a carreira diplomática, após ser nomeado cônsul na Birmânia. Em seguida vai para Siri Lanka, Java, Singapura, Buenos Aires, onde conhece o poeta Federico Garcia Lorca, e em Barcelona, onde trava contato com Rafael Alberti.

Com a Guerra Civil Espanhola, em 1936, é destituído do cargo de cônsul. Em 1937, na França, comovido com a guerra e a morte de Garcia Lorca escreve “Espanha no Coração”. Nesse mesmo ano retorna para o Chile e dedica-se a escrever baseado em temas políticos e sociais. Em 1939, Pablo Neruda é designado cônsul em Paris e logo depois cônsul Geral no México. Nessa época escreve “Canto Geral do Chile”.

Em 1943, é eleito senador da República. Critica o tratamento dado aos trabalhadores das minas, na presidência do Gonzáles Videla, é perseguido e se exila na Europa.

No dia 11 de julho de 1945, o poeta, que tinha preferência pelas ideias comunistas, declamou um poema “Dito no Pacaembu”, para mais de 80 mil pessoas no estádio do Pacaembu, em São Paulo, em homenagem a Luís Carlos Prestes, político comunista brasileiro recém-saído da prisão.

Em 1952, publica “Os Versos do Capitão” e dois anos depois publica “As Uvas e o Vento”. Em 1965, recebe o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade de Oxford. Em 1971 recebe o Prêmio Nobel de Literatura.

Em 1973, Neruda abriu mão de sua candidatura à presidência da república do Chile, em favor do socialista Salvador Allende, que possuía as mesmas afinidades ideológicas do poeta. É designado embaixador na França, mas doente retorna ao Chile em 1972.

Pablo Neruda faleceu em Santiago, capital do Chile, no dia 23 de setembro de 1973. Depois de sua morte, foram publicadas suas memórias com o título “Confesso Que Vivi”.

fonte de origem:
http://www.e-biografias.net/pablo_neruda/

Domingo Na Usina: Biografias: Roberto Arlt:



(Buenos Aires, 1900-1942) Escritor e jornalista, uma das figuras mais destacadas da literatura River Plate. Autodidata leitor de Nietzsche ea grande ficção russo (Dostoiévski, Gorky) e ligado a mais de vinte anos com progressiva e didática Grupo Boedo, é considerado o pioneiro do romance moderno em seu país, apesar de seu reconhecimento Ele não veio até os anos cinquenta.

O grupo Boedo tomou o nome de uma rua nos subúrbios proletários de Buenos Aires. Ao contrário das tendências estéticas mais formais do Grupo de Florida, que desempenhou um papel-chave em primeiro lugar Ricardo Güiraldes e depois de Jorge Luis Borges, o Grupo de Boedo foi um movimento literário comprometida com a crítica social, sendo decisivo para concepção artística de influência de Dostoiévski, tanto na escolha de temas e visão de mundo, especialmente na concepção do destino humano.

Roberto Arlt cresceu em uma família de imigrantes pobres: seu pai era alemão e sua mãe, uma Trieste imaginativa e sensível, recitou versos de Dante e Torquato Tasso. Ele saiu de casa quando ele era um adolescente causa de conflitos com seu pai. Ele escola primária, mas freqüentado as bibliotecas de bairro, onde começou descontroladamente na leitura Kipling R., E. Salgari, J. Verne, RL Stevenson e J. Conrad, entre outros, tocada enquanto vários comércios: dependente biblioteca, funileiro aprendiz de mecânico e vendedor de vários itens.

Ele se casou e se mudou para Córdoba, mas falhou em sua tentativa de melhorar a situação económica obrigou a voltar com sua família para Buenos Aires trouxe consigo o manuscrito do brinquedo raivoso. Na capital ele trabalhou como jornalista e inventor. Na revista People publicou sua primeira história, Senhor, que foi seguido por um julgamento, o oculto, na cidade de Buenos Aires. Em seguida, trabalhou em Patria, de direita nacionalista jornal, mas dois anos mais tarde tornou-se publicações de sinal oposto, tanto à esquerda e última vez. Depois de várias tentativas, ele conseguiu publicar na revista Proa dois capítulos de seu romance O brinquedo raivoso (1926), que seria considerado um marco na literatura Argentina.

Jornalismo foi, para Arlt, o principal meio de vida. Em 1927 era repórter policial na revisão e um ano mais tarde tornou-se editor do jornal El Mundo. Havia suas histórias o corcunda e pequenos agricultores. Sua coluna gravura a água Buenos Aires (1933), que lançou um olhar penetrante sobre a cidade e seus habitantes, deu-lhe grande popularidade: textos estavam cheios de ironia e mordacidade, retratos de tipos e personagens de Buenos Aires própria sociedade. Artigos revelada, contos e romances avanços das páginas da Clarity, Casa, azul e revistas bandeira vermelha. O resultado de seu trabalho como correspondente na Europa e na África são gravura a água espanhóis (1936) e O gorila criador (1941), histórias de tema "oriental".

Para muitos a sua obra mais conseguida são os sete pessoas loucas (1929), um romance assombroso sobre o desamparo do homem contra a sociedade que oprime e condenou-o a trair seus ideais. A ficção de Arlt inclui o lança-chamas (1931) e El brujo amor (1932). A coleção de história O corcunda (1933) reitera o tema de seus romances: a angústia, a humilhação ea hipocrisia da sociedade burguesa.


Roberto Arlt em Buenos Aires (1935)
Arlt foi envolvido em uma tentativa de renovar o teatro argentino, através de trezentos milhões (1932), que se seguiu sete dramas, Firestone (1932), Saverio cruéis, fantasmas Maker (1936), a ilha de deserto ( 1937), África (1938), A Festa de ferro (1940) e O deserto entra na cidade (1941), apresentado na maior parte no Teatro del Pueblo que correu L. Barletta.

Embora conhecido sucesso e foi lido academia erros sintácticos massivamente criticado. Em finais dos anos cinquenta seu trabalho começou a ser reivindicado como uma das maiores conquistas da literatura Argentina. O estilo é caracterizado por arltliano corte ou frases não estruturados ea incorporação de jargão e barbarismos. Seu trabalho reflete a frustração das classes populares urbanas durante a crise que culminou em 1930: seus personagens são muitas vezes marginal atravessando situações extremas; o mundo cotidiano da cidade grande aparece ligado a um universo rarefeito, Sombrio e até mesmo de fantasia.

A obra narrativa de Roberto Arlt

A Arlt nunca foi interessado em ficar dentro do "bom gosto" ou privados de usar todas as ferramentas à sua escrita para ser eficaz para retratar a realidade de uma maneira corajoso; por isso alguns de seus livros causou polêmica e escândalo. A "desordem" da sua escrita, "erros ortográficos" contra ele, são reduzidos a mero detalhe anedótico ao avaliar um trabalho que ocupa um lugar essencial na literatura do século XX Argentina, apenas por força de um estilo e alguns argumentos alheios a qualquer estetizada, característico de outras mainstream na vontade nacional literatura. No prefácio de O lança-chamas (que é geralmente considerada como uma manifestação essencial e definitiva de suas idéias sobre a obra literária), Roberto Arlt defender seu papel como criador contra o estabelecimento, enquanto critica duramente o sistema de reconhecimento e promoção cultural na época.

A obra de Arlt foi visto como um espaço de confluência dos discursos mais importantes de seu tempo: a partir das utopias socialistas e anarquistas de início do século XX para o surgimento posterior de projectos totalitários (especialmente o nazismo eo fascismo ), bem como uma vasta gama de conhecimentos relacionados com o ocultismo. Em seu romance Los siete locos, este último mais fortemente evidente através dos sonhos e fantasias que encarnam seus personagens, que são conectados com toda a iconografia ocultismo.

Em quase toda a sua obra, o autor apresenta caracteres (na maioria das vezes excluídos, marginalizados, humilhados) enfrentando em desvantagem notável, com as leis perversos da sociedade burguesa. Roubo, traição ou decepção são as preocupações temáticas que gira em torno do destino dos personagens Arlt. Arlt realismo exasperado retratou a pequena burguesia porto, emigrantes sem raízes e amado na fronteira com a marginalização. Seu primeiro romance, O brinquedo raivoso (1926), com abundantes elementos autobiográficos inspirado, diz o início difícil na vida de Silvio Astier, um sonhador adolescente de origem humilde, cujo falhas irá impulsioná-los a uma declaração de rebelião e crime.

Neste trabalho, ele continuou a narrativa díptico formado pelos sete pessoas loucas (1929) e O lança-chamas (1931). Se ainda existia em seu primeiro romance algo como uma estrutura e escrita submetido a certas convenções literárias, o autor destes dois novos romances age livremente (às vezes, por exemplo, não sei quem narra) e consegue dar o tom certo de pesadelo que se adapte ao seu negócio. Um anti-herói, Erdosain, acusado de peculato e abandonado por sua esposa, está associado com o Astrólogo, caráter incomum que controla o submundo e social tece uma conspiração para acabar com a sociedade capitalista e salvar a humanidade. O desafio para a sociedade falha e, pego na falácia de uma revolução impossível, os personagens estão perdidos na sua solidão e morrer ou desaparecer.

Teatro

Arlt renovado com o teatro originalidade em seu país. Tudo começou na cena em 1932, com três centenas de milhões, "o trabalho em um prólogo e três atos", que iria seguir sete peças mais dramáticas. Trezentos milhões é uma empregada doméstica, seduzida pelo filho da casa, cuja existência é triste suportável apenas pelos personagens do melodrama e contos de fadas que povoam sua mente. A mistura de imaginação e realidade também é visto no fabricante fantasmas (1936), cerca de um dramaturgo que mata sua esposa e joga o crime em suas obras, a fim de executar a sentença em si. Em Saverio Cruel (1936), fantasia degenera em loucura e morte, porque os personagens não conseguem combinar seus sonhos.

Todo o drama da Arlt é conhecida por sua essência fantástica e uma farsa, embora com resultados trágicos. Além disso, como em sua narrativa, é sempre visível num contexto de crítica social. Seus personagens encarnam a projeção de desejos, experiências, frustrações, escrúpulos ou remorso, dentro de uma estética que se aproxima de peças de Arlt a tendências como o "jogo dentro de um jogo", o "estágio do espelho" e teatro grotesco.

Se o problema aparece em sua narrativa como motivação recorrente, teatro Arlt equivalente seria "sonhar acordado". Mas esses sonhos são confrontados com a dura realidade e desaparecem abruptamente. Daí um dos meios mais dominantes na sua proposta é o teatro do inesperado, invadindo metade sono violentamente reinstalar o personagem em realidade. Estas obras, escritas durante os últimos dez anos da vida de seu autor, foram lançados postumamente em alguns casos e muito representado por décadas.

fonte de origem:
https://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&sl=es&u=http://www.biografiasyvidas.com/biografia/a/arlt.htm&prev=search

Domingo Na Usina: Biografias: Marguerite Duras:




(pseudônimo de Marguerite Donnadieu) nasceu em 1914, em Gia Dihn (Vietnã), onde passou sua infância e adolescência.

Após a morte do marido, em 1918, a mãe de Duras conseguiu uma pequena concessão de terra no Camboja (então colônia francesa), mas o terreno se mostraria incultivável e sua família viria a perder quase tudo com a chegada das enchentes.

Esses dias na Ásia marcaram profundamente a vida de Duras. É a respeito dessa época uma de suas obras mais importantes, Barragem Contra o Pacífico (1950).

Aos 18 anos, muda-se para Paris, para concluir seus estudos. Em 1939, casa-se com o poeta Robert Antelme. Durante a Segunda Guerra, toma parte na Resistência Francesa à invasão nazista. Muito tempo depois, em maio de 1968, participaria da ação revolucionária de estudantes e escritores da Sorbonne.

Entre suas obras de maior destaque estão O Amante (1984), que lhe rendeu o Prêmio Goncourt - o mais importante da literatura francesa -, O Deslumbramento (1964) e A Dor (1985).

Depois do sucesso de Hiroshima Mon Amour (1960), passou a dirigir seus próprios roteiros cinematográficos. Entre seus trabalhos mais importantes para o cinema estão Nathalie Granger (1972) e Son Nom de Venise dans Calcuta Désert (1976).

Marguerite Duras morreu no dia 3 de março de 1996, em Paris.

fonte de origem:
http://educacao.uol.com.br/biografias/marguerite-duras.jhtm

Domingo Na Usina: Biografias: Chloe Anthony Wofford:



Toni Morrison, nasceu na cidade de Lorain, em Ohio, nos Estados Unidos, no dia 18 de novembro de 1931. Ela se tornou famosa por sua obra intensa e comovente, na qual ela expressa a vivência das negras norte-americanas ao longo dos séculos XIX e XX.

Vinda de um lar pobre, ela passa por muitas dificuldades financeiras na infância, principalmente por conta da Grande Depressão. Toni cursa teatro na Universidade de Harvard e ingressa na Faculdade de Letras da Universidade de Cornell, na cidade de Nova York. Após a graduação ela atua como professora de inglês no meio acadêmico.

De 1965 em diante a escritora exerce o ofício de editora de obras ficcionais, até lançar seu primeiro livro, O Olho mais Azul, em 1970. Nesta publicação ela narra a história de uma jovem da raça negra que tem uma verdadeira compulsão pela pele branca, torturando-se incessantemente por não possuir olhos azuis. Toni se vale desta narrativa para discorrer sobre questões ligadas à raça, ao feminino e aos padrões convencionais de beleza. Esta temática se repete em vários de seus trabalhos.

Outras obras suas são aclamadas pelos críticos e pelos leitores dos EUA, entre eles Song of Solomon, de 1977, que a consagra também internacionalmente. Na obra Tar Baby, de 1981, a escritora traduz os embates raciais, sociais e sexuais que se desenrolam em uma ilha caribenha.

Posteriormente a autora lança Amada, em 1987, o primeiro volume de uma trilogia celebrada, a qual engloba Jazz, publicado em 1992, e Paraíso, de 1997. O livro Amada, inspirado em fatos reais, é reconhecido pelos críticos, que lhe conferem o Prêmio Pulitzer de melhor ficção, e é considerado o melhor romance americano dos últimos 25 anos pelo periódico norte-americano The New York Times.

Em 1998 esta obra é vertida para a linguagem cinematográfica pelo diretor Jonathan Demme – A Bem Amada, filme protagonizado por Oprah Winfrey e Danny Glover. Em seu currículo constam igualmente obras dramatúrgicas, ensaios, literatura direcionada para crianças e um libreto de ópera. Sua publicação mais recente é A Mercy, de 2008.

Toni Morrison teve a iniciativa de retratar em seus livros personagens que apresentam história de vida semelhante a sua. Sua popularidade vem justamente de sua maestria em traduzir as experiências destas protagonistas negras e miseráveis, em um país economicamente abalado.

Este viés literário assumido por Morrison, uma mulher negra e de origem humilde em um país reconhecido por sua tradição racista, a consagra como uma das melhores escritoras norte-americanas dos últimos tempos, o que lhe vale, em 1993, o Prêmio Nobel de Literatura.

Mesmo tendo que desenvolver seu processo criativo madrugada afora, no momento em que os filhos dormiam, ela não hesitou em seguir sua jornada literária. Hoje, mesmo com as crianças convertidas em adultos, ela ainda cultiva a rotina de escrever das 4 horas da manhã em diante, quando ela considera estar em seu apogeu criador.

Fontes:
http://www.algosobre.com.br/biografias/toni-morrison.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Toni_Morrison

fonte de origem:

sexta-feira, 3 de maio de 2019

Pensamento do Dia:



"Apesar das incertezas do amanhã e o sofrimento do depois, o que seria de nós sem termos vivido um amor sincero e verdadeiro.”



Esta e mais de 90 outras frases estão nesta edição comemorativa.
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quinta-feira, 2 de maio de 2019

Poesia De Quinta Na Usina: Fernando Pessoa:148:


"O homem perfeito do pagão era a perfeição do homem que há; o homem perfeito do cristão a
perfeição do homem que não há; o homem perfeito do budista a perfeição de não haver
homem."
"Tudo quanto o homem expõe ou exprime é uma nota à margem de um texto apagado de
todo. Mais ou menos, pelo sentido da nota, tiramos o sentido de que havia de ser o do texto;

mas fica sempre uma dúvida, e os sentidos possíveis são muitos."






Do Livro do Desassossego - Bernardo Soares
Bernardo Soares (heterônimo de Fernando Pessoa)
Fonte: http://www.cfh.ufsc.br/~magno/

Poesia De Quinta Na Usina: Fernando Pessoa: 124:


"A ânsia de compreender, que para tantas almas nobres substitui a de agir, pertence à esfera
da sensibilidade. Substitui a Inteligência à energia, quebrar o elo entre a vontade e a emoção,
despindo de interesse todos os gestos da vida material, eis o que, conseguido, vale mais que a
vida, tão difícil de possuir completa, e tão triste de possuir parcial.
Diziam os argonautas que navegar é preciso, mas que viver não é preciso. Argonautas, nós, da

sensibilidade doentia, digamos que sentir é preciso, mas que não é preciso viver."





Do Livro do Desassossego - Bernardo Soares
Bernardo Soares (heterônimo de Fernando Pessoa)
Fonte: http://www.cfh.ufsc.br/~magno/

Poesia De Quinta Na Usina: Machado de Assis: A FRANCISCA:



Nunca faltaram aos poetas (quando
Poetas são de veia e de arte pura),
Para cantar a doce formosura,
Rima cantando, em direção meigo e espada.
Futebol masculino triste pena do poeta,
Só tenho áspero verso e rima dura;
Em vão minh'alma sôfrega procura
Aqueles sons que outrora achava em bando.
Assim, gentil Francisca delicada,
Não achando uma rima em que te veja
Harmoniosamente bem rimada,
Recorrerei à Santa Madre Igreja
Que rime o nome de Francisca amada
Com o nome de Heitor, que amado seja.







Poesias dispersas

Textos-source:
Obra Completa, Machado de Assis, vol. III,
Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 1994.
Toda poesia de Machado de Assis. Org. de Cláudio Murilo Leal.

Rio de Janeiro: Editora Record, 2008.

Poesia De Quinta Na usina: Machado de Assis:PRÓLOGO DO INTERMEZZO:


(H. Heine)

Um cavalheiro havia, taciturno,
Que o rosto magro e macilento tinha.
Vagava como quem de algum noturno
Sonho levado, trépido caminha.
Tão alheio, tão frio, tão soturno,
Que a moça em flor e a lépida florinha,
Quando passar tropegamente o viam,
Às escondidas dele escarneciam.
A miúdo buscava a mais sombria
Parte da casa, por fugir à gente;
Daquele posto os braços estendia
Tomado de desejo impaciente.
Uma palavra só não proferia.
Mas, pela meia-noite, de repente,
Estranho canto e música escutava,
E logo alguém que à porta lhe tocava.
Furtivamente então entrava a amada
O vestido de espumas arrastando,
Tão vivamente fresca e tão corada
Como a rosa que vem desabrochando;
Brilha o véu; pela esbelta e delicada
Figura as tranças soltas vão brincando;
Os magos olhos dela os deles fitam,
E um ao outro de ardor se precipitam.
Com a força que amor somente gera,
O peito a cinge, agora afogueado;
O descorado as cores recupera,
E o retraído acaba namorado,
O sonhador desfaz-se da quimera...
Ela o excita, com gesto calculado;
Na cabeça lhe lança levemente
O adamantino véu alvo e luzente.
Ei-lo se vê em sala cristalina
De aquático palácio. Com espanto
Olha, e de olhar a fábrica divina
Quase os olhos lhe cegam. Entretanto,
Junto ao úmido seio a bela ondina
Ou aperta tão, tão, tão, tão ...
Vão as bodas seguir-se. As notas belas
Vêm tirando das cítaras donzelas.
As notas vêm tirando, e deleitosas
Cantam, e cada uma a dança tece
Erguendo ao ar as plantas graciosas.
Ele, tudo e tudo embevece,
Deixa-se ir nessas horas amorosas...
Mas o clarão de súbito fenece,
E o noivo torna à pálida tristura
Da antiga, solitária alcova escura.






Poesias dispersas

Textos-source:
Obra Completa, Machado de Assis, vol. III,
Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 1994.
Toda poesia de Machado de Assis. Org. de Cláudio Murilo Leal.
Rio de Janeiro: Editora Record, 2008.

Poesia De Quinta Na Usina: D'Araujo: Tardes quentes:




Cingiu em mim ò bela flor.
A dor inserta.

A corda presa, a mesa ao relento.
O vento.

O céu azul.
A gloriosa tarde quente,

E o manto das estrelas que nos veste.

Ao cair das noites frescas.




http://www.perse.com.br/novoprojetoperse/WF2_BookDetails.aspx?filesFolder=N1401819686046

Poesia de Quinta Na Usina: D'Araújo: Sabor dos Ventos.



 Meu amor por você cresce na velocidade
do tempo ao sabor dos ventos, 
que me levam até você.

O desejo de amanhecer com teu cheiro 
e teu calor aquece o meu ser que 
sofre a tua ausência.

Este inigualável sorriso que floresce 
como uma linda manhã de primavera,
 faz minha alma sorrir.

Em uma bela janela de um tempo,
que não vai ter fim.
Ouço a canção dos ventos que me 
levam ao lago que reside à felicidade.



D'Araujo.

quarta-feira, 1 de maio de 2019

Quarta Na Usina: Poetisas da Rede: Alondra Ailicec Avlis Seyer: Niña Mía:


¡ Vive ¡.....¡ Goza ¡....el don de la amistad

vuela, corre, salta por el campo....niña mía....

deja que el viento juegue con tus cabellos,

y que tus pie-sitos descalzos sientan ...

la tibieza de nuestra madre tierra.

Levanta tus brazitos al aire y ....
revolotea con ellos...
vive goza...tu libertad,
que en tu inocencia tranquila......
no sabes aun cuando la perderás.
Hazte amiga de la pradera....
de los campos....
del aire que respiras.....
del mismo sol que todos los días 
te calienta.....
De los pájaros que cantan para ti
hazte niña mía....amiga de la tierra...
de los arboles...de la flor....
abraza con tus tiernos brazos.....
la vida...la esperanza...y..el amor.....
Alondra Ailicec Avlis Seyer
México (60) Domingo 08 06 14
* ^^ Garota Mia ^^ * vive.... é a prenda da amizade voa, corre, salta através do campo... garota mia... permite que o vento a brincar com seu cabelo e seus sites de pé descalços para sentir o calor da nossa mãe terra...!!!

Levanta seus brazitos de ar e paira... com eles... vidas... desfrutando de sua liberdade, em sua inocência tranquila... ainda não sei quando irá perdê-la.

Torne-se um amigo da pradaria... campos... o ar que você respira... o mesmo sol que aquece todos os dias...

Pássaros cantando para você se tornar uma garota mia... árvores amigo da terra... de... flor... abraça com seus braços macios... vida... esperança... e...o amor...

Cotovia Ailicec Avlis Seyer México.

Quarta Na Usina: Poetisas Da Rede: Arabyhela:



Habitaban en mí, pájaros negros que sonreían a las nubes escondidas detrás de unas montañas. Vi la luz de esmeralda brillar con reflejos difuminados y la perseguí como si fuera la última cosa que fuera a hacer en la vida. Eran cuervos y grajos mirando con deseo su cena. Menudo banquete se iban a dar. Abrí los ojos mirando al cielo como una virgen y deseé, solamente, que no se derramaran paseando las calles. Pasaban junto a mí los faroles espejados y brillantes, y pensé lanzarme sobre ellos en un intento más de huir. No accedió la templanza, que con espada afilada cortó el imaginario del cemento y mis pasos se volvieron soledades discutidas. Aquí estaba de nuevo.

Me sentí escarabajo y cucaracha. A estas, ya las había notado encaramadas a mi nariz mientras dormía y fue catástrofe, que luego me invadió los mares en procesión nocturna y tampoco hubo salvavidas. Entonces me encontré con una sola, a la que no querían matar con crack y el mal presagio se evaporaba con las mantas de invierno, mientras los ojos se sintieran observados. Hoy me aprecio cucaracha derramando colores de esperpento, el caparazón destruido en trocitos de amor, que anda hurgando en la basura de los test apocalípticos.
Nadie osará mancillar la tumba donde repose tu caricia. Lamer la llave que se esconde entre los paños de otras épocas, líneas cinco de metal redondeado.
No dormiré más. No cantaré más. No escupiré desgracias, desde mis uñas artificiales, a tiburones con reloj. La bruja se queda varada, sobrevuela las rocas más altas del hemisferio que no se ha inventado aún y vigila el tiempo en que todo se vuelve ocaso. Entonces se cae arrecife y se desfigura el corazón sintiendo los peces enredarse en su pelo de asesinato.
Habitaban en mí, pájaros negros que sonreían a las nubes escondidas detrás de unas montañas insistiendo en predecir el futuro, pero nadie lo esperaba. No tanto.
Eran cuervos y grajos mirando con deseo su cena. No hubo cena. Todos parecen muertos, sus alas negras pegadas al suelo, los ojos naufragados.
Abrí los míos mirando al cielo. Solo fueron nubes que llovían mares. No accedió la templanza y no brotó, roja, la fuente, como hubiese querido la segunda. Agravarse la incógnita de los días que quedan. Si fueran todos como hoy… el hielo no se derretiría expuesto a las llamas. Queman igual la piel.
Nadie osará mancillar el ara donde deje caer tus huesos: el instinto hace hueco a la memoria y te huele las pistas de desconcierto.
¿Quién quisiera ser yo… sin saber de las cenizas?
Ángela S. M. (Arabyhela)
Eles viviam em mim, preto pássaros que nuvens sorridente escondida atrás de umas montanhas. Eu vi a luz Esmeralda brilhar com reflexões borradas e eu persegui-lo como se fosse a última coisa a fazer na vida. Eram corvos e gralhas jantar a olhar com desejo. Muitas vezes o banquete ia dar. Abri os olhos olhando para o céu como uma virgem, e eu queria, apenas, que eles não vazam ser andando pelas ruas. Passou por meus espelhos e luzes brilhantes, e pensei que me jogar sobre eles em uma tentativa de fugir. Não concordou a Temperança, que as imagens do cimento cortada com a espada afiada e meus passos tornaram-se discutido solidões. Aqui foi novamente.



Senti que o besouro e barata. A estes, já tinha notado os empoleirado no meu nariz, enquanto ele dormia, foi o desastre, que então invadiu-me os mares em procissão à noite e não havia nenhum salva-vidas. Depois conheci um, não quero matar com crack e o mau sinal é evaporado com mantas de inverno, enquanto os olhos se sentir observados. Hoje eu aprecio barata derramando cores do grotesco, o shell destruído em pedaços de amor que é remexendo no lixo do teste apocalíptico.



Ninguém se atreve a manchar o túmulo onde descansar sua carícia. Lamba a chave escondida entre outras vezes panos, cinco linhas arredondadas de metal.


Eu não vou dormir mais. Não vou mais cantar. Eu não cuspo infortúnios, das minhas unhas, tubarões com relógio. Bruxa esquerda está encalhada, sobrevoar as maiores pedras no hemisfério que não foi inventado e assistir os tempos em que tudo se torna pôr do sol. Então Recife cai e apagado é o sentimento de coração peixe ficar emaranhado no cabelo de assassinato.

Eles viviam em mim, pássaros pretos que sorrir nuvens escondidas atrás de umas montanhas que insiste em prever o futuro, mas ninguém esperava que ele. Nem tanto.

Eram corvos e gralhas jantar a olhar com desejo. Não havia nenhum jantar. Todos parecem estar morto, suas asas negras perto do chão, os náufrago, os olhos.

Eu abri minha própria olhando para o céu. Eles eram apenas nuvens que choveram éguas. Não concordou a temperança e não surgiu, vermelho, a fonte, como eu gostaria que o segundo. Agravar a questão dos dias restantes. Se todos fossem como hoje... gelo que não derreteria exposto às chamas. Queimam a pele.

Ninguém se atreve a manchar o ara onde deixar seus ossos: o instinto torna-se oco para a memória e cheiros você intrigante faixas.

Quem gostaria de ser eu, desconhecendo as cinzas?

 (Arabyhela) 

Quarta Na Usina: Poetisas Da Rede:Rosa Maria Santos:JÁ NÃO SEI NADA:


Sinto-me desnudada, e desguarnecida do teu amor

Deste amor, que trouxe à minha vida demasiada dor

Um tempo tão colorido, e repleta de harmonia

Foste embora, levaste a minha alegria, do dia, a dia

Ficou esta mágoa na minha alma desvanecida



Deitada no silêncio da noite, esperando o teu chegar

Sei que não vens mas a esperança em mim a vigorar

Em meus lençóis de pano branco, sinto a sua frescura

Apetecendo-me ter as tuas carícias de suave ternura
Mas a dor que sinto é demasiado penosa e dura

Choro no meu silenciar, do meu interior esta falta do teu ser
Nesta dor, que me está a corroer, não te consigo esquecer
Nem sei, porque ainda penso em ti desta maneira, é tão penoso
Penso que o meu amor, é demais, é uma total perda de tempo
Choro na solidão da minha alma, copiosamente

Sinto a falta do teu calor a sufocar a minha alma
Neste silenciar, neste vazio, que me afoga e retira a calma
Que fazer para te arrancar de vez, do meu coração 
Nem sei mais o que fazer, para desaparecer esta aflição
Sofro em demasia nesta indecisão da minha desenvoltura
Nesta falta do teu ser, sofro de amargura

Assim vou passando pelo tempo em espera e indecisão
Sentimentos contidos no meu interior, sem ter o teu amor
Fazem doer, e transportam minha mente a divagar numa confusão
Se o meu coração entender, e abrir novamente o portal
Comportando algo de bom, levantando a minha moral
Desaparecerá este sofrimento de dor, ficará inundado em alegria e cor

Sines, 10 de Junho de 2014
Rosa Maria Santos