segunda-feira, 6 de abril de 2020

Aprenda como se perdoar - Osho:




É possível que duas pessoas num relacionamento sejam más uma para com a outra?” Sim, isso é o que está acontecendo por todo o mundo. Ser bom é muito difícil. Você não é bom nem para si mesmo!
Como você pode ser bom para outra pessoa? Você nem mesmo ama a si próprio! Como você pode amar outra pessoa? Ame a si mesmo, seja bom para si mesmo.
Os seus assim chamados santos têm lhe ensinado a nunca amar a si mesmo, a nunca ser bom para si mesmo. Seja duro consigo mesmo! Eles têm lhe ensinado a ser delicado para com os outros e duro para consigo mesmo. Isso é um absurdo.
Eu lhe ensino que a primeira e mais importante coisa é ser amoroso para consigo mesmo. Não seja duro; seja delicado. Cuide de si mesmo. Aprenda como se perdoar, cada vez mais e novamente; sete vezes, setenta e sete vezes, setecentos e setenta e sete vezes. Aprenda como perdoar a si próprio. Não seja duro; não seja hostil consigo mesmo. Assim você irá florescer.
Nesse florescimento você atrairá alguma outra flor. Isso é natural. Pedras atraem pedras; flores atraem flores. Assim há um relacionamento que possui graça, que possui beleza, que possui uma bênção nele.
Se você puder achar um relacionamento assim, seu relacionamento crescerá para uma oração; seu amor se tornará um êxtase e através do amor você conhecerá o que é o divino.

Osho

Acorde: Até quando vamos aceitar sermos tratados como otários por esse bando de ladrões?





Porque você vai continuar aí sentado?
Acorde levante-se. Corra!
O mundo está esperando por você para ser salvo.
Pule, grite se faça ouvir.
Porque o mundo só muda se você mudar.

Outros povos não podem te ver.
Mas poderão te ouvir se você não desistir.
Não fale aos que te ouvem
Mas sim, para aqueles que fingem ser surdos.

Vamos, mostre as verdades do mundo.
Para aqueles que fingem ser cegos.

Acorde!
Hoje temos mais uma manhã de primavera
E continuamos a sua espera.
Vamos juntos salvar o mundo da hipocrisia
Da falta de alegria e gritar heresias.

Para enlouquecer aqueles que em seus
Palacetes de Mármore,
Tão frios quanto os seus sentimentos
Ignoram nossa existência.

 Vamos acorde, antes que a eternidade nos leve
Em seus Navios dos acomodados.
Vamos todos somos Soldados
Juntos irão salvar a humanidade
Deste Planeta que nos resta.


Então faremos a nossa festa.
Com toda esperança que nos resta.
Vamos irmãos não temos o que temer.
Pois a eternidade dos sonhos nos espera.

E sempre haverá uma nova Primavera à nossa espera.

D'Araújo.

Crônicas de segunada Na Usina:Alessandro Buzo: Controlar a ansiedade pra não virar depressão:


> Amigos (as), direto do cárcere do isolamento da quarentena, estou tendo altos e baixos de humor, de foco e de pensar o futuro. Acho que o melhor é deixar o depois, pra depois.
Preciso controlar essa ansiedade, pra não virar uma depressão.
Dou graças a Deus de morar numa casa em meio a natureza e não num apartamento, certamente não suportaria.
Pensar nos compromissos financeiros é chover no molhado, tô vendendo uns livros, suficiente pra não faltar o pão. Mas outras contas, só vejo incerteza.
Ver filmes, principalmente na Netflix, me faz bem, ganho tempo, ajuda a manter o lado criativo pensando, queria estar lendo mais, vou focar nos próximos dias.
Num momento me animo, em outros me pego pensando em coisas que não tenho como resolver no momento.
Mas está só começando, então deixar o depois, pra depois é o melhor.
Força a todos, muita saúde e paz.
Sairemos dessa mais fortes do que entramos, dando valor a pequenas coisas como encontrar um amigo e dar um abraço.
Até breve, fica em casa.
Alessandro Buzo
escritor e cineasta.


Fonte de origem:
https://www.facebook.com/alessandro.buzo.3?__tn__=%2CdC-R-R&eid=ARAwnRPBeGzwpOELXFwv8lkEXPtDxvULzTl3ShIypM1A8kuqciHp9GthJ3-lIK419VGTGzAgJYhlMv0Z&hc_ref=ARQQU8SFl5Hj5yEIpReqc5nRr2iDavDcU1obeG7uXXiR3kPBhv18tFLb1yyH3WC6EfY&fref=nf

sexta-feira, 3 de abril de 2020

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede:Eduardo Benetti:



Punhalada ferina de uma mentira
Sangra meu peito líquido copioso
Chaga invisível que lancina em ardor
Que verte de minhas lágrimas o amor

Sob o sussurro de um choro lamurioso

Dor transfigurada na odiosa traição
Punhalada ferina de uma mentira
A queimar meu coração sobre a pira
E deixar meus restos em decomposição

São fragmentos de um crédulo morto
Atirados sob a perspectiva da realidade
Perdido na ilusão a viver a dura verdade
Em tortas promessas procura conforto

Em vão, deliro nas notas deste verso
Embriagado pela dor que vem e corrói
Quanto mais bebo, mais a chaga dói
Em linhas, com meus fantasmas converso...

Eduardo Benetti

Sexta Na Usina: Poetas da rede: João Batista De Melo:




te desenho em rendas

percorro os mais variados caminhos

contorno todas tuas linhas

mas desejo o mesmo destino

vou chegar

ao mesmo lugar



JBMN

Sexta Na Usina: Poetas da Rede:Dante Vitoriano Locateli:


Amor é doçura
Um poço de candura
Quem é você
que escolheu se perder.

Amor esse sentimento
Que eu adoro
Que eu lamento
É uma loucura.

Por tantos poetas desenvolto
Por dar ibope para ser pop
Para outros é perdição
Sem fazer fricote.

Acredite neste velho.
Fuja dele já
se voltar o aceite
deixe que volte
Não se revolte.

O amor é a pimenta
Que dá gosto e faz a boca arder.
Que nos olhos faz lacrimejar
e em vermelhidão não ver.

Amor é uma loucura
E a vida tem de ser louca
Para ser vida vivida.


Fazer o que?

Tem que ser sofrida.
Não me leve a sério
Porque eu sou louco.
Andarilho descalço


Nessa vida de caminhos

Perdido e maltrapilho.
Somente um andarilho.


AMANTE

Nós Amantes
somos somente caminhantes
andarilhos
maltrapilhos
Nesse mundo de caminhos
em uma terra de gigantes.

ANDARILHO (Versão completa de Amante  29/07/2015)

Dante Locateli

Fonte de origem:
http://naquelesegundo.blogspot.com.br/2015/07/andarilho-amor-e-docura-um-poco-de.html?m=1

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede:Luiz Alberto Quadros: Promessas:




Olhou o céu azul, anil,

de tão lindo parecia sorrir,

nos olhos uma lagrima gelada,

na face o rosa febril

mágoas de mil promessas,

juramentos não cumpridos.

-

Eram tudo, viraram nada,
juras ao pé dos ouvidos
que foram esquecidos
com a pressa de uma flecha.
-
Juramentos solenes
jogados a escanteios
sem qualquer enternecimento.
-
Prometer e não cumprir
coisas na vida que ensinam o viver.
-
As vezes viver é sofrer
a dor de ser a pretendida
que depois de usada
é simplesmente jogada,
deixada de lado,
até aprender que do nada
se tira uma força danada,
se rasga as juras esquecidas,
e esquecendo os tormentos da vida
levanta a cabeça, e segue a corrida,
pois se a lágrima era gelada
e a dor forte, dolorida,
nada de fato está perdido.
-
Mais vale enfrentar o aperto
esquecer o abatimento
e seguir novamente em frente.
-
A dor de uma promessa não cumprida
abate, dói e amargura a gente
mas passa quando se sente
que tem aquela força escondida.
-
Enxugou as lágrima e foi cuidar da vida.
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves



Atenção.

Este blog não usa imagens obscenas e nem palavras vulgares.

O autor encontra-se sempre a disposição dos seus leitores.

A confiança e respeito é sempre o mais importante.

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Sexta Na Usina: Poetas Da Rede: Luiz Medina:QUANDO:


Quando fores dizer que não me amas,

prepara-me um tempo antes,

cobre-me de beijos e carícias,

consola-me antes de dizer.



Quando fores dizer que não me amas,

sorri-me como antigamente,

para que eu nem sequer desconfie,

e quando disseres, antes me ama.



Quando fores dizer que não me amas,

dize brincando, para que eu não acredite,

dize baixinho, para que eu não ouça,

dize que foi para me fazer ciúmes.



Luiz Medina

Do livro PAVIO D’SPERANÇA.

quinta-feira, 2 de abril de 2020

Poesia De Quinta Na Usina:Luis De Camões: Soneto:



Apolo e as nove Musas, discantando
com a dourada lira, me influíam na suave harmonia que faziam, quando tomei a pena, começando:

— Ditoso seja o dia e hora, quando tão delicados olhos me feriam! Ditosos os sentidos que sentiam estar se em seu desejo traspassando!

Assim cantava, quando Amor virou a roda à esperança, que corria
                                           tão ligeira que quase era invisível.

Converteu se me em noite o claro dia; e, se algüa esperança me ficou,
                                                será de maior mal, se for possível.

Poesia De Quinta Na Usina: D'Araújo: Eu nada Via:




Era uma escuridão vazia
que ali existia, e lá nada se via, só queria enxergar os teus
lábios e lembrar dos beijos molhados
que eu tinha. Mas com o silencio sombrio
que ali existia, eu nada via, só sentia....





















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Poesia De Quinta Na Usina: D'Araújo: Por Ti:




Meu amor era por ti
Era por mim
Era por nós Sem heresias
sem complacência
Apenas amor,
Que rir, que chora e que ao mesmo tempo
Nos devoram.
E que nos faz renascer.





















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Poesia De Quinta Na Usina: Augusto dos Anjos: O LÁZARO DA PÁTRIA:




Filho podre de antigos Goitacases, Em qualquer parte onde a cabeça ponha,
Deixa circunferências de peçonha, Marcas oriundas de úlceras e antrazes.

Todos os cinocéfalos vorazes Cheiram seu corpo. À noite, quando sonha,
Sente no tórax a pressão medonha Do bruto embate férreo das tenazes.

Mostra aos montes e aos rígidos rochedos A hedionda elefantíase dos dedos
Há um cansaço no Cosmos... Anoitece.

Riem as meretrizes no Cassino, E o Lázaro caminha em seu destino
Para um fim que ele mesmo desconhece!

Poesia De Quinta Na Usina: Augusto dos Anjos: A IDÉIA:






De onde ela vem?! De que matéria bruta Vem essa luz que sobre as nebulosas Cai de incógnitas criptas misteriosas Como as estalactites duma gruta?!

Vem da psicogenética e alta luta Do feixe de moléculas nervosas,

Que, em desintegrações maravilhosas, Delibera, e depois, quer e executa!

Vem do encéfalo absconso que a constringe, Chega em seguida às cordas da laringe, Tísica, tênue, mínima, raquítica...

Quebra a força centrípeta que a amarra, Mas, de repente, e quase morta, esbarra No molambo da língua paralítica!