P. S.
P. S.
Luar formidável
Encanto sublime
Palavras fogem
Natureza comanda
Momentos perfeitos
Uma ira de elogios em sua direção
Me conecta a este lindo luar
Em forma de amor
Linda e meiga
Mágica e sedutora
Hipnotizadora de almas
Uma sublime senhora !
Adalberto Silva
Brasil
.Acadêmico:(Imortal) Marcos Vila Real
Rodrigues
.Patrono: Waly Salomão.
.Cadeira: 04.
.Prisioneiro nos cinco sentidos.
.Em mundo imaginário.
.Observando os reflexos.
.Nas miragens de um vidro.
.Como se fosse...um peixe de aquário.
.Atrás das lentes...fotografando o
bizarro.
.Em Shopping Center...atrás das
vitrines.
.Imagens se modificam em segundos.
.Paranoia de uma vida corrida.
.Te peguei parada no tempo.
.Em uma pose de fotografia.
.Os tempos porém eram outros.
.Falavas comigo!!...e sorria.
.Um clique enfim em segundos.
.Eternizou sua passagem no tempo.
.Hoje em um quadro de parede.
.Seu sorriso marcou este evento.
.Diante de muitas lembranças.
.Viajas comigo...noite e dia.
.Ao lado do para brisa do carro.
.No lugar que me fazias companhia.
.Dentro de um porta luvas fechado.
.Misturada com versos e poesia.
.levo a sua imagem.
.Na cópia da fotografia!!!
(Prisioneiro) Autor Marcos Vila Real
Rodrigues.
.Comunidade Dos Poetas Ocultos.
http://academia-mundial-de-cultura-e-literatura3.webnode....
.Direitos autorais reservados e
preservados.
Poesia - Descomposta Gisela
Em teu rosto delicado de anjo,
Vejo o batom e o rímel
Esconder tua face de menina .
Em teu olhar vejo a janela de sua alma,
Repleto de cores e encantos,
A pureza de mulher.
Descomposta Gisela,
Eres para mim uma musa
A Gisele Bunchen da poesia,
Com seu andar de gazela.
O vermelho de sua boca,
É sua marca preferida,
E o tom castanho de teus olhos
São repletos de encanto e magia .
Descomposta Gisela,
A menina que virou musa
A doce inspiração
Ao Amante das Palavras.
Autor O Amante das Palavras
POR
AMOR-
Lua
curiosa, cheia
finge
nada ver;
nós nos amando
perdidos, ousados.
Sangue ferve na veia,
tudo pode acontecer,
Climax do clima girando,
Tremores, prazer irado.
Vida em alude avassalador,
Carícias atrevidas; bem-vindas,
Eu em transe; você linda.
Creio ser isso coisa do amor.
(gustavo drummond)
A PENA
Quando você de uma asa caiu
No meu pensamento surgiu
A arte de escrever poesia
De repente um toque no meu coração
Era Deus me dando iluminação
Para usar a pena e um pote de tinta
E rabiscar uma poesia sucinta
Na Estação da Poesia encontrei minha
pena
Alí na plataforma a espera do trem
Achei
o que eu precisava para viver bem
Você era a peça que eu tanto precisava
Enquanto a minha mente poetizava
Quando olho para você
Me vem a inspiração de escrever poesia
És minha pena do dia a dia
Até parece que a muito tempo eu já te
possuía
Com minha pena
Um pote de tinta
E minha agenda
Viajo no túnel do tempo
Passeio pela a Grécia e vejo as mulheres de Atena
cuidando dos seus maridos com suas sirenas
ARTE UNIVERSO
Viver.
Valores.
Dimensão.
Vida. Cores.
Aves. Frutos.
Peixes. Paisagens.
Regionalidades. Imagens.
Natureza. Meio Ambiente.
Criador. Criação. Beleza. Tela.
Semelhanças. Criaturas. Seres.
Harmonia. Terra. Plástica Expressão!
Poesia Airton Reis Reis
Tela Adriano Figueiredo Ferreira
Em Cuiabá-MT, 11 de Março de 2021.
TÍTULO: CALMA CORAÇÃO
AUTOR: MAINOR OU CHAVARRIA B
PAÍS: COSTA RICA
Não me desafie coração
Não tente minha alma,
O suficiente com a pena que carrega
com o silêncio deste amor.
Não encha minha mente de ilusão.
já perturbada com a imagem de
sua amada.
Nem invadas de falácias meus sonhos,
que com ela não há esperança.
Não perturbe minha existência,
acalma a tua algarabía,
palpite lentamente para que eles curem.
suas feridas.
Deixe o tempo passar e aplaque.
essa dor,
da pena sofrida da rejeição
deste amor.
Tenha calma e veja!
Um dia chegará sua primavera.
Onde a rosa mais linda você encontrará
e encherá de felicidade os seus dias.
Mas por enquanto!
Só palpite para subsistir,
me deixando viver em paz,
Não quero saber nada de amar.
mesmo que ela seja minha maior
inspiração,
e você vê meu tormento
Opera de Dor
Do alto da minha ignorância proclamada.
Vejo a benevolência dos hipócritas
Estendida à incompetência do ser.
Vejo as nuvens de fumaça
A sobrevoar a praça
Onde a tristeza passa.
Vejo a desgraça alheia
Entre as meias verdades e poucas mentiras
Vejo a alegria oculta e vazia.....
poema na Integra no Livro:
"O Grito da Alma"
Todos os dias
Vamos dar gargalhadas de alegria
Desse bando de hipocrisia
E expor a nossa agonia de cada dia
Mesmo que tardia
Mas quem sabe um dia
Teremos dias de alegria
E como poesia
Um amanhecer de um novo dia
Que nos traga a felicidade......
Poema na Integra no Livro:
"O Grito da Alma"
Caatinga
Na caatinga eu nasci
Na caatinga me criei
Na caatinga eu vivi
Mas depois que de lá eu saí.....
Poema na integra no Livro:
"O Grito da Alma"

V
E desde
então existo, mas não vivo;
Só tenho
sentimento
Nesse elo
fatal por onde a vida
Se prende
ao sofrimento.
Vi na
infância relâmpago afogado
Em negra
escuridão;
De amor
nas breves ditas vil mentira,
Na glória
uma ilusão.
Eis porquê, dos prazeres desquitado,
O rosto em pranto inundo;
Tudo odeio, e pareço desposado
Com seres doutro mundo.
E na
verdade o estou: pena minh’alma
Nas
sombras da amargura...
Homens!
fugi de mim; não vos pertenço —
Sou outra
criatura.
IV
Outro
fantasma, a glória,
Da
passada visão invade o posto.
Pelos mares risonhos da esperança
Ao batel do desejo abrindo as velas
Minh’alma foi buscá-lo.
De pintor
bem falaz condão tem ele
Muito
para temer; do entusiasmo
Nas lavas
do vulcão acende o facho,
Que os
desenhos lhe aclara: esposa amante,
Dá-lhe, a
imaginação, seus cofres todos,
Donde
tira estampas que copia
Nas telas
do futuro. De seus quadros
Na beleza
enlevada a viajante
Navega
sem sentir.
Eis ponto
negro
No
azulado horizonte surge, e estende
Asas de
tempestade! Às vistas magas
Reposteiro
de ferro mão ignota
Rápido
corre, e presto em lastro imenso
De
aguçados cachopos se convertem
As
aniladas ondas. Rola o lenho
Por sobre
o pedregal, e mastro e leme,
Enrolados
na vela espedaçada,
O sopro
de um tufão some nos ares!
Rompendo
a cerração espectro em osso
De
repente aparece, sacudindo
Na destra
uma mortalha: envolto nela
Desceu
meu pai à campa!...
Musa,
basta...
Pare-se
um pouco aqui; nas tuas asas,
Que não
neste papel, corra meu pranto...
Apara-o,
anjo meu; depois os mares
Transpõe...
o lar dos mortos não te assusta —
Não é
assim? Pois bem, irmã querida,
6
Na terra
— nossa mãe — suspende os vôos;
Busca a
sombria região dos túmulos,
E lá,
depois de um beijo dar na campa
De nosso
amado pai, depõe sobre ela
Este
pranto que verto.
Enfim
bonança
Ímpia
resplandeceu sobre os destroços
Que fez o
vendaval. Único vivo,
Em pé
sobre um rochedo, contemplei-os
E ri-me... e neste riso agonizou-me A última esperança... foi a síntese
De minha vida inteira; — estreita fresta Por onde, desmaiada e quase
morta,
Minh’alma
um raio morno
De prazer
sepulcral mandava ao mundo.
E o
Gênio, que viu meu berço,
Dentre os
cachopos surgiu,
E olhando
os estragos riu,
Contente
de minha dor.
Do Gênio
estava completa
Toda
inteira a profecia:
Era o que
o Gênio dizia
No seu
riso mofador.