sexta-feira, 21 de maio de 2021

Sexta na Usina: Poetas da Rede: AGOSPERTELLES

 


Amor é sentimento!

São dias noites

De amor!

Vivênciando o instinto

Perfeito do verbo amar.

Porque o amor é vida

O amor é respeito

Amor é sentir

A força da verdade.

Amor é repartir sorrisos

Amor é alegria, de viver.

Sofrer também é amor.

O amor é multifacetado

Nas suas mágicas vertentes.

O amor sou eu, és tu

O amor pode ser dividido

Mas que não seja cobrado.

O amor é sentimento único

O sentimento mais importante

Da humanidade.

O amor nos enleva, nos enaltece.

A sua pureza é o ícone

Salvífico, que nos liberta.

O amor não é um momento!

O amor é para se viver

Com solidez e perseverança.

Dizendo não ao ciúme,

Falsidade, injustiça, mediocridade,

Preconceito.

Porque o amor é verdade.

Não há verdade sem amor.

A natureza é amor.

Autor Memórias do Silêncio 17/05/2021

AGOSPERTELLES

Fotos Agostinho Telles

quinta-feira, 20 de maio de 2021

Sexta na Usina: Poetas da Rede: Francisco Almeida:

 


Duvido

Que não sintas

A minha falta

A falta dos

Meus beijos

E carinhos

Do meu corpo

Dos meus afetos

Até de me chamar

Duvido

Que não amasses

Os meus beijos o

Nosso trocar de línguas

O nosso trocar de olhares

As nossas carícias

Meus dedos nos teus cabelos

Duvido

Que até o

Tom da minha pele

Não sintas falta

Como

Duvido

Francisco Almeida

17  /  05 /  2021

(  Direitos reservados do autor )

Sexta na Usina: Poetas da Rede: Gonzalez Jr:

 


"Lagrimas no Pôr-do-sol"

Fim de tarde...

Vim aqui me despedir...

Olhar você no fim do horizonte...

Sentado aqui nas pedras apreciando o mar...

Colocando a mente para pensar...

Quanto maior a saudade...

Maior é a inspiração...

Assim a cada dia tem uma despedida...

Assim a cada dia tem uma Poesia...

As vezes escorrer uma lágrima no Pôr-do-sol...

Mas não é de tristeza...

E sim de saudade!

Direitos autorais reservados ao autor:

José Antônio Gonzalez De Oliveira Junior

18/04/2021

Gonzalez Jr

Direitos reservados a Lei - 9.610/98

Sexta na Usina: Poetas da Rede: Lucio M. Varanda:

 


" NÃO FOI "

Aut: Lucio M. Varanda

Era pra ser Céu,

transformou-se em inferno.

Era pra ser luz,

virou escuridão.

Era pra ser sonho,

tornou-se pesadelo.

Era pra ser risos,

tornou-se lágrimas.

Era pra ser amor,

Tornou-se malquerer.

Na verdade

não era pra ser

porque nunca foi.

Sexta na Usina: Poetas da Rede: Paulo Maurício G Silva:

 


UM POUCO DE TI

Levo um pouco de ti comigo agora...

Em minha pele, quase que fictícia,

a impressão sutil de uma carícia...

O beijo que a boca me colora...

É o que levo, por tua porta afora...

Nos sentidos a mágica propícia

do perfume que usas com malícia...

O calor do abraço que demora...

Sobre meu peito, vagamente fixo,

o estigma do teu frágil crucifixo...

Um fio de cabelo teu, também...

Em meus ouvidos tua voz fugace...

- Como sinais perenes de quem nasce,

Vive... Pra pertencer somente a alguém!

(Paulo Maurício G Silva)

Sexta na Usina: Poetas da Rede: José Alberto Sá:

 


Meu Portugal… Meu Espinho…

Em Portugal, nesta terra doirada, se plantou Espinho à beira mar.

E alegremente me fez sentir presente e sonhar com a sua gente

Essa gente que de verde esperança, me ficou a conhecer para abraçar

Terra sem igual que nas águas da sua costa, me olhou e recebeu de contente

Primordial e belo é o cheiro a maresia, um aroma que vem de ti

De ti verde infinito, como infinito é o território plantado, chamado Espinho

Pertences ao melhor continente, a este mundo de gente, como eu nunca vi

E neste coração triunfal, amo a pátria sem igual, desde o Algarve até ao Minho

E as varinas sobre a areia, são sereias a dançar, são amor dentro do seio

São cantigas de além-mar, quanta bondade e beleza… Eu assim as conheço

Tal como sei meigamente, que elas são no contente, o peixe e o centeio

E a natureza sempre que pode, dá-me esta voz de um pobre, onde me confesso

Que o amor por Portugal e na palavra saudosamente, é um mundo por inteiro

Como inteiro é este meu abraço por Espinho, que a Deus eu agradeço

José Alberto Sá

Sexta na Usina: Poetas da Rede: Paulo Major:

 


Alma de Poeta

Por vezes nós poetas

Temos que castigar, a, alma

Por ela nos mostrar o passado

Se eu choro!

É porque minha alma chora

Se minha alma chora!

É porque ela não gosta

De ser castigada severamente

Só por ter viajado no tempo ao passado.

Paulo Major Poesia

Data, 19 de maio de 2021

Sexta na Usina: Poetas da Rede: Francisco S. Calado:

 


AMIZADE VERDADEIRA

Um amigo de verdade,

Não tem cor,

Não tem idade,

É o nosso bem maior,

Transmite carinho e amor

Quando vivemos em sociedade.

Se tens um grande amigo,

Não precisas de o justificar,

Seja novo ou antigo,

Nos bons ou maus momentos,

Seja qual for os contratempos,

Ele está lá sempre para ajudar.

Ele nada te vai quebrar,

Tudo que possas dizer,

Ele tentará compreender,

Mesmo que não tenhas razão,

Se ele tiver algo a contradizer,

Fá-lo-a em primeira mão.

Uma amizade verdadeira,

É aquela que se mantém,

Ao longo da nossa vida,

Não é aquela que só aparece,

E derrama as suas lágrimas,

Na hora da despedida.

💓BEM💓HAJAM💓AMIGO/AS💓

           💞UM ABRAÇO💞

       💓SEJAMOS🍀FELIZES💓

Escritor: Francisco S. Calado

Sexta na Usina: Poetas da Rede: Luis Edgardo Leão Plasencia:

 


O QUE A DEUS PEDIRIA

Autor: Luis Edgardo Leão Plasencia

PERU

Maio de 19/2021

Com a esperada ilusão de comemorar o seu dia,

Eu acordo com a euforia animada.

Do meu leito, penso o que a Deus pediria,

Intercedendo como pai a seu favor, filho amado.

Parece-me plácido olhar para a janela linda.

Lembrando alegre, quando acabei de te ver nascer.

Passou rápido pela sua vida, o tempo airoso,

te ver quase jovem..., esperanças vejo em você florescer.

Você é o respeito, meu único filho do sexo masculino em casa.

Alimento minha fé e vejo a glória ter em você.

Professo-te minha Shulca, que a minha alegria te abraça,

Hoje também te lisonjeo com a fofura que senti.

O que mais posso lhe oferecer do meu sublime amor,

meu bom filho amado, leve minha bênção.

Que Deus alumie seus dias felizes de cor,

são palavras candura, nascidas do meu coração.

Você também leva o baú da minha lira mimada,

a beleza de todo o meu ser, em um doce hontanar.

Mil desejos e parabienes em poesia querida,

abraço do meu colo, com carícias doces vou te dar.

Tenha um dia lindo em feliz aniversário.

querido Gerson Carlo, que Deus abençoe seu ser.

Desejo ver você feliz, realizar metas em futuros anos.

envidraçados valores em méritos que você deve ter.

* Direitos Autorais reservados

A poesia é a beleza de arte literária do escritor,

nascida da sua alma para dar ternura e acariciar os seus dias.

LELP

FELIZ ANIVERSÁRIO!

quarta-feira, 19 de maio de 2021

Poesia de Quinta na Usina: D'Araújo:

 


Consentimento

 

Poemas, a materialização de um sentimento de beleza

aos fatos do seu meio, a revelia do seu próprio....

poema na integra no Livro:

"Entre Lírios e Promessas"

Poesia de Quinta na Usina: D'Araújo:

 


Bondade

 

Como é dolorosa a constatação da perda da ilusão 

sobre a bondade humana, pois tudo fica, 

mas hostil e.....

poema na integra no Livro:

"Entre Lírios e Promessas"

Poesia de quinta na Usina: D'Araújo:

 


Palavras doces

 

A brisa da voz que ecoa em meus ouvidos

Acalenta o inquieto espírito.

Vamos aos poucos naufragando em sentimentos que nos lembra da mulher amada....

Poema na integra no Livro:

"Entre Lírios e Promessas"

Poesia de Quinta na Usina: Cruz Souza:

 




 



XII
A vós, a vós compete
A glória do dever — porque assim como A luz do sol na lua se reflete,
Também das aflições no duro assomo, Da pobreza refletem-se nas almas, 
Vossas imagens, como auroras calmas.

Poesia de Quinta na Usina: Cruz Souza:

 




X
Nem se esperar devia
Que eu tentasse bater a outras portas, 
Quando vós sois o exemplo de Maria; 
Não andais mudas, regeladas, mortas Pela noite voraz da sepultura
E escutareis os dramas da amargura.

Poesia de Quinta na Usina: Cruz Souza:

 




IX
Eu peço para todos
E peço a vós que sois as fortalezas Da esperança, da fé
 — a vós que os lodos
Da miséria, do vício, das baixezas, 
Não denegriram essas consciências 
Castas e brancas como as inocências.

Poesia de Quinta na Usina: Mário Quintana:


A casa fantasma
A casa está morta?
Não: a casa é um fantasma, um fantasma que sonha
com a sua porta de pesada aldrava, com os seus intermináveis corredores
que saíam a explorar no escuro os mistérios da noite e que as luas, por vezes, 
enchiam de um lívido assombro...
Sim! agora
a casa está sonhando
com o seu pátio de meninos pássaros.
A casa escuta... Meu Deus! a casa está louca, ela não [sabe
que em seu lugar se ergue um monstro de cimento e [aço:
há sempre uma cidade dentro de outra



e esse eterno desentendido entre o Espaço e o Tempo.



Casa que teimas em existir a coitadinha da velha casa!

Eu também não consegui nunca afugentar meus [pássaros.


Poesia de Quinta na Usina: Mário Quintana:



O descobridor
Ah, essa gente que me encomenda um poema
com tema...
Como eu vou saber, pobre arqueólogo do futuro, 
o que inquietamente procuro em minhas escavações do ar?
Nesse futuro, tão imperfeito, vão dar,
desde o mais inocente nascituro, suntuosas princesas mortas há milênios,
palavras desconhecidas mas com todas as letras [misteriosamente acesas
palavras quotidianas
enfim libertas de qualquer objeto E os objetos...
Os atônitos objetos que não sabem mais o que são no terror delicioso da Transfiguração!


Quarta na Usina: Poetisas da Rede: Edna Lago:

 


ALDRAVIA

lágrima

chorosa

salina

desliza

amor

despede-se

Edna Lago

D.A.9610/98

Quarta na Usina: Poetisas da Rede: A. Martha Acosta Gonzalez:

 


18/5/2021

A. Martha Acosta Gonzalez

S. Zalema Yaraví

P. Cuba

DAR

(Modinha)

′′ O EMBRUXO DA NOITE ′′

O assombração da noite já quer.

Aumentar o gole das minhas paixões

De finos cristais as ilusões

Criam nuances, que às pupilas fere

′′ Esta noite ′′ de aromas saturados

Mergulha no Canto de Cigarra.

Tantas memórias que narra chocadas.

Sobre o cheiro da Terra molhada.

Esta noite, ′′ memória do esquecimento

Que sem permissão absorve o pensamento

Hoje ′′ esta noite ′′ me embriagar queria

Com o tinto Vinho que Cata o Vento

- Desculpe, noite! Mas eu já vivi

Essa inquietação que ′′ por sua causa eu sinto ".

Quarta na Usina: Quarta na Usina: Malu S:

 


Como eu queria...

Como eu queria em seus braços estar

Sentir o calor do seu corpo me a aquecer

Sentir o cheiro de sua pele, o sabor dos seus beijos...

Ouvir você sussurrar ao meu ouvido palavras de amor jamais por mim ouvida.

Como eu queria estar com você

Te sentir junto de mim

Ser o motivo do seu sorriso

Sentir suas mãos no meu corpo a percorrer, despertando desejos...

Meu coração se sente vazio

Incompleto sem você.

Tenho vontade de viver, sonhar, amar

Quebrar regras, me envolver em teus braços,

te beijar

Me entregar a você, viver nossas fantasias...

Te amar todos os dias

Viver um amor desmedido

Fazer do nosso amor uma eterna poesia.

Malu S

17/05/2021

Código do texto: T7257821

Direitos Autorais Reservados®️

Imagem da internet

Quarta na Usina: Poetisas da Rede: Carolina Goes:

 


Nada melhor que uma

doce companhia

cafe quente, gentileza,

Livros e Poesias!

By:@carolgoes_goes

Meussimples_versos❤

Direitos autorais reservados

Imagens Pinterest.

Belem do Pará Brasil