domingo, 12 de junho de 2022
Crônicas de Segunda na Usina: Lima Barreto: O morcego:
Crônicas de Segunda na Usina: Machado de Assis:15 DE DEZEMBRO DE 1862:
Crônicas de Segunda na Usina: Lima Barreto: O Cedro de Teresópolis:
Crônicas de Segunda na Usina: Machado de Assis: 15 DE SETEMBRO DE 1862:
Domingo na Usina: Biografia: Constâncio Alves:
Domingo na Usina: Biografias: Ribeiro Couto:
Atualizado em 20/09/2016.
Domingo na Usina: Biografias: Gilberto Amado:
Domingo na Usina: Biografias: Mauro Mota:
Domingo na Usina: Biografias: Maciel Monteiro:
Domingo na Usina: Biografias: Marcos Vinicios Rodrigues Vilaça:
Domingo na Usina: Biografias: Álvaro Lins:

Quarto ocupante da Cadeira 17, eleito em 5 de abril de 1955, na sucessão de Roquette-Pinto e recebido pelo Acadêmico João Neves da Fontoura em 7 de julho de 1956.
Álvaro Lins (Álvaro de Barros Lins), professor e crítico literário, nasceu em Caruaru, PE, em 14 de dezembro de 1912, e faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 4 de junho de 1970.
Era filho de Pedro Alexandrino Lins e de Francisca de Barros Lins. Fez o curso primário na sua cidade natal e o curso secundário no Colégio Salesiano e no Ginásio Padre Félix, no Recife. Ali ingressou na Faculdade de Direito. Ainda estudante, começou a lecionar História da Civilização no Ginásio do Recife e no Colégio Nóbrega. Aos 20 anos, como representante do Diretório dos Estudantes na abertura do ano letivo da Faculdade de Direito, pronunciou a conferência “A Universidade como escola de homens públicos”, que chamou a atenção do Recife para seu nome. Passou, então, a fazer jornalismo no Diário de Pernambuco. Colou grau em Direito em 1935. Participando de movimentos políticos, foi nomeado secretário do Governo de Pernambuco. Seu nome fazia parte da chapa de candidatos a deputado federal quando os acontecimentos de 1937 interromperam a sua carreira política. Firmou-se, então, no jornalismo, como redator e diretor do Diário da Manhã, de 1937 a 1940. Ainda no Recife, aos 27 anos, escreveu o seu primeiro livro, História literária de Eça de Queirós (1939).
Transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde começou a fazer crítica literária, gênero que lhe deu nome nacional. Foi colaborador do “Suplemento Literário” do Diário de Notícias e dos Diários Associados (1939-1940), redator-chefe do Correio da Manhã (1940-1956). Convidado pelo Ministério das Relações Exteriores, escreveu uma biografia do Barão do Rio Branco no ano do centenário do seu nascimento (1945). Professor catedrático de Literatura Brasileira do Colégio Pedro II, interino, de novembro de 1941 a dezembro de 1951, quando passou a efetivo mediante obtenção do 1º lugar em concurso de títulos e provas, com a tese A técnica do romance em Marcel Proust, publicada em 1956. Lecionou na cadeira de Estudos Brasileiros da Faculdade de Filosofia e Letras da Universidade de Lisboa, em missão oficial do Ministério das Relações Exteriores, de 1952 a 1954. Chefiou a Casa Civil do presidente Juscelino Kubitschek (1956), exercendo a função de embaixador do Brasil em Portugal de novembro de 1956 a outubro de 1959. Foi o presidente da 1ª Conferência Interamericana da Anistia para os Exilados e Presos Políticos da Espanha e de Portugal, realizada na Faculdade de Direito de São Paulo (1960) e diretor do “Suplemento Literário” do Diário de Notícias, de março de 1961 até junho de 1964. Em 1962, foi chefe da Delegação Brasileira ao Congresso Mundial da Paz realizado em Moscou.
Álvaro Lins recebeu o Prêmio Centenário de Antero de Quental, pelo ensaio Poesia e personalidade de Antero de Quental (1942); Prêmio Felipe de Oliveira, da Sociedade Felipe de Oliveira, e Prêmio Pandiá Calógeras, da Associação Brasileira de Escritores, pela obra Rio Branco (1945); Prêmio Jabuti Personalidade do Ano, da Câmara Brasileira do Livro, pela sua obra Missão em Portugal (1960), e o Prêmio Luíza Cláudio de Sousa, pelas obras Os mortos de sobrecasaca e Jornal de crítica: sétima série (1963). Foi condecorado com a Grã Cruz da Ordem de Cristo, de Portugal (em 1957).
Atualizado em 28/07/2016.
fonte de origem:
https://www.academia.org.br/academicos/alvaro-lins/biografia
Domingo na Usina: Biografias: Dantas Barreto:
Domingo na Usina: Biografias: Gregório da Fonseca:
fonte de origem:
segunda-feira, 30 de maio de 2022
Terça na Usina: Grupos de Literatura da Rede: Grupo dos escritores virtuais e seus escritos:
Escritores
Virtuais...a cultura dever ser democrática e divulgada a todos. Nunca a cultura
deve ser elitizada. Toda a censura é burra.
Neste
gru…
Terça na Usina: Grupos de Literatura na Rede: Coligação da Cultura:
Coligação
da Cultura - PE
Manifesto
- Cultura: direito do povo, obrigação do Estado. …
Terça na Usina: Grupos de Literatura: Poetas , Escritores Amadores e Leitores !:
um
grupo para quem gosta de escrever e ler ,participar !
Se
compartir nunca tire o nome do autor, isso é crime !
Nunca
discutir ou humilhar,mant…
Terça na Usina: Grupos de Literatura da Rede: "Eterno Amor"
BEM
VINDOS!!! ♥ Imagens, poesias, pensamentos, citações,
boas vibrações, música. Enfim; arte,
amor, inspiração, paixão,emoção....
Terça na Usina: blogs de literatura na Rede: paulamlima.blogspot.com:
Terça na Usina: blogs de literatura na Rede: simples poemas:
Terça na Usina: blogs de Literatura na Rede: Rafael toledo: Poemas:
Poemas do Blog
Nesta página você encontra a relação dos poemas e textos “pseudo-líricos” publicados neste blog. https://rafaeltoledo.net/poemas-do-blog/
Terça na Usina: Grupos de Literatura da Rede: Conspiração do Lyrio:

"CONSPIRAÇÃO"
é uma combinação entre duas ou mais pessoas físicas com o objetivo de
"lesar" outrem em algum momento futuro...
quarta-feira, 25 de maio de 2022
Poesia de Quinta na Usina: D'Araújo:
No fim da inocência um sonho.
Em plena adolescência um desejo.
Na maturidade uma possibilidade.
E na melhor idade simplesmente um fato.
Como tudo neste mundo.
O início, o meio e um inevitável
recomeçar Sempre...
Poesia de Quinta na Usina: D'Araújo:
Digladie com a morte,
abandonei toda sorte.
E a cada dia, o meu eu emerge do
vazio de cada amanhecer, na esperança
de um entardecer de glórias.
Poesia de Quinta na Usina: D'Araújo:
A réstia que corta o horizonte na linha reta
do meu pensar, me da o repouso do
aconchego do colo da vida que escorrega,
nas mãos do falso destino de menino travesso....
Poesia de Quinta na Usina: Mário Quintana:
Esse oval do seu rosto, aquelas tranças tranqüilas, o seu lábio triste e ardente,
luz de vela a tremer em um quarto de doente, tantos anos depois,
uma Nossa Senhora adolescente
antes da Anunciação, quando era - simplesmente - Maria!
Em instantes de angústia, esta fugaz imagem de alguém que há muito já se foi
Dize, que foste tu contar do mundo ao Paraíso?
Por que só podes dar tua mensagem com a luz silenciosa de um sorriso...
Poesia de Quinta na Usina: Mário Quintana:
A rua
A rua é um
rio de passos e de vozes, um
rio terrível que me vai levando,
mas estou só, como se está na infância... ou quando a morte vai se aproximando... No ar, agora, que distante
aroma?
Decerto eu sem saber
pensei em ti... E um vôo de andorinha na distância é a minha saudade que eu te mando.
Mas tudo, nesse tumultuoso rio,
não fica nunca
ao fundo da lembrança como no seio azul
de uma redoma...
Tudo se afasta
nessa correnteza onde uma
flor, às vezes, fica presa
e um claro riso sobre as águas dança!
Poesia de Quinta na Usina: Mário Quintana:
Os acontecimentos tombam como moscas sobre a [minha mesa
z...z...z...z...z...z...z...z...
De junto a mim
- len-ta-men-te -
a Presença Invisível afasta-se deixando
um rastro
de silêncio...
A página aguarda
O Poeta aguarda, mudo... Em vão!
(O limite do poema é uma página em branco).




















