segunda-feira, 8 de agosto de 2022
Terça Na Usina: Blogs De Outros Autores e Autoras: Danka Maia: Escuridão – Capítulo IV
Terça Na Usina: Blogs De Outros Autores e Autoras Da Rede:Reflexões e Poesia: TEATRO VAZIO:
Terça Na Usina: Blogs de Outros Autores e Autoras Da Rede:: LÁ LONGE... A LUZ
.: LÁ LONGE... A LUZ: Nem sempre a vida me sorri... Tento, porém, compensá-la (e compensar-me) com um sorriso permanente..., porque por detrás das agruras há semp...
Terça na Usina: Grupos de Literaturas da Rede: Porão Virtual:
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Não
será perm…
Quarta na Usina: Poetisas da Rede: Svetlana Svetlana:
Os meus olhos queimaram-te?
Bem, feche a porta mais forte.
Serei um de nós pior.
Chore não chore, mas lembre-se de todas
as noites.
Segunda, terça, sábado.
E a semana voa no momento.
Aqui, segure, esconda os fragmentos
Aqueles que eram nossos hoje.
Porque amanhã eles não estão juntos
E os planetas voam separadamente.
Janeiro, fevereiro - estes são os
argumentos.
É que... Chorar não chora é impotente.
Depois, um ano ou dois como uma
diversão.
Vou jogar todas as férias na
prateleira.
Meus olhos acabaram de arder.
E agora você está esperando por um
milagre.
Arrombado... Viva nas memórias.
Uma memória tranquila vai abraçar a
asa,
E eles poderiam viver nos braços um do
outro.
Chore não chore, mas viva sonhando.
E por alguma razão agora é sem
esperança...
Svetlana Svetlana
Svetlana Petrina
Terça Na Usina: Blogs de Literatura Da Rede: ATREVIDA À FLOR DA PELE: SER
ATREVIDA À FLOR DA PELE: SER: O exercício do ridículo nos liberta Das certezas imutáveis Ter medo faz parte do processo Somos seres frágeis Sujeitos a chuvas e ...
Terça Na Usina:Blogs de Outros Autores e Autoras Da da Rede: Transcendência Digital: Reflexo:
Transcendência Digital: Reflexo: Talvez eu precise aprender a ser só Logo depois que você foi embora Nunca mais desatei esse nó A felicidade é uma condição ...
Terça Na Usina: Blogs de Outros Autores e Autoras da Rede: Joana D'arc: Poesia:
Link para adquirir o Livro: Calabouço contos e outros:
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Terça Na Usina: Blogs De Outros Autores e Autoras: Escrito nas Estrelas: Nas capas dos livros - Parte 2
domingo, 7 de agosto de 2022
Crônicas de Segunda na Usina: Lima Barreto: País rico:

Crônicas de Segunda na Usina: Lima Barreto: Queixa de defunto:
Antônio da Conceição, natural desta cidade, residente que foi em vida, na Boca do Mato, no Méier, onde acaba de morrer, por meios que não posso tomar público, mandou-me a carta abaixo que é endereçada ao prefeito. Ei-la:
Crônicas de Segunda na Usina: Auridan Dantas: A VIAGEM DOS SONHOS:

Crônicas de Segunda na Usina: Auridan Dantas: CRÔNICA DO COTIDIANO – CASAMENTO ENCHARCADO

Crônicas de Segunda na Usina: Machado de Assis: 1º. DE MAIO DE 1863:
Crônicas de Segunda na Usina: Machado de Assis: 15 DE ABRIL DE 1863:

sábado, 6 de agosto de 2022
Domingo na Usina: Biografias: Junqueira Freire:
fonte de origem:
https://www.academia.org.br/academicos/junqueira-freire/biografia
Domingo na Usina: Biografias: Laurindo Rabelo:
fonte de origem:
https://www.academia.org.br/academicos/laurindo-rabelo/biografia
Domingo na Usina: Biografias: Manuel Bandeira:
Atualizado em 30/03/2016.
fonte de origem:
https://www.academia.org.br/academicos/manuel-bandeira/biografia
Domingo na Usina: Biografias: Mário de Alencar:
fonte de origem:
https://www.academia.org.br/academicos/mario-de-alencar/biografia
Domingo na Usina: Biografias: José do Patrocínio:
José do Patrocínio (José Carlos do Patrocínio), jornalista, orador, poeta e romancista, nasceu em Campos, RJ, em 9 de outubro de 1853, e faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 29 de janeiro de 1905. Compareceu às sessões preparatórias da instalação da Academia Brasileira de Letras e fundou a cadeira nº 21, que tem como patrono Joaquim Serra. Era filho natural do Padre João Carlos Monteiro, vigário da paróquia e orador sacro de grande fama na capela imperial, e de “tia” Justina, quitandeira. Passou a infância na fazenda paterna da Lagoa de Cima, onde pôde observar, desde criança, a situação dos escravos e assistir a castigos que lhes eram infligidos. Por certo nasceu ali a extraordinária vocação abolicionista. Tinha 14 anos quando, tendo recebido apenas a educação primária, foi para o Rio de Janeiro. Começou a trabalhar na Santa Casa de Misericórdia e voltou aos estudos no Externato de João Pedro de Aquino, fazendo os preparatórios do curso de Farmácia. Ingressou na Faculdade de Medicina como aluno de Farmácia, concluindo o curso em 1874. Sua situação, naquele momento, se tornou difícil, porque os amigos da “república” de estudantes voltavam para suas cidades de origem, e ele teria que alugar outra moradia. Foi então que seu amigo João Rodrigues Pacheco Vilanova, colega do Externato Aquino, convidou-o a morar em São Cristóvão, na casa da mãe, então casada em segundas núpcias com o Capitão Emiliano Rosa Sena. Para que Patrocínio pudesse aceitar sem constrangimento a hospedagem que lhe era oferecida, o Capitão Sena propôs-lhe que, como pagamento, lecionaria aos seus filhos. Patrocínio aceitou a proposta e, desde então, passou também a frequentar o “Clube Republicano” que funcionava na residência, do qual faziam parte Quintino Bocaiúva, Lopes Trovão, Pardal Mallet e outros. Não tardou que Patrocínio se apaixonasse por Bibi, sendo também por ela correspondido. Quando informado dos amores de sua filha com Patrocínio, o Capitão Sena sentiu-se revoltado, mas, afinal, Patrocínio e Bibi se casaram. Já nesse tempo Patrocínio iniciara a carreira de jornalista, na Gazeta de Notícias, e sua estrela começava a aparecer. Com Dermeval da Fonseca publicava Os Ferrões, quinzenário que saiu de 1º de junho a 15 de outubro de 1875, formando um volume de dez números. Os dois colaboradores se assinavam com os pseudônimos Notus Ferrão e Eurus Ferrão. Dois anos depois, Patrocínio estava na Gazeta de Notícias, onde tinha a seu cargo a “Semana Parlamentar”, que assinava com o pseudônimo Prudhomme. Em 1879 iniciou ali a campanha pela Abolição. Em torno dele formou-se um grande coro de jornalistas e de oradores, entre os quais Ferreira de Meneses, na Gazeta da Tarde, Joaquim Nabuco, Lopes Trovão, Ubaldino do Amaral, Teodoro Sampaio, Paula Ney, todos da Associação Central Emancipadora. Por sua vez, Patrocínio começou a tomar parte nos trabalhos da associação. Em 1881, passou para a Gazeta da Tarde, substituindo Ferreira de Meneses, que havia morrido. Na verdade, ele tornou-se o novo proprietário do periódico, comprado com a ajuda do sogro. Patrocínio tinha atingido a grande fase de seu talento e de sua atuação social. Fundou a Confederação Abolicionista e lhe redigiu o manifesto, assinado também por André Rebouças e Aristides Lobo. Em 1882, foi ao Ceará, levado por Paula Ney, e ali foi cercado de todas as homenagens. Dois anos depois, o Ceará fez a emancipação completa dos escravos. Em 1885, visitou Campos, onde foi saudado como um triunfador. Regressando ao Rio, trouxe a mãe, doente e alquebrada, que veio a falecer pouco depois. Ao enterro compareceram escritores, jornalistas, políticos, todos amigos do glorioso filho. Em setembro de 1887, deixou a Gazeta da Tarde e passou a dirigir a Cidade do Rio, que havia fundado. Ali se fizeram os melhores nomes das letras e do periodismo brasileiro do momento, todos eles chamados, incentivados e admirados por Patrocínio. Foi de sua tribuna da Cidade do Rio que ele saudou, em 13 de maio de 1888, o advento da Abolição, pelo qual tanto lutara. Em 1889, Patrocínio não teve parte na República e, em 1891, opôs-se abertamente a Floriano Peixoto, sendo desterrado para Cucuí. Em 1893 foi suspensa a publicação da Cidade do Rio, e ele foi obrigado a refugiar-se para evitar agressões. Nos anos subsequentes a sua participação política foi pouca. Preocupava-se, então, com a aviação. Mandou construir o balão “Santa Cruz”, com o sonho de voar. Numa homenagem a Santos Dumont, realizada no Teatro Lírico, ele estava saudando o inventor, quando foi acometido de uma hemoptise em meio ao discurso. Faleceu pouco depois, aos 51 anos de idade, aquele que é considerado por seus biógrafos o maior de todos os jornalistas da Abolição.fonte de origem:
https://www.academia.org.br/academicos/jose-do-patrocinio/biografia
Domingo na Usina: Biografias: Jorge Amado:
Atualizado
em 14/06/2017.
Domingo na Usina: Biografias: Alcindo Guanabara:
fonte de origem:
https://www.academia.org.br/academicos/alcindo-guanabara/biografia
Domingo na Usina: Biografias: Juan Lamillar:

Poesia
Muro contra a morte (1982).
Interiores (1986).
Dark music (1989). Prêmio Luis Cernuda.
A arte das sombras (1991).
Os dias mais longos (1993). Prêmio
Vicente Nuñez .
A paisagem infinita (1997).
As lições do tempo (1998).
O fim da magia (2006).
A hora secreta (2008). Prémio Villa de
Rota . 3
Meio tempo (2009). 4
Outros gêneros
A outra Abissínia , 1998 (Ensaio).
A desordem do canto , 2000 (Ensaio).
Joaquín Romero Murube. A luz e o
horizonte , 2004 (Biografia).
Cervantes e Sevilla , 2005. Esta obra
faz um tour pela Sevilha que Miguel de Cervantes viveu no século XVI,
destacando o que a cidade significou para o escritor, pretende ser, entre
outras coisas, um guia para quem deseja visitar os lugares de Cervantes de
Sevilla.
A Luis Cernuda, de Sevilha 1963-2013 .
Obra sobre a figura de Luis Cernuda da qual participam 7 escritores e a pintora
Carmen Laffon , autora das litografias.
Os caminhos do retorno (2005-2007)
Domingo na Usina: Biografias: Enrique Andres Ruiz ( Soria:
A linha espanhola (Fundación
Colegio del Rey, Alcalá de Henares, Madrid, 1991).
More worth (Pre-Textos, Valencia,
1994).
O Reino (Pré-textos, Valência,
1997).
Song of the Blues (La Ortiga,
Santander, 1997).
Estrela vespertina (Fundação
Mainel, Valência, 2001).
Com os andorinhões (Pré-textos,
Valencia, 2004).
O cão dos pomares (Pré-textos,
Valência, 2013).
Os verdadeiros domingos da vida
(Pré-textos, Valência, 2017).
Romance
As montanhas antigas, as colinas
eternas (Ediciones Encuentro, Madrid, 2011)
fonte de origem:





















