sábado, 11 de fevereiro de 2023
Domingo na Usina: Biografias: Samuel-Martin Eno Belinga:
Domingo na Usina: Biografias: Evelyne Sono Epoh Mpoudi Ngolé:
Domingo na Usina: Biografias: Ferdinand Léopold Oyono:
Domingo na Usina: Biografias: Francis Bebey:
Domingo na Usina: Biografias: François Sengat-Kuo:
François Sengat-Kuo (4 de agosto de 1931 em Douala, Camarões - setembro de 1997 [1] ) é um político , diplomata e poeta camaronês . [2]
François Sengat-Kuo concluiu o ensino fundamental na Ecole Principale D'Akwa (Douala). Frequentou o ensino secundário no Lycée Leclerc (Yaoundé) e no Lyc.ée Pierre d'Ailly (Compiegne - França). Eminência parda da falecida União Nacional dos Camarões (UNC), seu engajamento político pode ser sentido em sua poesia. Militante da Associação de Estudantes da África Negra na França (FEANF) , seu trabalho está repleto de observações sobre a paisagem política dos Camarões na época. Editor da revista Presence Africaine , publicou numerosos artigos sob o pseudônimo de Nditsouna Francisco .
Domingo na Usina: Biografias: Patrice Kayo:
Patrice Kayo é um estudioso, poeta e autor africano [1] nascido em 1942 [2] em Bandjoun , Província do Oeste , Camarões. Ele também é conhecido por sua oposição radical ao regime político de Paul Biya e por sua defesa da liberdade de expressão e dos direitos humanos.
Ele serviu como presidente da Associação Nacional de Poetas e Escritores dos Camarões de 1969 a 1981 e foi um dos fundadores da Federação Internacional de Escritores de Língua Francesa, estabelecida em 1982 em Quebec , Canadá.
Patrice Kayo foi o Presidente do Júri da edição 2018 do Grande Prêmio das Associações Literárias . [3]
Patrice Kayo é bacharel e mestre em Educação pela Universidade de Yaounde , e depois doutorado pela Universidade de Paris , Sorbonne , na França.
Homenagem
Patrice Kayo foi premiado com o Grand Prix des Mécènes do GPLA 2015. [4]
Obras
Les fetes tragiques (romance, Presses Universitaires d'Afrique, 2007)
Tout le long des saisons (romance, edições CLE, 2001)
Anthologie de la poesie camerounaise (Coleção de Poesia, Presses Universitaires de Yaounde, 2000)
Fables des Montagnes (Contos para crianças, Edições CLE, 1998) Para idades 12 a 14.
Chansons populaires bamileke (Imprimerie Saint Paul, 1996)
En Attant l'Aurore (Coleção de Poesia, CLE, 1988)
Les sauterelles (romance, edições CLE, 1986)
Dechirements (Silex, 1983)
' Fables et devinettes de mon enfance (Contos para crianças, Edições CLE, 1979).
Domingo na Usina: Biografias: Paul Dakeyo:
Paul Dakeyo (nascido em 1948) é um escritor franco - camaronês . [1]
Dakeyo nasceu em Bafoussam , Camarões. [2]
Obras
Chant d'accusation , 1976
La femme où j'ai mal , 1989
Les ombres de la nuit , 1994
Moroni, cet exil , 2002
Domingo na Usina: Philomène Isabelle Bassek:
Philomène Isabelle Bassek (nascida em 1957) é uma autora camaronesa que escreve em francês . [1]
Ela nasceu Philomène Isabelle Mandeng em Dschang no oeste dos Camarões e foi educada na Universidade de Yaoundé . Bassek vive em Yaoundé com o marido e três filhos desde 1970. [2] Ela lecionou no Lycée Leclerc lá. [1]
Bassek publicou o romance La Tache de sang (A mancha de sangue) em 1990. [1].
Domingo na Usina: Biografias: René Philombé:
https://en.wikipedia.org/wiki/Ren%C3%A9_Philomb%C3%A9
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2023
Sexta na Usina: Poetas da Rede: Ezequiel Alcântara:
Dei-te meu braço... e, com jeito garboso,
Teu
riso disse que o aceitaria!
Entramos...
e o Teatro conduzia
O
nosso olhar a um show esplendoroso.
-
Ezequiel Alcântara
Leia,
comente e compartilhe:
Sexta na Usina: Poetas da Rede: Ricardo Melo:
Decorador machucado
Agendei
para ti, um atendimento.
Atendimento
esse, diferente dos demais.
Se
me pediu, então me dispus a resolver o seu enigmático problema.
Pedi
para que deitasse, deitastes.
Pedi
para que ficasse imóvel, ficastes.
E,
e comecei a te examinar.
Expliquei
em detalhes tudo que estava se passando contigo...
Semelhante
aos outros, jamais.
Pelo
jeito que me pedistes, entendi...
Entendi
onde eu estava entrando.
Em
teu mundo complicado entrei e o descompliquei porque me autorizastes a entrar
para descomplicar.
Em
teu mundo enjaulado, me libertei para te libertar.
Com
os olhos da luz, eu vi um nó embaralhado confuso de se desembaralhar.
Direto
ao ponto, deixei as emoções de lado e fui bater em sua carência e vi nela, a
fome, a sede e a solidão.
Fome
de se sentir mulher, objeto do amor de um só homem.
As
evidências, comprovaram.
Enderecei
ao seu corpo, o primeiro toque.
Enfeitei
os seus lindos lábios, com os lábios meus.
Decorei
sua pele, com um bronze natural.
Difícil,
foi chegar na parte mais cobiçada por mim, a tua alma e com paciência, cheguei.
Tudo
que havia em ti, arranquei para aplicar novas ornamentações.
Coerente
em tudo que eu estava fazendo, aos pouquinhos, fui te lendo.
Os
arranjos que eu usei, enfeitaram a cena e por isso, escrevi esse poema.
Satisfeita
e com coração cheio de ingratidão, levantastes e fostes embora e nem um adeus,
meu deu.
Foi
tão rápido quê, parecia um vulto que passou diante dos meus olhos e num repente
você, desapareceu.
Ricardo
Melo
O
Poeta que Voa
Direitos
reservados
Sexta na Usina: Poetas da Rede: Adalberto Silva:
Fiquei a deriva procurando você
A
saudade bateu
Quanto
desespero para te ver
Ficar
agarradinho contigo
Minha
princesa linda
Razão
do meu viver
Quanto
dói uma distância
Enfim...
nunca mais quero me distanciar
És
tão sedutora e amável
Um
porto seguro do real amor!
Adalberto
Silva
sexta nan Usina: Poetas da Rede: Cipriano Varela:
Titulo : Lanche ao Domingo
Autor
: Cipriano Varela
O
dia encerra .
Eu
sentado junto á lareira .
Em
cima da mesa ,
Uma
garrafa de vinho tinto ,
Um
pedaço de pão e um queijo de ovelha .
A
meu lado , a poesia o silêncio e a
distinta solidão .
Os
dias , vivo-os todos como se fossem os últimos
.
Embrenhado
na poesia ,
Não tenho na vida subditos ,
Vivo
uma vida de perfeita harmonia .
Bebo
um copo , saboreio a rigor,
De
tudo se faz o bom viver ,
Chega de pensar só em dor ,
Basta
de tanto sofrer .
Domingo
e segunda , é para descansar ,
A
hemodiálise espera um pouquinho ,
Hoje
posso devidamente apreciar ,
O
meu copinho de vinho .
Entremeio
com um bocado de chouriço ,
A
hora do lanche , no Alentejo tradição ,
Não posso perder o juizo ,
Não quero prejudicar o coração .
Nada
pode ser em quantidade ,
Não me permite a saude ,
A
razão de ter tanta saudade ,
Dos
meus belos tempos de juventude .
Nesse
tempo , não conseguia viver sozinho ,
Era
uma constante inquietude ,
Este tão
longo caminho ,
Também trouxe , alguma virtude .
Tenho
, que parar de beber ,
Vendo
bem , talvez não ,
É mais fácil
de adormecer ,
Esquecer
, as mágoas do coração .
Portugal
, 06-01-2023
Todos
os direitos de autor
Reservados
, nos termos da lei
50/2004
de 24 de Agosto .
Sexta na Usina: Poetas da Rede: Alejandro Madriz Martínez:
Projetar a vida.
-
-- - - - - - - - - - - - - - - -
-
Ser
homem, ser você mulher hoje em dia; onde quer que esteja,
seja
quem você quiser ser hoje, em alma e corpo como ser humano
se
você for reprovado por essa sua mudança pessoal;
é
porque você só deixou de existir do jeito dele
alcançando
sua própria liberdade; como ser homem ou ser mulher.
-
- - - - - - - - - - - -- - - - - - -
-
Refletindo
cada um, que não devemos nos preocupar hoje.
quantas
vezes nós caímos,
Porque
o que devemos nos importar é as vezes que consigo me levantar;
na
alma e no corpo; como ser eu humano,
deixando
de lado a raça e esse tal status social; como ser humano
devendo
realmente valor, esse nosso verdadeiro esforço;
por
ser um, em alma e corpo.
- - - - - - - - - - - - - - -
-
Fazendo
esse lindo favor de ser feliz, não com ninguém.
mas
com você mesmo, valorizando essa nossa própria empresa.
-
- - - - - - - -- - - - - - - - -
-
Porque
um dia poderemos entender, que essa falta de si mesmo
é
terrível e fatal.
devendo
refletir a bela parábola da existência
na
natureza da vida em todo ser,
nossa
vida é um eco; o que você envia ou me devolve, no seu tempo;
o
que se planta colhe; o que você dá, você recebe.
aquele
que vemos nos outros ao nosso lado, existe no meu próprio ser eu;
Não
sei; se me entendem, não sei se me explico hoje e aqui.
refletindo
muito bem, ela vida.
é
um eco, sempre voltará para você.
-
- - - - - - - - - - - - - - - - - --- - - - -
-
Hoje
nossa existência é muito fácil
mas
muita ou quase toda a humanidade, do poder ou não do poder;
Nós
insistimos em torná-la muito difícil para a nossa própria pessoa.
e
para aqueles que temos ao nosso lado; sejam eles nossos familiares
ou
eles os amigos, não permitindo-nos projetar a vida, positivamente.
- -- - -
- -- - - - - - - -
almadmar
- reflexões
Costa
Rica
direitos
reservados
Pode
ser uma imagem de texto que diz "Projetar a vida... "
Ver
estatísticas e anúncios
Promover
publicação
Eu
gosto.
Comentar
Compartilhar
Sexta na Usina: Poetas da Rede: Raúl Levyr:
VENTOS DE FEVEREIRO
Ruas
varridas com a fúria serena
dos
ventos da ágora,
dias
cessados com a força do tempo,
que
demarca a agonia de um mundo
sem
razões para mudar,
o
ser humano derretendo as horas
com
agruras parciais,
como
o calendário já mostrava,
nos
áureos pergaminhos
onde
a fé morria levemente,
com
as verdades das guerras,
criados
pelos homens sábios...
La
ventos de fevereiro
andam
a passos largos,
buscando
o domínio dos homens,
que
amo sem saber
o
que o amor pode fornecer
como
almas vazias
e
aos corações ávidos por vida
ou
amor sem vida!
Ah,
os ventos de fevereiro,
esses
não mudam nunca!
09-02-2023
DRA
Imagem
da Internet
Sexta na Usina: Poetas da Rede: Ramon de Jesus Nunez Duval:
Beija-flor
O
som do ar é a voz feita de espírito
tocando
o espaço entre as pupilas do silêncio,
desfolhando
no tempo o olhar do beija-flor
que
posou sua alma se entregando ao sonho.
Lírios
calaram a mudez da noite
abraçando
o vento que penteia suas asas,
suspirando
entre flores o perfume que chama
a
ti, duende que dorme tranquilo e tranquilo.
Arco-íris
de beijos despiram sua essência.
como
pólen de flores que serão seu alimento;
nas
tardes de outono sob chuva caída
seu
trinar é o verso que meu hálito acaricia.
Madrugadas
viajantes tocaram o azul
da
verde pradaria com voz de esperança,
ao
bater corações sussurrando que ainda amam
num
voo você dá vida a uma flor que te ansia.
Autor:
Ramon de Jesus Nunez Duval
País:
República Dominicana
Direitos
reservados do autor
Sexta na Usina: Poetas da Rede: Wilson de Oliveira Jasa:
O POETA É JARDINEIRO
.
O
Poeta é Jardineiro,
é
Jardineiro do Amor;
é
gentil e Cavalheiro,
ao
tocar na Mulher-Flor.
.
O
Poeta, no ano inteiro,
transmite
Amor onde for;
é
também bom companheiro,
faz
carinho e é beijador.
.
No
Jardim do Coração,
faz
seu Poema-Canção,
para
as Flores encantar.
.
O
Poeta é mesmo assim,
sabe
cuidar do Jardim,
porque
nasceu para amar.
.
(09-02-2023)
(Sonetilho)
.
(Wilson
de Oliveira Jasa)
.
(imagem
da internet)
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2023
Poesia de Quinta na Usina: Mário Quintana:
Noturno I
O corpo adormeceu no leito. A alma baixou às cavernas.
E a alma descobria estrelas do mar, velhas escadas,
naufrágios de mil e uma vidas...
Porém o corpo
antes que o Dia o recomponha
na sua Humana e Divina Trindade. o corpo - que não vigia e não sonha curte a sua animalidade!
Poesia de Quinta na Usina: Mário Quintana:
Espantos
Neste mundo de tantos espantos,
O que existe de mais sobrenatural São os ateus...
Poesia de Quinta na Usina: Mário Quintana;
O fatal convívio
Que esquisita conversa não hão de ter, nesses [Dicionários Biográficos,
Os que se encontram espantosamente juntos por uma [injunção da ordem alfabética,
Como se entenderão, meu Deus, mas como se [entenderão,
Para apenas citar-vos um inquietante exemplo, Nabucodonosor e Napoleão! O Pequeno Corso
Antes de tudo
Terá dificuldades com o nome sesquipedal do outro, O qual, como se não bastasse, Além de rei, ainda fora lobisomem...
Mas este, desconhecedor enciclopédico da História [vindoura,
Diria
Para maior escândalo do Conquistador: "Ora, não gaguejes, bom homem...
Chama-me Bubu, simplesmente.
Pois era assim que me chamava o povo... ah, o povo...!" Porém,
Eu estou lembrando agora é dos amantes separados [para sempre
Na prisão perpétua do seu próprio tomo...
De Paolo e Francesca (Mais felizes no Inferno...) E da pobre,
Ai, da pobre Marília ouvindo as máximas Do inefável Marquês de Maricá!
Poesia de Quinta na Usina: Cruz Sousa:
[QUANDO EU PARTIR] ou [ESFUMINHAMENTO]
Quando eu partir, que eterna e que infinita Há de crescer-me a dor de tu ficares;
Por nossa vida toda sol, bonita,
Que sentimento, grande como os mares,
Que sombra e luto pelos teus olhares
Onde o carinho mais feliz palpita...
Quanta saudade mais, que atroz saudade...
Quanta tristeza por nós ambos, quanta,
Quando eu tiver já de uma vez partido, Ó meu amor,
Poesia de Quinta na Usina: Cruz Souza:
MENDIGOS
Mendigos! Ah! são mendigos
Que voltam de vãos caminhos,
Que atravessaram perigos,
Urzes, pântanos, espinhos.
Que chegam desiludidos
Das portas a que bateram:
Humanos, grandes gemidos
Que nos tempos se perderam.
Que voltam como partiram, Com mais amargor na volta
Mendigos ricos no entanto, Das pompas da natureza
Mendigos que o sol, apenas, Torna nababos felizes,
Mendigos que acham requinte Na fumaça de um cachimbo,
O sonho em tão leve nimbo.
Mendigos da luz da aurora Cantando celestemente, Fresca,
Mendigos de áureas estradas, De sonâmbulas veredas,
Mendigos d'estranho aspecto E sempiterna vigília,
Mendigos que erram eternos Sem fadigas e sem sono,
Mendigos de plaga nova, De novas terras e mares,
Mendigos da grande esmola Da luz das estrelas nobres,
Entre as suas mãos tão pobres!
Mendigos de céus remotos,
De sóis dos mais velhos ouros;
Com a sua fé e os seus votos
E os seus secretos tesouros.
Mendigos de olhar severo,
Boca murcha, meio amarga...
Tendo um vago reverbero
De sonhos na fronte larga.
Mendigos de ínvias florestas
E de bosques fabulosos,
De melancólicas sestas
Nos crepúsculos brumosos.
Tremendo dos sóis, dos frios,
Nas mortalhas da Saudade
Amortalhados sombrios.
Mendigos dos Infinitos,
Das Esferas inefáveis,
Noctambulando malditos
Nos rumos imponderáveis.
Mendigos de fome e sede
Embalados pela rede Dos Idealismos profundos.
Mendigos do azul Mistério,
Cuja alma — nívea sereia —
Fica saciada no aéreo
Pão branco da lua cheia!
Poesia de Quinta na Usina: Cruz Souza:
SALVE! RAINHA!...
Ó sempre virgem Maria, concebida sem pecado original,
Mãe de Misericórdia, sem pecado
Original, desde o primeiro instante!
Salve! Rainha da Mansão radiante,
Virgem do Firmamento constelado...
Teu coração de espadas lacerado,
Sangrando sangue e fel martirizante,
Escute a minha Dor, a torturante,
A Dor do meu soluço eternizado.
A minha Dor, a minha Dor suprema,
A Dor estranha que me prende, algema
Neste Vale de lágrimas profundo...
Salve! Rainha! por quem brado e clamo
E brado e brado e com angústia chamo,
Chamo, através das convulsões do mundo!...
Poesia de Quinta na Usina: D'Araújo:
Ela
Um nome poético e sereno,
Em uma pequena face de princesa,
Tudo em ti é beleza.
Sorriso sincero,
Olhar marcante, e um corpo insinuante.
E muito distante do meu mal pensar.
Altura ideal, andar sem igual.
Uma boca que exala uma leve fala,
Que é quase um murmurar....
Poesia de Quinta na Usina: D"Araújo:
Realidade
Meu amor era sincero,
Meu desejo era real,
O meu sonho era lúcido,
Minha alegria era constante,
Os meus dias eram inevitáveis,
A minha realidade era, incontestável.
Mal sabia eu, que o meu futuro, era apenas,
uma variável.


























