sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede: Bruno Junger Mafra:POR NADA:


escrever
um poema ...
como se fosse 
pela vida à toa
pedir perdão
a minha própria
pessoa


Vida a esmo

esse 

sou eu mesmo

caminhante

diante de indagação

de estrada



Ah , vai poeta de nada

borrar o papel

de poesia

nada de técnica

lirismo

só fel 

torcido

analogia



Minha

poesia

construída

do nada

e composta

por

idiossincrasia 



- Bruno Junger Mafra -



























 Link para Download do Manual Prático de Bioga;

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede: Everson Russo:



Eu e Você Um dia o amor bateu, bateu, E trouxe a emoção, você e eu, 
Levou meu coração junto com o teu, 
Num sentimento só, você e eu, Na estrada, 
num caminho sem direção, Nos guiamos pelo amor, sol e luar, 
O que vier é bom, amor, amar, Não quero mais voltar pra solidão, 
Quero fazer feliz teu coração, 
Você é a flor que falta em meu jardim, É o amor que está guardado em mim,
 Levou meu coração junto com o teu, 
Num sentimento só, você e eu, Te amar é muito bom, 
é muito bom. By Everson Russo evrediçoesmusicais©® 
Direitos autorais reservados lei 9.610 de 19/02/98





















“Para os amantes da poesia, Link para Download grátis do livro “Amor Eterno Amor”

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede: Marco Aurelio Tisi: PIRILAMPOS:


A noite não tem Luar,
mas há os Pirilampos para luminar,
a clareira da mata, pra se poder meditar,

e um sonho, então se embalar,

numa Saudade doce que quer me abraçar,

fazendo o Coração dilatar,

mas é um sonho bom,

e então o Estado de Espírito vai aplacar.



Marco Aurélio TISI

(31/01/2014)

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede: Mário A. J. Zamataro:


segue rente ao muro
o gato que desce a rua -
outro fim de tarde


(Mário A.J. Zamataro)

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede: Ivo Júnior: MUNDO DA FELICIDADE:


Amanhã viajarei com destino 

ao mundo da felicidade. 

Correrei sobre o arco-íris; 

tomarei banhos num mar 

sem procelas; 

darei beijos na lua; 

brincarei de esconde-esconde 

com os curumins da floresta; 

direi aos beija-flores 

que a fada-madrinha é minha amante; 

beberei fagulhas de um sol, 
mas não cansarei de cantar 
com os passarinhos na manhã dourada.



No mundo da felicidade, 

meus olhos terão mais brilho; 

meu coração pulsará com mais alegria; 

meus pés não tropeçarão 

em pedra alguma; 

meus ouvidos escutarão 

o suspirar das estrelas; 

minha vida será mais radiante.


Nessa viagem, 
sorrirei como nunca sorri; 
cantarei como nunca cantei; 
dançarei valsas vienenses 
em companhia da deusa-do-amor; 
correrei por dentro da exuberância 
do ventre das matas virgens; 
dormirei nos braços da madrugada; 
rezarei pela natureza... 
e sentirei, na minha alma, 
um ardente desejo de nunca mais voltar!

Poeta Ivo Júnior. (Salgueiro-PE)

Sexta Na Usina: Poetas da Rede:Jorge Pardini:

                                            



                                             Y…la encontré a ella…pegando a mi hijo…
LOCA REVIRADA! HASTA LASTIMARLO!
Le paré la mano! Le arranqué la vara!…

Y abracé a mi hijo…que aún lloraba!

Pedí explicaciones! Qué es lo que te ha hecho?

Para que le pegues, y lo dañes tanto!

-“Cuidá de ESA COSA! Fijate lo que hizo!

Me rompió el jarrón…El que hay en el living!

Esa porquería…NO QUIERO NI VERLA!

LA PRÓXIMA VEZ…SEGURO… LO MATO!”

Yo me quedé helado…NO PODÍA CREERLO!

LA MUJER QUE AMABA…PEGANDO A MI HIJO!

(Porque… NO ERA SU HIJO, ERA SÓLO MÍO!)
Lo tomé en mis brazos…me lo llevé al auto…
Agarré mis cosas…ME FUI DE LA CASA!
Me miró asombrada, mi mujer de entonces,
Y la desalmada, no entendía nada!
Me gritó al partir…”-VOS SOS UN TARADO!
CÓMO VAS A IRTE? VAS A ABANDONARME? 
Si él tuvo la culpa! Por andar jugando… Y no fijarse en nada!
Y si te vas, no vuelvas! Y váyanse lejos!
NO QUIERO NI VERLOS, AQUÍ EN ESTA CASA!”
Lo abracé a mi hijo, mi hijo del alma…
Y nos fuimos juntos, al rayar el alba…
Le curé los golpes que le había dejado…
Lo llené de mimos…y lloró despacio!
Yo sabía que era, mi hijo del alma,
Mi hijo pequeño…Y me necesitaba!
Y LO QUE NO SUPO ESA DESALMADA…
QUE EL QUE FUERA UN PERRO…FUE UNA CIRCUNSTANCIA!
Jorge Horacio Pardini 2/9/13.- (Derechos de Autor Reservados)
POR QUE DEIXÁ-LO?...FOI INSENSÍVEL! (Bater no meu filho!)

Foi um final de tarde... cheguei do trabalho, cansado e querendo levar alguns companheiros!

Estacionei o carro... e eu ouvi uns gritos!

Tenho pressa, vamos ver o que aconteceu!

E... eu achei ela... furando a meu filho...

TORCIDA LOUCA! TE MACHUCAR!

Eu parei a mão dela! Você puxou a vara!...

E abracei o meu filho... ainda chorando!

Pedi explicações! O que é que fizeste?

Então você bateu nele, e muito prejudicá-lo!

-"Toma conta dessa coisa! Olha o que ele fez!
Me quebrou o vaso...Aquele na sala!
Essa porcaria...NÃO VEJO ISSO!
DA PRÓXIMA VEZ...SEGURO... "LO MATO!"
Eu estava congelado...NÃO PUDE ACREDITAR!
A MULHER QUE AMEI...ADERINDO AO MEU FILHO!
(Porque...) (NÃO ERA SEU FILHO, ERA SÓ MEU!)
Levei-o em meus braços... levei-o para o carro...
Peguei minhas coisas...EU FUI NA CASA!
Ele olhou para mim atônito, minha esposa na época e o coração, não entendi nada!
Chorei de... "-VOS SOS um TARED!"
COMO VOCÊ VAI IR? VOCÊ VAI ME DEIXAR? 
Se ele estava em falta! Por andar a brincar... E não olhe para nada!
E se você é, não volte! E vá embora!
"NÃO QUERO NEM VÊ-LAS, AQUI NESTA CASA!"
Abracei meu filho, a alma do meu filho...
E fomos juntos até o raiar do dia...
Limpar-lhe socos que tinham deixado ele...
Enchi-mimos... e ela chorou lentamente!
Eu sabia que a alma do meu filho, era meu filho mais novo...E eu precisava!
E O QUE NÃO SABIAM TÃO CRUEL...
QUE ELE ERA UM CÃO...FOI UMA CIRCUNSTÂNCIA!
Jorge Horacio Pardini 09/02/13-(author rights reserved)

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede: Jonatan Da Rosa:Amante de mar.


Estoy en un desierto de sabanas
sin el sabor de tus líquidos.
Tú te encuentras en una selva caliente

con la pasión golpeando tus pechos.



Solamente soy un soñador,

Un amante sin nombre,

Sin dirección,

Atento al celular.



Caen cuadros de noches ardientes,

chocando en la cama de nuestro error.

Nuestro sabroso pecado lleno de sudor,

empañando los vidrios de amor. 



Y ruedan tus dientes sobre mí,

atravesando como una espada.

Recorriendo mi oscuridad,

mordiendo con suavidad.

Solamente soy un soñador,
un amante de mar.
Esperando tus olas gimiendo,
que toquen la arena de la intimidad.

Jonatan A. Da rosa

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

Poesia De Quinta Na Usina:: Fernando Pessoa; Vendaval:


Ó vento do norte, tão fundo e tão frio,
Não achas, soprando por tanta solidão,
Deserto, penhasco, coval mais vazio
Que o meu coração!
Indômita praia, que a raiva do oceano
Faz louco lugar, caverna sem fim,
Não são tão deixados do alegre e do humano
Como a alma que há em mim!
Mas dura planície, praia atra em fereza,
Só têm a tristeza que a gente lhes vê
E nisto que em mim é vácuo e tristeza
É o visto o que vê.
Ah, mágoa de ter consciência da vida!
Tu, vento do norte, teimoso, iracundo,
Que rasgas os robles — teu pulso divida
Minh'alma do mundo!
Ah, se, como levas as folhas e a areia,
A alma que tenho pudesses levar -
Fosse pr'onde fosse, pra longe da idéia
De eu ter que pensar!
Abismo da noite, da chuva, do vento,
Mar torvo do caos que parece volver -
Porque é que não entras no meu penssamento
Para ele morrer?
Horror de ser sempre com vida a consciência!
Horror de sentir a alma sempre a pensar!
Arranca-me, é vento; do chão da existência,
De ser um lugar!
E, pela alta noite que fazes mais'scura,
Pelo caos furioso que crias no mundo,
Dissolve em areia esta minha amargura,
Meu tédio profundo.
E contra as vidraças dos que há que têm lares,
Telhados daqueles que têm razão,
Atira, já pária desfeito dos ares,
O meu coração!
Meu coração triste, meu coração ermo,
Tornado a substância dispersa e negada
Do vento sem forma, da noite sem termo,
Do abismo e do nada!

Poesia De Quinta Na Usina: Florbela Espanca: CEGUEIRA BENDITA:



Ando perdida nestes sonhos verdes De ter nascido e não saber quem sou, 
Ando ceguinha a tatear paredes
E nem ao menos sei quem me cegou! Não vejo nada, tudo é morto e vago... 
E a minha alma cega, ao abandono Faz-me lembrar o nenúfar dum lago
´Stendendo as asas brancas cor do sonho... 
Ter dentro d´alma na luz de todo o mundo E não ver nada nesse mar sem fundo, 
Poetas meus irmãos, que triste sorte!...

E chamam-nos a nós Iluminados! Pobres cegos sem culpas, sem pecados, 
A sofrer pelos outros té à morte!

Poesia De Quinta Na Usina: Paulo Leminski:



Os dentes afiados da vida preferem  a carne
na mais tenra infância quando
as mordidas doem mais
e deixam cicatrizes indeléveis quando
o sabor da carne
ainda não foi estragado pela salmoura do dia a dia é quando
ainda se chora é quando
ainda se revolta é quando

ainda...

Poesia De Quinta Na Usina: D'Araujo: Poema: Inesperado.


Um ser que aparece do nada e faz 
sucumbir qualquer poder de reação contrária.

O cantarolar do vento que bate em meu 
rosto me traz o gosto e o prazer de estar 
com você e poder entender o entardecer 
da lógica diante o inesperado.

Então fico calado a observar a 
importância da tua existência diante a minha.

D'Arujo.









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"O Grito da Alma" poesias e pensamentos
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Poesia De Quinta Na Usina: D'Araújo. A ilusão do amanhã:




Todos correndo inutilmente atrás do metal da felicidade
Na doce ilusão de preencher o imenso vazio que se forma
Por não dar importância as coisas que realmente importam.
Como, o sorriso espontâneo, o até logo sem compromisso,
O afago verdadeiro, e os beijos despretensiosos de pura cortesia.
Como a alma humana se aliena com tanta facilidade
Para o caminho que não leva a nada.
Por isso, viva seus dias, com a leveza do eterno
Com a ingenuidade dos tolos, e com a sabedoria das crianças,
Onde o único impossível é não ser.

Publicado em 09-02-2020.
Editora: Clube de Autores:

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

Quarta Na Usina: Poetisas da Rede: Cris_lagata: "LUNA MI AMIGA":



"HOY, LE PEDI A LA LUNA...." RETO

Vienen a mi pensamiento 
tus ojos como luceros encendidos 
como estrellas que en suspiros 
ruegan tu matiz de besos.

La luna con su blanca magia 
canta en silencio una tonada 
saliente del corazón resando 
"esta noche serás mi amada"

Transformas en versos
todos esos sentimientos 
románticos y apasionados
según sea el momento.

Derramas cascadas de poesía 
notas en versares de amor.
Tú y yo, en medio de pura magia
de una amiga que nos unió.

Hoy le pedí a la luna con denuedo
que se apiade de mi humilde deseo.
De llegar pronto en la madrugada 
a amarte despacio, bajo su luz de plata.


Cris_lagata

Argentina

15-10-2015