domingo, 31 de dezembro de 2017

Domingo Na Usina: Biografias: Francisco Acuña de Figueroa:


(Montevidéu, 1790 id., 1862) poeta uruguaio, uma das maiores figuras da era clássica da literatura River Plate. Acuña de Figueroa, com perfis de literatura nacional do seu país, nos dias em que a especificação do Uruguai e definindo vai contra Argentina começar.

A partir da posição modesta, inteligente e culta, ele observou a evolução de seu país desde os tempos coloniais à independência, e formação e temperamento levou-o para mostrar adversário do ditador argentino Rosas. Ele foi diretor da Biblioteca Nacional, escreveu as letras das hinos nacionais do Uruguai e Paraguai, narrados no local episódios verso Montevidéu (Jornal Histórico), ele mostrou seu talento nos decretos pilatunos, escreveu algumas peças, traduzido vários poemas latinos e preparou os doze volumes originais de Collected Works, em que a produção pode ser variada.

A personalidade de Francisco Acuña de Figueroa, que se tornou uma espécie de chefe oficial das cartas de seu país, refletindo os balanços e balbucio da transformação e crescimento da nação uruguaia, cuja independência literária contribuiu grandemente. Dotado de uma forte formação neoclássica, ela seguiu os modelos de moralistas espanhol Juan Bautista Arriaza, Felix Maria de Samaniego e Tomas de Iriarte, satirizando figuras públicas e instituições e costumes e também assuntos particulares. Suas obras podem ser classificadas como graves e festivo, atribuindo a este último o maior mérito.

De sua produção destaca o burlesco épico O Malambrunada, seu trabalho mais ambicioso, no qual ele ridiculariza as mulheres velhas libidinosos que pretendem competir no amor com os jovens ninfas. Escrito em 1837 em estrofes, a ação é apresentada como uma luta entre o velho (representado por bruxas capitaneadas por Malambruna e protegidas por Satanás) e jovens, protegidos por Venus, sob o comando da ninfa Violante. Depois intrincado rindo e zombando de lutas e episódios quase heróicos, morre Malambruna. Old fugir antes que a carga jovem vigoroso, a afundar-se, para salvar em um atoleiro em que o próprio Diabo, que protegeu o feio, deixando as folhas transformam em sapos.

Paralelamente a este trabalho com alguns toques de crítica social satírico e filosofia, são notáveis ​​por seus méritos literários seus inúmeros epigramas, que se reuniu em títulos poéticos como Mosaic (1857). Fácil sagacidade narrativa verso, graça e Quevedian malícia intencional são características deste trabalho burlesque satírico múltipla Acuña de Figueroa cumprida até o último dia de sua existência.

fonte de origem:
https://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&sl=es&u=http://www.biografiasyvidas.com/biografia/a/acuna_de_figueroa.htm&prev=search

Domingo Na Usina: Biografias: Pablo Neruda:



(1904-1973) foi um poeta chileno, considerado um dos mais importantes escritores em língua castelhana. Recebeu o Premio Nobel de Literatura em 1971.

Pablo Neruda (1904-1973) nasceu na cidade de Parral, no Chile, no dia 12 de julho de 1904. Filho de um operário ferroviário e de uma professora ficou órfão de mãe logo ao nascer. Batizado com o nome de Ricardo Eliécer Neftalí Reyes Basoalto, ainda na adolescência, adotou o nome de Pablo Neruda, inspirado no escritor tcheco Jan Neruda.

Em 1906, muda-se com seu pai para a cidade de Temuco. Com sete anos ingressa no Liceu, e ainda na época escolar publica seus primeiros poemas no periódico A Manhã. Em 1919, obteve 3° lugar nos Jogos Florais de Maule, com o poema “Noturno Ideal”. Em 1920, começa a escrever para a revista literária Selva Austral, já usando o pseudônimo de Pablo Neruda.

Em 1921 muda-se para a capital Santiago, onde ingressa no curso de Pedagogia do Instituto Pedagógico da Universidade do Chile. Nesse mesmo ano, ganha o prêmio da Festa da Primavera com o poema “A Canção da Festa”. Em 1923 publica “Crepusculário” e em 1924 publica “Vinte Poemas de Amor e Uma Canção Desesperada”. Em 1926, publica “O Habitante e Sua Esperança”, “Anéis” e “Tentativa do Homem Infinito”, com forte marca Modernista.

Em 1927, Pablo Neruda inicia a carreira diplomática, após ser nomeado cônsul na Birmânia. Em seguida vai para Siri Lanka, Java, Singapura, Buenos Aires, onde conhece o poeta Federico Garcia Lorca, e em Barcelona, onde trava contato com Rafael Alberti.

Com a Guerra Civil Espanhola, em 1936, é destituído do cargo de cônsul. Em 1937, na França, comovido com a guerra e a morte de Garcia Lorca escreve “Espanha no Coração”. Nesse mesmo ano retorna para o Chile e dedica-se a escrever baseado em temas políticos e sociais. Em 1939, Pablo Neruda é designado cônsul em Paris e logo depois cônsul Geral no México. Nessa época escreve “Canto Geral do Chile”.

Em 1943, é eleito senador da República. Critica o tratamento dado aos trabalhadores das minas, na presidência do Gonzáles Videla, é perseguido e se exila na Europa.

No dia 11 de julho de 1945, o poeta, que tinha preferência pelas ideias comunistas, declamou um poema “Dito no Pacaembu”, para mais de 80 mil pessoas no estádio do Pacaembu, em São Paulo, em homenagem a Luís Carlos Prestes, político comunista brasileiro recém-saído da prisão.

Em 1952, publica “Os Versos do Capitão” e dois anos depois publica “As Uvas e o Vento”. Em 1965, recebe o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade de Oxford. Em 1971 recebe o Prêmio Nobel de Literatura.

Em 1973, Neruda abriu mão de sua candidatura à presidência da república do Chile, em favor do socialista Salvador Allende, que possuía as mesmas afinidades ideológicas do poeta. É designado embaixador na França, mas doente retorna ao Chile em 1972.

Pablo Neruda faleceu em Santiago, capital do Chile, no dia 23 de setembro de 1973. Depois de sua morte, foram publicadas suas memórias com o título “Confesso Que Vivi”.

fonte de origem:
http://www.e-biografias.net/pablo_neruda/

Domingo Na Usina: Biografias: Roberto Arlt:



(Buenos Aires, 1900-1942) Escritor e jornalista, uma das figuras mais destacadas da literatura River Plate. Autodidata leitor de Nietzsche ea grande ficção russo (Dostoiévski, Gorky) e ligado a mais de vinte anos com progressiva e didática Grupo Boedo, é considerado o pioneiro do romance moderno em seu país, apesar de seu reconhecimento Ele não veio até os anos cinquenta.

O grupo Boedo tomou o nome de uma rua nos subúrbios proletários de Buenos Aires. Ao contrário das tendências estéticas mais formais do Grupo de Florida, que desempenhou um papel-chave em primeiro lugar Ricardo Güiraldes e depois de Jorge Luis Borges, o Grupo de Boedo foi um movimento literário comprometida com a crítica social, sendo decisivo para concepção artística de influência de Dostoiévski, tanto na escolha de temas e visão de mundo, especialmente na concepção do destino humano.

Roberto Arlt cresceu em uma família de imigrantes pobres: seu pai era alemão e sua mãe, uma Trieste imaginativa e sensível, recitou versos de Dante e Torquato Tasso. Ele saiu de casa quando ele era um adolescente causa de conflitos com seu pai. Ele escola primária, mas freqüentado as bibliotecas de bairro, onde começou descontroladamente na leitura Kipling R., E. Salgari, J. Verne, RL Stevenson e J. Conrad, entre outros, tocada enquanto vários comércios: dependente biblioteca, funileiro aprendiz de mecânico e vendedor de vários itens.

Ele se casou e se mudou para Córdoba, mas falhou em sua tentativa de melhorar a situação económica obrigou a voltar com sua família para Buenos Aires trouxe consigo o manuscrito do brinquedo raivoso. Na capital ele trabalhou como jornalista e inventor. Na revista People publicou sua primeira história, Senhor, que foi seguido por um julgamento, o oculto, na cidade de Buenos Aires. Em seguida, trabalhou em Patria, de direita nacionalista jornal, mas dois anos mais tarde tornou-se publicações de sinal oposto, tanto à esquerda e última vez. Depois de várias tentativas, ele conseguiu publicar na revista Proa dois capítulos de seu romance O brinquedo raivoso (1926), que seria considerado um marco na literatura Argentina.

Jornalismo foi, para Arlt, o principal meio de vida. Em 1927 era repórter policial na revisão e um ano mais tarde tornou-se editor do jornal El Mundo. Havia suas histórias o corcunda e pequenos agricultores. Sua coluna gravura a água Buenos Aires (1933), que lançou um olhar penetrante sobre a cidade e seus habitantes, deu-lhe grande popularidade: textos estavam cheios de ironia e mordacidade, retratos de tipos e personagens de Buenos Aires própria sociedade. Artigos revelada, contos e romances avanços das páginas da Clarity, Casa, azul e revistas bandeira vermelha. O resultado de seu trabalho como correspondente na Europa e na África são gravura a água espanhóis (1936) e O gorila criador (1941), histórias de tema "oriental".

Para muitos a sua obra mais conseguida são os sete pessoas loucas (1929), um romance assombroso sobre o desamparo do homem contra a sociedade que oprime e condenou-o a trair seus ideais. A ficção de Arlt inclui o lança-chamas (1931) e El brujo amor (1932). A coleção de história O corcunda (1933) reitera o tema de seus romances: a angústia, a humilhação ea hipocrisia da sociedade burguesa.


Roberto Arlt em Buenos Aires (1935)
Arlt foi envolvido em uma tentativa de renovar o teatro argentino, através de trezentos milhões (1932), que se seguiu sete dramas, Firestone (1932), Saverio cruéis, fantasmas Maker (1936), a ilha de deserto ( 1937), África (1938), A Festa de ferro (1940) e O deserto entra na cidade (1941), apresentado na maior parte no Teatro del Pueblo que correu L. Barletta.

Embora conhecido sucesso e foi lido academia erros sintácticos massivamente criticado. Em finais dos anos cinquenta seu trabalho começou a ser reivindicado como uma das maiores conquistas da literatura Argentina. O estilo é caracterizado por arltliano corte ou frases não estruturados ea incorporação de jargão e barbarismos. Seu trabalho reflete a frustração das classes populares urbanas durante a crise que culminou em 1930: seus personagens são muitas vezes marginal atravessando situações extremas; o mundo cotidiano da cidade grande aparece ligado a um universo rarefeito, Sombrio e até mesmo de fantasia.

A obra narrativa de Roberto Arlt

A Arlt nunca foi interessado em ficar dentro do "bom gosto" ou privados de usar todas as ferramentas à sua escrita para ser eficaz para retratar a realidade de uma maneira corajoso; por isso alguns de seus livros causou polêmica e escândalo. A "desordem" da sua escrita, "erros ortográficos" contra ele, são reduzidos a mero detalhe anedótico ao avaliar um trabalho que ocupa um lugar essencial na literatura do século XX Argentina, apenas por força de um estilo e alguns argumentos alheios a qualquer estetizada, característico de outras mainstream na vontade nacional literatura. No prefácio de O lança-chamas (que é geralmente considerada como uma manifestação essencial e definitiva de suas idéias sobre a obra literária), Roberto Arlt defender seu papel como criador contra o estabelecimento, enquanto critica duramente o sistema de reconhecimento e promoção cultural na época.

A obra de Arlt foi visto como um espaço de confluência dos discursos mais importantes de seu tempo: a partir das utopias socialistas e anarquistas de início do século XX para o surgimento posterior de projectos totalitários (especialmente o nazismo eo fascismo ), bem como uma vasta gama de conhecimentos relacionados com o ocultismo. Em seu romance Los siete locos, este último mais fortemente evidente através dos sonhos e fantasias que encarnam seus personagens, que são conectados com toda a iconografia ocultismo.

Em quase toda a sua obra, o autor apresenta caracteres (na maioria das vezes excluídos, marginalizados, humilhados) enfrentando em desvantagem notável, com as leis perversos da sociedade burguesa. Roubo, traição ou decepção são as preocupações temáticas que gira em torno do destino dos personagens Arlt. Arlt realismo exasperado retratou a pequena burguesia porto, emigrantes sem raízes e amado na fronteira com a marginalização. Seu primeiro romance, O brinquedo raivoso (1926), com abundantes elementos autobiográficos inspirado, diz o início difícil na vida de Silvio Astier, um sonhador adolescente de origem humilde, cujo falhas irá impulsioná-los a uma declaração de rebelião e crime.

Neste trabalho, ele continuou a narrativa díptico formado pelos sete pessoas loucas (1929) e O lança-chamas (1931). Se ainda existia em seu primeiro romance algo como uma estrutura e escrita submetido a certas convenções literárias, o autor destes dois novos romances age livremente (às vezes, por exemplo, não sei quem narra) e consegue dar o tom certo de pesadelo que se adapte ao seu negócio. Um anti-herói, Erdosain, acusado de peculato e abandonado por sua esposa, está associado com o Astrólogo, caráter incomum que controla o submundo e social tece uma conspiração para acabar com a sociedade capitalista e salvar a humanidade. O desafio para a sociedade falha e, pego na falácia de uma revolução impossível, os personagens estão perdidos na sua solidão e morrer ou desaparecer.

Teatro

Arlt renovado com o teatro originalidade em seu país. Tudo começou na cena em 1932, com três centenas de milhões, "o trabalho em um prólogo e três atos", que iria seguir sete peças mais dramáticas. Trezentos milhões é uma empregada doméstica, seduzida pelo filho da casa, cuja existência é triste suportável apenas pelos personagens do melodrama e contos de fadas que povoam sua mente. A mistura de imaginação e realidade também é visto no fabricante fantasmas (1936), cerca de um dramaturgo que mata sua esposa e joga o crime em suas obras, a fim de executar a sentença em si. Em Saverio Cruel (1936), fantasia degenera em loucura e morte, porque os personagens não conseguem combinar seus sonhos.

Todo o drama da Arlt é conhecida por sua essência fantástica e uma farsa, embora com resultados trágicos. Além disso, como em sua narrativa, é sempre visível num contexto de crítica social. Seus personagens encarnam a projeção de desejos, experiências, frustrações, escrúpulos ou remorso, dentro de uma estética que se aproxima de peças de Arlt a tendências como o "jogo dentro de um jogo", o "estágio do espelho" e teatro grotesco.

Se o problema aparece em sua narrativa como motivação recorrente, teatro Arlt equivalente seria "sonhar acordado". Mas esses sonhos são confrontados com a dura realidade e desaparecem abruptamente. Daí um dos meios mais dominantes na sua proposta é o teatro do inesperado, invadindo metade sono violentamente reinstalar o personagem em realidade. Estas obras, escritas durante os últimos dez anos da vida de seu autor, foram lançados postumamente em alguns casos e muito representado por décadas.

fonte de origem:
https://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&sl=es&u=http://www.biografiasyvidas.com/biografia/a/arlt.htm&prev=search

Domingo Na Usina:Biografias:José Murilo de Carvalho:


José Murilo de Carvalho fez pós-doutorado em História na Universidade de Londres, em 1982, e na Universidade de Stanford, em 1976-77. Foi um dos fundadores da pós-graduação em Ciência Política da UFMG e do doutorado em Ciência Política e Sociologia do Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro. Coordenou a pós-graduação em História Social da UFRJ. Foi professor visitante nas universidades de Londres, Oxford, Stanford, California-Irvine, Notre Dame, Leiden e na École des hautes Études en Sciences sociales e membro do Institute for Advanced Study, de Princeton. Dedicou-se inicialmente ao estudo da construção do Estado durante o Império, salientando a importância do treinamento das elites políticas. Passou a seguir a pesquisar a participação política na República, dando maior atenção a aspetos simbólicos da política. Nos últimos anos tem-se dedicado ao estudo da construção da cidadania no Brasil, salientando suas especificidades e à história social das idéias, onde busca apontar a relevância da retórica. Publicou 9 livros e cerca de 90 artigos e capítulos de livros. Orientou até agora 15 dissertações de mestrado e 12 teses de doutorado.

Comissões
Presidente - Comitê Assessor em Ciências Sociais, Fundação Ford - 1979-1980.
Presidente - Comitê Assessor de Ciência Política, CAPES - 1979-1980.
Member - Joint Committee on Latin American Studies, Social Science Research Council - 1985-1988.
Membro - Comitê Assessor de Ciências Sociais, CNPq - 1986-1989.
Membro - Conselho Editorial da Revista Estudos Históricos - 1987-.
Conselheiro - SBPC - 1991-1995.
Editor Associado - revista História, Ciências, Saúde Manguinhos - 1993-.
Membro - Conselho Consultivo da FINEP - 1995.
Membro - Conselho Deliberativo do CNPq - 1996-2000.
Membro - Comitê Científico do Instituto de Estudos Avançados Transdisciplinares da UFMG - 2001-.
Membro - Conselho Diretor do Projeto Ciência Hoje da SBPC - 2002-.

Participações
Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência.
Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais.
Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro.
PEN Clube do Brasil.

Posições
Acadêmico
Academia Brasileira de Letras
mar/2004 - presente

Visiting Chair in Studies of Brazilian Culture
Kellogg Institute
University of Notre Dame
jan/2002 - mar/2002

Visiting Professor
Centro para Estudos Brasileiros
Universidade de Oxford
jan/2001 - mar/2001

Nabuco Visiting Professor
Center for Latin American Studies
Stanford University
jan/1999 - jun/1999

Professor
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Departamento de História
Programa de Pós-Graduação de Sociologia e Antropologia
Stanford University
fev/1997 - presente

Distinguished Visiting Professor
Department of History
University of California, Irvine
jan/1990 - mar/1990

Maître de Conférence
École des hautes Études en Sciences sociales
Centre d´Etudes des Mouvements sociaux
mai/1989 - jun/1989

Pesquisador
Centro de Estudos Históricos
Fundação Casa de Rui Barbosa
fev/1985 - fev/1997

Professor/pesquisador
Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro
ago/1982 - fev/1997

Visiting Latin American Scholar
Centre for Latin American Studies
University of London
jul/1981 - dez/1981

Membro
Institute of Advanced Study, Princeton
set/1980 - jun/1981

Professor adjunto
Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Departamento de Ciência Política
Centro de Pesquisas René Rachou - Fiocruz
abr/1969 - mar/1978.
José Murilo de Carvalho
Id        1025
Nome Científico         Carvalho, J.M.
E-mail jmurilo@ifcs.ufrj.br
Profissão         Professor titular , Historiador
Área de Especialização          Ciências Sociais
Categoria        Titular
Data de ingresso na ABC      04/06/2003
Nascimento
Data    08/09/1939
Cidade            Andrelândia
Estado/Província        Minas Gerais , MG
Pais     Brasil
Endereço
Rua Marquês de São Vicente, 225
Gávea - Rio de Janeiro - RJ - 22453-900 - Brasil

Sub-Área
Ciência política
História
Sociologia

Pesquisas
História política do Império.
História das instituições científicas no Brasil.
História política e social da Primeira República.
Militares na República.
História social das idéias.
Cidadania.

Títulos
Bacharel (Sociologia e Política) - Universidade Federal de Minas Gerais - 1965.
M.A. (Ciência Política) - Universidade de Stanford - 1969.
Ph.D. (Ciência Política) - Universidade de Stanford - 1975.

Prêmios
Distinções

Homem de Idéias - Jornal do Brasil - 1989

Medalhas

Medalha da Ordem de Rio Branco (Comendador) - Ministério das Relações Exteriores - 1981

Medalha Santos Dumont - Governo do Estado de Minas Gerais - 1987

Medalha de Honra da Inconfidência - Governo do Estado de Minas Gerais - 1992

Grã-Cruz da Ordem Nacional do Mérito Científico - Presidência da República do Brasil - 1998

Medalha da Honra da UFMG - Centro de Pesquisas René Rachou - Fiocruz - 2001

Prêmios

Melhor Livro em Ciências Sociais - Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais - 1988

Prêmio Jabuti - Câmara Brasileira do Livro - 1991

Prêmio Banorte de Cultura Brasileira - BANORTE - 1991

Prêmio Casa das Américas 2004 - Governo de Cuba - 2004

Publicações Completas
CARVALHO, J.M. 1987 . Os bestializados. O Rio de Janeiro e a República que não foi ., São Paulo : Companhia das Letras.

CARVALHO, J.M. 1990 . A formação das almas. O imaginário da república no Brasil ., São Paulo : Companhia das Letras.
Trad. espanhola: La formación de las Almas. El imaginario de la República en el Brasil. Buenos Aires:Universidad Nacional de Quilmes, 1997

CARVALHO, J.M. 1998 . Pontos e bordados. Escritos de história e política ., Belo Horizonte : UFMG.

CARVALHO, J.M. 1980 . A construção da ordem. A elite política imperial ., Rio de Janeiro : Campus.

CARVALHO, J.M. 1988 . Teatro das sombras: a política imperial ., São Paulo : Vértice.
Trad. francesa: Un théâtre d'ombres. La politique impériale au Brésil. Paris:Maison des Sciences de l'Homme, 1990


CARVALHO, J.M. 2001 . A cidadania no Brasil: o longo caminho .Edited by Civilização Brasileira. .
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Domingo Na Usina: Biografias: Aloísio de Castro:


Terceiro ocupante da Cadeira 5, eleito em 14 de novembro de 1917, na sucessão de Osvaldo Cruz e recebido em 15 de abril de 1919 pelo Acadêmico Afrânio Peixoto. Recebeu os Acadêmicos Laudelino Freire, Roquette-Pinto e Celso Vieira.
Aloísio de Castro, médico, professor e poeta, nasceu no Rio de Janeiro, RJ, em 14 de junho de 1881, e faleceu, na mesma cidade, em 7 de outubro de 1959.
Era filho de Francisco de Castro, de quem lhe veio o gosto pelas letras, as artes e a música, além de profundas lições de vida. Foi aluno do Colégio Kopke, onde fez os estudos fundamentais e cursou latim, passando a ter também em casa um professor desse idioma. Ingressou na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, onde colou grau de doutor em medicina em 1903, tendo obtido o prêmio de viagem à Europa oferecido pela mesma Faculdade. Tudo indicava que o novo médico seria um grande nome na sua carreira, mas não se podia prever o ecletismo da atividade literária e seu interesse pela música.
Foi interno de Clínica Propedêutica da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro (1901-1903); assistente de Clínica Propedêutica da Faculdade de Medicina (1904-1908); subcomissário de higiene e assistência pública do Rio de Janeiro (1906-1908); professor substituto e, a seguir, professor catedrático de Patologia Médica e de Clínica Médica (1915-1940); diretor geral da Faculdade de Medicina (1915-1924); diretor geral do Departamento Nacional de Ensino (1927-1932); médico da Santa Casa da Misericórdia.
Aloísio de Castro publicou, além de obras científicas, ensaios e conferências, alguns livros de poesia, além de compor peças musicais para piano e para canto.
Era membro da Academia Nacional de Medicina, da qual foi presidente; da Sociedade de Neurologia, Psiquiatria e Medicina Legal do Rio de Janeiro; da Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro; membro honorário da Sociedade de Medicina e Cirurgia de São Paulo; do Instituto Brasileiro da História da Medicina; do Conservatório Brasileiro de Música; membro da Comissão de Cooperação Intelectual da Liga das Nações (1922-1930); diretor do Instituto Ítalo-Brasileiro de Alta Cultura; membro correspondente de inúmeras instituições médicas internacionais e membro efetivo da Academia Pontifícia das Ciências. Na Academia Brasileira de Letras, foi segundo-secretário (1921-1922); secretário-geral (1926) e presidente (1930 e 1951).

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Domingo Na Usina: Biografias: Xinran:



(Pequim, 1958) é uma jornalista, radialista e escritora chinesa. Trabalhou em Nanquim até 1997, quando mudou-se para Londres sozinha e após um ano buscou seu filho Pan Pan. É casada com um Inglês - Toby.[1]

É a autora do livro Sky Burial (Enterro Celestial), romance que retrata a ida de uma chinesa em busca do marido desaparecido no Tibete; "O que os Chineses não Comem" e também "As Filhas Sem Nome", "Mensagem De Uma Mãe Chinesa Desconhecida", "Testemunhas da China".

No livro "As Boas Mulheres da China", onde, através das histórias de várias mulheres que entrevistou ao longo de sua carreira, traça um panorama sobre a condição feminina da China revolucionária, suas consequências e da China atual. Muitas das histórias foram retiradas do programa: Palavras na brisa noturna.

Com relação ao romance primeiramente citado, no Brasil ele foi publicado em 2004 pela Companhia das Letras sob o título "Enterro Celestial".

Atualmente ela é colunista do jornal The Guardian e professora na School of Oriental e African Studies da Universidade de Londres. Em 2004 Xinran fundou uma Ong, a The Mother´s Bridge of Love, que busca auxiliar órfãos chineses e estreitar a compreensão entre Ocidente e China.[2]

Xinran tem tudo para se solidificar no universo literário mundial como uma das mais sensíveis e competentes escritoras do século XXI. Seus até então dois livros falam de mulheres, de lutas e de dores universais, e por isso tocam tão fundo no coração de seus leitores, fiéis e sedentos pela continuação de sua obra.

fonte de origem:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Xinran 

Domingo Na Usina: Biografias: Marguerite Duras:




(pseudônimo de Marguerite Donnadieu) nasceu em 1914, em Gia Dihn (Vietnã), onde passou sua infância e adolescência.

Após a morte do marido, em 1918, a mãe de Duras conseguiu uma pequena concessão de terra no Camboja (então colônia francesa), mas o terreno se mostraria incultivável e sua família viria a perder quase tudo com a chegada das enchentes.

Esses dias na Ásia marcaram profundamente a vida de Duras. É a respeito dessa época uma de suas obras mais importantes, Barragem Contra o Pacífico (1950).

Aos 18 anos, muda-se para Paris, para concluir seus estudos. Em 1939, casa-se com o poeta Robert Antelme. Durante a Segunda Guerra, toma parte na Resistência Francesa à invasão nazista. Muito tempo depois, em maio de 1968, participaria da ação revolucionária de estudantes e escritores da Sorbonne.

Entre suas obras de maior destaque estão O Amante (1984), que lhe rendeu o Prêmio Goncourt - o mais importante da literatura francesa -, O Deslumbramento (1964) e A Dor (1985).

Depois do sucesso de Hiroshima Mon Amour (1960), passou a dirigir seus próprios roteiros cinematográficos. Entre seus trabalhos mais importantes para o cinema estão Nathalie Granger (1972) e Son Nom de Venise dans Calcuta Désert (1976).

Marguerite Duras morreu no dia 3 de março de 1996, em Paris.

fonte de origem:
http://educacao.uol.com.br/biografias/marguerite-duras.jhtm

Domingo Na Usina: Biografias: Chloe Anthony Wofford:



Toni Morrison, nasceu na cidade de Lorain, em Ohio, nos Estados Unidos, no dia 18 de novembro de 1931. Ela se tornou famosa por sua obra intensa e comovente, na qual ela expressa a vivência das negras norte-americanas ao longo dos séculos XIX e XX.

Vinda de um lar pobre, ela passa por muitas dificuldades financeiras na infância, principalmente por conta da Grande Depressão. Toni cursa teatro na Universidade de Harvard e ingressa na Faculdade de Letras da Universidade de Cornell, na cidade de Nova York. Após a graduação ela atua como professora de inglês no meio acadêmico.

De 1965 em diante a escritora exerce o ofício de editora de obras ficcionais, até lançar seu primeiro livro, O Olho mais Azul, em 1970. Nesta publicação ela narra a história de uma jovem da raça negra que tem uma verdadeira compulsão pela pele branca, torturando-se incessantemente por não possuir olhos azuis. Toni se vale desta narrativa para discorrer sobre questões ligadas à raça, ao feminino e aos padrões convencionais de beleza. Esta temática se repete em vários de seus trabalhos.

Outras obras suas são aclamadas pelos críticos e pelos leitores dos EUA, entre eles Song of Solomon, de 1977, que a consagra também internacionalmente. Na obra Tar Baby, de 1981, a escritora traduz os embates raciais, sociais e sexuais que se desenrolam em uma ilha caribenha.

Posteriormente a autora lança Amada, em 1987, o primeiro volume de uma trilogia celebrada, a qual engloba Jazz, publicado em 1992, e Paraíso, de 1997. O livro Amada, inspirado em fatos reais, é reconhecido pelos críticos, que lhe conferem o Prêmio Pulitzer de melhor ficção, e é considerado o melhor romance americano dos últimos 25 anos pelo periódico norte-americano The New York Times.

Em 1998 esta obra é vertida para a linguagem cinematográfica pelo diretor Jonathan Demme – A Bem Amada, filme protagonizado por Oprah Winfrey e Danny Glover. Em seu currículo constam igualmente obras dramatúrgicas, ensaios, literatura direcionada para crianças e um libreto de ópera. Sua publicação mais recente é A Mercy, de 2008.

Toni Morrison teve a iniciativa de retratar em seus livros personagens que apresentam história de vida semelhante a sua. Sua popularidade vem justamente de sua maestria em traduzir as experiências destas protagonistas negras e miseráveis, em um país economicamente abalado.

Este viés literário assumido por Morrison, uma mulher negra e de origem humilde em um país reconhecido por sua tradição racista, a consagra como uma das melhores escritoras norte-americanas dos últimos tempos, o que lhe vale, em 1993, o Prêmio Nobel de Literatura.

Mesmo tendo que desenvolver seu processo criativo madrugada afora, no momento em que os filhos dormiam, ela não hesitou em seguir sua jornada literária. Hoje, mesmo com as crianças convertidas em adultos, ela ainda cultiva a rotina de escrever das 4 horas da manhã em diante, quando ela considera estar em seu apogeu criador.

Fontes:
http://www.algosobre.com.br/biografias/toni-morrison.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Toni_Morrison

fonte de origem:

Pensamento do Dia:

“O homem criou o Demônio para justificar as maldades de si mesmo, e  

assim, suportar o peso de sua própria consciência.”


Esta e mas de 90 outras frases estão nesta edição comemorativa.
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quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

Poesia De Quinta Na Usina: Fernando Pessoa: 107:


" Sou daquelas almas que as mulheres dizem que amam, e nunca reconhecem quando
encontram, daquelas que, se elas as reconhecessem, mesmo assim não as reconheceriam. Sofro
a delicadeza dos meus sentimentos com uma atenção desdenhosa. Tenho todas as qualidades,
pelas quais são admirados os poeta românticos, mesmo aquela falta dessas qualidades, pela
qual se é realmente poeta romântico. Encontro-me descrito (em parte) em vários romances
como protagonista de vários enredos; mas o essencial da minha vida, como da minha alma, é
não ser nunca protagonista."
"O cais, a tarde, a maresia entram todos, e entram juntos, na composição da minha angústia.
As flautas dos pastores impossíveis não são mais suaves que o não haver aqui flautas e isso

lembrar-mas."



Do Livro do Desassossego - Bernardo Soares
Bernardo Soares (heterônimo de Fernando Pessoa)
Fonte: http://www.cfh.ufsc.br/~magno/

Poesia de Quinta Na Usina: Machado de Assis: DAI À OBRA DE MARTA UM POUCO DE MARIA:


Daí à obra de Marta um pouco de Maria,
Dai um beijo de sol ao descuidado arbusto;
Vereis neste florir o tronco erecto e adusto,
E mais gosto achareis naquela e mais valia.
A doce mãe não perde o seu papel augusto,
Nem o lar conjugal a perfeita harmonia.
Viverão dous aonde um até 'qui vivia,
E o trabalho haverá menos difícil custo.
Urge a vida encarar sem a mole apatia,
Ó mulher! Urge pôr no gracioso busto,
Sob o tépido seio, um coração robusto.
Nem erma escuridão, nem mal-aceso dia.
Basta um jorro de sol ao descuidado arbusto,

Basta à obra de Marta um pouco de Maria.



Poesias dispersas
 Textos-fonte:
Obra Completa, Machado de Assis, vol. III,
Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 1994.
Toda poesia de Machado de Assis. Org. de Cláudio Murilo Leal.
Rio de Janeiro: Editora Record, 2008.

Poesia De Quinta na Usina: Dante Alighieri: INFERNO: CANTO I (trecho inicial):





No meio do caminho desta vida
me vi perdido numa selva escura,
solitário, sem sol e sem saída.

Ah, como armar no ar uma figura
desta selva selvagem, dura, forte,
que, só de eu a pensar, me desfigura?

É quase tão amargo como a morte;
mas para expor o bem que encontrei,
outros dados darei da minha sorte.

Não me recordo ao certo como entrei,
tomado de uma sonolência estranha,
quando a vera vereda abandonei.

Sei que cheguei ao pé de uma montanha,
lá onde aquele vale se extinguia,
que me deixara em solidão tamanha,

e vi que o ombro do monte aparecia
vestido já dos raios do planeta
que a toda gente pela estrada guia.

Então a angústia se calou, secreta,
lá no lago do peito onde imergira
a noite que tomou minha alma inquieta;

e como náufrago, depois que aspira
o ar, abraçado à areia, redivivo,
vira-se ao mar e longamente mira,

o meu ânimo, ainda fugitivo,
voltou a contemplar aquele espaço

que nunca ultrapassou um homem vivo.