domingo, 18 de junho de 2017

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Domingo Na Usina: Biografias:Sebastião Cícero dos Guimarães Passos:



(Maceió, 22 de março de 1867 — Paris, 9 de setembro de 1909) foi um poeta brasileiro.

Compareceu às reuniões de instalação da Academia Brasileira de Letras, onde fundou a cadeira 26, que tem como patrono Laurindo Rabelo.

Era filho do major Tito Alexandre Ferreira Passos e de Rita Vieira Guimarães Passos. Seu avô, José Alexandre dos Passos, fora advogado e professor, dedicado também ao estudo de questões vernáculas. Guimarães Passos fez seus estudos primários e os preparatórios em Alagoas. Aos 19 anos foi para o Rio de Janeiro, onde se juntou aos jovens boêmios da época. Era a idade de ouro da boemia dos cafés, e não poderia haver melhor ambiente para o espírito do poeta. Entrou para a redação dos jornais, fazendo parte do grupo de Paula Ney, Olavo Bilac, Coelho Neto, José do Patrocínio, Luís Murat e Artur Azevedo. Colaborou com a Gazeta da Tarde, a Gazeta de Notícias, A Semana. E nas suas colunas ia publicando crônicas e versos. Nos vários lugares em que trabalhou, escrevia também sob pseudônimos: Filadelfo, Gill, Floreal, Puff, Tim e Fortúnio.

Foi também arquivista da Secretaria da Mordomia da Casa Imperial. Com a proclamação da República, e extinta essa repartição, Guimarães Passos perdeu o lugar e passou a viver unicamente de seus trabalhos jornalísticos. Com a declaração da revolta de 6 de setembro de 1893, aderiu ao movimento. Fez parte do governo revolucionário instalado no Paraná, e lutou contra Floriano Peixoto. Vencida a revolta, conseguiu fugir. Exilou-se em Buenos Aires durante 18 meses. Lá colaborou nos jornais La Nación e La Prensa e fez conferências sobre temas literários relacionados ao Brasil.

Em 1896, de volta do exílio, foi um dos primeiros poetas chamados para formar a Academia Brasileira de Letras. Escolheu para seu patrono outro boêmio, o poeta Laurindo Rabelo. Encontrou, no Rio de Janeiro, a sua geração inteiramente transformada. Alguns dos antigos companheiros encontravam-se agora em postos bem remunerados, eram reconhecidos, enquanto ele permanecia como o último boêmio. Ficou doente de tuberculose e, não conseguindo melhoras no Brasil, partiu para a ilha da Madeira e, daí, para Paris, onde veio a falecer, em 1909. Só em 1921 a Academia Brasileira conseguiu fazer trasladar os restos mortais para o Brasil. Para aqui vieram acompanhados dos de Raimundo Correia, falecido em Paris em 1911.

Poeta parnasiano, lírico e, às vezes, um pouco pessimista, Guimarães Passos foi também humorista na sua colaboração para O Filhote, reunida depois no livro Pimentões, que publicou de parceria com Olavo Bilac. Ao tratar de Versos de um simples, José Veríssimo viu nele o "poeta delicado, de emoção ligeira e superficial, risonho, de inspiração comum, mas de estro fácil, como o seu verso, natural e espontâneo, poeta despretensioso, poeta no sentido popular da palavra".

Obras
Versos de um simples (1891)
Hipnotismo (1900)

Horas mortas (1901).

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Domingo Na Usina: Biografias:Francisco Filinto de Almeida:



(Porto, 4 de dezembro de 1857 — Rio de Janeiro, 28 de janeiro de 1945) foi um poeta e dramaturgo luso-brasileiro. Encontra-se colaboração da sua autoria nas revistas Branco e Negro1 (1896-1898) e Serões2 (1901-1911). Viveu e morreu no Rio de Janeiro. Foi membro da Academia Brasileira de Letras.
Obras
Um idioma (entreato cômico - 1876)
Os mosquitos (monólogo em verso - 1887)
Lírica (volume de poesia - 1887)
O Defunto (comédia teatral em um ato - 1894)
O Gran Galeoto (drama em verso, traduzido em colaboração com Valentim Magalhães - 1896)

O beijo (comédia em 1 ato, em verso - 1907).

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Domingo Na Usina: Biografias: Emilly Elizabeth Dickinson:




(Amherst, 10 de dezembro de 1830 - 15 de maio de 1886) foi uma poetisa americana, considerada moderna em vários aspectos da sua obra1 .


Biografia:

Nasceu numa casa construída pelos seus avós Samuel Fowler Dickinson e Lucretia Gunn Dickinson, no ano de 1813. Samuel Fowler era advogado e foi um dos principais fundadores do Amherst College. Era a segunda filha de Edward e Emily Norcross Dickinson.

Proveniente de uma família abastada, Emily teve formação escolar irrepreensível, chegando a cursar durante um ano o South Hadley Female Seminary. Abandonou o seminário após se recusar, publicamente, a declarar sua fé.

Quando findou os estudos, Emily retornou à casa dos pais para deles cuidar, juntamente com a irmã Lavínia que, como ela, nunca se casou.

Em torno de Emily, construiu-se o mito acerca de sua personalidade solitária. Tanto que a denominavam de a “Grande Reclusa”. É importante que se diga, que este comportamento de Emily coadunava-se com o modelo de conduta feminina que era apregoado no Massachusetts de Oitocentos. Emily, em raros momentos, deixou sua vida reclusa, tanto que em toda sua vida, apenas fez viagens para a Filadélfia para tratar de problemas de visão, uma para Washington e Boston. Foi numa destas viagens que Emily conheceu dois homens que teriam marcada influência em sua vida e inspiração poética: Charles Wadsworth e Thomas Wentworth Higginson.

Emily conheceu Charles Wadsworth, um clérigo de 41 anos, em sua viagem à Filadélfia. Alguns críticos creditam a Wadsworth, como sendo o alvo de grande parte dos poemas de amor escritos por Emily.

Quase tudo que se sabe sobre a vida de Emily Dickinson tem como fonte as correspondências que ela manteve com algumas pessoas. Entre elas: Susan Dickinson, que era sua cunhada e vizinha, colegas de escola, familiares e alguns intelectuais como Samuel Bowles, o Dr. e a Mrs. J. G. Holland, T. W. Higginson e Helen Hunt Jackson. Nestas cartas, além de tecer comentários sobre o seu cotidiano, havia também alguns poemas.

Obras[editar | editar código-fonte]
Poems by Emily Dickinson - Organização de Mabel Loomis Todd & T. W. Higginson. Boston: Robert Brothers, 1890.
The poems of Emily Dickinson, 3 volumes. Organização de Thomas H. Johnson. Cambridge: The Belknap Press, Harvard University Press, 1955.
The letters of Emily Dickinson, 3 volumes. Organização de Thomas H. Johnson & Theodora Ward. Cambridge: The Belknap Press, Harvard University, 1958.
The complete poems of Emily Dickinson. Organização de Thomas H. Johnson. Boston e Toronto: Little, Brown and Company, 1960.
The manuscript books of Emily Dickinson, 2 volumes. Organização de R. W. Franklin. Cambridge e Londres: The Belknap Press, Harvard University Press, 1981.
The masters letters of Emily Dickinson. Organização de R. W. Franklin. Amherst: Amherst College Press, 1986.
The poems of Emily Dickinson. Organização de R. W. Franklin. Cambridge e Londres: The Belknap Press, Harvard University Press, 1999.
Características literárias[editar | editar código-fonte]
Emily Dickinson, em toda sua vida, não publicou mais do que dez poemas, algumas vezes anonimamente, e teve sua numerosa obra reconhecida só após a morte. Sua vida discreta e misteriosa desafia até hoje os estudiosos de sua obra. Sua poesia possui uma liberdade sintática única, muito próxima do uso oral da língua, é densa e paradoxal como sua vida. Em sua enigmática literatura, criou um idioma poético próprio, desprezando as fórmulas ou a regularidade convencional.

Augusto de Campos, na tradução publicada em edição de 2008, pela Unicamp, observa: “Cruzam-se em sua poesia os traços de um panteísmo espiritualizado, de uma solidão-solitude, ora serena ora desesperada, e de uma visão abismal do universo e do ser humano. Micro e macrocosmo compactados em aforismos poéticos2 ”.

A partir de elementos triviais, cotidianos, domésticos, do vestuário, por exemplo, bem como de pequenos seres da natureza, Dickinson dá vida às coisas, formando quadros considerados, por vezes, verdadeiramente surreais, embora expresse idéias bastante claras através de uma linguagem muito plástica. Em razão desta ressalva, é que muitos podem considerá-la como pertencente à chamada poesia metafísica, somando-se isto a um certo misticismo.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Domingo Na Usina: Biografias: Katherine Mansfield:


Pseudônimo de Kathleen Mansfield Beauchamp (Wellington, Nova Zelândia; 14 de outubro de 1888 - Fontainebleau, França, 9 de janeiro de 1923) foi uma proeminente escritora neozelandesa de histórias curtas.

Biografia
“          O prazer de ler é dobrado quando se vive com alguém com quem se compartilha os mesmos livros. — Katherine Mansfield  ”
Mansfield nasceu Kathleen Mansfield Beauchamp em uma família socialmente proeminente em Wellington, Nova Zelândia. Filha de um banqueiro e nascida em família colonial de classe média, também era prima da autora Condessa Elizabeth von Arnim. Mansfield teve uma infância solitária e alienada. Suas primeiras histórias publicadas apareceram no High School Reporter e na revista do Colégio para garotas de Wellington, em 1898 e 1899. Mudou-se para Londres em 1902, onde freqüentou o Queen's College. Violoncelista de talento, inicialmente não se sentiu atraída pela literatura e, após concluir sua educação na Inglaterra, voltou para a Nova Zelândia em 1906. Foi somente depois desse retorno que Kathleen Beauchamp começou a escrever contos. Cansada do estilo de vida provinciano da Nova Zelândia da época, Beauchamp retornou a Londres dois anos mais tarde, em 1908.
 Ao retornar para Londres em 1908, logo se entregou à vida boêmia/bissexual comum a muitos artistas e escritores da época1 . Com pouco dinheiro, conheceu, casou-se e separou-se de seu primeiro marido, George Bowden, tudo em período de três semanas. Por volta dessa época, Mansfield ficou grávida de um amigo da família da Nova Zelândia, Garnet Trowell, um violonista profissional, e sua mãe a mandou para a Baviera1 .
 Katherine perdeu seu bebê em 1909, provavelmente por ter levantado um baú de cima de seu guarda-roupa. No retorno à Inglaterra, seu trabalho chamou a atenção de várias editoras e Beauchamp adotou o nome artístico de Katherine Mansfield quando da publicação de sua primeira coleção de contos, "In a German Pension" (numa pensão alemã), em 1911. Contraiu gonorreia por volta desta época, um evento que a faria sofrer com dores de artrite pelo resto de sua curta vida, bem como enxergar-se como uma mulher "suja".
 John Murry, morte do irmão, depressão[editar | editar código-fonte]
Desencorajada pela falta de sucesso do livro, Mansfield mandou uma história leve para uma revista avant-garde nova chamada Rhythm (Ritmo). A história foi rejeitada pelo editor John Middleton Murry, que pediu algo mais sombrio. Mansfield respondeu com "The Woman at the Store" (a mulher na loja), uma história de assassinato e doença mental que Murry chamou de "de longe a melhor história mandada à Rhythm." Em 1912 Murry visitou Mansfield no seu apartamento onde ela lhe serviu chá em tigelas porque não possuía xícaras. Visitantes frequentemente a encontravam vestida num quimono. Mansfield, atraída por ele, o convidou a se mudar para o quarto de hóspedes logo após sua publicação, e logo em seguida eles começaram seu relacionamento conturbado que incluiu casamento em 1918. Eles se mudaram diversas vezes e frequentemente viveram separados. Aparentemente ambos não acreditavam em uniões estáveis, e Mansfield pode ter se arrependido de seu estilo de casamento. Sua amiga próxima, Ida Baker, frequentemente cuidava dela quando estavam separados.
Casa onde nasceu Mansfield, na Nova Zelândia.
Sua vida e trabalho seriam modificados para sempre com a morte de seu irmão, um soldado, durante a Primeira Guerra Mundial. Ela ficou chocada e traumatizada pela experiência, tanto que seu trabalho começou a se refugiar nas lembranças nostálgicas de sua infância na Nova Zelândia.1 Durante esses anos ela também teve amizades profissionais com escritores como D. H. Lawrence e Virginia Woolf, que posteriormente disse que a escrita dela era 'A única escrita que eu invejei'.
 Embora continuasse escrevendo entre sua primeira e segunda coleções ("Prelude", 1918), raramente publicou seus trabalhos, e entrou em depressão clínica. Sua saúde ficou muito debilitada após um ataque quase fatal de pleurisia quando contraiu tuberculose em 1917. Foi enquanto combatia essa doença em spas pela Europa afora, sofrendo uma hemorragia séria em 1918, que Mansfield começou a escrever os trabalhos pelos quais ela seria melhor conhecida.
 "Miss Brill", uma história sobre uma mulher frágil vivendo uma vida efêmera de observação e prazeres simples em Paris, estabeleceu Mansfield como um dos escritores modernistas preeminentes, quando da sua publicação em 1920 na coleção "Bliss". A história título dessa coleção "Bliss" (felicidade), que envolvia uma personagem semelhante enfrentando a infidelidade de seu marido, também recebeu crítica favorável. Ela seguiu com a coleção igualmente louvada, The Garden Party, publicada em 1922.
 Anos finais[editar | editar código-fonte]
Mansfield passou seus últimos anos buscando curas cada vez mais não ortodoxas para sua tuberculose. Em fevereiro de 1922, ela consultou o médico russo Ivan Manoukhin. Seu tratamento "revolucionário", que consistia em bombardear seu baço com raios-X, fez com que Mansfield desenvolvesse calores e insensibilidade nas pernas.

Nos últimos anos de sua vida ela passou a sentir que sua atitude perante a vida havia sido exageradamente rebelde e procurou renovar sua vida espiritual. Em outubro de 1922, Mansfield mudou-se para o Instituto para o Desenvolvimento Harmonioso do Homem de Georges Gurdjieff em Fontainebleau, França, onde esteve sob os cuidados de Olgivanna Lazovitch Hinzenburg (posteriormente, Sra. Frank Lloyd Wright). Mansfield sofreu uma hemorragia pulmonar fatal em janeiro de 1923, após subir uma escada correndo para mostrar a Murry quão bem estava.2 Foi enterrada em um cemitério no distrito de Fontainebleau District na cidade de Avon.3
 Mansfield provou ser uma escritora prolífica nos últimos anos de sua vida, e uma boa parte de sua prosa e poesia não foram publicadas até depois de sua morte. Murry se predispôs a editar e publicar seus trabalhos.
 Seus esforços resultaram em dois volumes adicionais de contos em 1923 (The Dove's Nest) e em 1924 (Something Childish), bem como seus Poems, The Aloe, uma coleção de escritos críticos (Novels and Novelists) e um número de edições de trabalhos previamente não publicados de suas cartas e diários.
 Cinema e TV
Em 1973, a BBC produziu uma minissérie, “A Picture of Katherine Mansfield”, estrelada por Vanessa Redgrave. Dividida em 6 partes, a série inclui adaptações da vida de Mansfield e seus contos4 .
Trabalhos
Coleções
In a German Pension (1911), ISBN 1-86941-014-9
The Garden Party: and Other Stories (1922), ISBN 1-86941-016-5
The Doves' Nest: and Other Stories (1923), ISBN 1-86941-017-3
Bliss: and Other Stories (1923)
Poems (1923), ISBN 0-19-558199-7
Something Childish (1924), ISBN 1-86941-018-1, first published in the U.S. as The Little Girl
The Journal of Katherine Mansfield (1927, 1954), ISBN 0-88001-023-1
The Letters of Katherine Mansfield (2 vols., 1928-29)
The Aloe (1930), ISBN 0-86068-520-9
Novels and Novelists (1930), ISBN 0-403-02290-8
The Short Stories of Katherine Mansfield (1937)
The Scrapbook of Katherine Mansfield (1939)
The Collected Stories of Katherine Mansfield (1945, 1974), ISBN 0-14-118368-3
Letters to John Middleton Murry, 1913-1922 (1951), ISBN 0-86068-945-X
The Urewera Notebook (1978), ISBN 0-19-558034-6
The Critical Writings of Katherine Mansfield (1987), ISBN 0-312-17514-0
The Collected Letters of Katherine Mansfield (4 vols., 1984-96)
Vol. 1, 1903-17, ISBN 0-19-812613-1
Vol. 2, 1918-19, ISBN 0-19-812614-X
Vol. 3, 1919-20, ISBN 0-19-812615-8
Vol. 4, 1920-21, ISBN 0-19-818532-4
The Katherine Mansfield Notebooks (2 vols., 1997), ISBN 0-8166-4236-2
Contos[editar | editar código-fonte]
"The Woman At The Store" (1912)
"How Pearl Button Was Kidnapped" (1912)
"Millie" (1913)
"Something Childish But Very Natural" (1914)
"The Little Governess" (1915)
"Pictures" (1917)
"Feuille d'Album" (1917)
"A Dill Pickle" (1917)
"Je ne parle pas français" (1917)
"Prelude" (1918)
"An Indiscreet Journey" (1920)
"Bliss" (1920)
"Miss Brill" (1920)
"Psychology" (1920)
"Sun and Moon" (1920)
"The Wind Blows" (1920)
"Mr Reginald Peacock's Day" (1920)
"Marriage à la Mode" (1921)
"The Voyage" (1921)
"Her First Ball" (1921)
"Mr and Mrs Dove" (1921)
"Life of Ma Parker" (1921)
"The Daughters of the Late Colonel" (1921)
"The Stranger" (1921)
"The Man Without a Temperament" (1921)
"At The Bay" (1922)
"The Fly" (1922)
"The Garden Party" (1922)
"A Cup of Tea" (1922)
"The Doll's House" (1922)
"A Married Man's Story" (1923)
"The Canary"" (1923)
Traduções para o português[editar | editar código-fonte]
Poucas foram as traduções de sua obra no Brasil. A partir de 1992, a editora Revan começou a traduzi-las. Hoje, temos em português os principais dos 88 contos de Mansfield, incluindo Prelude (Prelúdio), At the bay (Na praia ) e The doll’s house (A casa de bonecas). Estes três contos fazem parte de uma novela inacabada. Demonstram a transição da obra de Katherine Mansfield para o romance. Os personagens, baseados na sua vida na terra natal, pedem mais que uma novela. Várias são as tramas e a saída só poderia ser encontrada na estrutura de um belo romance cuja semelhança poderíamos enxergar na obra de Virginia Woolf, no livro To the lighthouse (Passeio ao farol). O inverso também poderia ser dito, To the lighthouse possui a atmosfera de alguns contos de Mansfield. Elementos da natureza, a vida íntima de um casal e suas crianças são influências recíprocas entre autoras que tiveram contato intenso. No entanto, Katherine Mansfield nunca escreveu um romance.

Principais traduções e publicações na língua portuguesa[editar | editar código-fonte]
Felicidade (Bliss), Livraria do Globo, 1940, tradução de Érico Veríssimo 5 6 .
Felicidade (Bliss), Editora Nova Fronteira, 1969, tradução de Érico Veríssimo 5 .
Felicidade (Bliss), Editora Livros do Brasil (Portugal), Coleção Miniatura.
Felicidade (Bliss) e Outros Contos, Editora Revan, 1991, tradução de Julieta Cupertino5 .
Êxtase (Bliss), Editora Ática e IMS (São Paulo), 1999, tradução de Ana Cristina César5 .
Felicidade (Bliss) e O Estranho, Coleção Aventuras Grandiosas, Editora Rideel, 2007, 2009, adaptação Ana Carolina Vieira Rodrigues.
Psicologia (Psychology), 1939, tradução de Érico Veríssimo para a Revista do Globo6 .
O meu primeiro baile (Her First Ball), 1940, tradução de Érico Veríssimo para a Revista do Globo6 .
As Filhas do Falecido Coronel e Outras Histórias, 1997, Ediouro, com os contos Felicidade (Bliss), A festa ao ar livre (The Garden Party), As filhas do falecido coronel e O estranho.
As Filhas do Falecido Coronel, Coleção Aventuras Grandiosas, Editora Rideel, 2006, adaptação Ana Carolina Vieira Rodrigues.
A Festa ao Ar Livre (The Garden Party), Coleção Aventuras Grandiosas, Editora Rideel, 2007, 2009, adaptação Ana Carolina Vieira Rodrigues.
A Festa ao Ar Livre (The Garden Party) e Outras Histórias, Ediouro, 1993.
Sol e Lua (Sun and Moon)/ A Viagem (The Voyage), Coleção Aventuras Grandiosas, Editora Rideel, 2011, adaptação de Ana Carolina Vieira Rodrigues.
Aula de Canto, Editora Global, 1984, tradução de Edla Van Steen e Eduardo Brandão, Coleção Histórias Inesquecíveis.
Aula de Canto e Outros Contos, Editora Revan, 1999.
Je Ne Parle Pas Français e Outros Contos, Editora Revan, 1994, tradução de Julieta Cupertino.
Numa Pensão Alemã (In a German Pension), Editora Revan (Rio de Janeiro), 1998, tradução de Julieta Cupertino.
Numa Pensão Alemã (In a German Pension), Editora Coisas de Ler, 2002.
Contos Escolhidos, 1976, Editora Três.
Contos Ingleses Modernos, Editora Gleba, s.d..
Cinco Contos, Editora Paz e Terra, Coleção Leitura, 1996, com os contos Senhorita Brill (Miss Brill), Tomada de Hábito, A Vida de Mãe Parker (Life of Ma Parker), A Fuga, Je ne parle pas français7 .
Contos, Editora Cosac Naify, 2005, Coleção Mulheres Modernistas.
K. Mansfield, Editora Cosac Naify, 2005, com 12 contos de Mansfield.
Cartas de Katherine Mansfield, Editora Portugália, s.d., tradução de Manuela Porto.
Diário, Editora Tavares Martins (Porto), 1944, tradução de Fernanda de Castro, Coleção dirigida por António Ferro: Contemporâneos.

Diário e Cartas, Editora Revan, 1996.

Fonte de 
 Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Domingo Na Usina: Biografias: Thomas Hobbes:



 (1588-1679) foi teórico político, filósofo e matemático inglês. Sua obra mais evidente é "Leviatã", cuja ideia central era a defesa do absolutismo e a elaboração da tese do contrato social. Hobbes viveu na mesma época que outro teórico político, John Locke, que era defensor dos princípios do liberalismo, ao passo que Hobbes pregava um governo centralizador.

Thomas Hobbes (1588-1679) nasceu na Inglaterra, no dia 5 de abril de 1588. Foi uma época em que a Inglaterra era dominada pelos Tudors e sofria o perigo da invasão da esquadra espanhola. Era filho de um vigário, e teve sua tutela confiada a um tio. Estudou em Malmesbury e Westport, entrando mais tarde para Oxford, cuja educação era de teor aristotélico e tomista. Mas Hobbes não admirava a filosofia de Aristóteles. Foi mais influenciado pelas ideias do mecanicismo do universo e pelo cartesianismo, comum entre os intelectuais da época. Conheceu o astrônomo Galileu Galilei, cuja ideia, ajudou na tentativa de desenvolver uma filosofia social.

No período em que viveu, a Inglaterra vivia a aurora de seu império, era época da revolução gloriosa, no século XVI, e a marinha inglesa começava a se fortalecer na conquista dos mares.

Thomas Hobbes era defensor da monarquia. Por isso, viajou à Paris na eminência da guerra civil inglesa. Lá, tornou-se professor de matemática do futuro rei inglês Carlos II. Volta à Inglaterra depois da guerra e publicou o seu livro mais famoso, "Leviatã", em 1651. Mas as ideias de Hobbes não foram bem aceitas na época, principalmente por ser considerado ateu. Seus livros foram queimados em Oxford e suas ideias ateístas foram mal vistas pela Royal Society.

No livro "Leviatã", Hobbes defendia a tese do homem que, por viver num estado de natureza onde todos estariam preocupados com os seus próprios interesses, seria necessária a existência de um governante forte para apaziguar os conflitos humanos. A guerra de todos contra todos (bellum omnia omnes) só seria evitada através do contrato social.

Hobbes defendia que a igreja cristã deveria ser administrada pelo monarca, que também poderia fazer a livre interpretação da bíblia, embora não concordasse com os preceitos da reforma protestante nesse sentido.

Thomas Hobbes morreu no dia 4 de dezembro de 1679, com 91 anos, depois de ter escrito, já na velhice, a tradução da "Ilíada" e da "Odisseia" para a língua inglesa.

Informações biográficas de Thomas Hobbes:
Idade: 427 anos
Data do Nascimento: 05/04/1588
Data da Morte: 04/12/1679
Nasceu há 427 anos
Morreu aos 91 anos

Morreu há 335 anos.

Fonte de origem:
http://www.e-biografias.net/thomas_hobbes/

Domingo Na Usina: Biografias: Lord Byron:



(1788-1824) foi um importante poeta do século XIX, um dos principais representantes do romantismo inglês. Exerceu grande influência na literatura da época. Entre suas obras destacam-se: “Peregrinação de Childe Harold”, “Don Juan” e “Manfredo”.

Lord Byron (1788-1824) nasceu em Londres, Inglaterra, no dia 22 de janeiro de 1788. Com dez anos de idade herdou o título nobiliárquico de um tio avô, tornando-se o sexto Barão dos Byron. Ainda estudante, em Cambridge, publicou seu primeiro livro de poesias, “Horas de Lazer” (1807), que foi mal recebido pela crítica.

Em 1809 Lord Byron ingressou na Câmara dos Lordes e em seguida partiu em viagem pela Europa e Oriente Médio. Em 1912, de volta à Inglaterra publicou os dois primeiros cantos de “Peregrinação de Childe Harold”, longo poema que narra suas andanças e amores de um herói desencantado, ao mesmo tempo, que descreve a natureza da Península Ibérica, Grécia e Albânia. A obra alcançou grande sucesso, e entre 1812 e 1819 saíram 11 edições em inglês, além de várias traduções.

Sua fama foi consolidada com as obras “O Corsário” e “Lara”, ambas publicadas em 1814, e “O Cerco de Corinto” (1816). Após um ano de casado com Anne Milbanke, pediu o divórcio, escandalizando a sociedade inglesa, que o associou aos rumores de incesto do poeta com sua meia-irmã Augusta Leigh. Resolve então deixar a Inglaterra e
muda-se para a Suíça.

Ainda em 1816, escreve o canto III de “Peregrinação de Childe Harold” e “O Prisioneiro de Chillon”, e em 1817 publica o poema dramático “Manfredo”. Em Genebra viveu com Claire Clairmont, com quem teve uma filha. Em 1818 escreve o canto IV de “O Prisioneiro de Chillon”. Em 1819 começou o poema “Dom Juan”, a obra que mais retrata a vida pessoal do autor, mas que deixou inacabada.

Lord Byron criou diversos personagens sonhadores e aventureiros, que desafiavam as convenções morais e religiosas da sociedade burguês, ele mesmo foi, com sua vida agitada, um típico herói romântico. A figura de Byron confundia-se com a de seus heróis: orgulhoso, irreverente, melancólico, misterioso e conquistador. Uma aura de mito foi sendo criada em torno de seu nome, gerando imitadores e admiradores por toda parte. No Brasil, Álvares de Azevedo é o poeta que mais reflete a influência de Byron.

Defensor da liberdade engajou-se em vários movimentos revolucionários. Em 1823 Lord Byron foi nomeado membro do comitê londrino pela independência da Grécia, indo combater ao lado dos gregos, contra as forças turcas.

Lord Byron faleceu em Missolonghi, ao lado dos combatentes gregos, no dia 19 de abril de 1824, após contrair uma misteriosa febre.

Fonte de origem:
http://www.e-biografias.net/lord_byron/