domingo, 14 de maio de 2017

Domingo Na usina: Biografias:Ana Maria Machado:


 (1941) é escritora e jornalista brasileira. Autora de livros infantis, foi a primeira desse gênero, a fazer parte da Academia Brasileira de Letras. Foi eleita para a presidência da Academia, para o biênio 2012/2013.
Ana Maria Machado (1941) nasceu em Santa Tereza, Rio de Janeiro, no dia 24 de dezembro de 1941. Foi aluna do Museu de Arte Moderna. Iniciou a carreira de pintora, participou de exposições individuais e coletivas. Formou-se em Letras pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Na mesma universidade, lecionou no curso de Letras.
Abandonou a carreira de pintora para se dedicar aos livros. Nos anos sessenta, foi exilada pelo regime militar, indo morar na Europa. Em Paris, trabalhou na revista Elle. Fez doutorado em Linguística, orientada por Roland Barthes.
De volta ao Brasil, Ana Maria retomou o seu projeto de escrever livros infantis. Em 1977, ganhou o prêmio João de Barro pelo livro "História Meio ao Contrário". Em 1979, fundou a primeira livraria dedicada a livros infantis no Brasil, a Malasartes.
Em 1993, foi hors concours do prêmio da Fundação Nacional do Livro Juvenil. Em 2000, ganhou o prêmio Hans Christian Andersen, considerado o prêmio Nobel de Literatura Infantil Mundial. Em 2001, recebeu o Prêmio Literário Nacional Machado de Assis, na categoria conjunto da obra. Atualmente tem mais de 100 livros publicados.
Ana Maria Machado ocupa a cadeira nº 1 da Academia Brasileira de Letras. Foi eleita presidente para o biênio 2012-2013. Foi a primeira escritora de livros infantis a fazer parte da ABL.

Obras de Ana Maria Machado

A Audácia dessa Mulher, romance
A Jararaca, a Perereca e a Tiririca, infanto juvenil
Abrindo o Caminho, infanto juvenil
Alice e Ulisses, romance
Alguns Medos e Seus Segredos, infanto juvenil
Amigo É Comigo, infanto juvenil
Amigos Secretos, infanto juvenil
Aos Quatro Ventos, romance
Bem do seu Tamanho, infanto juvenil
Bento que Bento é o Frade, infanto juvenil
Bisa Bia, Bisa Bel, novela
Canteiros de Saturno, romance
Conta Corrente, coletânea
De Carta em Carta, infanto juvenil
De Olho nas Pernas, infanto juvenil
Democracia, coletânea
Do Outro Mundo, infanto juvenil
Era Uma Vez Três, infanto juvenil
Esta Força Estranha, biografia
Isso Ninguém Me Tira, infanto juvenil
Menina Bonita do Laço de Fita, infanto juvenil
O Canto da Praça, infanto juvenil
O Domador de Monstros, infanto juvenil
O Gato do Mato e o Cachorro do Morro, infanto juvenil
O Mar Nunca Transborda, romance
O Mistério da Ilha, infanto juvenil
O Que É? infanto juvenil
Para Sempre, romance
Quem Manda Na Minha Boca Sou Eu! infanto juvenil
Raul da Ferrugem Azul, infanto juvenil
Recado do Nome, tese de doutorado
Tropical Sol e Liberdade, romance
Tudo ao Mesmo Tempo Agora, infanto juvenil


Fonte de origem:
http://www.e-biografias.net/ana_maria_machado/

Domingo Na Usina:Biografias:Rachel de Queiroz:

Rachel de Queiroz (1910-2003) foi uma escritora brasileira. A primeira mulher a entrar para a Academia Brasileira de Letras, eleita para a cadeira nº 5, em 1977. Foi também jornalista, romancista, cronista, tradutora e teatróloga. Integrou o quadro de Sócios Efetivos da Academia Cearense de Letras. Seu primeiro romance "O Quinze", ganhou o prêmio da Fundação Graça Aranha. O "Memorial de Maria Moura" foi transformado em minissérie para televisão e apresentado em vários países.
Rachel de Queiroz (1910-2003) nasceu, em Fortaleza, capital do Ceará, em 17 de novembro de 1910. Filha de Daniel de Queiroz Lima e Clotilde Franklin de Queiroz, descendente pelo lado materno da família de José de Alencar. Em 1917, foi para o Rio de Janeiro, junto com a família, que procurava fugir da seca que desde 1915 atingia a região. Mais tarde a romancista iria aproveitar o tema para escrever seu primeiro livro "O Quinze". Pouco tempo depois, seguiram para Belém do Pará, onde passaram dois anos.
De volta à Fortaleza, ingressou no Colégio Imaculada Conceição, diplomando-se professora, em 1925. Estreou no jornalismo em 1927, no Jornal "O Ceará", com o pseudônimo de Rita de Queluz, publicando uma carta ironizando o concurso Rainha dos Estudantes.
Em fins de 1930, com vinte anos apenas, projetava-se na vida literária do país, através da publicação do romance "O Quinze", uma obra de fundo social, profundamente realista na sua dramática exposição da luta secular de um povo contra a miséria e a seca. O livro foi editado em apenas mil exemplares e já mostrava as características que marcariam toda sua obra. A consagração veio com o Prêmio da Fundação Graça Aranha, em 1931.
Em 1932, publicou um novo romance, intitulado "João Miguel". Em 1937, retornou com "Caminho de Pedras". Dois anos depois, conquistou o prêmio da Sociedade Felipe d'Oliveira, com o romance "As Três Marias". No Rio, onde residia desde 1939, colaborou no "Diário de Notícias", na revista "O Cruzeiro" e no "O Jornal".
Rachel de Queiroz publicou mais de duas mil crônicas, que resultou na edição dos livros: "A Donzela e a Moura Torta", "100 Crônicas Escolhidas", "O Brasileiro Perplexo, "O Caçador de Tatu" e "Cenas Brasileiras"
Em 1950, publicou em folhetins, na revista O Cruzeiro, o romance "O Galo de Ouro". Tem duas peças de teatro, "Lampião", escrita em 1953, e "A Beata Maria do Egito", de 1958, laureada com o prêmio de teatro do Instituto Nacional do Livro. No campo da literatura infantil, escreveu o livro "O Menino Mágico", a pedido de Lúcia Benedetti. O livro surgiu, entretanto, das histórias que inventava para os netos.
Rachel de Queiroz traduziu para o português mais de quarenta obras. O presidente da República, Jânio Quadros, a convidou para ocupar o cargo de Ministra da Educação, que foi recusado. Na época, justificando sua decisão, teria dito: "Sou apenas jornalista e gostaria de continuar sendo apenas jornalista."
Foi membro do Conselho Estadual de Cultura do Ceará. Participou da 21ª Sessão da Assembleia Geral da ONU, em 1966, onde serviu como delegada do Brasil, trabalhando especialmente na Comissão dos Direitos do Homem. Foi membro do Conselho Federal de Cultura desde a sua fundação em 1967, até sua extinção em 1989. Foi a primeira mulher a entrar para a Academia Brasileira de Letras, ocupando a cadeira nº 5, em 4 de agosto de 1977. Integrou o quadro de sócios Efetivos da Academia Cearense de Letras. Foi sócia honorária da Academia Sobralense de Estudos e Letras e da Academia Municipalista do Estado do Ceará.
Em 1985, foi inaugurada em Ramat-Gau, Tel Aviv (Israel), a creche "Casa de Rachel de Queiroz", sendo Rachel de Queiroz, a única escritora brasileira a contar com essa honraria naquele País. Colaborou semanalmente no jornal O Povo, de Fortaleza e desde 1988, iniciou colaboração semanal no jornal O Estado de São Paulo e no Diário de Pernambuco.
Rachel de Queiroz faleceu em sua casa no Rio de Janeiro, de um ataque cardíaco, no dia 4 de novembro de 2003.

Obras de Rachel de Queiroz

O Quinze, 1930
João Miguel, 1932
Caminho de Pedras, 1937
As Três Marias, 1939
A Donzela e a Moura Torta, 1948
O Galo de Ouro, 1950, folhetins na revista O Cruzeiro
Lampião, 1953
A Beata Maria do Egito, 1958
100 Crônicas escolhidas, 1958
O Brasileiro Perplexo, 1964
O Caçador de Tatu, 1967
O Menino Mágico, 1969
Dora Doralina, 1975
As Menininhas e Outras Crônicas, 1976
O Jogador de Sinuca e Mais Historinhas, 1980
Cafute e Pena-de-Prata, 1986
Memorial de Maria Moura, 1992
Nosso Ceará, 1997
Tantos Anos, 1998
Três Romances, 1948
Quatro Romances, 1960


Fonte de origem:
http://www.e-biografias.net/rachel_queiroz/

Domingo Na usina: Biografias:Adelaide Carraro:


Adelaide Carraro nasceu em 1936 e morreu aos 56 anos, em 1992, é considerada uma escritora que se dedicou ao erotismo.
Ela teria ficado órfã aos sete anos e foi viver em um orfanato na cidade de Vinhedo em São Paulo.
Seu primeiro texto que chegou ao conhecimento público foi a crônica Mãe, que lhe rendeu um prêmio aos treze anos de idade.
Adelaide Carraro deixou uma obra bastante extensa, com mais de quarenta livros, tendo mais de dois milhões de exemplares vendidos, entre eles O estudante, O Estudante II, O Estudante III, Meu Professor, Meu Herói e Eu e o Governador.

1965 - Falência das elites
1966 - Eu mataria o presidente
1967 - Eu e o governador
1967 - Os padres também amam
1969 - O comitê
1970 - Asco
1972 - Carniça
1972 - A mansão feita de lama
1972 - Escuridão
1973 - Submundo da Sociedade
1975 - O castrado: o homem que alugava seu corpo
1976 - A mãe solteira
1977 - Na hora do sol
1980 - A amante do deputado
1983 - Gosto de de fel
1987 - Socorro: estou morrendo de AIDS

Fonte de origem:
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Domingo Na Usina; Biografias: Francisco Javier Illán Vivas:


Ha estado casi siempre relacionado con el mundo de la prensa escrita. Ha sido corresponsal de Diario de Murcia y de Diario La Verdad; de 2004 a mayo de 2010 llevó una labor de investigador literario en la sección Acantilados de Papel del semanario digital Vegamediapress.com, del que fue subdirector de enero de 2006 a mayo de 2010. Coordinó la sección de cultura y crítica literaria, tanto en la mencionada edición digital como en las diferentes ediciones en papel y digitales de Vega Media Press, S.L. En 2008 entra al consejo de redacción de la revista literaria Ágora, papeles de arte gramático. En enero de 2010 pasa a codirigir la revista, junto a Fulgencio Martínez. Desde mayo de 2010, coeditor de las publicaciones de la asociación Taller de Arte Gramático. En junio de 2012 es nombrado único director de la revista Ágora, papeles de arte gramático, hasta su cierre en diciembre de 2012.

En noviembre de 2012 funda la revista literaria Acantilados de papel.

Su narrativa está en la línea de los clásicos de la fantasía épica, muy cercano a las aventuras ideadas por Robert E. Howard, pero en el mundo de la mitología mediterránea. En los relatos cortos se confiesa un seguidor de H.P. Lovecraft. Cabe destacar en su creación literaria el viaje desde la poesía amorosa a la social, comprometida con el tiempo que le toca vivir al poeta.

Obras[editar]
Poesía[editar]
Con paso lento, Nausícäa Edición Electrónica, 2003. ISBN 84-96114-34-1
Dulce amargor, Edición del Ayuntamiento de Molina de Segura, 2005. ISBN 84-923788-5-9
Crepusculario, Loto XII- VMPress, 2007. ISBN 978-84-611-9154-3
Témporas, Illán Riquelme Editor JI, 2010. ISBN 978-84-613-8479-2
A mi manera, Ediciones Vitruvio, 2012. ISBN 978-84-940284-4-1
Equipaje ligero, Editorial ADIH, 2015. ISBN 978-84-16111-15-2
Narrativa:
La cólera de Nébulos. Libro I: La Maldición, Nausícäa Edición Electrónica, 2004. ISBN 84-96114-87-2
La cólera de Nébulos. Libro II: El rey de las Esfinges, Loto XII- VMPress, 2008. ISBN 978-84-612-2179-0
La cólera de Nébulos. Libro I: La Maldición, Eldalíe Publicaciones, 2011. ISBN 978-84-937443-9-7
La Isla y otros relatos, Ediciones Irreverentes, 2013. ISBN 978-84-15353-68-3
La cólera de Nébulos. Libro III: La oscuridad infernal, Editorial ADIH, 2014. ISBN 978-84-941218-8-3
Presencia en antologías
Con la pluma a cuestas: catorce escritores desde La Rioja. (Antología de relatos; participa con "La casa de mi madre"), Editorial Dossoles, 2004.ISBN 84-87528-86-4
Cuentos. (Antología de relatos; participa con "La estatua del santo"), Edición del Ayuntamiento de Molina de Segura, 2006. ISBN 84-923788-7-5
II Jornadas de poesía sobre el Segura. (Antología poética; participa con "Vigilias"), Edición del Ayuntamiento de Cieza y la Asociación Cultural Pueblo y Arte, 2007. ISBN 978-84-922888-6-1
Tertuliemos I. (Antología poética; participa con ocho poemas), Edición del Grupo Poético Tertuliemos [Murcia], 2008.Tertuliemos-I
Los martes de Luna Llena. (Antología de relatos y poesía; participa con "Roberto"), Edita Ayuntamiento de Molina de Segura, 2009. ISBN 978-84-936557-1-6
Arde en tus manos. (Antología poética; participa con diez poemas), Edita Asociación Cultural Myrtos, 2009. ISBN 978-84-936839-0-0
República poética. (Antología poética; participa con diez poemas), Edita Grupo poético Tertuliemos Murcia, 2009. ISBN 978-84-613-2393-7
París. Antología. (Antología de relatos sobre París. Participa con "En un hotel de París"), M.A.R. Editor, 2012. ISBN 978-84-939322-0-6
2099. Antología de Ciencia Ficción (Participa con "El secreto de Zeos"), Ediciones Irreverentes, 2012. ISBN 978-84-15353-38-6
Los mejores terrores en relatos (Participa con "Condenado a una muerte efectiva"), M.A.R. Editor, 2012. ISBN 978-84-939322-6-8
Anatomías secretas (Participa con "Licaón en Moncloa"), Editorial Nostrum, 2014. ISBN 978-84-941804-9-1
Relatos fotoeróticos (Participa con "Vendimiar tu piel"), Ediciones Irreverentes, 2014. ISBN 978-84-16107-05-6
Presencia en revistas literarias[editar]
LML- Cuadernillo conmemorativo. (participa con "Condenado"), Edita LML, diciembre 2005.
LML- Cuadernillo conmemorativo. (participa con "Mi tiempo"), Edita LML, febrero 2006. Depósito Legal MU-678-2006
LML- Cuadernillo conmemorativo. (participa con "Cuídalo"), Edita LML, abril 2006. Depósito Legal MU-678-2006
LML- Cuadernillo conmemorativo. (participa con "El secreto"), Edita LML, octubre 2006. Depósito Legal MU-678-2006
LML- Cuadernillo conmemorativo. (participa con "Agonía"), Edita LML, diciembre 2006. Depósito Legal MU-678-2006
CuentaMolina nº 1. (participa con "Vendimiar tu piel"), Edita CuentaMolina, febrero 2007.
Ágora. Papeles de arte gramático nº 12. (participa con "Viento, viento"), Edita Taller de Arte Gramático, junio 2007. ISSN 1575-3239.
Lunas de papel nº 2. (participa con "El ídolo"), Edita Asociación Entresiglos, mayo de 2008. ISSN 1888-2358
MiasMa nº 10. (participa con "La Isla"), Editan Meritxell Genescá y Caleb Ferrer, junio de 2008.
Revista cultural Entrelíneas. (Participa con "Al mar, a la mar") edita Gerardo Cañavate, julio-agosto 2008. Dep Legal MU-379-2007
Ágora. Papeles de arte gramático nº 14 (participa con siete relatos hiperbreves), Edita Taller de Arte Gramático, octubre 2008. ISSN 1575-323

Fonte de origem:
https://es.wikipedia.org/wiki/Francisco_Javier_Ill%C3%A1n_Vivas

Domingo Na Usina; Biografias:Carlos Ruiz Zafón:


 (Barcelona, 25 de Setembro de 1964) é um escritor espanhol que tem vivido em Los Angeles desde 1993, onde ele passou alguns anos escrevendo roteiros enquanto desenvolvia sua carreira como escritor.

Em 1993 ganhou o prêmio Edebé de literatura com seu primeiro romance, O Príncipe da Névoa, que vendeu mais de 150 mil exemplares na Espanha e foi traduzido em vários idiomas. Desde então, publicou quatro romances, sendo que os três primeiros foram dirigidos para um público mais jovem, e intitulam-se de El Palacio de la Medinoche, Las Luces de Semptiembre e Marina.

Nos últimos anos transformou-se numa das maiores revelações literárias com A Sombra do Vento, que foi traduzido em mais de 30 idiomas e publicado em cerca de 45 países, e foi finalista dos prêmios literários espanhóis Fernando Lara 2001 e Llibreter 2002. Em Portugal, essa obra foi premiada com as Correntes d'Escritas, do ano de 2006.

Seu romance O Jogo do Anjo, escrito em 2008, teve mais de um milhão de exemplares vendidos na Espanha.

Atualmente, seu romance mais recente é O Prisioneiro do Céu, continuação de A Sombra do Vento. Os romances A Sombra do Vento, O Jogo do Anjo e O Prisioneiro do Céu, fazem parte de uma trilogia que pode ser lida por qualquer ordem mantendo, mesmo assim, um entendimento claro da obra.

Os trabalhos de Záfon foram publicados em 45 países e foram traduzidos em mais de 30 idiomas. Estes números, colocam Ruiz Zafon como o mais bem sucedido escritor contemporâneo espanhol, junto com Javier Sierra, cujos trabalhos foram publicados em quarenta e dois países, e Juan Gómez-Jurado, cujos trabalhos foram publicados em quarenta e um países.

O autor vive atualmente em Los Angeles, onde escreve roteiros para o cinema e trabalha em um novo romance. Zafón colabora também nos jornais espanhóis La Vanguardia e El País.

O livro A Sombra do Vento já ultrapassou a marca dos 6,5 milhões de exemplares vendidos em todo o mundo desde o seu lançamento, em 2001.

Obras:
O Príncipe da Névoa
O Palácio da Meia-Noite
Las Luces de Semptiembre
A Sombra do Vento (2001)1
O Jogo do Anjo (2008)2
O Prisioneiro do Céu

Marina (2011)
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Carlos_Ruiz_Zaf%C3%B3n

Domingo Na Usina:Biografias: Baltasar Gracián y Morales




Baltasar Gracián y Morales nasceu em Belmonte de Catalayud, em 1601. Ainda jovem, aos 18 anos, ingressou na Companhia de Jesus e pouco tempo depois, em 1641, já era considerado um pregador de renome.

Com destaque, passou a ser reitor dos colégios Jesuítas de Tarragona e Valência. Além da teologia, foi ligado à literatura e à filosofia, escrevendo seis livros.

Algumas das obras de Baltasar foram sobre a arte da escrita e outras sobre a ética da vida, essas últimas foram publicadas usando um pseudônimo. Quando esses livros sobre ética tiveram sua verdadeira autoria descoberta, Baltasar foi punido com a proibição de publicar seus escritos e a também perdeu a cátedra.

Seu livro mais conhecido, "A Arte da Prudência", é formado por 300 aforismos, através dos quais o autor explana sobre as relações humanas. É um livro que funciona como manual de estratégia para viver bem, levando em consideração a instabilidade do ser humano no campo emocional.

Seu modo de pensar era baseado na realidade dos fatos, pois para Baltasar o ser humano age sempre em busca de seus próprios interesses, sendo impossível prever seus atos. É fundamental, segundo ele, ser precavido diante das circunstâncias, para obter equilíbrio.

Suas obras influenciaram grandes escritores como Schopenhauer, Nietzsche, Voltaire e Jacques Lacan.

Baltasar Gracián faleceu em 1658, em Tarazona.

Acervo: 34 frases e pensamentos de Baltasar Gracián y Morales.

Frases e Pensamentos de Baltasar Gracián y Morales

O desprezo é a forma mais subtil de vingança.
Baltasar Gracián y Morales

Não há maior vingança do que o esquecimento.
Baltasar Gracián y Morales

Não há ninguém mais fácil de enganar do que um homem honesto; muito crê quem nunca mente, e confia muito quem nunca engana.
Baltasar Gracián y Morales

Quem confiou os seus segredos a outra pessoa, fez-se escravo dela.
Baltasar Gracián y Morales

O silêncio é o santuário da prudência.

Baltasar Gracián y Morales

Fonte de origem:
http://pensador.uol.com.br/autor/baltasar_gracian_y_morales/biografia/

Pensamento do Dia:

“A beleza do ser não está no que se vê, e sim no que se sente.”


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