sexta-feira, 2 de junho de 2017

Pensamento do Dia:

“Nunca lamente os dias que se foram, pois foram deles que se fizeram os argumentos para os dias que virão.”


Esta e mas de 90 outras frases estão nesta edição comemorativa.
Para fazer o download grátis do livro basta clicar no link a baixo:


Sexta Na Usina: Poetas Da rede: Javier & Sebastián:


Mi beso a ti mujer 

ha de ser suave, 

que tus labios
se vuelvan seda, 
sin bulla ni sonido, 
serå como una hoja de otoño /
que en silencio vuela hasta posarse 
en un libro abierto 
o se esconde en tu cabello. Que tus ojos vean 
que a tus labios 
los están besando, 
mas a la vez amando, 
que hasta tus manos arriben /
las sensaciones 
de mis besos, /
que el Sol ciegue mi vista si mis besos 
no te hacen apreciar
el amor /
que en tus labios he sembrado./
Ahora que mis labios 
se han confesado 
con el amor /
que tú me has enseñado, ¡ven a mis brazos !,
que ya diviso el atardecer en tus ojos, /
y antes que la Luna
me robe tu mirada 
mis besos descansarán en tus labios /
y mi amor en tu alma.


Javier&Sebastián

rg/pu
@ meu beijo a ti mulher

Tem de ser suave,

Que seus lábios
Voltem seda,
Sem Bulla nem som,
Serå como uma folha de outono /
Que em silêncio voa até posarse
Em um livro aberto
Ou se esconde em seu cabelo. Que seus olhos vejam
Que seus lábios
Os estão besando,
Pero à vez amando,
Que até suas mãos arriben /
As sensações
Dos meus beijos, /
Que o sol ciegue minha vista se os meus beijos
Você não fazem apreciar
O amor /
Que em seus lábios eu recheado./
Agora que meus lábios
Foram confessado
Com o amor /
Que você me ensinou, vêem aos meus braços!,
Que já diviso o atardecer em seus olhos, /
E antes que a lua
Me roubada seu olhar
Meus beijos descansarán em seus lábios /
E o meu amor em sua alma.

Javier & Sebastian

DNI / PU

Sexta Na Usina: Gustavo Adonias: METAMORFOSE:


Tornei-me um pássaro

De tanto vê-los voar

E desejar aquela liberdade


As primeiras penugens brotaram
Em uma sufocante tarde de outubro
Logo vistosas asas surgiram

E o nariz foi ficando duro
Juntando-se com a boca
Em um adunco bico

Minhas pernas tornaram-se juncos
Finos e tropeçantes
Mas eu não precisaria muito delas
Seriam apenas minha base para pousar
E hastes para dormir

Poder voar, ah voar
Nada pode traduzir esse momento
Levitar no firmamento
Elevar-me entre as nuvens
Acima dos mais altos arranha-céus

Viveria apenas um dia por esse instante
Morreria feliz, ao relento
Agasalhado pelos braços do vento...

(Gustavo Adonias)

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede: David Martín de la Torre: “RE-CUERDO”:


Recuerdo. El que tengo, el tuyo, 
el que flota, planea, deambula y vaga 
lenta y translucidamente en mi mente,

el que me ata y me separa,

el que me convierte en tu demente.
Me hayo mientras huyo
de ti corriendo hacia tu lado,
subo arrastrado por tus bajos,
repto volando por tus donaires y a nado
me hundo pesado buscando tus atajos.
Recuerdo en mi recuerdo,
cuando no era preso ni loco,
cuando mi mente era libre de ti,
cuando no me matabas por poco,
cuando me moría por verme vivir.
Y ahora, pasado el tiempo,
como el más templado de tus despojos,
rotas las cadenas de todos tus recuerdos,
sereno y sobrio, te digo, mirándote a los ojos, 
que ya no le vuelves loco a este pobre “re-cuerdo”.


© David Martín de la Torre
NOTA: Este poema se presenta a concurso en la web SoyPoeta.
Si le ha gustado dicha pieza le ruego haga click en este enlace
http://www.soypoeta.com/…/david-martin-de-…/concurso/menu-id# ,
posteriormente haga click en "Mi poema a concurso: “RE-CUERDO” 
y por último, en "¿Te gusta? Dale tu voto", dame tu voto Emoticón smile 
Infinitas gracias y os deseo un lindísimo día...
"Re-acordo"



Lembro-me. O que tenho, o teu,
O que frota, paira, deambula e vaga
Lenta e translucidamente na minha mente,
O que me ata e me separa,
O que me torna sua demente.
Me hayo enquanto huyo
De você correr para seu lado,
Carrego arrastado por seus baixos,
Repto a voar por seus donaires e a nado
Me hundo pesado procurando seus atalhos.
Lembro-me na minha memória,
Quando não era detenido nem louco,
Quando minha mente era livre de ti,
Quando não me matabas por pouco,
Quando me moribundo por me ver viver.
E agora, passado o tempo,
Como o mais temperado de seus despojos,
Quebradas as cadeias de todos suas lembranças,
Sereno e sóbrio, te digo, mirándote aos olhos,
Que já não lhe leva louco a este pobre "Re-acordo".

© David Martín da torre

Nota: este poema apresenta-se a concurso na web soypoeta.
Se curtiu essa peça peço clique neste link
Depois clique em " meu poema a concurso: " Re-acordo "
E por último, em " você gosta? Dê seu voto ", Dame seu voto Emoticon smile
Muitíssimo obrigado e desejo-vos um lindísimo dia...

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede: Wagner Machado:



O poeta não morre... apenas parte!
Reparte partículas particulares de arte!

(Wagner Machado)

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede: CARLOS VAZ DE CARVALHO: ESTÁS PRESENTE:



Olho para o horizonte e vejo tua imagem!
Olho para as estrelas e vejo teu brilho!
Olho para o sol e sinto o teu calor!
Olho para a lua e vejo tua luz!
Olho para o mar e vejo tua rebeldia!
Olho para o rio e vejo a tua persistência!
Olho para as flores e vejo a tua beleza!
Olho para mim e só vejo a ti!
Para onde quer que olhe estás sempre presente...
e eu não quero deixar de olhar,
pois dessa forma nunca te deixarei de ver!

CARLOS VAZ DE CARVALHO

MAIA PORTUGAL

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede: Auber Fioravante Júnior: Versos de uma poesia:


... xale cor de madrugada,
meia noite à poesia, crepúsculo
aos versos espiralados, estrofes

inteiras, cortinas brandas.

mãos entrelaçadas, olhares
refletidos, espelho d’alma
num revoar de sentidos, Oz.

silvos pelo anoitecer, corpo
desnudando-se por devaneios 
primeiros. inteiros de dançar.

enfim, o luar a despontar 
pelas ondas do a(mar), 
silêncio, orgasmo mor.

Auber Fioravante Júnior

Tela: AF00110 - Auber Fiori
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