quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Poesia de quinta Na Usina: Laura Riding: Fim Do Mundo:



O tímpano está no fim
A íris ficou transparente.
O sentido se desgasta.
Até o sentido está transparente.
A pressa alcança a pressa.
A terra arredonda a terra.
A mente encosta a mente.
Claro espetáculo: cadê o olho?
Tudo perdido, nenhum perigo
Força a mão heróica.
Corpos não se opõem mais
Um contra o outro. O mundo acabado
É semelhança em toda parte.
Caem os nomes do contraste
No centro que se expande.
O mar seco estende o universal.
Nem súplica nem negativa
Perturbam a evidência geral.
A lógica tem lógica, e eles ficam
Trancados nos braços um do outro,
Senão seriam loucos,
Com tudo perdido e nada que prove

Que até o nada sobrevive ao amor.

Poesia De Quinta Na Usina:Cecília Meireles:Atitude:



Minha esperança perdeu seu nome...
Fechei meu sonho, para chamá-la.
A tristeza transfigurou-me
como o luar que entra numa sala.

O último passo do destino
parará sem forma funesta,
e a noite oscilará como um dourado sino
derramando flores de festa.

Meus olhos estarão sobre espelhos, pensando
nos caminhos que existem dentro das coisas transparentes.

E um campo de estrelas irá brotando

atrás das lembranças ardentes.

Poesia De quinta Na Usina: Luis de Camões: Soneto114:



Ah! Fortuna cruel! Ah! duros Fados! Quão asinha em meu dano vos mudastes! Passou o tempo que me descansastes, agora descansais com meus cuidados.

Deixastes-me sentir os bens passados, para mor dor da dor que me ordenastes; então nü'hora juntos mos levastes, deixando em seu lugar males dobrados.

Ah! quanto milhor fora não vos ver, gostos, que assi passais tão de corrida, que fico duvidoso se vos vi:

sem vós já me não fica que perder, se não se for esta cansada vida,

que por mor perda minha não perdi.

Poesia De Quinta Na Usina: Luís de Camões: Soneto 136:





A fermosura fresca serra,

e a sombra dos verdes castanheiros, o manso caminhar destes ribeiros, donde toda a tristeza se desterra;

o rouco som do mar, a estranha terra, o esconder do sol pelos outeiros, o recolher dos gados derradeiros, das nuvens pelo ar a branda guerra;

enfim, tudo o que a rara natureza com tanta variedade nos ofrece, me está (se não te vejo) magoando.

Sem ti, tudo me enoja e me aborrece; sem ti, perpetuamente estou passando nas mores alegrias, mor tristeza.

Poesia De quinta Na Usina: Fernando Pessoa: 66:


"Dói-me qualquer sentimento que desconheço; falta-me qualquer argumento não sei sobre o
quê; não tenho vontade nos nervos. Estou triste abaixo da consciência. E escrevo estas linhas,
realmente mal-notadas, não para dizer isto, nem para dizer qualquer coisa, mas para dar um
trabalho à minha desatenção. Vou enchendo lentamente, a traços moles de lápis rombo - que
não tenho sentimentalidade para aparar - , o papel branco de embrulho de sanduíches, que
me forneceram no café, porque eu não precisava de melhor e qualquer servia, desde que fosse

branco. E dou-me por satisfeito."





Do Livro do Desassossego - Bernardo Soares
Bernardo Soares (heterônimo de Fernando Pessoa)
Fonte: http://www.cfh.ufsc.br/~magno/

Poesia De quinta Na Usina: Fernando Pessoa:


"Escrevo, triste, no meu quarto quieto, sozinho como sempre tenho sido, sozinho como
sempre serei. E penso se a minha voz, aparentemente tão pouca coisa, não encarna a
substância de milhares de vozes, a fome de dizerem-se de milhares de vidas, a paciência de
milhões de almas submissas como a minha ao destino quotidiano, ao sonho inútil, à esperança
sem vestígios. Nestes momentos meu coração pulsa mais alto por minha consciência dele. 
Vivo mais porque vivo maior."


* * *





Do Livro do Desassossego - Bernardo Soares
Bernardo Soares (heterônimo de Fernando Pessoa)
Fonte: http://www.cfh.ufsc.br/~magno/

Poesia De Quinta Na Usina:D'Araújo: Parecer:


No aconchego do teu ser,
eu encontro o parecer 
exato do meu existir pleno.

D'Araújo.

Poesia De quinta Na Usina:D'Araújo:Olhar fosco:



"E na vertente alucinante do desejo do ser feliz, 

o brilho fosco no semblante do olhar, 
e o sorriso escaço, e sem vida, 
da a dimensão da inútil luta contra o desejo da alma."

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Quarta Na Usina: Poetisas Da Rede:Lina Gomes: Sonhos da Lina:


═════════════ ღೋƸ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒღೋ═════════
De olhos vendados, levaste-me em braços, não sabia para onde ia,
só sei que sentia teu calor junto a mim.
Levaste-me ao colo, agarrei-me a ti e fiquei segura.
Quando chegámos, colocaste-me no chão, tiraste-me a venda, olhei,
não acreditei no que via.
Era lindo aquele lugar, tinha mar, céu, areia e floresta, uma cabana na praia,
e uma cama de rede.
O mar muito calmo, o sol brilhava, lugar de sonho, ficamos a contemplar
e a desfrutar daquela beleza sem fim.
Foi lindo aquele dia em que fomos ao paraíso e sorri.
═════════════ ღೋƸ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒღೋ═════════
Autora Lina Gomes
Data 2014-07-14

Quarta Na Usina: Poetisas da Rede; Elza Santos: IRRADIE SUA LUZ...:


Cada um de nós temos a nossa 

alma carregada pela luz.

Se cada ser permitir que essa luz,
ilumine seu coração sempre terá 
um motivo para sorrir, mesmo que
seja tímido mas se existir ternura e
amor deixe que transborde pela sua 
face e irradie essa luz para os que 
se encontram na escuridão!
Elza Santos

Quarta Na Usina: Poetisas Da Rede:LÉA MARINHO: COSTAS NUAS:


BEIJO SUAS COSTAS, 
ALISO SUAS COSTAS, 
ABRAÇO SUAS COSTAS, 

E DEITO SUAS COSTAS,
PRA FIQUE DE COSTAS,
EU ADORO SUAS COSTAS,
E NUNCA, ME DÊ AS COSTAS, 
NÃO QUERO VÊ-LA PELAS COSTAS!

QUERO VÊ-LA PELA FRENTE,
TOCÁ-LA PELA FRENTE, 
FAZER AMOR E IR EM FRENTE, 
DE COSTAS OU DE FRENTE! rs rs

BY LÉA MARINHO, 05.10.15

Quarta Na Usina: Poetisas Da Rede: Nery. Cubilla: ((((((((((((((Te buscaré))))))))))))))))):


Buscaré en el aire,
entre la brisa,
quizás,
en las lágrimas del atardecer,
esos besos tuyos
que el olvido
escondió en mi ayer.
Buscaré en la arena tus pasos,
en la intimidad del desierto,
tus caricias
que aún recorre mi piel
y agoniza en el tiempo.
Preguntaré al recuerdo
dónde te há escondido,
te hallaré.
Te hallaré aún cuando
te escondas
en la boca del mar,
entre el suspiro de las rosas
que en su agonía,
quiera soñar.
Y... al jalar su último aliento gritar!!
Gritar, delatar tu nombre!! .
El lucero con su tenue luz
vislumbrar tu mirar.
Allí, alli gritaré con la voz suplicante,
abriré mis brazos juvilosos
para abrazar las cenizas de aquel amor,
que un día en el rocío expiró.
Se bañarán mis mejillas
con la humedad de tus besos ,
serán las lágrimas congeladas
del último adiós de aquellos sueños,
que la noche guardó en su seno.
Te hallaré,
en tus brazos despertaré
de este profundo sueño
y volveré amarte,
amarte como ayer.

Nery. Cubilla.
Autora.Derechos reservados.

(((((((((((((( Te aguardando ansiosamente)))))))))))))))))

Aguardando ansiosamente no ar,
Entre a brisa,
Talvez,
Nas lágrimas do atardecer,
Esses beijos seus
Que o esquecimento
Escondió na minha ontem.

Aguardando ansiosamente na areia seus passos,
Na privacidade do deserto,
Suas caricias
Que ainda percorre a minha pele
E agoniza no tempo.

Perguntarei ao lembro
Onde você hay escondido,
Você hallaré.
Você hallaré ainda quando
Te escondas
Na boca do mar,
Entre o suspiro das rosas
Que na sua agonia,
Queira sonhar.

E... Ao Jalar seu último fôlego gritar!!
Gritar, divulgação de informação seu nome!! .
O Lucero com seu ténue luz
Entrever seu olhar.

Ali, Adriana Gritaré com a voz suplicante,
Abriré meus braços juvilosos
Para abraçar as cinzas desse amor,
Que um dia no orvalho expirou.

Se bañarán meus mejillas
Com a humidade de seus beijos,
Serão as lágrimas congelados
Do último adeus daqueles sonhos,
Que a noite salva no seu seio.

Você hallaré,
Em seus braços despertaré
Este profundo sonho
E voltarei amarte,
Amarte como ontem.

Nery. Cubilla.

Autora. Direitos reservados.

Quarta Na Usina:Poetisas Da Rede: Cléo Alves: ALMA DE CRIANÇA:


Às vezes ela dança,
Sonha e canta...
Revive a lembrança,
Que é linda e tanta!
Joga as rugas ao vento,
Ela não tem idade!
Sabe driblar o tempo,
Só tem a felicidade!
É repleta de esperança...
Alma que não cresce!
Vive igual criança,
Nesse corpo que envelhece.

Autora: (Cléo Alves) Orlândia - SP

Respeite os direitos autorais

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Terça Na Usina: Blogs De Literatura Na Rede:POETAS DE PRAIA GRANDE-SP: BÁRBARA DO CARMO FARIA DOS SANTOS



POETAS DE PRAIA GRANDE-SP: BÁRBARA DO CARMO FARIA DOS SANTOS:                                            Nome artístico: Bárbara Faria Nasceu no dia 05 de agosto de 1992 na cidade de Cubatão Estado...

Terça Na usina: Blogs De Literatura Na Rede:Chuva de Versos: José Feldman (Chuva de Versos n. 418)




Chuva de Versos: José Feldman (Chuva de Versos n. 418): Uma Trova de Maringá/PR A. A. de Assis A bênção, queridos pais,  que às vezes sois mães também.  Em nome de Deus cuidais ...

Terça Na Usina: Blogs literários Da rede:BLOG DO VICENTE ALENCAR: COLUNA DO VICENTE ALENCAR EDIÇÃO Nº 846



BLOG DO VICENTE ALENCAR: COLUNA DO VICENTE ALENCAR EDIÇÃO Nº 846: COLUNA DO VICENTE ALENCAR EDIÇÃO Nº 846. 2ª FEIRA, 10 DE AGOSTO DE 2015. FORTALEZA - CEARÁ - BRASIL. AMÉRICA DO SUL. Nós somos su...

Terça Na Usina: Blogs de Literatura Na rede:Contos que valem a pena: 58 – Bartleby, o escriturário - H. Melville



Contos que valem a pena: 58 – Bartleby, o escriturário - H. Melville: Herman Melville (1819-1891) escritor norte americano autor de Moby Dick, um dos maiores clássicos da literatura mundial, também escreveu es...

Pensamento do Dia:

É nos descontentamentos das horas, que encontramos os nossos segundos de lucidez.


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Terça Na Usina: Blogs De Literatura Na Rede:Mel Versos: Resposta...




Mel Versos: Resposta...: Tarde de sábado... Sol exposto... Mas o calor se misturava ao cheiro de uma chuva que demorava a chegar. Por enquanto, apenas...

Terça Na Usina: Blogs De Literatura Na Rede:VIDA, VERSO E PROSA: TROVIA - AGOSTO DE 2015


VIDA, VERSO E PROSA: TROVIA - AGOSTO DE 2015: Inesquecíveis A minha mágoa, querida, é mais amarga porque fui amparo na subida, e depois perdi você. Elidir D’Oliveira ...

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Só é Eterno aquele que morreu:



Morreu hoje aos oitenta e dois anos.
Um pouco da verdade,
Um pouco do sorriso do outro,
Um pouco da vontade nossa.
Um pouco, do pouco que temos, que reflete o mundo.
Morreu.
Um pouco da provocação que fazia a alma alheia refletir sobre,
o que nos faz aceitarmos vivermos em um curral da consciência.
Morreu.
A vida que dava vida, as vozes que não falavam.
Mas ainda há vida em suas palavras.
Então que elas Não morram.
Hoje morreu a provocação, que move o ser em todas as direções.
Hoje, morreu, Antonio...Seu sobrenome, somos nós, a gritar as palavras que calam.
Hoje, Morreu.

Obrigado, por me dar o prazer de lhe ouvir, em palavras e gestos, ao vivo como um manifesto.

D'Araújo.

RAUL SEIXAS- BOM DIA SOL.wmv

Revista eisFluências de Agosto/2016:



O GRITO
António D'Araújo.  

 Então nós não vamos fazer nada.
A truculência vencendo o bom censo.
A violência estampada na cara
De cada um de nós.

Até quando vão tombar,
Manoel, João e Joaquim?
Até quando os eleitos vão ficar
Trancados em seus palacetes
A ignorar a realidade que os cercam.

Até quando vamos blindar nossas fortalezas
Enquanto os filhos da corrupção em seus barracões
Tramam mais uma ação?

Será que todos eles vão fechar os olhos

E entupir os próprios ouvidos.....


Revista eisFluências de Agosto/2016

Para Ler a Revista e o poema na intégraclicar em:

Pensamento do Dia:

Despedacei-me em versos para colorir o teu universo, e tudo o que consegui foi deixar o meu coração em pedaços.


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domingo, 17 de setembro de 2017

Domingo Na usina: Biografias: Luisa Geisler:



Comentário Crítico
A ficção de Luisa Geisler, empenhada em retratar o esvaziamento das relações contemporâneas, vale-se sobretudo de situações cotidianas - ou de eventos extraordinários tratados como banais - para expor as dificuldades afetivas das personagens. Em Contos de Mentira (2011), seu livro de estreia, revela a predileção por temas familiares ou amorosos.

A dificuldade de expressão notada nas personagens de O Moço e o Velho é, assim, semelhante à encontrada em Ovelha Branca: no primeiro conto, três filhos tentam convencer o pai a internar-se no asilo; no segundo, uma reunião familiar na casa dos pais termina com o assassinato de um dos filhos pelo irmão. Nos dois textos o valor dos acontecimentos é reduzido, para que ganhe atenção a impossibilidade de os protagonistas compreenderem, expressarem e viverem suas emoções: o foco está na interação entre as personagens, e não na sequência de eventos narrados.

O romance Quiçá (2012) retoma essas preocupações centrais ao desenvolver-se em torno da relação entre Clarissa, menina de 11 anos, filha de pais ausentes, e seu primo Arthur, que passa um ano na casa dos tios após tentar suicídio. Há, aqui, dois planos narrativos: em um deles se desenrola um almoço familiar de Natal, em outro, a relação entre os primos. A partir do retrato de uma afetividade que não se cumpre plenamente, o livro questiona o moralismo hipócrita mantido pela família e os efeitos da sociedade de consumo sobre as relações interpessoais.


Os temas secundários explorados em ambos os livros (ménage à trois, apedrejamento de mulheres e vida noturna dos jovens, por exemplo) e a reprodução da oralidade na fala das personagens revelam o ponto de vista implicado na obra de Luisa. Voltado quase sempre para a fala gaúcha e o modo de vida da classe média urbana brasileira.obra de Geisler. Voltado quase sempre para a fala gaúcha e o modo de vida da classe média urbana brasileira.

fonte de origem; 

Domingo Na Usina: biografias: Vanessa Barbara:


Nasceu em junho de 1982 no bairro do Mandaqui, em São Paulo. 

É jornalista, tradutora e escritora. Publicou O livro amarelo do terminal (Cosac Naify, 2008, prêmio Jabuti de Reportagem), o romance O verão do Chibo (Alfaguara, 2008, em parceria com Emilio Fraia), o infantil Endrigo, o escavador de umbigo (Editora 34, 2011), ilustrado por Andrés Sandoval e o romance Noites de alface (Alfaguara, 2013). Como tradutora, recentemente lançou sua versão de O grande Gatsby (Penguin/Companhia das Letras). É editora do site A hortaliça, tradutora e preparadora da Companhia das Letras, colunista do International New York Times e cronista do jornal Folha de S.Paulo.


fonte de origem:

© obvious: http://lounge.obviousmag.org/nao_mataras/2014/05/10-jovens-escritores-brasileiros-que-voce-precisa-desesperadamente-conhecer.html#ixzz3nR3kMa9q 
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Cronista e colunista do International New York Times e da Folha de S.Paulo. Publicou O livro amarelo do terminal (Cosac Naify, 2008, prêmio Jabuti de reportagem), O verão do Chibo (Alfaguara, 2008, com Emilio Fraia), o infantil Endrigo, o escavador de umbigo (Ed. 34, 2010, com Andrés Sandoval), o romance Noites de alface (Alfaguara, 2013) e, pela Companhia das Letras, a graphic novel A máquina de Goldberg (2012, com Fido Nesti). Foi selecionada pela revista Granta para a edição “Os melhores jovens escritores brasileiros

Domingo Na Usina: Biografias: Mercedes Cabello de Carbonera:



Nascida em Moquegua em 1845 chegou a Lima quando ele estava se aproximando dos anos vinte, tempo
Com quem ela se casou com carvão Dr. Urban 0con, médico distinto do que então.

Colaborou na publicação de jornais e revistas, onde gravou suas primeiras preocupações literárias.

Em 1886 ele publicou suas adquire consagração, para obter a medalha de ouro para o seu primeiro romance "Sacrifício e Recompensa", organizado pelo Ateneo de lima competição.

O ano de 1887 em Espanha publicou seu romance "Eleodora". Por esta altura já deu a conhecer. Também seu artigo intitulado "Um feriado religioso em uma aldeia no Peru", que, com base na experiência de uma cidade interiorana, em solidariedade e apela à raça indígena.

Mais tarde, ele publicou "White Sun", um romance que lhe permite consolidar as boas-vindas de seu sucesso como escritor. Seus últimos anos foram dedicados ao descanso.

Ele morreu em 12 de outubro de 1909.

Produção literária:

Mercedes crescente romances, ensaios e jornalismo.

Neste último gênero que ele produziu não só para o Peru, mas para Argentina e Espanha.

Em outro ele virou a preocupação social e literária. Eles enfatizam, especialmente seus romances.

NOVELA:
"O sacrifício ea recompensa"
"Eleodora"
"Ama hortênsia"
"Sol branco"
"As conseqüências"
"Conspirator".

TESTE:
"Importância da Literatura"
"Estudo comparativo da inteligência das mulheres"
"Melhorar a educação e estatuto das mulheres"

"O conde Tolstoi", "romance moderno".

fonte de origem:

Domingo Na Usina: Biografias: Blanca Varela:






(Lima, 1926-2009) Poeta peruano considerado a voz poética feminina mais importante do seu país, em grande parte pela difusão internacional que atingiu o seu trabalho.
Filha de Alberto Varela e escritor de costumes Esmeralda Gonzalez Castro (também conhecido pelo seu pseudónimo de Serafina Quinteras), aos dezesseis anos, ele entrou para a Universidade Nacional de San Marcos para seguir estudos de letras.Na faculdade, ele entrou em contato com os escritores da Geração de 50, principalmente com poetas Sebastián Salazar Bondy, Jorge Eielson e Javier Sologuren, com quem formaria o grupo chamado "puristas poetas" em oposição a "poetas sociais " do tempo. Ele também se reuniu com poetas como César Moro, Emilio Adolfo Westphalen e Manuel Moreno Jimeno, que lhe apresentou a tradição surrealista e outras avant-presente em uma parte do seu trabalho.
Blanca Varela

Em 1947, ela terminou seus estudos e dois anos depois se casou com o pintor peruano Fernando de Szyszlo, que posteriormente separar. Em 1949 ele se mudou para Paris, onde viveu alguns anos; Ele conheceu lá em primeira mão o movimento existencialista francês e outras posições estéticas pós-guerra. Ele também viveu vários anos no México, levando a filial peruana do Fundo de Cultura Económica desse país.

Desde 1960 ele viveu quase permanentemente em sua cidade natal, com contato muito esporádica com os círculos literários. Ele colaborou na Hear jornal de Lima, onde escreveu críticas de filmes sob o pseudônimo de Cosme, e foi membro do conselho editorial da revista Amaru (1967-1971), dirigido por Adolfo Westphalen.Em 1996, ele recebeu a Medalha de Gabriela Mistral Internacional, concedido pelo governo chileno para personalidades notáveis ​​da cultura.

Sua poesia consiste em alguns livros, publicados sem pressa e quando a maioria de seus colegas tinha cartas publicadas seu trabalho. Aos trinta e três anos, e depois de algumas colaborações em revistas publicadas por insistência do escritor mexicano Octavio Paz seu primeiro livro com o título que lá (1959), com prefáciomesma porta Paz. Neste livro há poemas de influência surrealista do escritor suprimida em edições posteriores, como a primeira seção, chamada "Fire and Gardens", possivelmente devido ao facto de não se encaixam sua linguagem poética mais tarde.

Mais tarde, ele publicou os poemas Daylight (1963), Valses e outras confissões falsas (1972), materiais de exercícios (1993), O Livro de argila (1993) e Concerto Animal (1999). Das várias colecções de poesia, merecem menção vilão Canto (1996) e como Deus nada (1999). Em 2001, ele foi premiado com o Octavio Paz de Poesia e Ensaio Prize, e em 2006 com o Prémio Internacional de Poesia García Lorca. Ele também recebeu o prêmio de poesia da Cidade de Granada (2006) e Reina Sofia (2007).

A poesia de Blanca Varela, reflexivo e desiludido, fora do confessionalismo lírico, leva a dor ea frustração de toda a conduta humana (a vida interior, a própria poesia) como central para seu discurso. A crítica tem enfatizado sua extrema lucidez diante de uma realidade que não satisfaz sua busca constante pela verdade sem temores, sua ironia, sua irreverência, o seu "palavras curto" expressividade e misticismo essa tendência em seus poemas posteriores, entre outros características de sua poesia.

Dentro do espectro temático, as influências do surrealismo e avisar do pensamento existencialista, especialmente Simone de Beauvoir e Jean-Paul Sartre. Na área de exploração do autor dos labirintos do subconsciente se reúnem, a vida cotidiana marcada pelo tédio e amargura e expressão dolorosa da vida condenado a não atingir a plenitude. Talvez seja por isso sua poesia é uma tentativa de desmistificar o discurso, e tudo o que nele se opõe às imagens do sublime e perfeito; bem, cantar é "vilão" ou a vida exerce uma soma de "materiais".

Octavio Paz definido no início do prólogo a essa porta lá como "um poeta que não tem prazer em suas descobertas e se embriaga com seu canto. Com o instinto do verdadeiro poeta sabe fechou mais cedo. Sua poesia não explica ou entender. Nem É uma confiança. É um sinal, uma testa feitiço contra e para o mundo, uma pedra negra tatuada pelo fogo e sal, amor, tempo e solidão. E também uma exploração da consciência ". Neste trabalho de forma concisa e austera, por vezes gritante e sempre infeliz, sentimos realmente uma reflexão sobre a solidão, o isolamento ea condição materna, entre outros.

Domingo Na Usina: Biografias:Clorinda Matto de Turner:


Escritor peruano, nascido em Cuzco em 11 de setembro, 1852 e morreu em Buenos Aires em 25 de Outubro de 1909. Clorinda Matto de Turner era filha de Ramon Torres e Grimanesa Usandivaras Matto Garate, que lhe deu o nome de Grimanesa Martina, que mais tarde ela será mudada para Clorinda. Durante sua infância, ele alternou estadias na cidade de Cuzco e propriedade da família de Chico Paullo, localizada na província de Calca. Ele participou de Nossa Senhora da Misericórdia Escola de Cuzco, onde ele aparece registrado como um estudante de bolsa de estudos, até a idade de dezesseis anos, quando ele deixou a escola para se dedicar a trabalhar a partir de casa (1868).

Em 1871, após se casar com o comerciante Inglês Joseph Turner, Clorinda Matto mudou-se para a cidade de tinta onde a carreira literária que começou alguns anos antes continuou a escrever poemas e artigos que foram publicados sob vários pseudônimos em publicações regionais como The Herald, The Railway , El Rodadero, El Eco de los Andes e El Mercurio. Em abril de 1876, o escritor fundou a revista El Recreo e, no ano seguinte, visitou pela primeira vez a capital peruana, onde teve a oportunidade de participar de reuniões literárias organizadas pela Argentina escritor Juana Manuela Gorriti (28-II-1877) , em seguida, continuar a noite Clorinda possui. Até então, ele colaborou com importantes publicações literárias do país assinando artigos em seu nome ou sob o pseudônimo de "Carlota Dimont".

Durante a guerra com o Chile (1879-1883), Clorinda Matto de Turner viveu na tinta e, depois da morte de seu marido, 3 de março de 1881, teve de gerir os activos do casamento. No final de 1883, ele se mudou para Arequipa para tomar o editor chefe do jornal La Bolsa, um dos mais importantes da cidade. Em abril de 1886, ele estabeleceu-se em Lima, cidade onde foi construído rapidamente para as principais instituições culturais da capital peruana, como o Círculo Literário e do Ateneo de Lima. Em 1888, a União Latino-Americana de Madrid decidiu nomear o seu membro honorário.

Em outubro 1889 Clorinda Matto de Turner tornou-se diretor do semanário El Peru Illustrated, a publicação literária mais importante do país naquela época, onde sofreu um grande revés poucos meses depois de chegar. A ocasião foi a publicação do escritor brasileiro história Magdala Henrique Coelho Netto (23-VIII-1890), considerado um sacrilégio, foi porque o arcebispo de Lima Manuel Antonio Bandini proibida sob pena de pecado mortal, leitura, venda e distribuição do Peru Illustrated. Enquanto Clorinda Matto alegou que a história tinha sido publicada sem a sua autorização de erro, a Igreja iniciou uma campanha contra ele, escondendo a verdadeira razão para a raiva: um ano antes da publicação dos novos Birds sem um ninho, em que denunciando a corrupção do clero cresceu. Finalmente, depois de ter sido excomungado, a 11 jul 1891 Matto resignado a censura eclesiástica contra o semanário se levantar.

Determinado a se tornar independente depois de sua passagem áspera pelo Peru Illustrated em fevereiro 1892 com seus irmãos fundaram sua própria imprensa, equitativa, publicando o jornal bi-semanal Los Andes (durou apenas um ano) a partir da qual Clorinda Matto de Turner defendeu o governo Geral Andrés A. Cáceres, com cujo partido simpatizava abertamente. Os Março 17, 1895 rebeldes liderados por tropas Nicolas de pierola entraram na capital peruana e trancou combate com as forças do governo. Os rebeldes saquearam a casa Matto compartilhado com seu irmão David e preso, mas conseguiu fugir e refugiar-se na casa de um amigo. Em seguida, o presidente Caceres foi derrotado e impressão A Equitable havia sido saqueada e suas máquinas inutilizável. Então, em 1895, Clorinda Matto decidiu embarcar Valparaiso, de onde veio a Santiago, Mendoza e, finalmente, para Buenos Aires, onde fixou residência.

A 14 de dezembro de 1895 Matto emitiu uma palestra pública no Ateneo Buenos Aires sob o sugestivo título "Os trabalhadores do pensamento na América do Sul" e, em fevereiro do ano seguinte, fundou a revista americana Bucaro, convertido desde janeiro 1897 o órgão oficial da Sociedade protecionista Intelectual, e gostaria de editar até pouco antes de sua morte. Ele foi incorporada em 1896 como professor de Analogia na Escola Normal de Professores da Capital Federal, e também fez o ensino na Escola Normal e da Escola Comercial Americana de Mulheres.

Matto colaborou em várias publicações, tais como La Prensa, La Nacion, La Razón e El Tiempo de Buenos Aires, a Revista Nacional de Literatura e Ciências Sociais de Montevidéu, The Cripple de Caracas e as Três Américas Nova York, e foi mesmo eleito membro Conselho Nacional de Mulheres da Argentina. Em maio de 1908, ele partiu para a Europa para visitar a França, Inglaterra, Suíça, Alemanha e Espanha, onde deu palestras no Ateneo de Madrid ea União Ibero-americana. No final do ano Clorinda Matto de Turner retornou a Buenos Aires para retomar suas atividades, o que não duram até um ano, desde que ela adoeceu, e no ano seguinte morreu de congestão pulmonar. Anos mais tarde, uma resolução legislativa peruanodispuso repatriação dos restos mortais do escritor Congresso.

Obras de Clorinda Matto de Turner

Suas primeiras publicações são feitas no tipo tradicional, Ricardo Palma tornou-se popular em toda a América Latina. O primeiro livro de Clorinda Matto de Turner era Cuzco tradições, lendas, biografias e folhetos (Arequipa, 1884), publicado com um prefácio de Palma, onde as chamadas de seu "melhor discípulo". Na mesma linha, em seguida, ele seguiu Cuzco Tradições, crônicas, folhetos. I ficou em segundo (Lima, 1886), com prefácio de José Antonio de Lavalle. O historiador peruano Horacio Villanueva Urteaga mostrou que a maioria destas tradições são baseadas nos Anais de Cuzco Diego Esquivel e Navia, então inéditos.

Melhor do trabalho de Clorinda Matto de Turner é a sua produção romanesca, especialmente aves sem ninho (1889), publicado simultaneamente em Buenos Aires e Lima e traduzido para o Inglês em 1904 e costumes novela romântica, está situado em uma aldeia imaginária Andes peruanos, com a intenção de mostrar os males sociais da região, com especial ênfase no abuso e exploração dos índios por parte do clero e do serviço público política.

O livro contava a história, baseada em uma história verdadeira de um monge ciumento enlouquecido que mata um de seus paroquianos, causou uma enorme controvérsia na sociedade peruana e fez Clorinda Matto de Turner é considerado o iniciador do indigenismo moderno na América, nascido das mãos do boliviano Alcides Arguedas romance Raza bronze. Posteriormente, Matto publicou dois outros romances em uma tendência naturalista, Nature (Lima, 1891) e Património (Lima, 1895), o que leva os personagens de Aves sem ninho e se mudou para a cidade de Lima.

Outros livros de Clorinda Matto de Turner são esboços a lápis de americanos famosos (Lima, 1889), um conjunto de esboços biográficos; drama em três atos Hima-Sumac (Lima, 1892), que foi estreada no Teatro de Arequipa em 1884 e no Olympus de Lima em 1988; Legends e cortes (Lima, 1893), Boreal, miniaturas e porcelana (Buenos Aires, 1902), que inclui narrativas autobiográficas, esboços e artigos diversos, quatro palestras sobre a América do Sul (Buenos Aires, 1909) Viagens e Recreação (Valência, 1909), que narra sua viagem à Europa. Finalmente, devemos mencionar os textos preparados para o ensino, entre os quais elementos da literatura no âmbito das regras da Instrução Pública para o uso do belo sexo (Arequipa, 1884) e da analogia. Segundo ano de gramática espanhola nas escolas regulares de acordo com o programa oficial (Buenos Aires, 1897), às quais se juntam em versões Quechua preparados em nome da Sociedade Bíblica Americana nos Evangelhos de São João e São Lucas, os Atos dos aos Apóstolos e à Carta de São Paulo aos Romanos.

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