segunda-feira, 16 de julho de 2018

Coisas do coração - Raul Seixas

Pensamento do Dia:

“A tristeza é só um breve momento de reflexão, até você encontrar a melhor forma de celebrar a felicidade.”


Esta e mais de 90 outras frases estão nesta edição comemorativa.
Para fazer o download grátis do livro basta clicar no link a baixo:

Crônicas de Segunda na Usina: U.S.A. : A farsa de um sonho:


           Com os seus conceitos de sonhos alheios contaminarão o mundo, uma farsa que se sustentou até o mundo poder enxergar com seus próprios olhos, e não através da ótica de almas corrompidas.
Com muita habilidade e um propósito único e bem duvidoso, transformarão a miséria e o desemprego com a colaboração do verniz dos insensatos em liberdade de escolha.
Jamais investirão em saúde publica ou moradia popular, sempre preferiram o caminho mais curto e barato:
Os lastimáveis albergues, verdadeiros asilos da miséria humana programada, incentivaram aos teleguiados a morar em trailers e a propagação dos míseros hotéis baratos, onde na maioria absoluta, estrangeiros se engalfinham em cubículos com suas famílias, enquanto seu sonho não chega.
Estes grandes indigentes de um capitalismo desumano são contemplados diariamente com o honroso titulo de homens livres enquanto os seus idealizadores, em suas mansões e iates de luxo recheados de milhões, comem caviar com seu Bourbon aquele velho vinho barato.
Ao longo de décadas em todo o mundo, compraram todas as almas necessárias e escravizaram todas que foi possível, e assim sustentaram seus próprios sonhos, distribuído pesadelos.
Com o discurso de desenvolvimento sustentável e para todos, com a verdade escondida a sete chaves se alto proclamavam como a maior potência do mundo.
Sem sombra de duvidas eles sempre foram uma superpotência em arquitetar golpes no mundo inteiro. Com o discurso da tão sonhada democracias semeiam o terrível vírus da discórdia até alcançar seu objetivo, a guerra bem produzida e vendendo armamento pesado pros seus aliados e inimigos ao mesmo tempo, faturam em dobro.
Será que é esta democracia que eles querem espalhar pelo mundo.
Invadiram e ocuparão por mais de uma década uma nação com falsas acusações, sabe-se La aqui pretexto real. E estão largando os cidadãos que neles acreditaram à própria sorte com uma imensa pilha de cadáveres para sepultar, assim como os seus sonhos de liberdade, progresso e democracia.
E não se dando por satisfeito, com as guerras já existentes, semeiam a discórdia por todo o oriente médio na esperança de costurar mais acordos de reconstrução para suas empresas e de seus aliados, sendo assim ganham com a doença e com a falsa cura, pois depois de uma guerra de insanos quase todos os males se tornam incuráveis.
Nestes novos tempos da internet, onde a comunicação de massa se tornou incontrolável.
Todos os doutores do mundo foram contaminados com seus próprios venenos, onde se distribui suas mazelas com amostras grátis, para faturar trilhões com a venda da cura, afinal os seus laboratórios farmacêuticos e de seus aliados produzem remédio para quase tudo.
Desde pernas amputadas a delírios esquizofrênicos pós- guerra.
Até quando o resto do mundo vai fingir ser surdos e cegos para não enxergar o obvio, até quando a corrupção vai vencer a razão.
Sinceramente gostaria de está equivocados, mas um exercito, onde os seus comandados fazem fogueiras com o símbolo maior da crença, e os seus valores religiosos absolutos de uma nação livre.  Urinam em suas presas abatidas como animais irracionais para demonstrar o seu poder e marcar o seu território. Isto não são soldados são anomalias humanas criadas e treinadas para estas práticas.

   D'Araujo.

Crônicas De segunda Na Usina:A Revolução em nossas mãos:

Vamos acabar com esta farra com o nosso dinheiro.

1- Redução do número de representantes no Senado na câmera legislativas federal, estaduais e municipais.
2- Cinco deputados federais por estado, mais o distrito federal, totalizando 135 deputados federais.
3- A criação da proporcionalidade na ocupação das cadeiras legislativas federais, A legenda que obtiver a maioria dos votos ficaria com, 70 vagas, 40 para a 2ª legenda, 25 vagas para 3ª legenda.
4- Dois senadores por estado mais o distrito federal, totalizando 54 senadores.
5- Distribuídos: 30 cadeiras para a 1ª legenda, 16 cadeiras para a 2ª legenda, 8 cadeiras para a 3ª legenda.
6- Quarenta representantes no legislativo estadual.
Distribuídos nas seguintes formas: 25 cadeiras para a 1ª legenda, 10 cadeiras para a 2ª legenda, 5 cadeiras para a 3ª legenda.
7- Vinte representantes nos legislativo municipais, nos municípios com mais de 500 mil habitantes.
8- Distribuídos nas seguintes proporções, 10 cadeiras para a 1ª legenda, 7 cadeiras para a 2ª legenda, 3 cadeiras para a 3ª legenda.
Dez representantes nos legislativos municipais para os demais municípios.
Distribuídos nas seguintes proporções, 5 cadeiras para a 1ª legenda, 3 cadeiras para a 2ª legenda, 2 cadeiras para a 3ª legenda.
9- Mandatos únicos de seis anos sem direito a reeleição.
10- Mandatos únicos de seis anos sem direito a reeleição, também para presidente.
11- Extinção do segundo turno nas eleições.
12- Unificação da data das eleições proporcionais, Municipais estaduais, e federais.
13- Financiamento publica de campanha.
14- Instituição do voto de legenda. (com eleições diretas internas em cada legenda para formular os quadros dos seus representantes.)
15- Redução para três legendas partidárias.
16- Fim do foro privilegiado, (e a instituição de agravantes para o crime cometido durante o mandato parlamentar com o aumento de trinta por cento nas penas.)
17- Extinção dos cargos comissionados. (cada legenda teria Três funcionários por gabinete (que não poderia ter nem um grau de parentesco com nenhum representante do partido ou de outra legenda.)
18- Extinção das verbas de gabinetes, assim como todos e quaisquer que seja os benefícios, cota de combustível carro oficial, auxílio moradia, plano privado de saúde, passagens aéreas, cursos de formação, etc.
19- Não seriam permitidas coligações para o pleito eleitoral.
20- Das remunerações:
21- Presidente da Republica vencimentos máximos 30 salários mínimos.
22- Senadores vencimentos máximos 28 salários mínimos.
23- Extinção do cartão corporativos em todas as esferas de governos e instituições publicas.
Deputados federais vencimentos máximos 25 salários mínimos.
24- Governadores vencimentos máximos 21 salários mínimos.
25- Deputados estaduais vencimentos máximos 18 salários mínimos.
26- Prefeitos vencimentos máximos 14 salários mínimos.

27- Vereadores vencimentos máximos 12 salários mínimos, para municípios com mais de 500 mil habitantes.
28- Vereadores vencimentos máximos 06 salários mínimos, para os demais municípios.
29- Das aposentadorias: Para todos os cidadãos eleitos através de voto tanto âmbito municipal, estadual ou federal, só terá direito a aposentadoria, aqueles que tiverem cumprido três mandatos. E sem efeito acumulativo, para aqueles que já recebam alguma aposentadoria do poder publico terá que optar só por uma delas.
30- Declaração publica de bens e renda. Assim como fim do sigilo bancário e telefônico para tods aqueles que acate denuncias de crime cometido no exercício do poder.

Crônicas De Segunda na Usina: Machado de Assis: A “Resignação”.


21 DE NOVEMBRO DE 1861.

Cavaco — Caridade — Thereza Parodi — Coros do teatro lírico.

— Ó pachorra ! Tu és a Circe mais feiticeira que conheço contra quem
não valem todas as advertências de duas Minervas juntas! Adormeci
em teu seio, «amiga velha», como te chamava aquele dom Filinto,
que, além desse, tinha outro ponto de contato comigo, na predileção
pelas trouxas de ovos; adormeci, digo eu, em teu seio, deixei passar
a semana sem vir dizer em letra redonda o que pensava das
ocorrências delas.
Não faltou, porém, quem se encarregasse de comentar, como eu, e
com um brilho de que não é capaz um escritor novel, ou já por
crônica, ou já a propósito de música e de caridade.
E de música foram últimos dias. De tudo o mais, porém, passou
estéril a semana. Música nos teatros, música nos concertos, por
caridade e por prazer.
Pretende Eugênio Pelletan que a mulher, com o andar dos tempos,
há de vir a exercer no mundo um papel político. Sem entrar na
investigação filosófica da profecia, a que dá uma tal ou qual razão a
existência de certas mulheres da sociedade grega e da sociedade
francesa, eu direi que é esse um fato que eu desejava ver realizado,
em maior plenitude do que pensa o autor da “Profession de foi”. Eu
quisera uma nação, onde a organização política e administrativa
parasse nas mãos do sexo amável, onde, desde a chave dos poderes
até o último lugar de amanuense, tudo fosse ocupado por essa
formosa metade da humanidade. O sistema político seria eletivo. A
beleza e o espírito seriam as qualidades requeridas para os altos
cargos do Estado, e aos homens competiria exclusivamente o direito
de votar.
Que fantasia! Mas, enquanto esperamos a realização dessa linda
quimera, à mulher cabem outros papéis, que, se não satisfazem à
inspiração de um humorista, podem contentar plenamente o espírito
de um filósofo e de um cristão. É, por exemplo, o da mãe de família
e o do anjo da caridade; adoçar os infortúnios da indigência e
preparar cidadãos para a pátria, que missão!
Cresce o número das associações de caridade, e as principais
organizadas são compostas de senhoras, que, no meio da abastança,
não se esquecem de que há mães de família, a quem a fortuna não
favorece com esses dons que permitem as primeiras os gozos e os
cômodos da vida. Essas fazem grossa coleta de donativos, e, sem
temer empoeirar o sapato de cetim no lar do pobre, vão repartir aos
famintos o pão da subsistência que a indigência lhes negou.
A “Associação de Caridade das Senhoras” e a “Congregação de Santa
Thereza de Jesus” merecem os mais sinceros encômios pelos fins
santos a que se propõem. Se há glória verdadeiramente real e
verdadeiramente cristã, é essa.
Ao lado do concerto que deu no Cassino a “Associação das
Senhoras”, chamaram a atenção dos “dilettanti”, nestes últimos dias,
os espetáculos líricos da companhia italiana, que nos deu Ernani e
Favorita.
Tive ocasião, nos meus últimos comentários, de falar em Thereza
Parodi e seus companheiros. Acabava de ouvir a Norma, e trazia no
espírito as impressões recebidas pela execução da famosa partitura
de Bellini. A representação de Ernani confirmou-me na primeira
opinião, ou mais, deu-me melhor opinião.
Nessa peça Thereza Parodi ostentou os mesmos esplendores de seu
talento, que já haviam dado ao papel de sacerdotisa gaulesa o cunho
das belas criações, na “cavatina” do primeiro ato, e no “terceto” do
terceiro, sobretudo, seus belos dotes de canto e de arte forma
empregados de um modo, não a satisfazer, mas entusiasmar a
platéia.
Dizem que Thereza Parodi ouviu cantar a Norma à Pasta, de quem
recebeu proveitosas lições. O fato é que o mesmo juízo feito pelos
críticos eminentes à célebre cantarina podem ser aplicados a Thereza
Parodi, guardadas as respectivas distâncias. Nesta, como naquela, a
cantora descora diante da trágica; ambas deram à sua arte esse tom
dramático que é o caráter da escola clássica, em ambas se encontra
esse culto inteligente da plasticidade, de que fala Blaze de Bury a
respeito da primeira.
Vendo e ouvindo Thereza Parodi, nós, que tivemos duas brilhantes
amostras da grande escola em Stolz e De-Lagrange, apreciamos e
dispensamos àquela artista os aplausos com que, honra de um
público inteligente, a arte, a grande arte, a verdadeira arte, costuma
ser festejada.
Depois de Ernani e de Norma foi anunciada a Favorita. As palmas
com que ao terminar a execução da ópera de Donizetti foi Thereza
Parodi chamada à cena, foram à manifestação de um público que,
sem cuidar de comparações, mostrou apreciar o talento, que, sem
pregão nem motim, veio receber no fundo da América uma
confirmação ao batismo que recebera na Europa.
Os outros artistas, à parte alguns senões, satisfizeram o público, com
especialidade o Sr. Walter.
Dizem que a gente experimenta uma certa mudança moral de sete
em sete anos. Consultando a minha idade, vejo que se confirma em
mim a crença popular, e que eu entrei ultimamente no período lírico.
É isso o que explica hoje a minha preferência pelas representações
deste gênero, e que me fazem adepto fervente da música. Como se
vê, não me devo em parte lastimar, porque com esta mudança
coincidiu o movimento lírico, que se vai observando na atualidade.
Oxalá que, a par do bom que se me dá no velho Provisório,
figurassem sempre os coros. Diz Alexandre Dumas que para os
ouvidos se fizeram “Guilherme Tell”, os pianos de Erard e as trompas
de Sax; evidentemente não se fizeram também os coros do teatro
lírico, pelo menos se tratando de ouvidos bem educados. Há ocasiões
em que é preciso muito boa vontade para ouvi-los à sangue frio.
Uma novidade dramática aguarda o público: um novo drama do
Dr.Achilles Varejão, autor da Época. Como estas coisas não são
secretas, e mais ou menos transparecem, pela louvável indiscrição
dos que, conhecendo uma peça, não se eximem de antecipar a
opinião, fazendo o seu juízo, direi que não tenho ouvido a respeito
da “Resignação” senão palavras de louvor e de ardente aplauso. É
uma composição escrita nesse tom familiar, que tornam notáveis
muita das composições modernas. Deve subir a cena esta semana;
nos meus próximos “Comentários” farei detalhada análise.

Gil.

sexta-feira, 13 de julho de 2018

Sexta Na Usina: Poetas da Rede; Hamilton Ramos Afonso: SINFONIA VIRTUAL:


No encontro 

dos nossos olhares 

em « adagio» sereno, 

como se as madeiras

da virtual orquestra,
dolentes 
se encantassem por nós,
desnudámos as nossas almas
e os nossos corações 
que em «allegreto » 
fizeram ouvir a harmonia
de cordas e madeiras, 
celebrando a alegria de duas almas
que se amam...

As mãos unidas 
num « presto » 
de cordas e timbales
aceleraram o movimento da sinfonia
terminando num beijo ardente,
ritmado ,
« molto vivace » , 
com toda a orquestra 
em alegre frenesim...

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede: Álvaro Márquez: TE RECONOZCO:


"En pelota eres tan perfecta/ y es tanto lo que me perturbas,/ que podré batear tu recta,/ pero seguro me ponchan tus curvas".
Te reconozco aunque de espalda estés, 

no hay posibilidad en mí de confundirte.

me llegas a abrumar tanto que tal vez,

no halle palabra adecuada para definirte.

Pero a ojos cerrados te puedo percibir,
basta con el olor que de tu piel me llega;
me sale con el alma lo que quiero decir,
desde ella te veo y mi alma no es ciega.

Tu cuerpo es para mí, territorio conocido,
mis manos como peces en el agua están;
tus senos poemas de amor, no de olvido,
tus poros por mis caricias abriéndose van.

No importa lo oscuro que esté el ambiente
o lo sombrío que quizá sea algún lugar…
tengo a tu cuerpo siempre en mi mente
y es imagen que por nada se ha de borrar.

Puedo reconocerte sin saber dónde ni cuándo,
pero sí el modo pues hasta de lejos te siento;
entiendo al viento cuando por ti va soplando
y tú sabes que no todos entienden al viento.

Es allí en tu espalda donde mis besos se posan
y justo ahí donde “espalda” deja de llamarse;
cuando mi lengua y mis labios tu piel rozan,
tus senos se alebrestan y ya quieren alzarse.

¿Ves que sí te conozco? De eso no alardeo,
contigo para nada me afectan las distancias;
tanto conocerte se debe a mi amor, a mi deseo
y que por verte nunca son menos mis ansias.

Puedes taparme los ojos si acaso eso quieres
y siempre sabré que eres tú sin ninguna duda;
de culparme sé muy bien que hoy capaz eres
por conocerte menos vestida… que desnuda.

Original de Álvaro Márquez
Caracas, Venezuela
Todos los derechos reservados
Correo: poreros@gmail.com
Twitter: @poreros
Imagen: De Google
Reconheço-te



" na bola você é tão perfeita / e é isso o que me perturbas,/ Que poderei batear sua recta,/ Mas seguro me ponchan suas curvas ".



Reconheço-te embora de costas estiver,
Não há possibilidade em mim de confundirte.
Me entrar em perturbar tanto que talvez,
Não encontre palavra adequada para definirte.

Mas aos olhos fechados você posso receber,
Basta o cheiro que de sua pele me chega;
Me sai com a alma o que quero dizer,
Desde ela te vejo e a minha alma não é cega.

Seu corpo é para mim, território conhecido,
Minhas mãos como peixe na água estão;
Seus seios com poemas de amor, não de esquecimento,
Seus poros por minhas caricias abrindo van.

Não importa o obscuro que esteja o ambiente
Ou o sombrio que talvez seja algum lugar...
Tenho a seu corpo sempre na minha mente
E é imagem que por nada foi de apagar.

Posso reconhecê-lo sem saber onde, nem quando,
Mas sim o modo pois até de longe você sinto;
Compreendo o vento quando por ti vai um pouco
E você sabe que nem todos compreendem ao vento.

É lá em sua costas onde meus beijos se posan
E justo aí que "costas" Deixa de ser chamados;
Quando a minha língua e meus lábios sua pele roçam,
Seus seios se alebrestan e já querem erguer-se.

Você vê que sim te conheço? Isso não alardeo,
Com você para nada me afectam as distâncias;
Quer conhecê-lo deve-se ao meu amor, meu desejo
E que por ver você nunca são menos meus anseios.

Você pode simplesmente tapado os olhos se acaso isso deseja
E sempre saberei que é você sem dúvida;
De Culparme sei muito bem que hoje capaz você é
Por conhecê-lo menos vestida... Que nua.

Original de Álvaro Batista
Caracas, Venezuela
Todos os direitos reservados
Poreros@Gmail.Com e-mail:
Twitter-@Poreros

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede: Alex Castelo:ABSURDO:


La suciedad camina 
Negra y en pedazos 
Ristre y ristre de mí soledad

Rezo y rezo de esta floj-edad-

Mi carga pesada y a cuestas
Una bombilla quebrada

Unidad armónica
Mi lastre arrastrando
Mi carne comida
Y el alma vociferando..

Vida: Juego de tensión
Furor y radical frustración

A que tiempo el 2
Acaba para ser 10 ?
O protuberante 1000?
Si el tiempo los engulle..

Vasto relicario nobles mellizos
Aros ceñidos oro suelto
Que brillas fuegos. .!

Riñotazo brutal
Calentada verdad
Círculo rectangular
De aceitar y dejar macerar. .
Ah ! Campero tesonero cesear. .

Ser el hombre mismo
Ser su propio nicho
Porque tendría que quejarse
Si es tarde o temprano
Por culpa del reloj.?

Soy extraño: Nadie me da la mano
de quien vine.. Se que me iré. .
Sólo mi abrigo el último
El oscuro. El roido. .
El sólo cubrirá mi perecer

Acogeme bastidor
Si.! Ese abrigo el largo
Y corto de años..
El que me usa
Y el que me espera
Proteger del frio vil

Momentáneo y sudoroso
se sacudira solisimo
En mi eterno. Dormir. ...

Acojeme bastidor..!
Quiero saber de mi. .!
Quiero saber de quien seré. .!

Bastidores cerrándose
Escritas con negro cancer
Tus amarillas hojas
Tus puertas.. Y cerrada
Tu redonda ventana. .

El cosmos entero es armónico
Porque el mundo es diabólico. .!

Armonía fatal te nos niegas
Negandote Negandote Negandote
Alex Castillo Lynch. D.R.
Absurdo.



O lixo caminha

Negra e em pedaços

Riste e riste de mim solidão
Rezo e rezo desta floj-idade -

Meu fardo pesado e puderem
Uma lâmpada rota

Unidade harmoniosa
O meu lastro arrastando
Minha carne comida
E a alma vociferaram..

Vida-jogo de tensão
Furor e radical frustração

A que tempo o 2
Acaba de ser 10?
Ou Protuberante 1000?
Se o tempo os engole..

Vasto relicario nobres mellizos
Anéis, apegados ouro à solta
Que brillas fogos. .!

Riñotazo brutal
Calentada verdade
Círculo rectangular
De aceptar e deixar macerar. .
Ah! Campero Tesonero Cesear. .

Ser o homem mesmo
Ser seu próprio nicho
Porque teria de se queixar
Se é mais cedo ou mais tarde
Por culpa do relógio.?

Sou estranho: Ninguém me dá a mão
De quem vim.. Será que me vou. .
Só o meu abrigo o último
O obscuro. O Roido. .
O só cobrirá meu morrer

Acogeme bastidor
Se.! Esse abrigo o longo
E curto de anos..
O que me use
E o que me espera
Proteger do frío vil

Momentâneo e sudoroso
Se sacudira solisimo
No meu eterno. Dormir. ...

Acojeme Bastidor..!
Gostaria de saber da minha. .!
Gostaria de saber de quem serei. .!

Bastidores fechando
Escritas com negro cancer
Seus amarelas folhas
Suas portas.. E fechada
Sua Redonda janela. .

O cosmos inteiro é harmonioso
Porque o mundo é diabólico. .!

Harmonia fatal você nos niegas

Negandote negandote negandote

Alex Castelo Lynch. D.R.

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede: Quincey Glam: Toda la belleza debe de morir...:


No te vayas de mi lado
arrancando los recuerdos
encerrando cada parte de mis deseos,
que entre caricias de viento
las cuchillas son mas suaves.
cuando tu las afilas.

No te rindas entre los planetas
que al mecerme entre tus caderas,
el corazón se destierra
cantando un trozo de poesía vieja.

Y al volvernos hacía el olvido
el entierro eterno es lo que busco.
Sólo si estás presente
sólo si estás presente.

No te vayas de mi lado
acariciando sombras
en búsqueda de pasados gloriosos.
Que la renuencia de mi cuerpo
musita cautelosamente la necesidad de tus piernas
sobre mi lecho.

Y al vender nuestras almas al fuego
el crimen pasional es fortuito
y entre cantares y pesares
el corazón te espera en su lecho final.

Y al volvernos hacía el olvido
nuestros cadáveres revivirán.
Sólo si estás presente
sólo si estás presente.

Y si llegas a marcharte amor,
dedica un lamento sincero
a la mortaja de mis ocasos.
Permite que mi cuerpo moribundo
acaricie la idea de que me perteneciste
hasta el final de mis días...

Y al volvernos hacía el olvido
nuestros cadáveres revivirán.
Sólo si estás presente
sólo si estás presente.

Y al volvernos hacía el olvido
busco reencarnarme en tu pecho
para estar contigo,
para estar contigo
Hasta el momento de tu muerte....

Permiteme robarme la esencia de tu origen
retomar entre mis brazos los momentos que me hicieron feliz
que el dolor disminuye, sólo si te tengo en mi mente...
sólo si me alimento de ti...

Iván Estrada Pérez Quincey Glam en 21:26

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede: Álvaro Márquez: NO UNO MÁS:


Te dije que en tu vida yo no sería uno más,

que cuando llegara, llegaría para quedarme;

hablas de eternidad en los besos que me das,

de lo mismo hablarás en los que vas a darme.



Porque sé muy bien que cuando me conociste,

breve en tu vida llegaste a creer que yo sería,

eras de las que aseguraba “el amor no existe”

y yo te hice ver de mil maneras que sí existía.



Tu cuerpo era así como un mapa sin caminos
y yo mal dibujante, supe trazar vías en tu piel,
para entrelazar entre laberintos ambos destinos,
era tu corazón un barco y timón me volví en él.

Un error creer efímera en tu vida mi presencia,
otro error pensar que mi amor no dejaría huella;
hoy sabes que tus días están llenos de mi esencia,
y existen las noches que inventé, existe la estrella.

Ésa que yo algún día enamorado prometí bajarte,
porque te juré que complacería todos tus deseos,
la misma que veía mis besos si alcanzaba a besarte
de la cárcel de mi boca huyendo a la tuya como reos.

No, no vine a ti para ser uno más quizá de tantos,
vine para amarte, llenar mi mundo de ti sin prisas;
a dejarte mis “te amo” ¡no me preguntes cuántos!
y a colorear todo mi mundo con tus bellas sonrisas.

Y ya se hizo perenne mi presencia en tu memoria,
hoy son tuyos todos mis mundos y mis universos,
de mi mano, de mi recuerdo se escribirá tu historia
y de un poeta que te amó te hablarán mis versos.

Poema totalmente original de Álvaro Márquez
Nacido en Caracas, Venezuela
Todos los derechos reservados
Publicado el 17/8/2014
Imagen: de Google
Não aquele que mais você disse que em sua vida eu não seria mais um, que quando ele chegou, viria a ficar;
Você fala de eternidade nos beijos que você me dá, de fala em aqueles que vão dar-me.


Porque eu sei muito bem que quando o conheci, breve em sua vida que você passou a acreditar que eu seria, épocas de que eles alegaram "o amor não existe" e eu tenho ver em várias formas de Sim havia.



Seu corpo era bem como um mapa sem estradas e eu próprio artista errada, sabia que rotas de rastreamento em sua pele, para interligar entre labirintos ambos os destinos, seu coração era um barco e o leme, virei-me sobre ele.



Um erro acreditar efêmera em sua vida minha presença, outro erro de pensar que meu amor não marcaria;

Hoje, você sabe que seus dias são preenchidos com minha essência e há noites que eu inventei, aí está a estrela.



Que eu prometi no amor um dia vem para baixo, porque você jurou que isso agradaria a todos os seus desejos, que viu meus beijos se chegou para beijar minha prisão de boca fugindo ao seu como prisioneiros.



Não, não vim para você ser um mais talvez do que muitos, eu vim para amar, encher o meu mundo é vagaroso;

deixar meu "eu" te amo não me pergunte quantos!

e a cor do meu mundo com seus belos sorrisos.



E agora minha presença em sua memória, tornou-se perene hoje são teus todos os meus mundos e meus universos, minha mão, minha memória será gravado em sua história e de um poeta que amava você falar meus versos.



Totalmente original poema de Álvaro Márquez de Caracas, Venezuela-todos os direitos reservados Nacido publicou imagem de 17/08/2014: