sexta-feira, 30 de junho de 2017

Sexta Na Usina: Poetas Da rede: Mario Dobry::BUENOS AIRES (día de lluvia):


Rato después el agua se escurría

por la acera de la calle rumorosa,

el agua o las aguas presurosas 

dejaban de llover sobre ese día.

Dormida la lluvia en el pasado, 

sobre el zanjón que al bravo río iba, 

la ciudad retornaba a su deriva
de un tiempo que era mío y que he olvidado.
He crecido sumido a esos rumores
y a esa soledad de los silencios
tan prematuros y a tantos sinsabores.
Puede que el agua caiga eternamente,
puede que reine en mí, el cruel olvido,
pero la habré de amar , amar hasta la muerte.
BUENOS AIRES (dia chuvoso) enquanto água posterior é torrencial a calçada da rumorosa Street, a água ou as águas corressem pararam de chover nesse dia.

Dormindo a chuva no passado, sobre o zanjón que ia rio bravo, a cidade voltou a sua deriva de um tempo que era meu e eu esqueci.

Eu cresci abaixado a essa solidão de silêncios como prematura e tantos contratempos e esses rumores.

-Pode a água cai para sempre, você pode para reinar em mim, esquecimento cruel, mas eu amo, amor até à morte. 

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede: Lobo Blanco: Te desnude:


Fueron tantas veces
que mis manos recorrieron

tu cuerpo y que te quitaron

prenda en silencio



Te desnude, porque me gusta

verte sin ropa, de norte a sur

y de sur a norte y así también

desnudo mi actitud


Tu desnudez, no solo significa
tu piel desnuda, significa
en realidad entrar a tu alma
y acariciarla toda

Lobo Blanco ( Freddy )
Derechos Reservados
Tinhas tantas vezes que minhas mãos viajaram ao redor do seu corpo e que despir-se removido você vestuário em silêncio que se despir, porque eu gosto de ver você sem roupa, de norte a sul e de sul para norte e, portanto, também minha atitude sua nua nudez, significa não só sua pele nua, significa, na verdade, entrando em sua alma e acaricia seus direitos de White Wolf (Freddy) todos reservados 

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede: Quincey Glam:POR DEBAJO DE NUESTROS PIES:

Atrapado me encuentro en mi refugio contra el frío externo
aventando recuerdos contra el fuego.
Sobreviviendo,

mendigando.

Creando la fuerte necesidad

de sobrevivir a este sentimiento

de nostalgia enamoradiza.



Arranco aquellas hojas de mi pasado y mi temeroso presente

así es como pretendo armar un futuro inclemente.

Acaricio la idea de salir al exterior,

como quien acaricia el viento por error...
y es sólo eso lo que tengo,
un error, una casualidad
un espejismo del cual me pretendo atar.

Por debajo de nuestros pies acechan
los recuerdos sin dueño
encuentros y desencuentros
entrelazados en silencio

Por debajo de nuestros pies se encuentra
un sol a desfallecer
entre las sombras de un siniestro encuentro
que la noche mitiga cada que lo intentas borrar de tu fe
cavando así una tumba...
un dolor bajo tu piel.

ESCRITO COMPLETO

OTROS ESCRITOS
Abaixo de nossos pés pegos eu sou em meu abrigo do frio externo jogando memórias contra fogo.

Para sobreviver, implorando.

Criando o forte precisa sobreviver a essa sensação de nostalgia enamoradiza.



Eu arrancar as folhas do meu passado e minha mente temerosa é como pretendo montar um futuro sem piedade.

Uma miragem que eu pretendo amarrar a acariciar a idéia de deixar no exterior, que acaricia o vento por engano... e só isso é o que eu tenho, um erro, uma oportunidade.



Abaixo de nossos pés espreitam as memórias sem reuniões de proprietário e mal-entendidos entrelaçados silenciosamente debaixo dos nossos pés é um sol para desmaiar nas sombras de uma reunião sinistra que noite atenua cada um que você tenta excluir sua fé assim, cavando um túmulo... uma dor sob a pele.



Sexta Na Usina: Poetas Da Rede: Marney Dias Teixeira:QUASE UM CRIME:


Água na boca, a flor da pele,
água de mar não mata sede,
beijo na boca não se pede,

desejo não se reprime,

um filme não se repete,

nas proporções de um crime,

provei teu letal veneno.



Um corpo para tal amor,

uma estrada para andarmos juntos,

um cálice de prazer,
uma gota de suor,
para saciar sua sede,
de amor.

CAROLINA JESUS SENRA e MARNEY DIAS.

Pensamento do Dia:



"Apesar das incertezas do amanhã e o sofrimento do depois, o que seria de nós sem termos vivido um amor sincero e verdadeiro.”



Esta e mais de 90 outras frases estão nesta edição comemorativa.
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Sexta Na Usina: Poetas Da Rede: Carlos Humberto Kuplich:


DUAS ALMAS e um só coração
Vidas opostas amores cegos

Ódio nos olhos sangue nas mãos 

Amargura no olhar desejos desfeitos

Amores do passado corações perdidos 

Tudo pelo amor almas gêmeas

Corações sofrendo almas partindo

Um só desejo se unir em outra vida

Amor impossível erros cometidos

Sentimento puro amor juvenil
Jurando amor eterno quebrado pelo ódio
Ódio de geração em geração
Vidas estragadas coração cruel
Olhos de sangue faísca no olhar
Amores presentes marcas na alma
Nascido pra se amarem no presente
Vivendo vidas opostas sem saber
Encontros furtivos olhares felinos
Corpos do amor prazer da carne
Pecado mortal luta pelo desejo
Corpo juvenil mulher adulta
Sabendo de tudo amor e paixão
A vida não perdoa o fraco
Mas sobrecarrega o forte
Amores aparte vidas ligadas
Corações ligados por um fio
Fio da vida ou da alma

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede:Miguel Nascimento:Sem Forma:


Mediante tal ação relato:
O que viram na forma de lua
O que sentiram na forma de sensações 

O que não sentiram na forma de medo

O que folgaram na forma de dor

O que não mediram na forma de Amor

O que de forma alguma quiseram aceitar

O que de nenhuma foram reviram a razão

O que de forma tal não seguiram para insurgir 

O que de tal forma não mediaram impeliram

O que de forma normal o sinistro, abraçaram
O que deformado instigaram o coforme
O que desconforme manipularam o status
O que de forma habitual amarrei os sapatos

Do Livro ( Sem Velas e Âncora ) Miguel Nascimento

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede: Guillermo Andrade Martinez:MI SUEÑO DE NIÑO:


Si yo fuese el niño simón,
Sería el libertador de mi nación,
Si yo fuese el niño miranda,

Seria de la independencia el precursor,

Si yo fuese el niño sucre, 

Seria de Bolivia el fundador,

Si yo fuese el niño simón rodríguez,

Sería el que llenaría de letras mi nación,



Yo era un niño pobre, con dolor,

Mis padres eran muy humildes,
No me podían dar educación,
No tenía alimentación, mi vida era terrible.

Mi sueño era tener una vida mejor,
Mi sueño era trabajar por la nación,
Mi sueño era una Venezuela mejor,
Mi sueño era tener una bonita revolución.

Pero soy un niño pobre con ilusión,
Un sueño de una Venezuela mejor,
Antes no tenía acceso a la educación,
Antes no tenía una libre alimentación.

Ahora llegaron las misiones a mi corazón,
La Robinson, la Rivas, mercal,
la sucre, simoncito, de lo mejor,
Vuelvan caras, todas a nivel nacional.

Ahora soy un niño con los próceres en mi corazón,
Ahora la alegría de mis sueños es amor,
Ahora juego metra, trompo, papagayo y beisbol,
Ahora todo se lo debo a la revolución.

MANUEL ANDRADE MARTINEZ CI 641391 CARNET 4107 SACVEN
PENSAMIENTO Y CANCION INFANTIL 23 07 2004 VENEZUELA
MEU filho dormir se eu fosse filho de simon, o libertador da minha nação, seria se eu era a criança miranda, independência de precursor seria, se eu fosse o sucre de criança, Bolívia seria o fundador, se eu fosse o filho simon rodriguez, seria que encheria cartas da minha nação, eu era um garoto pobre, com dorMeus pais eram muito humildes, eles não poderiam me dar educação, ele não tinha qualquer poder, minha vida era terrível.



Meu sonho era ter uma vida melhor, meu sonho era trabalhar para a nação, meu sonho era uma Venezuela melhor, meu sonho era ter uma bela revolução.



Mas eu sou uma pobre criança com ilusão, um sonho de uma Venezuela melhor, antes que não tinha acesso a educação, antes de que tinha um poder livre.



Agora as missões alcançou meu coração, La Robinson, o Rivas, mercal, o sucre, simoncito, melhor, Vuelvan caras, tudo a nível nacional.



Agora sou uma criança com os heróis em meu coração, agora, a alegria dos meus sonhos é amor, agora jogar beisebol e metra, spin, papagayo agora todos devem à revolução.

MANUEL ANDRADE MARTINEZ 641391 CI CARTÃO 4107 SACVEN PENSAMENTO E CRIANÇAS 23 07 2004 VENEZUELA CANÇÃO(Traduzido por Bing)

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede: Marcos Albert:



Minha alma tropa, tonta e adoentada,

É amordaçada nos abismos desta mente,

Foi feliz por ser viva só por hoje,

Mas condenada a ser triste para sempre.























Link para Download do Manual Prático de Bioga;

quinta-feira, 29 de junho de 2017

Revista eisFluências do mês de Junho/2017 na sua 47ª Edição:

Como sempre para mim, é uma imensa hora participar:
ENCONTRO
D'Araújo

Este teu olhar que desnuda a minha alma,
perco minha calma, mesmo que tardia,
em saber que finalmente chegou o dia
em que o terno se torna eterno.

Teu sorriso me acende um ser que repousa
sobre a sombra do esperar eterno.

O calor do teu corpo me traz para a vida
que parou um dia, e a felicidade brota em
meu peito feito grama em solo fértil..

Teu cheiro me faz delirar em pensamentos
profanos, me vejo em outro plano.

A busca termina num solo eterno a tua
voz soa como um bálsamo dos deuses
que acalma e sustenta o meu ser.

Informação nº 03/Junho/2017

Estimados leitores,

É com imenso prazer que lhes trazemos a Revista eisFluências do mês de Junho/2017 na sua 47ª Edição
a qual  leva acoplado o Suplemento Junino.
Aos digníssimos Escritores, residentes em 13 países, que nos privilegiaram com um total de 339 participações,
agradecemos a prestimosa e honrosa colaboração.

Para Ler a Revista clicar em:
http://www.carmovasconcelos-fenix.org/revista/eisFluencias/47-Jun17/eisFluencias_Jun_2017_7_47.htm

NOTA: No final desta página (link acima) encontrarão o link para o Suplemento Junino:
http://www.carmovasconcelos-fenix.org/revista/eisFluencias/47-Jun17/eisFluencias_Jun_2017_7_47--SUPLEMENTO.htm



Todas as Revistas já editadas, podem ser consultadas a qualquer momento na FÉNIX, sob o link que criámos para o efeito:
http://www.carmovasconcelos-fenix.org/revista/eisFluencias/publicacoes.htm

Agradecemos que deixem os vossos comentários no Livro de Visitas da Revista eisFLUÊNCIAS:
http://www.livrodevisitas.com.br/ler.cfm?id=135599

Nunca será demais repetir que ficaremos sempre gratos se cada leitor fizer a divulgação que lhe for possível
no seu site ou blogue, se o tiver, ou por qualquer outro meio ao seu alcance.
Esperando que tenham uma agradável leitura, e gratos por estarem connosco, as nossas saudações literárias

O Director
Victor Jerónimo
(Portugal/Brasil)
*
A Directora Cultural
Carmo Vasconcelos
(Portugal)
*
O Web Designer
Henrique Lacerda Ramalho
(Portugal)
*
A Proprietária
Mercedes Pordeus
(Brasil)
*

Em 26 de Junho/2017
Fonte de origem:

Poesia De Quinta Na Usina:Machado de Assis:Horas Vivas.


Noite; abrem-se as flores...
Que esplendores!
Cíntia sonha amores
Pelo céu.
Tênues as neblinas
Às campinas
Descem das colinas,
Como um véu.
Mãos em mãos travadas
Animadas,
Vão aquelas fadas
Pelo ar;
Soltos os cabelos,
Em novelos,
Puros, louros, belos,
A voar.
— "Homem, nos teus dias
Que agonias,
Sonhos, utopias,
Ambições;
Vivas e fagueiras,
As primeiras,
Como as derradeiras
Ilusões!
— Quantas, quantas vidas
Vão perdidas,
Pombas malferidas
Pelo mal!
Anos após anos,
Tão insanos,
Vêm os desenganos
Afinal.
— Dorme: se os pesares
Repousares.
Vês? — por estes ares
Vamos rir;
Mortas, não; festivas,
E lascivas,
Somos — horas vivas
De dormir. Espero-te, amanhã.

Poesia De Quinta Na Usina: Machado de Assis; Poema: ÁLVARES D'AZEVEDO

AO SR. DR. M. A. D'ALMEIDA

Vejo em fúnebre cipreste
Transformada a ovante palma!
PORTO ALEGRE.
Morrer, de vida transbordando ainda,
Como uma flor que ardente calma abrasa!
Águia sublime das canções eternas:
Quem no teu vôo espedaçou-te a asa?
Quem nessa fronte que animava o gênio,
A rosa desfolhou da vida tua?
Onde o teu vulto gigantesco? Apenas
Resta uma ossada solitária e nua!
E contudo essa vida era abundante!
E as esperanças e ilusões tão belas!
E no porvir te preparava a pátria
Da glória as palmas e gentis capelas!
Sim, um sol de fecunda inteligência
Sobre essa fronte pálida brilhava,
Que à face deste século de indústria
Tantos raios ardentes derramava!
E pôde a morte destruir-te a vida!
E dar à tumba a tua fronte ardente!
Pobre moço! saudaste a estrela d’alva,
E o sol não viste a refulgir no Oriente!
Morrer, de vida transbordando ainda,
Como uma flor que ardente calma abrasa!
Águia sublime das canções eternas:
Quem no teu vôo espedaçou-te a asa?
Voltaste à terra só — Não morrem Byrons,
Nem finda o homem na friez da campa!
Homem, tua alma aos pés de Deus fulgura,
Teu nome, poeta, no porvir se estampa!
Não morreste! estalou a fibra apenas
Que a alma à vida de ilusões prendia!
Acordaste de um negro pesadelo,
E saudaste o sol do eterno dia!
Mas cá fica no altar do pensamento
Teu nome como um ídolo pomposo,
Que a fama com o turíbulo dos tempos
Perfuma de um incenso vaporoso!
E ao ramalhete das brasílias glórias,
Mais uma flor angélica se enlaça,
Que a brisa ardente do porvir passando
Trêmula beija e a murmurar abraça!
Byron da nossa terra, dorme embora
Envolto no teu fúnebre sudário,
Murmure embora o vento dos sepulcros
Junto do teu sombrio santuário.
Resta-te a c’roa santa de poeta,
E a mirra ardente da oração saudosa,
E pelas noites calmas do silêncio
Os séculos da lua vaporosa!
Ela te chora, e ali com ela a pátria,
Pobre órfã de teus cânticos divinos,
E das brisas na voz misteriosa,
Da saudade e da dor sagram-te os hinos!
Dorme junto de Chatterton, de Byron,
Frontes sublimes, pra sonhar criadas,
Almas puras de amor e sentimento,
Harpas santas, por anjos afinadas!
Dorme na tua fria sepultura
Guarda essa fronte vaporosa, ardente,
Tu, que apenas saudaste a estrela-d'alva

E o sol não viste a refulgir no Oriente!