quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Quarta Na Usina: Poetisas Da Rede: Soledad Mar y Cielo:Poema: Quiero Ser:


Quiero ser humilde araña,

que en torno tuyo, su ilación

teja y se enrede en tu cuerpo

alma mía.



Quiero ser gusano, hacer encaje;

dar mi capullo a las dentadas

ruedas y asi poder en la prisión

de un traje, sentirte palpitar

bajo mis sedas.


Quiero ser el árbol; darte sombra
con mis ramas; con su flor
hacerte abrigo y con mis hojas
secas, una alfombra donde 
te tendieras a soñar conmigo.

Quiero ser ese rio, y en su lago
envolverte con las aguas de su abismo
ahogarte con un abrazo. e irnos
al fondo de mi misma.

Yo soy bosque sin troche
abre el sendero, soy astro opaco,
prende la tea, Cóndor, boa, jaguar
yo apenas quiero ser,
lo que quieras tú que por ti sea…

siendo cóndor, aprisionaría 
un rayo y entregártelo, 
alumbrando tu camino…
y regalarte un ala, para 
que hagas un abanico.

quiero ser jaguar de tus montañas,
arrastrarte a mi madriguera, 
y así entre ternura y salvajismo, 
amarnos hasta quedar exhaustos,
Yo quiero ser todo eso….

soledad Mar y Cielo
derechos reservados
Evangelina estrada T.
Cd de México (Vange )
Poema: quero ser céu e mar de solidão, eu quero ser humilde aranha, que, em seu torno, seu ilación enrolado em seu corpo, minha alma-telha.



Eu quero ser verme, fazer o laço;

Dê meu casulo nas rodas dentadas e então poder na prisão de um fato, senti-te pulsar sob meus sedas.



Eu quero ser uma árvore; Dê você sombra meus ramos; com sua flor você enrole e com minhas folhas secas, um tapete onde você tendieras a sonhar comigo.



Eu quero ser aquele rio e no seu lago, envolva-se com as águas da pia profunda com um abraço. (e) vamos para as profundezas de mim mesmo.

Sou floresta sem troche abre o caminho, o astro opaco am, ligue a jibóia chá, Condor, jaguar, eu só quero ser, o que você que, para você... você ainda condor, aprisionar um raio e entregá-lo, brilhando o seu caminho... e dar-lhe uma asa, para dar um intervalo.

Eu quero ser jaguar de suas montanhas, arrastá-lo até a minha toca e, portanto, entre a selvageria e ternura, amor estar exausto, eu quero ser tudo isso... céu e mar solidão copyright Evangelina estrada T. Cd do México (Vianna) 

Quarta Na usina: Poetisas Da Rede: Janaina Cruz: Perfídia:


Orgasmos fingidos, ângulo expostos.
Amas a todos e não amas ninguém
Lábios sedentos de mentiras pingando carmim,
Vasculho teu universo, enveredo-me por tuas meias verdades e só encontro ouro de tolo, um outro lado de promessas vazias...
Tens meigos olhares de ilusões, dissimuladamente profundos, perdidos e enganadores.
Teu corpo um lindo embuste, no fim de tudo, casa de solidões acompanhadas.
Inventas paixões, passa tempos, credos perdidos, voracidade total...
Terás no fim de tudo que fisgar desavisadas almas para te servir de consolo, para usurpar-lhes, a volúpia, o pudor, o fogo e os amores.

Quarta Na Usina: Poetisas Da Rede:Silvia Champ :Marcas:




São tuas as marcas deixadas
Em meu corpo, mente e coração.
Marcas que sobrevivem tatuadas

Que me trazem doce recordação.



São tuas as marcas que ficaram

Em minha vida para sempre gravadas.

Marcas de um amor que me fizeram

De todas, não a única, a mais amada.


São nossos os momentos vividos,
Que ficaram na memória marcados,
Para todo o sempre meu amor!

São nossas as marcas expostas,
Em cada pergunta ou resposta,
Feitas com ternura e amor!

§!£V!A®

Quarta Na Usina: Poetisas da rede: Luciana Bianchini:Vida de boemia :




Noite inspirada. Mulher que
de dia travessa e de noite faceira.
Vivia nas noitadas, a seus homens,

com louvor, os enfeitiçava. Mulher

esperta. Seus homens, a idolatrava, 

mais já se encontrava predestinada. 

Vivia nos vícios e bebedeiras.

Mulher sapeca, seus homens a

chamava de Rebeca.
Arteira, de dia se vestia de
camareira e de noite virava 
uma feiticeira. Sensual, ato vicioso,
mais que no seu noturno repouso,
de dançarina se vestia.
Seduzia seus homens e ao quarto,
os conduzia. Rebeca, que de suas
longas noites tudo se fazia.
Rebeca, vida de boemia, ao seu
dispor a sigo em cortesia.

Luciana Bianchini

Quarta Na Usina: Poetisas Da Rede: MARÍA ISABEL PÉREZ RIVERA: POESÍAS DE AMOR PARA TI:


Amor de poesías me diste, 
y a mi amparo me dejaste,

yo te di los mejores años 

para que tu sin avisar hoy, 

con ella te has ido amor.



Desolada me has dejado,

yo sigo y sigo amándote 

y sin haberme dado cuenta, 
tus mentiras me dañaron 
me quitaron la ilusión.

Yo deseaba ser tu mujer, 
a la que un día dijiste
y juraste que tu nunca 
me dejarías sola y triste,
ya ves hoy lo hiciste.

De que me sirvió amarte 
si hoy mataste mi corazón, 
porque me dejaste por ella.

siempre te deseo todo 
lo mas hermoso de la vida, 
porque yo también me enamore 
de un poeta que me llena 
de bellos versos y poemas.

Así correré por las nubes 
junto a las golondrinas, 
llena de alegría para estar 
solo con el y a su lado.

Ya vi de que no eres hombre 
de palabras,solo eres un títere, 
sin poder sentir mi gran amor, 
amor de amapolas que te daba 
y la vida que tenias junto a mi.

Yo seré feliz junto a mi poeta, 
y te juro que escribiré los versos 
mas dulces del mundo,para este 
bendito amor del cual hoy 
me he enamorado con solo una mirada.

Volare por las nubes llena de alegría, 
amor y deseos,porque hoy soy feliz, 
porque estoy totalmente enamorada ,,,

MARÍA ISABEL PÉREZ RIVERA
DERECHOS RESERVADOS
Adoro poesia amar a poesia que me deu, e me deixou com o meu apoio, eu te dei os melhores anos, para sua surpresa hoje, com partiste amo. 



Desolada eu deixei, eu ainda continuo a te amar e sem me ter dado conta, suas mentiras que eu danificado removido-me a ilusão.



Eu queria ser sua mulher, que um dia você disse e jurou que me nunca me deixas sozinho e triste, porque você vê hoje foi você. 

Eu servi a amar se hoje você matou meu coração, porque você me deixou para ela.

Sempre desejo-lhe a mais bela na vida, porque eu também me apaixonei-me com um poeta que me enche de bonitos versos e poemas.

Então será executado através das nuvens com as andorinhas, cheias de alegria para ficar somente com e ao lado dele.

E vi que você não é um homem de palavras, são apenas um fantoche, sem sentir o meu grande amor, amor de papoilas que você deu e a vida que tinha ao lado meu.

Eu vou ser feliz com meu poeta, e eu juro que eu vou escrever os versos mais doces do mundo, por este abençoado amor que eu tenho hoje infatuated com apenas um olhar.

-Volare por nuvens, cheias de alegria, amor e desejo, porque hoje estou feliz, porque estou completamente apaixonada, MARIA ISABEL PEREZ RIVERA todos os direitos reservados 

Quarta Na Usina: Poetisas Da Rede:Rosângela De Souza Goldoni:FOGUEIRA DE EMOÇÕES:





Amor des[atento]
[sobre]vive

ao desatino

dos

[in]crédulos

apaixonados.
Périplos
revelam-se 
estratégicos
no volteio 
das intenções.
Queimando em brasas
[re]acende-se a paixão:
sem interrogações!

Pensamento do Dia:



Do tempo livre que se foi só me arrependo de não tê-lo preenchido com a beleza do teu sorriso e a doçura dos teus beijos.


Para ler ou baixar o livro clique no link:

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede:Marcos Welinton Freitas:Badalo nº 12:



Foi o mar quem me fez assim,
Metade homem, metade peixe.
Trago-o no nome, poeta das águas.
É o que me faz assim,
No mergulho, sucumbo,
E novamente começo.
Filho da grande Deusa,
Iemanjá, mãe d’água.


Foi o mar quem me fez assim,

Metade homem, metade lei.

Pudor e despudor.

Horror e contemplação. 

Serviçal de Afrodite.

Amante das coisas fugidias,

Abençoado por luas

Que me lambem os instintos,

Estrelas que reluzem e fulguram em minha pele.
Calor de astros e tempestades de areia.



Foi o mar que me fez assim,

Suicídio e afogamento.

Amador das coisas efêmeras e dos prazeres carnais.

Lobo ensandecido,

Palhaço em Passárgada,

Canário das águas.

Servo de Oxum.



Marcos W. Freitas.























Link para adquirir o Livro: "Enquanto Deus Dormia."

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede:Manuel Alejandro Siguencia ananás:Pensamientos Erróneos.:


El infierno parece interminable,
cuando el mundo te pone falsas alegrías,
droga, sexo y alcohol se convierte en el placer,

y entras al instinto animal que cada persona contenemos.

Una copa puede ser el inicio del fin,
un polvo puede ser el adiós de tus metas,
el frenesí de la lujuria en el sexo,
el comienzo de un mar de lamentos y lagrimas.

Piensa en la vida que te rodea,
¿que harás cuando el mundo te deje solo?
¿como saldrás adelante si has destruido del todo tu vida?
no digas que el planeta es malo,
si el camino que eliges es un destino vano.

Oye el silencio de tu alma,
cuando caigas en el pantano que te creaste,
veras que el mejor camino es la perseverancia,
las ganas de superarse y de no dejarse vencer.

No te comprometas en arruinar la vida de otro,
en cambio busca salida al mundo de la perdición,
oye a los guerreros de antaño,
por que ellos mismo te relatan el sufrimiento,
que con los alucinógenos han pasado.

Palabras De La Vida
Manuel Alejandro Siguencia Piña
Pensamentos errados.



O inferno parece interminável,

Quando o mundo te põe falsas alegrias,
Droga, sexo e álcool torna-se o prazer,
E você usa o instinto animal que cada pessoa contenemos.

Uma Taça pode ser o início do fim,
Um pó pode ser o adeus de suas metas,
O frenesim da luxúria no sexo,
O início de um mar de lamentações e lagrimas.

Pense na vida que te rodeia,
Que fará quando o mundo te deixe só?
Como você sairá em frente se você destruído do tudo sua vida?
Não digas que o planeta é mau,
Se o caminho que você escolher é um destino vão.

Ouve o silêncio da sua alma,
Quando caigas no pântano que você criou,
Sinceramente que o melhor caminho é a perseverança,
A vontade de ser ultrapassados e de não se deixar vencer.

Você não comprometas em arruinar a vida de outro,
Em contrapartida encontre saída ao mundo da perdição,
Ouve os combatentes de outrora,
Por que eles mesmo te relatan o sofrimento,
Que com os alucinogénios passaram.

Palavras da vida

Manuel Alejandro Siguencia ananás

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede: Manuel Jesus Kabalcanty Gonzalez Carrasco: SILENCIO :


Será muy convincente el ruido
cuando nos lleva sin querer ir,
nos seduce en la gran impotencia,

y nos asiente incrédulos

entre este aturdidor silencio.

Silencio entre tus labios
como una enorme palabra
que se extiende en nuestra piel
y quebranta el tiempo.
El viento mudo que nos agita
tan estáticos
taladrando la espera 
ansiada en el apéndice
de la vidriosa mirada.
Ni nuestros sexos existen
o son falos o vaginas excesivas
que descansan del placer
o se retuercen 
empalagosos de esperma. 
Silencio
que se precia imposible
en el salto mortal
de la hoja de otoño.
Una flauta distante
sobre la urgencia de una sirena
enroscada en nuestras pestañas
como una lágrima de cal
burbujeando sobre el cemento.
Silencio imperceptible de la vida
en una canoa al pairo
sobre un mar helado.
Silencio,
escuchemos desatentos,
silencio,
aturdidor silencio.

© Kabalcanty
(Fotografía de Ignacio Llamas)
- silêncio -



Será muito convincente o ruído

Quando nos leva sem querer ir,
Nos seduce na grande impotência,
E nos consente cépticos
Entre este aturdidor silêncio.

Silêncio entre seus lábios
Como uma grande palavra
Que se estende na nossa pele
E viola o tempo.
O vento mudo que nos agita
Tão estáticos
Taladrando a espera
Aguardada no anexo
Da Vidriosa olhar.
Nem os nossos sexos existem
Ou são falos ou vaginas excessivas
Que jazem do prazer
Ou se retuercen
Cristãos, enjoativos de esperma.
Silêncio
Que orgulha-se impossível
No salto mortal
Da Folha de outono.
Uma flauta lejano
Sobre a urgência de uma sereia
Enroscada nas nossas guias
Como uma lágrima de cal
Burbujeando sobre o cimento.
Silêncio imperceptível da vida
Em uma canoa ao pairo
Sobre um mar gelado.
Silêncio,
Ouçamos desatentos,
Silêncio,
Aturdidor silêncio.

© Kabalcanty

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede:José Rafael Díaz :En el Calor de la Noche:


No me olvidé!
De las calles de tu mente, las veredas de tu alcoba , las hondonadas en tu vientre, los humedales de tu cama...

Un recuerdo estático de mis sentidos y
el pasado. Rítmico acetato de aquel recuerdo. Algarabía deambulando en mis nostalgias por aquellas noches donde la pasión, protagonista principal 
en nuestros deseos nos agredía con caricias previas y besos explícitos del deseo.
Aún me miro en tu mirada, llena de reflejos románticos de noches pasadas donde hubo risas alocadas y mucho amor del bueno...

No hubo tiempo para declararte mi amor eterno, me cerrabas los labios con los tuyos reclamando el silencio de nuestra boca para que se comunicaran nuestros cuerpos llenos del calor de la noche en ardientes espectros diluidos en amores y dulces 
Quereles.

Somos, el atropello apasionado de dos corazones enamorados y apegados a un sentimiento con significado absoluto... ¡Amor!
José Rafael Díaz 
Autor 
07-16-2015
Copyright 
Cidra, Puerto Rico
No calor da noite



Não me esqueci!

Das Ruas de sua mente, as veredas de seu quarto, as hondonadas em seu ventre, os pântanos da sua cama...

Uma lembrança fbml de meus sentidos e
O passado. Rítmico Acetato de aquele recordo. Muito barulho vagueava em meus nostalgias por aquelas noites onde a paixão, protagonista principal
Em nossos desejos nos agredía com caricias prévias e beijos explícitos do desejo.
Ainda me vejo em seu olhar, cheia de reflexos românticos de noites passadas onde houve risos alocadas e muito amor do bom...

Não houve tempo para declararte meu amor eterno, me cerrabas os lábios com os seus reclamando o silêncio de nossa boca para que se informassem sobre nossos corpos cheios do calor da noite em ardentes espectros diluídos em maravilhas e doces
Quereles.

Somos, o atropelamento apaixonado de dois corações apaixonados e presos a um sentimento com significado absoluto... Amor!

José Rafael Díaz
Autor
07-16-2015
Direitos autorais
Cidra, porto rico

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede: Mariano Valverde Ruiz: CELOS:






Ahora, cuando el silencio te traslada

con dulzura al cobijo de las sombras,

te noto diferente,
como si acariciasen tus cabellos
las manos invisibles
de otros hombres o cuerpos clandestinos
se deslizasen sobre tu dorsal...



Espera. No despiertes.

No te recubras con la máscara

de la disculpa, déjame ver dónde
termina tu deseo.



No me sientes. No estoy. Te abandonas

a la imagen diluida de tus sueños.

                          ¡Dios y yo qué!
Me consumo de celos por tus manos.
Con esos movimientos, qué persiguen,
qué poesía las reclama.
                          ¡No hagas eso!
No quiero mancillar este momento lúcido
que bucea en tus fondos abismales,
ni tampoco apartarme y que despiertes,
no me atrevo a mover ni un solo músculo
y, sin embargo...
                           se mueve.





(El deseo o la luz. Ed. Universidad de Murcia.)

Todos los derechos reservados

Mariano Valverde Ruiz (c)