domingo, 1 de janeiro de 2017

Domingo Na Usina: Biografias:Jesus Moncada Estruga:



(Mequinenza, Zaragoza, 01 de dezembro de 1941 - Barcelona,​​ 13 de junho de 2005) foi um escritor espanhol em Catalão.

Considerado um dos mais importantes autores catalães do seu tempo, recebeu vários prêmios por seu trabalho, incluindo a Cidade de Barcelona Prêmio eo Prêmio Nacional de Críticos em 1989 para Cami reboque (Towpath) ou Creu de Sant Jordi, concedida pelo Governo da Catalunha no ano de 2001. Em 2004 ele recebeu o Prêmio das Letras Aragoneses que coletaram alguns meses antes de sua morte.

Jesus Moncada é um dos escritores mais traduzidos em catalão literatura. Camí de towrope foi traduzido para quinze idiomas, incluindo japonês e vietnamita. Moncada também traduzido para inúmeras obras catalães em Espanhol, Francês e Inglês, de autores como Guillaume Apollinaire, Alexander Dumas, Júlio Verne e Boris Vian.​​

Ele morreu em 13 de junho de 2005 por causa do câncer. O 09 de julho foi postumamente condecorado com a distinção de "filho favorito" de Mequinenza e suas cinzas foram jogadas no local familiar da cidade velha, em frente ao rio Ebro, Ribarroja Dam, onde ele nasceu e passar as suas obras.

Cami de reboque (Towpath) (1988) Prêmio Crexells Joan para a narrativa.
O romance conta a história de uma aldeia situada na confluência de dois grandes rios, o Ebro e Segre, através das memórias dos seus habitantes. Esta avalanche de memórias que, por vezes, remontam ao século XIX, é causada pela construção de uma barragem ea inundação iminente de pessoas.
O livro também leva algumas reflexões sobre o que uma história, uma memória, uma história e transmitem todas as mentiras. A tonalidade geral é bastante nostálgico, sem nunca cair na amargura, mas também o coração pode rir com alguns personagens ou situações. Ela evoca entre outros:
- A hipocrisia ea crueldade das relações humanas, em uma aldeia onde todos se conhecem e é conhecido,
- A influência da história -a Primeira Guerra Mundial na Europa ea Guerra Civil em Espanha - sobre a história das pessoas,
- O sistema económico que executa uma aldeia e todo o vale do Ebro.
A galeria estàtues (A galeria deles estátuas) (1992)
Estremida memória (memória abalada) (1997)
Short Stories [editar]
Histórias de mà esquerra i Mistos narracions (Histórias da mão esquerda) (1981)
Cafe de la granota (rã Café) (1985)
Calaveres atònites (Calaveras surpreendeu e divertida coleção de histórias curtas. A acção tem lugar no pós-guerra Mequinenza) (1999)
Flood (2000)
Contes (compilação de seus três primeiros livros de contos) (2001)
Cabòries Estivals i altres proses volanderes (2003)
Ligações externas 
Em espanhol:

Jesus Moncada i Estruga na Grande Enciclopédia aragonês
Página dedicada a Jesus Moncada, em Lletra, a literatura catalã da UOC
Jesus Moncada digitalizado obras da Biblioteca Digital Hispânica da Biblioteca Nacional de Espanha

Em catalão:

fonte de origem:

Domingo Na usina: Biografias:Salvador Espriu:



Salvador Espriu Castelló i (Santa Coloma de Farnes, Gerona, 10 de julho de 1913 - Barcelona,​​ 22 de fevereiro de 1985) foi um poeta, dramaturgo e romancista espanhol escrito em catalão.

Biografia
Embora seus pais eram da cidade de Arenys de Mar, Salvador Espriu nasceu em Santa Coloma de Farners (Girona), porque seu pai era um notário da cidade. Seu pai era uma pessoa conservadora e de mente aberta, enquanto sua mãe era profundamente religioso. Em 1915, sua família mudou-se para Barcelona, ​​mas continuou gastando verões em Arenys de Mar. A epidemia de sarampo em 1922, na sequência da qual morreu sua irmã Maria Isabel, o obrigou a passar muito tempo na cama, que teve Espriu a ler a biblioteca da família.

Estudou direito e história antiga na Universidade de Barcelona, ​​graduando-se em 1935; Lá ele conheceu o poeta Bartomeu Rosselló-Porcel. Em 1936 ele estava preparado para estudar línguas clássicas e egiptologia, projetos que encurtam o guerra.

no início da guerra civil, eu era um republicano e defensor do conceito de uma Espanha federais. Portanto, eu não queria, então, não como agora, o confronto, mas harmonia. Eu sofri muito, espiritualmente, porque eu sofria de ambos os lados
Em 1938 ele morreu de tuberculose seu amigo Bartomeu Rosselló-Porcel. Após a guerra, a Universidade foi abolido e substituído-o com o oficial. Proibiu o catalão correu assim fora de chances de ir para o ensino, que era sua vocação. Ele trabalhou durante vinte anos como assistente no escritório de um notário, tendo pouca atividade literária era impossível publicar em Catalão. Sua vida foi passada entre Barcelona e Arenys de Mar, a casa de sua família e "pátria" do poeta.

Em 1966, os alunos realizaram uma reunião no convento dos Capuchinhos de Sarria em Barcelona, ​​para o qual convidou muitos intelectuais, incluindo Espriu, que foi preso e multado.

Foi um dos primeiros quatro membros fundadores da Associação d'Escritores em Catalão (Associação de Escritores de Língua Catalão).

Ele morreu em 22 de fevereiro de 1985, e foi sepultado no cemitério de Sinera em Arenys de Mar.

Importância do seu trabalho [editar]
Josep Maria Castellet destacou a capacidade de trabalho de Espriu para assimilar culturalmente a herança mítico da humanidade: o Livro dos Mortos do Egito antigo, a Bíblia ea mitologia grega. E classifica as maneiras em que a variedade literária da obra de Espriu é organizado: líricas, elegíaco, satíricos e didácticas.

Ele renovou, juntamente com Josep Pla e Josep Maria de Sagarra, a prosa catalão.

Produção literária Espriu é extensa, mas incluem três obras: O Cementiri Sinera Primeira història d'Esther e La pell de brau (A pele do touro), provavelmente sua obra mais famosa, que desenvolve a visão dos problemas históricos , moral e desenvolvimento social de Espanha. Sua poesia pós-guerra está em hermética e simbólico. Nos escritos de este tempo tentando capturar um clima dominado pela tristeza do mundo ao seu redor, pela ainda presente memória da morte e devastação causada pela guerra.

Espriu geografia mítica [editar]
Sinera: (anagrama de Arenys de Mar)
Lavinia (Barcelona, ​​geralmente satiricamente)
Alfaranja (Catalunha)
Konilòsia (Espanha, normalmente satiricamente)
Sefarad (Espanha, especialmente quando se refere a ele em relação a assuntos considerados graves, embora o termo também se refere à Península Ibérica)
Obras [editar]
1929: Israel, seu primeiro livro, escrito em castelhano
1931: Dr. Rip
1932: Laia
1934: Aspectes
1935
Ariadna para Laberint grotesca (Ariadna na Grotesque Labyrinth)
Miratge para Cythera (Mirage em Kythira)
1938
Letizia
Fedra
Blanques Petites proses
1939: Antígona (publicado em 1955)
1943: História Antiga em colaboração com Enrie Bague
1946: Cementiri Sinera
1948: Primeira història d'Esther (Primeira história de Ester)
1949: Les Cançons d'Ariadna (Canções de Ariadne)
1951
Mariângela l'herbolaria (Mari Angela o herbalista)
Tresoreres
1952
Anys d'aprenentatge
Les hores
Sra Morte
1954: O caminhante i el mur (Walker e da parede)
1955
Laberint End
Les hores
1957: Evocació Rossello-i Porcel Mistos notas
1960
O pell de brau (A pele do touro)
Sota parar o Fredor ulls d'aquests (Sob estas olhos ainda frio)
1963
Poesia. Antologia de seus poemas
Sinera Llibre (Livro Sinera)
1967: Por do llibre de Salms d'aquests Vells PEC (Para o livro dos Salmos destes velho cego)
1968: Aproximació tais vegada elliptica, Pla Narbona al'art
1969: Tarot para alguns titella por teatre d'Alfanja (Tarot para um teatro de fantoches Alfaranja)
1978: Um altra Fedra, se nós plau
1980: D'Una vella i encerclada terra poemas serão incluídos no bona Per gent
1981: Les Roques i mar, Blau
1984: Por a gent bona
Prêmios [editar]
Em 1971 ele recebeu o Prêmio Montaigne.
Candidato ao Prêmio Nobel de Literatura em 1971 e 1983.
Honor Award de Catalão Letras (1972).
Em 1980, ele recebeu a Medalha da Generalitat da Catalunha de Ouro.
Medalha de Ouro da Cidade de Barcelona (1982).
Doutorado honorário da Universidade de Barcelona (1980).
Doutorado honorário da Universidade de Toulouse.

Em 1982 ele foi premiado com a Cruz de Alfonso X, o Sábio, que se recusou.

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Domingo Na Usina: Biografias: Camilo José Cela Trulock:



1º. Marquês de Iria Flavia (Padrón, 11 de maio de 1916 — Madrid, 17 de janeiro de 2002) foi um escritor espanhol.

Ele ofereceu seus serviços como informante para o regime de Franco e mudou-se voluntariamente de Madrid à Galiza durante a Guerra Civil, a fim de se juntar àquelas forças franquistas.[1]

Foi membro da Real Academia Espanhola desde 1957 até a sua morte. Recebeu o Nobel de Literatura de 1989.[2]

Biografia
Começou o curso de Medicina na Universidade Complutense e assistiu a algumas aulas de Filosofia e Letras na Universidade de Madrid.

Lutou na Guerra Civil, integrado no exército nacionalista de Francisco Franco, até que foi ferido por uma granada errante, tendo aí terminado a sua vida militar. Uma vez finda a guerra, dedicou-se ao jornalismo e ocupou vários empregos de carácter essencialmente burocrático, entre os quais o de censurador, que mais tarde o faria ser bastante criticado.[2]

Em 1944 casou com Rosario Conde Picavea, com quem teve um filho, Camilo José Cela Conde, nascido em 1946.

No meio de um panorama caracterizado pela abundância de romances de escassa capacidade renovadora, em 1942 se produz um acontecimento de singular importância literária: a publicação de A família de Pascual Duarte (uma dura história ambientada num pequeno povoado: reflecte o mundo popular e campesino e a seres primitivos, de instintos primários e grandes paixões, onde destacam o ódio e a violência). Escrita com uma prosa brutal e crua, foi todo um acontecimento e deu lugar mesmo a uma corrente, conhecida como «Tremendismo».

Em 1943, Pavilhão de repouso,[2] sucessão de monólogos dos tuberculosos de um sanatório, aprofunda a linha existencialista, que em A família de Pascoal Duarte se tinha manifestado na caracterização da vida como algo absurdo.

Em 1948, Viagem a Alcarria descrevia, ainda que sem excessiva crueza, um mundo rural atrasado e marginalizado, semelhante ao de A família de Pascual Duarte.

A colméia, a obra mais importante de Cela, inaugura o realismo social dos anos cinquenta. Seria editado em 1951 em Buenos Aires, já que a censura tinha proibido sua publicação na Espanha por causa de suas passagens eróticas.[2]

Sempre inquieto e desejoso de procurar novos caminhos narrativos, sua seguinte novela, Mrs. Caldwell fala com seu filho (1953), afasta-se do realismo para mergulhar na mente de uma louca que dialoga com seu filho morto.

Depois de um longo parêntese, em 1969 publica São Camilo 1936, novela experimental que, mediante um único monólogo interior, oferece uma descrição surrealista do primeiro dia da guerra civil num bordel de Madri.

Entre suas últimas novelas destacam Mazurca para dois mortos (1983), ambientada na Galiza, e Cristo contra Arizona (1994), que continua sua linha experimentalista. Sua última obra publicada é Madeira de lei, e tem como argumento a vida dos pescadores da Costa da Morte.[2]

Herança[editar | editar código-fonte]
Quando o escritor morreu em 2002, foi declarado insolvente. Na verdade, não o era. A sua fortuna real está em 2012 avaliada em oito milhões de euros, mas na altura foi a forma encontrada pela sua segunda mulher, Marina Castaño – com a conivência do próprio escritor – para deserdar o filho deste, Camilo José Cela Conde.

Em 2010, um tribunal decretou que Marina Castaño entregasse cinco milhões de euros ao herdeiro de Cela, mas a ex-jornalista recorreu da sentença. Em 2012 um juiz deu razão ao filho[3] .

Obras[editar | editar código-fonte]
Narrativa[editar | editar código-fonte]
La familia de Pascual Duarte (1942)
Pabellón de reposo (1943)
Nuevas andanzas y desventuras de Lazarillo de Tormes (1944)
Viaje a la Alcarria (1948)
La colmena (1951)
Mrs Caldwell habla con su hijo (1953)
La catira (1955)
Judíos, moros y cristianos (1956)
Tobogán de hambrientos (1962)
Viaje al Pirineo de Lérida (1965)
San Camilo 1936 (1969)
Ofício de trevas 5 - no original Oficio de tinieblas 5 (1973)
Rol de cornudos (1976)
Mazurca para dos muertos (1984). Prémio Nacional de Literatura (Espanha); Premio D. Dinis (Fundação da Casa de Mateus).
Izas, rabizas y colipoterras. Drama con acompañamiento de cachondeo y dolor de corazón (1984)
Nuevo viaje a la Alcarria (1987)
Cristo versus Arizona (1988)
Memorias, entendimientos y voluntades (1993)
El asesinato del perdedor (1994)
La cruz de San Andrés (1994). Prémio Planeta.
Madera de Boj (1999)
Poesia[editar | editar código-fonte]
Pisando la dudosa luz del día (1945)

Poesía completa (1996).

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Domingo Na usina: Biografias: Alberto de Oliveira:


 (Antônio Mariano Alberto de Oliveira), farmacêutico, professor e poeta, nasceu em Palmital de Saquarema, RJ, em 28 de abril de 1857, e faleceu em Niterói, RJ, em 19 de janeiro de 1937.

Era filho de José Mariano de Oliveira e de Ana Mariano de Oliveira. Fez os estudos primários em escola pública na vila de N. S. de Nazaré de Saquarema. Depois cursou humanidades em Niterói. Diplomou-se em Farmácia, em 1884, e cursou a Faculdade de Medicina até o terceiro ano, onde foi colega de Olavo Bilac, com quem, desde logo, estabeleceu as melhores relações pessoais e literárias. Bilac seguiu para São Paulo, matriculando-se na Faculdade de Direito, e Alberto foi exercer a profissão de farmacêutico. Deu o nome a várias farmácias alheias. Uma delas, e por muitos anos, era uma das filiais do estabelecimento do velho Granado, industrial português. Casou-se em 1889, em Petrópolis, com a viúva Maria da Glória Rebelo Moreira, de quem teve um filho, Artur de Oliveira.

Em 1892, foi oficial de gabinete do presidente do Estado, Dr. José Tomás da Porciúncula. De 1893 a 1898, exerceu o cargo de diretor geral da Instrução Pública do Rio de Janeiro. No Distrito Federal, foi professor da Escola Normal e da Escola Dramática.

Com dezesseis irmãos, sendo nove homens e sete moças, todos com inclinações literárias, destacou-se Alberto de Oliveira como a mais completa personalidade artística entre eles. Ficou famosa a casa da Engenhoca, arrabalde de Niterói, onde residia, com os filhos, o casal Oliveira, e que era frequentada, na década de 1880, pelos mais ilustres escritores brasileiros, entre os quais Olavo Bilac, Raul Pompeia, Raimundo Correia, Aluísio e Artur Azevedo, Afonso Celso, Guimarães Passos, Luís Delfino, Filinto de Almeida, Rodrigo Otávio, Lúcio de Mendonça, Pardal Mallet e Valentim Magalhães. Nessas reuniões, só se conversava sobre arte e literatura. Sucediam-se os recitativos. Eram versos próprios dos presentes ou alheios. Heredia, Leconte, Coppée, France eram os nomes tutelares, quando o Parnasianismo francês estava no auge.

Em seu livro de estreia, em 1877, as Canções românticas, Alberto de Oliveira mostrava-se ainda preso aos cânones românticos. Mas sua posição de transição não escapou ao crítico Machado de Assis num famoso ensaio, de 1879, em que assinala os sintomas da “nova geração”. O anti-Romantismo vinha da França, a partir de uma plêiade de poetas reunidos no Parnasse Contemporain, Leconte de Lisle, Banville, Gautier. Nas Meridionais (1884) está o seu momento mais alto no que concerne à ortodoxia parnasiana. Concretiza-se o forte pendor pelo objetivismo e pelas cenas exteriores, o amor da natureza, o culto da forma, a pintura da paisagem, a linguagem castiça e a versificação rica. Essas qualidades se acentuam nas obras posteriores. Com os Sonetos e poemas, os Versos e rimas e, sobretudo, com as coletâneas das quatro séries de Poesias, que se sucederam nos anos de 1900, 1905, 1913 e 1928, é que ele patenteou todo o seu talento de poeta, a sua arte, a sua perfeita mestria. Foi um dos grandes cultores do soneto em língua portuguesa. Com Raimundo Correia e Olavo Bilac, constituiu a trindade parnasiana no Brasil. O movimento, inaugurado com os Sonetos e rimas (1880) de Luís Guimarães, teria a sua fase criadora encerrada em 1893 com os Broquéis de Cruz e Sousa, que abriram o movimento simbolista. Mas a influência do Parnasianismo, sobretudo pelas figuras de Alberto e Bilac, se faria sentir muito além do término como escola, estendendo-se até a irrupção do Modernismo (1922).

Tendo envelhecido tranquilamente, Alberto de Oliveira pôde assistir, através de uma longa existência, ao fim da sua escola poética. Mas o fez com a mesma grandeza, serenidade e fino senso estético que foram os traços característicos da sua vida e da obra. O soneto que abre a 4ª. série das Poesias (1928), “Agora é tarde para novo rumo/ dar ao sequioso espírito;...” sintetiza bem a sua consciência de poeta e o elevado conceito em que punha a sua arte.

Durante toda a carreira literária, colaborou também em jornais cariocas: Gazetinha, A Semana, Diário do Rio de Janeiro, Mequetrefe, Combate, Gazeta da Noite, Tribuna de Petrópolis, Revista Brasileira, Correio da Manhã, Revista do Brasil, Revista de Portugal, Revista de Língua Portuguesa. Era um apaixonado bibliófilo, e chegou a possuir uma das bibliotecas mais escolhidas e valiosas de clássicos brasileiros e portugueses, que doou à Academia Brasileira de Letras.


Recebeu o Acadêmico Goulart de Andrade.

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Domingo: Na Usina: Biografias: Cláudio Manuel da Costa:


Advogado, magistrado e poeta, nasceu na Vila do Ribeirão do Carmo, hoje Mariana, MG, em 5 de junho de 1729, e faleceu em Ouro Preto, MG, a 4 de julho de 1789. É o patrono da cadeira n. 8, por escolha do fundador Alberto de Oliveira.
Era filho de João Gonçalves da Costa, lavrador e minerador, e de Teresa Ribeiro de Alvarenga. Fez os primeiros estudos em Vila Rica; passou depois ao Rio de Janeiro, onde cursou Filosofia no Colégio dos Jesuítas. Em 1749, aos vinte anos de idade, seguiu para Lisboa e daí para Coimbra, em cuja Universidade se formou em Cânones, em 1753. Ali publicou, em opúsculos, pelo menos três poemas, Munúsculo métricoLabirinto de amor e o Epicédio, consagrado à memória de Frei Gaspar da Encarnação. Nesses livros, a marca poética do Barroco seiscentista é evidente, nos cultismos, conceptismos e formalismos característicos daquele estilo.
Nos “Apontamentos” enviados em 3 de novembro de 1759 ao Dr. João Borges de Barros, censor da Academia Brasílica dos Renascidos, da qual havia sido eleito sócio correspondente, e que se destinavam ao “Catálogo dos Acadêmicos”, diz ele que, “de 1753 a 1754”, voltou a Vila Rica, onde viveu o resto da vida como advogado e minerador.
De 1762 a 1765 foi secretário do Governo da Província e, de 1769 a 1773, juiz medidor de terras da Câmara de Vila Rica, que era então a capital da Província, importante setor de mineração do século XVIII e centro de intensa vida intelectual. Cláudio Manuel da Costa ali chegou a fundar uma Arcádia chamada Colônia Ultramarina, cuja instalação teria sido em 4 de setembro de 1768, com outra sessão em 5 de dezembro, na qual fez representar o drama musicado O Parnaso obsequioso. Foi buscar nos cânones do Arcadismo vigente muitos elementos típicos, tais como o bucolismo, os pastores e as ninfas. Adotou o nome arcádico de Glauceste Satúrnio. Ainda em Portugal sentira de perto o aspecto renovador do Arcadismo, implantado com a fundação da Arcádia Lusitana, em 1756. A publicação em 1768 das Obras constitui o marco inicial do lirismo arcádico no Brasil.
Depois compôs o poema épico Vila Rica, pronto em 1773 mas publicado somente em 1839, em Ouro Preto. O respectivo “fundamento histórico” havia sido dado a lume pelo jornal O Patriota, do Rio de Janeiro, em 1813, sob o título de “Memória histórica e geográfica da descoberta das Minas”. É a descrição da epopeia dos bandeirantes paulistas no desbravamento dos sertões e suas lutas com os emboabas, até a fundação da cidade de Vila Rica. O poema é importante porque, apesar de fiel aos cânones do Arcadismo, destaca-se pela temática brasileira.
Nas décadas de 1770 e 1780, escreveu várias poesias em que mostra preocupação com problemas políticos e sociais, publicadas na maior parte por Ramiz Galvão em 1895. A partir de 1782 ligou-se de estreita amizade com Tomás Antonio Gonzaga, e, por certo, exerceu influência literária sobre ele, ao menos como estímulo. Nas Cartas chilenas, cuja autoria chegou a ser atribuída por alguns críticos a Cláudio Manuel da Costa, possivelmente auxiliou o amigo. A exegese magistralmente conduzida por Afonso Arinos de Melo Franco, em sua edição das Cartas chilenas(1940), apura que a Cláudio Manuel da Costa deve ser atribuída apenas a “Epístola” que as precede, e ao seu companheiro de letras Tomás Antonio Gonzaga a autoria das Cartas.
Na década de 1780, fez parte da Câmara de Vila Rica como juiz ordinário. Era homem de prol, com bens de fortuna, senhor de três fazendas, quando foi envolvido na Inconfidência, a que daria um apoio sentimental. Preso, foi interrogado uma só vez pelos juízes da Alçada, em 2 de julho de 1789. Atemorizou-se no interrogatório, comprometeu os amigos, sendo depois encontrado morto no cubículo da Casa dos Contos, onde fora encerrado, aos 60 anos de idade, em julho de 1789, oficialmente um suicídio. Era solteiro e deixou filhos naturais.
fonte de origem:

Domingo Na Usina: Biografias: Nelson Pereira dos Santos:


Nono ocupante da Cadeira 7, eleito em 9 de março de 2006 na sucessão do Acadêmico Sergio Corrêa da Costa e recebido pelo Acadêmico Cícero Sandroni em 17 de julho de 2006.
Nelson Pereira dos Santos nasceu em 22 de outubro de 1928, em São Paulo.
Formação
Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais
Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (1953)
Oficial da reserva R/2 Arma da Artilharia
Centro de Preparação de Oficiais da Reserva de São Paulo (1953)
Jornalismo
Revisor – Diário da Noite (São Paulo) 1946
Repórter – O Tempo (São Paulo) 1949
Redator -   Diário Carioca (Rio de Janeiro) 1956 – 1958
Redator -   Jornal do Brasil (Rio de Janeiro) 1958 – 1968.
fonte de origem:

Domingo Na Usina: Biografias: Conceição Evaristo:



(Belo Horizonte, 29 de novembro de 1946) é uma escritora brasileira.

Biografia
Nasceu numa favela da zona sul de Belo Horizonte, com pais desconhecidos, e teve que conciliar os estudos com o trabalho como empregada doméstica, até concluir o curso normal, em 1971, já aos 25 anos. Mudou-se então para o Rio de Janeiro, onde passou num concurso público para o magistério e estudou Letras na UFRJ.[2] [3]

Na década de 1980, entrou em contato com o Grupo Quilombhoje. Estreou na literatura em 1990, com obras publicadas na série Cadernos Negros, publicada pela organização.

É mestra em Literatura Brasileira pela PUC-Rio, e doutora em Literatura Comparada pela Universidade Federal Fluminense.

Suas obras, em especial o romance Ponciá Vicêncio, de 2003, abordam temas como a discriminação racial, de gênero e de classe. A obra foi traduzida para o inglês e publicada nos Estados Unidos em 2007.[4] [5] Atualmente leciona na UFMG como professora visitante.

Obras[editar | editar código-fonte]
Romance[editar | editar código-fonte]
Ponciá Vicêncio (2003)
Becos da Memória (2006)
Poesia[editar | editar código-fonte]
Poemas da recordação e outros movimentos (2008)
Do velho e do Jovem

Contos[editar | editar código-fonte]
Insubmissas lágrimas de mulheres (Nandyala, 2011)
Olhos d`água 2014 (Pallas).
Participações em antologias[editar | editar código-fonte]
Cadernos Negros (Quilombhoje, 1990)
Contos Afros (Quilombhoje)
Contos do mar sem fim (Editora Pallas)
Questão de Pele (Língua Geral)
Schwarze prosa (Alemanha, 1993)
Moving beyond boundaries: international dimension of black women’s writing (1995)
Women righting – Afro-brazilian Women’s Short Fiction (Inglaterra, 2005)
Finally Us: contemporary black brazilian women writers (1995)
Callaloo, vols. 18 e 30 (1995, 2008)
Fourteen female voices from Brazil (EUA, 2002), Estados Unidos
Chimurenga People (África do Sul, 2007)
Brasil-África.

fonte de origem;
https://pt.wikipedia.org/wiki/Concei%C3%A7%C3%A3o_Evaristo

Domingo Na Usina: Biografias; Elvira Vigna:



(Rio de Janeiro, 1947) é uma escritora, ilustradora e jornalista brasileira. Hoje mora em São Paulo.

Tem vários livros publicados e alguns prêmios, como o de ficção da Academia Brasileira de Letras e um prêmio Jabuti de literatura infantil - setor a que se dedicou no início de sua carreira. Tem também um Jabuti como ilustradora. Em seu site mantém para leitura livre os seus textos fora de catálogo.
Os romances
Sete anos e um dia, seu primeiro romance, está disponível na íntegra no site da autora. Trata-se da história de quatro amigos durante a época da abertura política, pós-ditadura brasileira, quando nada do que acontecia parecia muito real.
Em O assassinato de Bebê Martê uma mulher sabe que sua melhor amiga matou o próprio pai, há muitos anos, durante uma festa onde se comemorava o aniversário de 80 anos dele. Nesta noite haverá uma outra festa. Ela refaz na sua cabeça os acontecimentos passados, acrescentando aqui e ali alguns detalhes de como ela acha que o fato se deu. Durante a festa ela irá repetir esse crime, agora não mais como mera ouvinte, mas como autora dele.

Em Às seis em ponto um casal de namorados já maduros vai visitar a família da mulher. O motivo é um drama: na semana anterior o pai dela amanheceu morto na banheira. Durante a viagem, a mulher tenta - e não consegue - contar uma história para o namorado: a de como essa viagem na verdade é uma segunda viagem, a primeira tendo sido feita uma semana antes, quando durante uma briga ela jogou o pai na banheira e o matou. A história não é totalmente contada, o namorado terá que conviver com a dúvida sobre o quanto de verdade ficou do lado de fora.

Em Coisas que os homens não entendem uma mulher volta de Nova York em busca de um ex-amante. Ela acredita que só poderá ser feliz se disser a ele o que se passou em um fim de tarde em que um irmão dele morreu, supostamente por bala perdida. Ela precisa contar. Ela começa, ele interrompe: ele já sabe. Ele sempre soube de tudo. Ficam juntos por um tempo mas ela decide ir embora: não dá para ficar com alguém a quem não haja mais nada para contar. Esse livro teve uma edição em sueco.

Em A um passo cada personagem conta, em sua própria voz, o que ele acha que sabe sobre os outros. Cada um explica um pouco a respeito de um roubo e de uma tentativa de assassinato. Há um personagem que conta todos os outros e que só vai aparecer no final. É ele o narrador e seu problema é o que ele fará uma vez que os seus companheiros estejam mortos ou tenham fugido. O que fazer depois que as transgressões foram feitas e assimiladas.

Deixei ele lá e vim gira em torno de uma noite, na praia semi-privativa de um hotel de luxo, quando uma garota de programa morre afogada. Junto com ela havia outras duas mulheres. É uma delas quem conta o que houve. Ela mente, ela diz o que quer, o que lhe interessa. É ela a narradora do livro, o alter-ego de quem escreve. É uma travesti: põe qualquer roupa que lhe atráia.

Em Nada a dizer a história de adultério é apenas a primeira capa de uma guerra de narrativas, em que os personagens destróem mutuamente a auto-imagem que mantinham anteriormente. Esse livro não acaba, é interrompido. Não é possível continuar a contar o que houve na primeira pessoa, quando essa pessoa não mais existe.

O que deu para fazer em matéria de história de amor é a indecisão sobre como contar uma história. Dependendo do enfoque ela pode ser uma história de amor ou a de um assassinato. Ou mesmo as duas.

Por escrito é uma história de erros, alguns deles fatais.

Como se estivéssemos em palimpsesto de p. ´mostra mulheres empilhadas no imaginário de um homem que não consegue individualizá-las, e o que uma delas fez a respeito disso.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]
Romances[editar | editar código-fonte]
VIGNA, Elvira. Como se estivéssemos em palimpsesto de putas. São Paulo: ed. Companhia das Letras, 2016, (a sair)
VIGNA, Elvira. Por escrito. São Paulo: ed. Companhia das Letras, 2014, 312p.
segundo lugar Prêmio Oceanos.
VIGNA, Elvira. O que deu para fazer em matéria de história de amor. São Paulo: ed. Companhia das Letras, 2012, 168p.
edição sueca: Den kärlekshistoria som gick att få till. Trad. Örjan Sjögren. Estocolmo: bokförlaget Tranan, 2015, 240p.
finalista Prêmio São Paulo;
finalista Prêmio Jabuti.
VIGNA, Elvira. Nada a dizer. São Paulo: ed. Companhia das Letras, 2010, 176p.
edição portuguesa: Nada a Dizer. Lisboa: Quetzal, 2013, 168p.
Prêmio 'Ficção' da Academia Brasileira de Letras;
finalista Prêmio Portugal Telecom.
VIGNA, Elvira. Deixei ele lá e vim. São Paulo: ed. Companhia das Letras, 2006, 152p.
VIGNA, Elvira. A um passo. Rio de Janeiro: ed. Lamparina, 2004, 188p.
participante do projeto Mais Leitura de 2014.
VIGNA, Elvira. Coisas que os homens não entendem. São Paulo: ed. Companhia das Letras, 2002, 160p;
edição sueca: Saker som män inte förstår. Trad. Örjan Sjögren. Estocolmo: bokförlaget Tranan, 2005, 220p).
VIGNA, Elvira. Às seis em ponto. São Paulo: ed. Companhia das Letras, 1998, 128p.
prêmio Cidade de Belo Horizonte de Melhor Romance.
VIGNA, Elvira. O assassinato de Bebê Martê. São Paulo: ed. Companhia das Letras, 1997, 128p.
VIGNA, Elvira. Sete anos e um dia. Rio de Janeiro: ed. José Olympio, 1988, 192p.
Contos (e outros textos curtos)[editar | editar código-fonte]
VIGNA, Elvira. Pulando amarelinha com a Eneida de Virgílio (Como se estivéssemos em palimpsesto de p.). In: Gerúndio a dois. São Paulo: São Paulo Review. São Paulo, 19/10/2015 (online).
VIGNA, Elvira. Par écrit. Traduction: Paula Anacaona. Pessoa, edition spéciale Salon du Livre de Paris/2015. São Paulo: Revista Pessoa. Julho 2015, pg. 16-21.
VIGNA, Elvira. In writing. Translated by Lucy Greaves. Wasafiri, volume 30, issue 2. Brighton, England: Taylor & Francis. 19 May 2015, pp. 56–58.
VIGNA, Elvira. Depois de tudo. In: Segundo Caderno. Rio de Janeiro: jornal O Globo. 16/02/2015.
VIGNA, Elvira. Places, in the middle of everything. In: The book of Rio. Great Britain: Comma Press. 2014, pp. 111–119.
VIGNA, Elvira.N de nada de eso. In: Narrar San Pablo. São Paulo: editora Mackenzie, 2014, pp. 89–103.
VIGNA, Elvira. A copa de 1990. In: Formas Breves. São Paulo: E-galáxia, 2014, e-book.
VIGNA, Elvira. La imposibilidad de un Kilimanjaro. In: La invención de la realidade. Ciudad de Mexico: Cal y Arena, Nexos Sociedad Ciencia y Literatura, SA de CV, 2013, pp. 243–259.
VIGNA, Elvira. 5 mil toques é tudo o que ele tem a dizer - a voz de Paulo do romance Nada a dizer.In: Suplemento Pernambuco. Recife: Cia. Ed. de Pernambuco, n. 51, maio de 2010, 16p.
inserção no volume Ficcionais, organizado pelo editor do Suplemento, Schneider Carpeggiani, 2012, pp. 57-59.
VIGNA, Elvira. Lugares, talvez um fim para contar. In: Suplemento Pernambuco. Recife: Cia. Ed. de Pernambuco, no 71, janeiro de 2012. pp 4–5.
VIGNA, Elvira. Retrato em cores frias. In: Caderno Ilustríssima. São Paulo: jornal Folha de S.Paulo, 18/09/2011. pp. 7.
VIGNA, Elvira. O que deu para fazer em matéria de história de amor (parte). In: Suplemento Pernambuco. Recife: Cia. Ed. de Pernambuco, #60, fevereiro de 2011. pp 20–21.
VIGNA, Elvira. O que deu para fazer em matéria de história de amor (parte). In: Suplemento Pernambuco. Recife: Cia. Ed. de Pernambuco, #53, julho de 2010. pp 24.
VIGNA, Elvira. O que deu para fazer em matéria de história de amor (parte). Curitiba: jornal Rascunho, 2009, 32p (28-29).
VIGNA, Elvira. Confissões. In: Ser mãe é tudo de bom. São Paulo: Editora Matrix, 2008, 192 p. (71-75).
VIGNA, Elvira. Perdendo your religion. In: Caderno Pensar. Brasilia: jornal Correio Braziliense, 14/04/07, 8-9pp.
VIGNA, Elvira. Futucos de unha. In: Caderno Pensar. Brasilia: jornal Correio Braziliense, 20/04/07, 8-9pp.
VIGNA, Elvira. Bem depois. In: Caderno Pensar. Brasília: jornal Correio Braziliense, 05/05/2007, 18-9pp.
VIGNA, Elvira. I+zil+d=inha. In: + 30 mulheres. Rio de Janeiro: ed. Record, 2005, 306p. (205-302).
VIGNA, Elvira. Mais um caso de violência choca a cidade. In: Os cem menores contos brasileiros do século. São Paulo: Ateliê Editorial, 2004, 224p. (61).
VIGNA, Elvira. Izildinha fez um café e tudo continuou igual. In: Coleções E - Ficção Feminina. São Paulo: ed. Lazuli, 2003, 112p (49-57).
VIGNA, Elvira. Foi ao sentir o cheiro dele que Izildinha deu uma relaxada. In: Todos os sentidos. Rio de Janeiro: CL edições autorais, 2003, 132p. (27-37).
prêmio Melhor Livro de Contos da União Brasileira de Escritores.
Textos teóricos[editar | editar código-fonte]
VIGNA, Elvira. "Pessoas perdidas, em trânsito ou de passagem". In: Suplemento Pernambuco. Recife: Cia Ed. de Pernambuco, # 105, novembro 2014, p. 20-21.
VIGNA, Elvira. "Concomitância dos efêmeros". In:suplemento Pernambuco, #83, janeiro 2013. Recife: Cia Ed. de Pernambuco, pp. 14–15.
VIGNA, Elvira. “Coisas que os homens não entendem e Camões”. In: revista Navegações, volume 5, n. 2, jul/dez 2012. Porto Alegre: PUC-RS, p. 228-233.
VIGNA, Elvira. Tentativas sobre o conto: as estatuetas de Degas. In: Prosa e Verso. Rio de Janeiro: jornal O Globo, 11/08/2012, p. 5.
VIGNA, ELVIRA. Monica Barki. In: BARKI, Monica. Arquivo Sensível. Rio de Janeiro: Aeroplano editora, 2011.
VIGNA, ELVIRA.Icléa Goldberg. In: GOLDBERG, Icléa. Objetos extremos. Rio de Janeiro: Galeria Anna Maria Niemeyer, 2011.
VIGNA, ELVIRA. Narradores e a escrita espetacularizada. In: TONUS, Leonardo. Etudes lusophones. Paris: Sorbonne IV, novembro 2011, vídeo de 40 minutos.
VIGNA, ELVIRA. O som das palavras: possibilidades e limites da novela gráfica. In: Revista Estudos de literatura brasileira contemporânea #37. Brasilia: UnB, 2011, pp. 105–122.
(texto em duas partes, a segunda apresentada como palestra também na UnB.)
VIGNA, Elvira. Literatura e internet. In: MARTINS, Aracy Alves e outras. Livros & telas. Belo Horizonte: UFMG, 2011, pp 124–133.
VIGNA, Elvira. A boa fala. In: PELLANDA, Luís. As melhores entrevistas do Rascunho, vol. 1. Curitiba: Arquipélago Editorial, 2010, pp 66–81.
VIGNA, Elvira.O livro de literatura infantil e juvenil como objeto estético. In: Itinerários. São Paulo: UNESP, # 17/18, 2001, pp 189–199.
Ilustração[editar | editar código-fonte]
BARRETO, Antonio. O papagaio de Van Gogh. Belo Horizonte: Lê, 2013, 88p.
prêmio Literatura para todos, do MEC;
participação no programa PNBE, EJA e Brasil Alfabetizado, do MEC, 2013;
participação no catálogo da Feira de Bolonha, 2014.
FREITAS, Tino. Primeira palavra. Il. Elvira Vigna. Belo Horizonte: Abacatte, 2012, 36p.
participação no programa de compra de livros da Prefeitura de Contagem;
menção Altamente Recomendável da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil;
prêmio Jabuti de Melhor Ilustração;
finalista Jabuti de Melhor Livro Infantil.
MURRAY, Roseana. O mar e os sonhos. Il. Elvira Vigna. Belo Horizonte: Lê, 2010, 48p.
MURRAY, Roseana. O mar e os sonhos. Il. Elvira Vigna. Belo Horizonte: Miguilim, 1996, 36p.
menção Altamente Recomendável da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil;
lista de honra do IBBY;
participação no programa PNBE do MEC, 2013.
MURRAY, Roseana. Carteira de identidade. Il. Elvira Vigna. Belo Horizonte: Lê, 2010, 48p.
participação na exposição "Traçando histórias" da Câmara Riograndense do Livro/2010;
participação no programa de compra de livros da Prefeitura de Belo Horizonte, 2010;
participação no catálogo da Feira do Livro de Bolonha, 2011;
participação no programa PNBE do MEC, 2013.
MURRAY, Roseana. Arabescos ao vento. Il. Elvira Vigna. São Paulo: Prumo, 2009, 24p.
participação no catálogo da Feira de Bolonha, 2010.
MURRAY, Roseana. Fardo de Carinho. Il. Elvira Vigna. Belo Horizonte: Lê, 2009, 36p.
MURRAY, Roseana. Fardo de Carinho. Il. Elvira Vigna. Rio de Janeiro: Degrau, 1981, n.p.
participação no programa PNBE do MEC, 2009.
participação na Bienal de ilustradores de Bratislava/1982.
RAMPAZZO, Iacy. O gato Tom e o tigre Tim. Il. Elvira Vigna. Rio de Janeiro: Lamparina, 2007, 48p.
participação no programa de compra de livros da Secretaria Estadual de Educação do Espírito Santo, 2008.
PAULAFREITAS, Ayeska. O que o coração mandar. Il. Elvira Vigna. Belo Horizonte: Dimensão, 2005, 40p.
participação no programa PNBE do MEC, 2006.
ANDRADE BARBOSA, Rogério. Contos de encantos, seduções e outros quebrantos. Il. Elvira Vigna. São Paulo: Bertrand Brasil, 2005, 64p.
menção Altamente Recomendável da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil;
participação no programa PNBE do MEC, 2006.
RAMOS, Anna Cláudia. Tempo mágico, tempo de namoros. Il. Elvira Vigna. São Paulo: ed. Larousse, 2005, 68p.
participação no catálogo da Feira de Bolonha.
NAZARETH, Carlos Augusto. Filomena. Il. Elvira Vigna. Rio de Janeiro: Lamparina, 2004, 40p.
participação na exposição "Traçando histórias" da Câmara Riograndense do Livro/2004;
participação no catálogo da Feira do Livro de Bolonha.
SCHÜLER, Donaldo. Refabular Esopo. Il. Elvira Vigna. Rio de Janeiro: Lamparina, 2004, 168p.
exposição individual das ilustrações no Teatro Renascença de Porto Alegre.
ORTHOF, Sylvia. Você viu, você ouviu? Il. Elvira Vigna. Rio de Janeiro: Vertente, 2003, n.p.
participação na exposição "Traçando histórias" da Câmara Riograndense do Livro/2003.
MURRAY, Roseana. Manual da delicadeza. Il. Elvira Vigna. São Paulo: FTD, 2001, 32p.
menção Altamente Recomendável da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil.
MURRAY, Roseana. Receitas de olhar. Il. Elvira Vigna. São Paulo: FTD, 1997, 48p
menção Altamente Recomendável da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil.
MURRAY, Roseana. Três velhinhas tão velhinhas. Il. Elvira Vigna. Belo Horizonte: Miguilim, 1994, n.p.
menção Altamente Recomendável da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil.
DAHL, Maria Lúcia. A bailarina agradece. Il. Elvira Vigna. Rio de Janeiro: Terceira Margem, 1990, 96p.
participação na Bienal de artistas gráficos de Brno/1992.
MURRAY, Roseana. Paredes Vazadas. Il. Elvira Vigna. Rio de Janeiro: Memórias Futuras, 1989, n.p.
medalha Melhores Ilustradores Mundiais do Instituto Noma (Japão) em associação com a UNESCO/1990.
CARTA, Mino. Histórias da Mooca. Il. Elvira Vigna. São Paulo: Berlendis & Vertechia, 1982, n.p.
participação na Bienal de artistas gráficos de Brno/1982.
PINSKY, Mirna. O canguru emprestado. Il. Elvira Vigna. São Paulo: Global, 1982. 64p.
menção Altamente Recomendável da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil.
GANEM, Eliane. O coração de Corali. Il. Elvira Vigna. Rio de Janeiro: José Olympio, 1981. n.p.
menção Altamente Recomendável da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil.
Infantis e juvenis
VIGNA, Elvira. Vitória Valentina (novela gráfica). Il. Elvira Vigna. Rio de Janeiro: Editora Lamparina, 2013, 120p.
participação na exposição "Traçando histórias" da Câmara Riograndense do Livro/2014.
VIGNA, Elvira. A pontinha menorzinha do enfeitinho do fim do cabo de uma colherzinha de café. Il. Simone Matias. Curitiba: ed. Positivo, 2013, 24p.
VIGNA, Elvira. A pontinha menorzinha do enfeitinho do fim do cabo de uma colherzinha de café. Il. Janaina Tokitaka. Curitiba: ed. Positivo, 2010, 24p.
VIGNA, Elvira. A pontinha menorzinha do enfeitinho do fim do cabo de uma colherzinha de café. Il. Ana Raquel. Belo Horizonte: ed. Miguilim, 1983, n.p.
participação no programa PNAIC do MEC em 2014.
VIGNA, Elvira. Problemas com o cachorro? Il. Suppa. Curitiba: ed. Positivo, 2010, 24p.
VIGNA, Elvira. Problemas com o cachorro? Il. Ivan Zigg. São Paulo: ed. Moderna, 1998, n.p.
VIGNA, Elvira. Problemas com o cachorro? Il. Lenira Brandão Silva. Belo Horizonte: ed. Miguilim, 1982, n.p.
menção Altamente Recomendável da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil;
prêmio Melhor Obra Infantil da Associação Paulista de Críticos de Arte.
VIGNA, Elvira. Viviam como gato e cachorro. Il. da autora. Belo Horizonte: ed. Dimensão, 2005, 40p.
VIGNA, Elvira. Viviam como gato e cachorro. Il. da autora. Rio de Janeiro: ed. Paz e Terra, 1978, 48p.
prêmio Melhor Ilustração da Associação Paulista dos Críticos de Arte;
participação no programa Ciranda de Livros da Fundação Roberto Marinho;
menção Altamente Recomendável da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil;
participação no catálogo da Feira de Bolonha, 2006.
edição em cd para deficientes visuais através do PNBE-especial, 2010.
VIGNA, Elvira. O jogo dos limites. Il. da autora. São Paulo: ed. Companhia das Letras, 2001, 128p.
menção Altamente Recomendável da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil;
participação no programa de compra de livros da prefeitura de Belo Horizonte, 2002.
VIGNA, Elvira. Mônica e Macarra. Il. Glória Campos. Belo Horizonte: ed. Miguilim, 1996, 44p.
VIGNA, Elvira. Uma história pelo meio. Il. Pic Cortesi. São Paulo: ed. Berlendis & Vertechia, 1982, n.p.
VIGNA, Elvira. Lã de umbigo. Il. da autora. Rio de Janeiro: ed. Antares/INL-MEC, 1979, 64p.
prêmio Jabuti de Literatura Infantil da Câmara Brasileira do Livro.
VIGNA, Elvira. Coleção Adrúbal, o Terrível. Il. da autora. Quatro livros independentes que tiveram várias edições individuais entre 1971 e 1983, publicadas inicialmente pela Editora Bonde/INL-MEC, e depois pela José Olympio e Miguilim; 78 páginas cada. São eles: A breve história de Asdrúbal, o Terrível; A verdadeira história de Asdrúbal, o Terrível; Asdrúbal no Museu; O triste fim de Asdrúbal, o Terrível.
edições especiais 'Clube do Livro' dos dois primeiros títulos, 1981;
participação no programa Salas de Leitura da FAE, 1985, dos três primeiros títulos.

fonte de origem: https://pt.wikipedia.org/wiki/Elvira_Vigna