domingo, 5 de fevereiro de 2017

Domingo Na Usina: Biografias: Luis Sepúlveda:




(Ovalle, 4 de outubro de 1949) é um romancista, realizador, roteirista, jornalista e ativista político chileno. Reside atualmente em Gijón, em Espanha, após viver entre Hamburgo e Paris.

Biografia
Em 1970 vence o “Prémio Casa das Américas” pelo seu primeiro livro Crónicas de Pedro Nadie, e também uma bolsa de estudo de cinco anos na Universidade Lomonosov de Moscovo. No entanto só ficaria cinco meses na capital soviética, pois foi expulso da universidade por “atentado à moral proletária”, causado, segundo a versão oficial, por Luís Sepúlveda manter contactos com alguns dissidentes soviéticos.

De regresso ao Chile é expulso da Juventude Comunista, adere ao Partido Socialista Chileno e torna-se membro da guarda pessoal do presidente Salvador Allende. No golpe militar do dia 11 de Setembro de 1973, que levou ao poder o ditador general Augusto Pinochet, Luís Sepúlveda encontrava-se no Palácio de La Moneda a fazer guarda ao Presidente Allende.

Membro ativo da Unidade Popular chilena nos anos 70, teve de abandonar o país após o golpe militar de Augusto Pinochet.

Viajou e trabalhou no Brasil, Uruguai, Paraguai e Peru. Viveu no Equador entre os índios Shuar, participando numa missão de estudo da UNESCO. Sepúlveda era, na altura, amigo de Chico Mendes, herói da defesa da Amazónia. Dedicou a Chico Mendes O Velho que Lia Romances de Amor, o seu maior sucesso.

Perspicaz narrador de viagens e aventureiro nos confins do mundo, Sepúlveda concilia com sucesso o gosto pela descrição de lugares sugestivos e paisagens irreais com o desejo de contar histórias sobre o homem, através da sua experiência, dos seus sonhos, das suas esperanças.

Obras[editar | editar código-fonte]
Nome de Toureiro - no original Nombre de torero (1994).
O Velho Que Lia Romances de Amor - no original Un viejo que leía novelas de amor(1989).
Patagónia Express - no original Patagonia Express (1995).
Mundo do Fim do Mundo - no original Mundo del fin del mundo (1996).
Encontro de Amor num País em Guerra - no original Desencuentros, cuentos (1997).
Diário de um Killer Sentimental - no original Diario de un killer sentimental & Yacaré (1998).
As Rosas de Atacama - no original Historias marginales (2000).
O General e o Juiz - no original La locura de Pinochet (2002).
O Poder dos Sonhos - no original El poder de los sueños (2004).
Os Piores Contos dos Irmãos Grim em co-autoria com o escritor uruguaio Mario Delgado Aparaín - no original Los peores cuentos de los Hermanos Grimm (2004).
Uma História Suja (2004).
História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar- no original Historia de una gaviota y el gato que le enseñó a volar(2008)
A Lâmpada de Aladino - no original La lámpara de Aladino (2008).
A sombra do que fomos - no original La sombra de lo que fuimos (2009).
Crónicas do Sul - no original Últimas noticias del Sur (2011).
História de um gato e de um rato que se tornaram amigos - no original Historia de Max, de Mix y de Mex (2012).
História do caracol que descobriu a importância da lentidão[1] - no original Historia de un caracol que descubrió la importancia de la lentitud (2013)
A venturosa história do Usbeque mudo - no original El Uzbeko Mudo (2015)
Filmografia[editar | editar código-fonte]
Como argumentista[editar | editar código-fonte]
1986 : Vivir a los 17
2000 : Tierra del fuego
2002 : Corazón verde
2002 : Nowhere
2004 : Corazón-bajo
Como realizador[editar | editar código-fonte]
1986 : Vivir a los 17
2002 : Nowhere
2004 : Mano armada
2004 : Corazón-bajo
Como editor[editar | editar código-fonte]
2004 : Mano armada
2004 : Corazón-bajo
-Como ator[editar | editar código-fonte]
1998 : La Gabbianella e il gatto: Poeta (voz)
2000 : Bibo per sempre : Il Barbone
Como director de fotografia[editar | editar código-fonte]
2004 : Corazón-bajo
Como produtor[editar | editar código-fonte]
2004 : Mano armada
Prémios e distinções[editar | editar código-fonte]
Luis Sepúlveda recebeu, entre outros, os seguintes prémios literários:

Premio Gabriela Mistral de poesia (1976).
Prémio Rómulo Gallegos de novela (1978).
Premio Tigre Juan de novela (1988).

Premio de relatos cortos «La Felguera» (1990).

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Domingo Na Usina: Biografias: Carlos Casares Mouriño:



(Orense, 24 de agosto de 1941 - Nigrán, Pontevedra, 9 de Março de 2002) foi um escritor espanhol em galego.

Estudou Filosofia na Universidade de Santiago de Compostela. Foi leitor em diversas universidades europeias. Back in Galicia ele fixou residência em Vigo, onde desenvolveu seu cultural e profissional como escritor, editor e professor de atividade instituto.

Sua ideologia foi marcado pelos professores e amigos com Ramon Pineiro e do Grupo galleguistas ligados ao Galaxy publisher. Ele foi eleito para a Academia Real da Galiza em 1977, vice-regional para o PSdeG-PSOE nas eleições de 1981, e presidente do Conselho de Cultura da Galiza em 1996.

Colaborou em várias revistas e jornais, incluindo o Graal, que liderou 1989-2002, o ano de sua morte, e La Voz de Galicia. Parte deste trabalho jornalístico foi publicado em forma de livro: "Para Marxe. Escritor Word (02-10 janeiro março de 2002) "(2003)," Para Marxe, 1992 "(2005)," Para Marxe de 1993 "(2005)," Para Marxe de 1994 "(2006) e" Á Marxe de 1995 "(2006).

Ele se tornou conhecido para "Vento ridos" (1967), uma coleção de histórias curtas sobre a violência e fatalismo. Entre suas obras destacam-se: "Mudança em três" (1969), "Xoguetes comprar um ritmo proibido" (1975), "Nós, Escuros Sonos Clio" (1979), "Graça" (1980), "Nós Mortos daquel verá" ( 1987), "Na Marxe diária: dun foder Daily" (1994), "Deus sentado cadeira azul freira" (1996), "Um país das Palavras" (1999) e "O sol se vê" (2002).

Como um escritor de literatura infantil publicou "A Galina azul" (1968), "Como laranxas laranxas Mais tódalas laranxas" (1973), "O puder Rin EO lobo Crispin" (1983), "Lolo monta uma bicicleta" (1996) "O Galo de Antioquia" (1994), "A Polbo xigante" (2000), ea série de Toribio, "este e Toribio" (1991), "ou professor Toribio contra Smith" (1991), "Toribio EO contador de contos "(1991)," Toribio idéia ten unha "(1992) e" Toribio revoluciona ou tráfego "(1994).

Como o biógrafo e ensaísta produziu obras sobre a vida e obra de Vicente Risco, Pedrayo Otero, Ramón Piñeiro e Curros Enríquez. Humor, simplicidade e clareza ao lidar com questões que afectam o mundo de hoje constituíram as marcas mais características de sua narrativa e estilo ensaístico.

Ele traduziu várias obras de galego, como "O Pequeno Príncipe" (1983), o francês Antoine de Saint-Exupery, "Os besouros voar no crepúsculo" (1989) pela sueca Maria Gripe e "O Velho eo Mar" (1998) americana Ernest Hemingway.

Em 1976 ele ganhou o Prêmio da Crítica de narrativa galega para seus Xoguetes de trabalho para um ritmo proibido em 1996 por Deus freira sentada na poltrona azul e 2002 por O sol vejo.

Em sua homenagem foi atribuído a um instituto de Vigo seu nome: IES Carlos Casares de Vigo.

Índice  [ocultar]
1 Obras
1.1       adulto Narrativa
1.2       Crianças Narrativa
1.3       Testes e jornalismo
2          Ligações externas
Obras [editar]
Ficção adulta [editar]
"Vento ridos" (1967)
"Alterar em três" (1969)
"Xoguetes acelerado andamento pra proibido" (1975)
"Nós Escuros Sonos Clio" (1979)
"Graça" (1980)
"Vamos Mortos daquel" (1987)
"Na Marxe diária: dun foder diária" (1994)
"Deus sentado nun cadeira azul" (1996)
"Um país das Palavras" (1999)
"O sol vai fazer" (2002)
Ficção infantil [editar]
"A Galina azul" (1968)
"Como laranxas laranxas laranxas tódalas Mais" (1973)
"Ou pode Rin EO Crispin Lobo" (1983)
"Lolo monta uma bicicleta" (1996)
"O Galo de Antioquia" (1994)
"Um Polbo xigante" (2000)
"Este endereço de e Toribio" (1991)
"Toribio contra ou Professor Smith" (1991)
"Toribio EO contador de contos" (1991)
"Toribio idéia ten unha" (1992)
"Toribio revoluciona ou tráfego" (1994).
Ensaio e jornalismo [editar]
"Para Marxe. Escritor Word (02-10 janeiro março de 2002) "(2003)
"Para Marxe, 1992" (2005)
"Para Marxe, 1993" (2005)
"Para Marxe de 1994" (2006)

"Para Marxe de 1995" (2006).

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Domingo Na Usina: Biografias: Camilo José Cela Trulock:


(Iria Flavia, La Coruna, 11 de maio, 1916 - Madrid, 17 de janeiro de 2002). Escritor espanhol e acadêmica, agraciado com o Prêmio Nobel de Literatura.
Em 1925, sua família mudou-se para Madrid. Antes de concluir seus estudos de escola doente e está internado em um sanatório em Guadarrama (Madrid) durante 1931 e 1932, empregando as sessões de leitura longo descanso forçado.
Em 1934 ele entrou para a Faculdade de Medicina da Universidade Complutense de Madrid. No entanto, ele logo teve que deixar de participar como ouvinte para a Faculdade de Artes, onde o poeta Pedro Salinas ensina Literatura Contemporânea. Cela mostra-lhe os seus primeiros poemas, e recebe incentivo e conselhos. Esta reunião é crucial para o jovem Cela, que é decidido por sua vocação literária. Na faculdade ele conhece Alonso Zamora Vicente, Maria Zambrano e Miguel Hernandez, e por meio deles entre em contato com outros intelectuais Madrid neste momento. Antes, durante a guerra, ele está terminando seu primeiro trabalho, um livro de poemas que pisa a luz do dia duvidosa.
Em 1940 ele começou a estudar Direito, e este ano suas primeiras publicações aparecer. Seu primeiro grande trabalho, A Família de Pascual Duarte, vê a luz dois anos mais tarde e apesar de seu sucesso tendo problemas com a Igreja, que conclui sobre a proibição da segunda edição do livro (que acaba sendo publicado em Buenos Aires) . Logo depois, Cela deixa o seu direito de dedicar profissionalmente à literatura.
Em 1944 ele começou a escrever The Hive; posteriormente realizou duas exposições de suas pinturas e Journey to the Alcarria ea canção de La Alcarria aparecer. Em 1951 The Hive é publicado em Buenos Aires e é imediatamente banido na Espanha.
Em 1954 mudou-se para a ilha de Mallorca, onde grande parte da sua vida a vida. Em 1957 ele foi eleito para a cadeira Q da Real Academia Espanhola.
Durante o período de transição para a democracia que desempenha um papel significativo na vida pública espanhola por nomeação real ocupar um assento no Senado do primeiro Parlamento democrático, e participando assim na revisão do texto constitucional elaborado pelo Congresso.

Nos anos seguintes ela continua a publicar com freqüência. Neste período incluem seus romances Mazurka para dois mortos e Cristo contra Arizona. Já aclamado como um dos grandes escritores do século, durante as duas últimas décadas de sua vida tributos, prêmios e mais numerosos prêmios que eles seguiram. Entre estes, é um deve citar o Prémio Príncipe das Astúrias de Literatura (1987), o Prêmio Nobel de Literatura (1989) e Miguel de Cervantes (1995). Em 1996, no dia de seu octogésimo aniversário, o Rei Juan Carlos I concedeu o título de Marquês de Iria Flavia.

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Domingo Na Usina: Biografias: Afonso Pena Júnior:



Quarto ocupante da Cadeira 7, eleito em 22 de maio de 1947, na sucessão de Afrânio Peixoto e recebido em 14 de agosto de 1948 pelo Acadêmico Alceu Amoroso Lima.

Afonso Pena Júnior (A. Augusto Moreira P. Jr.), advogado, professor, político e ensaísta, nasceu em Santa Bárbara, MG, em 25 de dezembro de 1879, e faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 12 de abril de 1968.

Filho do ex-presidente da República Afonso Moreira Pena, conselheiro do Império, e de d. Maria Guilhermina de Oliveira Pena, fez os estudos primários em Ouro Preto, MG e cursou humanidades no famoso Colégio do Caraça. Prestou exames preparatórios no Ginásio de Barbacena. Bacharelou-se pela Faculdade de Direito de Belo Horizonte em 1902. Na mocidade, pertenceu a grupos literários, em Belo Horizonte, com denominações simbólicas sugestivas - Jardineiros do Ideal e Cavaleiros do Luar - e cultivou a poesia simbolista.

Dedicou-se ao magistério e à política militante. Foi professor de Direito Internacional Público e de Direito Civil na Faculdade de Direito de Belo Horizonte e secretário do Interior do Estado de Minas Gerais. Eleito deputado estadual em duas legislaturas (1902-1907 e 1908-1912), renunciou à cadeira para se entregar à memorável campanha civilista, combatendo a candidatura do Marechal Hermes da Fonseca, de quem se fizera adversário. Convidado pelo presidente Artur Bernardes, retornou à Câmara Estadual, de que foi líder. Posteriormente foi consultor jurídico do Banco do Brasil; professor de Direito Civil, na Faculdade de Direito da Universidade Católica do Rio de Janeiro; juiz do Superior Tribunal de Justiça Eleitoral e ministro da Justiça. Foi membro do Instituto Brasileiro de Educação, Ciência e Cultura e reitor da Universidade do Distrito Federal, além de presidente da Comissão Permanente do Livro do Mérito.


Escreveu o livro A Arte de Furtar e seu Autor, resultado de longas pesquisas comprovando a autoria de Antonio de Sousa Macedo. Estudando o enigma da autoria das Cartas chilenas, escreveu o prefácio do livro do professor Rodrigues Lapa, chegando à conclusão de que o autor era Tomás Antônio Gonzaga.

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Domingo Na usina: Biografias: Afrânio Peixoto:


Terceiro ocupante da Cadeira 7, eleito em 7 de maio de 1910, na sucessão de Euclides da Cunha e recebido em 14 de agosto de 1911 pelo Acadêmico Araripe Júnior. Recebeu os Acadêmicos Osvaldo Cruz em 26 de junho de 1913, Aloísio de Castro em 15 de abril de 1919 e Alcântara Machado em 4 de outubro de 1933. Foi sucedido por Afonso Pena Júnior.

Afrânio Peixoto (Júlio A. P.), médico legista, político, professor, crítico, ensaísta, romancista, historiador literário, nasceu em Lençóis, nas Lavras Diamantinas, BA, em 17 de dezembro de 1876, e faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 12 de janeiro de 1947.

Foram seus pais o capitão Francisco Afrânio Peixoto e Virgínia de Morais Peixoto. O pai, comerciante e homem de boa cultura, transmitiu ao filho os conhecimentos que auferiu ao longo de sua vida de autodidata. Criado no interior da Bahia, cujos cenários constituem a situação de muitos dos seus romances, sua formação intelectual se fez em Salvador, onde se diplomou em Medicina, em 1897, como aluno laureado. Sua tese inaugural, Epilepsia e crime, despertou grande interesse nos meios científicos do país e do exterior. Em 1902, a chamado de Juliano Moreira, mudou-se para o Rio, onde foi inspetor de Saúde Pública (1902) e Diretor do Hospital Nacional de Alienados (1904). Após concurso, foi nomeado professor de Medicina Legal da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro (1907) e assumiu os cargos de professor extraordinário da Faculdade de Medicina (1911); diretor da Escola Normal do Rio de Janeiro (1915); diretor da Instrução Pública do Distrito Federal (1916); deputado federal pela Bahia (1924-1930); professor de História da Educação do Instituto de Educação do Rio de Janeiro (1932). Reitor da Universidade do Distrito Federal, em 1935. Após 40 anos de relevantes serviços à formação das novas gerações de seu país, aposentou-se.

A sua estréia na literatura se deu dentro da atmosfera do simbolismo, com a publicação, em 1900, do drama Rosa mística, curioso e original drama em cinco atos, luxuosamente impresso em Leipzig, com uma cor para cada ato. O próprio autor renegou essa obra, anotando, no exemplar existente na Biblioteca da Academia, a observação: “incorrigível. Só o fogo.” Entre 1904 e 1906 viajou por vários países da Europa, com o propósito de ali aperfeiçoar seus conhecimentos no campo de sua especialidade, aliando também a curiosidade de arte e turismo ao interesse do estudo. Nessa primeira viagem à Europa travou conhecimento, a bordo, com a família de Alberto de Faria, futuro acadêmico, da qual viria a fazer parte, sete anos depois, ao casar-se com Francisca de Faria Peixoto. Quando da morte de Euclides da Cunha (1909), foi Afrânio Peixoto quem fez o laudo de autópsia.

Ao vir ao Rio, seu pensamento era de apenas ser médico, tanto que deixara de incursionar pela literatura após a publicação de Rosa mística. Sua obra médico-legal-científica avolumava-se. O romance foi uma implicação a que o autor foi levado em decorrência de sua eleição para a Academia Brasileira de Letras, para a qual fora eleito à revelia, quando se achava no Egito, em sua segunda viagem ao exterior. Começou a escrever o romance A esfinge, o que fez em três meses antes da posse em 14 de agosto de 1911. O Egito inspirou-lhe o título e a trama novelesca, o eterno conflito entre o homem e a mulher que se querem, transposto para o ambiente requintado da sociedade carioca, com o então tradicional veraneio em Petrópolis, as conversas do mundanismo, versando sobre política, negócios da Bolsa, assuntos literários e artísticos, viagens ao exterior. Em certo momento, no capítulo “O Barro Branco”, conduz o personagem principal, Paulo, a uma cidade do interior, em visita a familiares ali residentes. Demonstra-nos Afrânio, nessa páginas, os aspectos da força telúrica com que impregnou a sua obra novelesca. O romance, publicado em 1911, obteve um sucesso incomum e colocou seu autor em posto de destaque na galeria dos ficcionistas brasileiros. Na trilogia de romances regionalistas Maria Bonita (1914) Fruta do mato (1920) e Bugrinha (1922). Entre os romances urbanos escreveu “As razões do coração” (1925), “Uma mulher como as outras” (1928) e “Sinhazinha”(1929).

Dotado de personalidade fascinante, irradiante, animadora, além de ser um grande causeur e um primoroso conferencista, conquistava pessoas e auditórios pela palavra inteligente e encantadora. Como sucesso de crítica e prestígio popular, poucos escritores se igualaram na época a Afrânio Peixoto.

Na Academia, teve também intensa atividade. Pertenceu à Comissão de Redação da Revista (1911-1920); à Comissão de Bibliografia (1918) e à Comissão de Lexicografia (1920 e 1922). Presidente da Casa de Machado de Assis em 1923, promoveu, junto ao embaixador da França, Alexandre Conty, a doação pelo governo francês do palácio Petit Trianon, construído para a Exposição da França no Centenário da Independência do Brasil. Em 1923 criou a Biblioteca de Cultura Nacional dividida em : História, Literatura, Dispersos e Bio-bibliografia, iniciando esta série com a biografia de Castro Alves. Em sua homenagem a coleção passou a ter o nome de Coleção Afrânio Peixoto.

Como ensaísta escreveu importantes estudos sobre Camões, Castro Alves e Euclides da Cunha.

Em 1941 visitou a terra natal, Bahia, depois de 30 anos de ausência e publicou 2 livros: “Breviário da Bahia” (1945) e “Livro de Horas” (1947).

Afrânio Peixoto procurou resumir sua biografia o seu intenso labor intelectual exercido na cátedra e nas centenas de obras que publicou em dois versos: “Estudou e escreveu, nada mais lhe aconteceu.”

Era membro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, da Academia das Ciências de Lisboa; da Academia Nacional de Medicina Legal, do Instituto de Medicina de Madri e de outras instituições.

fonte de origem:
http://www.academia.org.br/academicos/afranio-peixoto/biografia

Domingo Na Usina:Biografias: Valentim Magalhães:



(Antônio Valentim da Costa Magalhães), jornalista, contista, romancista e poeta, nasceu no Rio de Janeiro, RJ, em 16 de janeiro de 1859 e faleceu, na mesma cidade, em 17 de maio de 1903.

Era filho de Antônio Valentim da Costa Magalhães e de Maria Custódia Alves Meira. Foi estudar Direito em São Paulo, e aí teve início sua vida agitada de escritor, boêmio e jornalista. Colega de Silva Jardim, Raimundo Correia, Raul Pompeia, Luís Murat e Luís Gama, cedo começou a escrever poesia. Publicou seu primeiro livro, Cantos e lutas, ainda em São Paulo. De volta ao Rio, já formado, ingressou no jornalismo. Dirigiu A Semana, que se tornou o baluarte literário dos jovens de então. Além de literatura, esse periódico fazia propaganda da Abolição e da República. Quase todos os que, mais tarde, teriam algum papel nas letras brasileiras - e que então começavam - colaboraram em A Semana. Dedicando-se à poesia, ao conto, à crônica, ao romance, ao teatro, o que Valentim Magalhães fez, de fato, foi divulgar os novos pelo país. Muito atacado, e muito defendido também, participou de inúmeras polêmicas, o que, em geral, prejudicou sua própria produção literária, no desejo de defender os outros. Instituiu, em A Semana, uma “Galeria de Elogio Mútuo”, em que amigos íntimos escreviam uns sobre os outros.

A Biblioteca da Academia iniciou o seu acervo com a doação, em janeiro de 1897, por Valentim Magalhães, de um exemplar do seu romance Flor de sangue, que José Veríssimo qualificou, não sem razão, de literatura apressada. Cem anos depois, essa obra só é lembrada pela circunstância de ter sido o marco inicial da Biblioteca da Academia.

fonte de origem:
http://www.academia.org.br/academicos/valentim-magalhaes/biografia

Domingo Na Usina:: Biografias: Marina Colasanti:


(Asmara, 26 de setembro de 1937) é uma escritora e jornalista ítalo-brasileira nascida na então colônia italiana da Eritreia. Viveu sua infância na Líbia e então voltou à Itália onde viveu onze anos. Emigram para o Brasil em 1948, em razão da difícil situação vivida na Europa após a Segunda Guerra Mundial.

No Brasil estudou Belas-Artes e trabalhou como jornalista, tendo ainda traduzido importantes textos da Literatura italiana. Como escritora, publicou 33 livros, entre contos, poesia, prosa, literatura infantil e infanto-juvenil. Seu primeiro livro foi lançado em 1968 e se chama Eu sozinha.

Seu livro de contos "Uma ideia toda azul" recebeu o prêmio O Melhor para o Jovem, da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil. É casada com o também escritor Affonso Romano de Sant'Anna,[1] e irmã do ator Arduíno Colassanti.

Em 2010, recebeu o Prêmio Jabuti pelo livro Passageira em trânsito.[2]

Obra[editar | editar código-fonte]
Passageira em trânsito (2010) - Record
Minha Ilha Maravilha (2007) - Ed. Ática
Acontece na cidade (2005) - Ed. Ática
Fino sangue (2005)
O homem que não parava de crescer (2005)
23 histórias de um viajante (2005)
Uma estrada junto ao rio (2005)
A morada do ser (1978, 2004)
Fragatas para terras distantes (2004)
A moça tecelã (2004)
Aventuras de pinóquio – histórias de uma marionete (2002)
A casa das palavras (2002) - Ed. Ática
Penélope manda lembranças (2001) - Ed. Ática
A amizade abana o rabo (2001)
Esse amor de todos nós (2000)
Ana Z., aonde vai você? (1999) - Ed. Ática
Gargantas abertas (1998)
O leopardo é um animal delicado (1998)
Histórias de amor (série “Para gostar de ler” vol. 22) (1997) - Ed. Ática
Longe como o meu querer (1997) - Ed. Ática
Eu sei mas não devia (1995)
Um amor sem palavras (1995)
Rota de colisão (1993)
De mulheres, sobre tudo (1993)
Entre a espada e a rosa (1992)
Cada bicho seu capricho (1992)
Intimidade pública (1990)
A mão na massa (1990)
Será que tem asas? (1989)
Ofélia, a ovelha (1989)
O menino que achou uma estrela (1988)
Aqui entre nós (1988)
Um amigo para sempre (1988)
Contos de amor rasgado (1986)
O verde brilha no poço (1986)
E por falar em amor (1985)
Lobo e o carneiro no sonho da menina (1985)
A menina arco-íris (1984)
Doze reis e a moça no labirinto do vento (1978)

Uma Ideia toda Azul (1978).

fonte de origem:

Domingo Na Usina: Biografias: Maya Angelou:




Pseudónimo de Marguerite Ann Johnson (St. Louis, Missouri, 4 de abril de 1928 — Winston-Salem, Carolina do Norte, 28 de maio de 2014) foi uma escritora e poeta dos Estados Unidos.[1]

Passou a infância na Califórnia, Arkansas, e St. Louis, e viveu com a avó paterna, Annie Henderson, na maior parte de sua infância. Quando tinha 8 anos, ela foi estuprada pelo namorado da mãe em St. Louis; isto levou anos de mudez para Maya que finalmente superou com a ajuda de uma vizinha atenciosa, e um grande amor pela literatura.

Aos 17, Maya se tornou a primeira motorista negra de ônibus em São Francisco e tornou-se mãe solteira ao dar à luz seu primeiro filho, em uma época em que isso não era comum; em anos posteriores, ela se tornou a primeira mulher negra a ser roteirista e diretora em Hollywood. Na década de 50 - quando surgiu com o pseudônimo "Maya Angelou" - ela se afirmou como atriz, cantora e dançarina em várias montagens teatrais que percorreram o país, tais como: Porgy and Bess, Calypso Heatwave, The Blacks e Cabaret for Freedom; Nos anos 60 ela era amiga de Martin Luther King Jr. e Malcolm X; ela serviu no SCLC com Dr. King, e trabalhou durante anos para o movimento de direitos civis. Também nos anos 60, ela trabalhou e viajou pela África, como jornalista e professora, ajudando vários movimentos de independência africanos. Em 1970, ela publicou o primeiro livro, I Know Why the Caged Bird Sings, para grande aclamação, e foi nomeada para o Pulitzer Prize em poesia no ano seguinte.

Angelou teve uma carreira longa e distinta. Foi poetisa, escritora, ativista de direitos civis, e historiadora, entre outras coisas. Também foi atriz, dançarina e cantora. Atuou na peça de Jean Genet, "The Blacks", e no aclamado seriado, "Roots", ganhador de um Emmy. Angelou provavelmente é conhecida melhor pelos trabalhos autobiográficos dela que incluem I Know Why the Caged Bird Sings e All God's Children Need Traveling Shoes.

Em 1993, Angelou leu um de seus poemas chamado "On the Pulse of Morning", na posse de Bill Clinton como presidente; este foi um dos pontos altos de sua carreira: recebeu o Grammy de melhor texto recitado pela leitura do mesmo, e novamente a trouxe para a vista do público. Ao final de sua carreira foi professora de história americana na Wake Forest University, Carolina do Norte, fazia excursões e dava palestras em vários lugares

Morte

Angelou morreu na manhã de 28 de maio de 2014. Ela foi achada por sua enfermeira. Embora Angelou tinha sido relatada com saúde debilitada e tinha cancelado suas aparições agendadas, ela estava trabalhando em outro livro, uma autobiografia sobre suas experiências com líderes nacionais e mundiais. Durante seu memorial em Wake Forest University, seu filho Guy Johnson afirmou que apesar de estar em constante dor devido a sua carreira dançando e sua insuficiencia respiratória, ela escreveu quartro livros durante o ultimo ano da vida dela. Ele disse, "ela deixou esse plano mortal sem perda de acuidade e sem perda de compreenção"

Os tributos para Angelou e condolencias foram pagos por artistas, pessoas ligadas ao entreterimento, e líderes mundiais, incluindo o Presidente Bill Clinton, e o Presidente Barack Obama, cuja irmã foi nomeada em homenagem à Angelou . Harold Augenbraum, da National Book Foundation, disse que "o legado de Angelou pode ser admirado e aspirado por todos os escritores e leitores em todo o mundo." Na semada depois da morte de Angelou, "I Know Why the Caged Bird Sings"  subiu para primeiro colocado na lista de bestsellers do Amazon.com

Em 29 de maio de 2014, na igreja de Mount Zion Baptist, em Winston-Salem, da qual Angelou foi membro por 30 anos, foi promovido um memorial público em honra à Angelou. Em 7 de junho, um memorial privado foi exibido ao vivo em estações locais na área de Winston-Salem/Triad e transmitido ao vivo no site da universidade com os discursos de seu filho, de Oprah Winfrey,  de Michelle Obama, e de Bill Clinton. Em 15 de junho, um memorial foi promovido na igreja Glide Memorial, em San Francisco, onde Angelou foi membro por muitos anos. O reverendo Cecil Williams, prefeito Ed Lee, e o ex-prefeito Willie Brown discursaram.

Em 2015, um selo do serviço postal dos Estados Unidos foi emitido em comemoração à Maya Angelou com a citação "Um passáro não canta porque tem a resposta, ele canta porque tem uma música" de Joan Walsh Anglund, embora o selo erroneamente atribui a citação à Angelou. A citação é do livro de poemas A Cup of Sun, de Anglund.

Obras[editar | editar código-fonte]
Autobiografias

I Know Why the Caged Bird Sings (1969). New York: Random House. ISBN 978-0-375-50789-2
Gather Together in My Name (1974). New York: Random House. ISBN 978-0-394-48692-5
Singin' and Swingin' and Gettin' Merry Like Christmas (1976). New York: Random House. ISBN 978-0-679-45777-0
The Heart of a Woman (1981). New York: Random House. ISBN 978-0-8129-8032-5
All God's Children Need Traveling Shoes (1986). New York: Random House. ISBN 978-0-679-73404-8
A Song Flung Up to Heaven (2002). New York: Random House. ISBN 978-0-375-50747-2
I Know Why the Caged Bird Sings: The Collected Autobiographies of Maya Angelou (2004). New York: Modern Library. ISBN 978-0-679-64325-8
Mom & Me & Mom (2013). New York: Random House. ISBN 978-1-4000-6611-7
Poesia

Maya Angelou, reciting her poem, "On the Pulse of Morning", at President Bill Clinton's inauguration in 1993
Just Give Me a Cool Drink of Water 'fore I Diiie (1971). New York: Random House. ISBN 978-0-394-47142-6[14]
Oh Pray My Wings Are Gonna Fit Me Well (1975). New York: Random House. ISBN 0-679-45707-0
And Still I Rise (1978). New York: Random House. ISBN 978-0-394-50252-6[9]
Shaker, Why Don't You Sing? (1983). New York: Random House. ISBN 0-394-52144-7[15][16]
Poems (1986). New York: Random House. ISBN 0-553-25576-2
Now Sheba Sings the Song (1987). New York: Plume Books. ISBN 0-452-27143-6
I Shall Not Be Moved (1990). New York: Bantam Books. ISBN 0-553-35458-2
"On the Pulse of Morning" (1993). New York: Random House. ISBN 0-679-74838-5[17]
The Complete Collected Poems of Maya Angelou (1994). New York: Random House. ISBN 0-679-42895-X
Phenomenal Woman: Four Poems Celebrating Women (1995). New York: Random House. ISBN 0-679-43924-2
A Brave and Startling Truth (1995). New York: Random House. ISBN 0-679-44904-3[18]
"From a Black Woman to a Black Man", 1995
"Amazing Peace" (2005). New York: Random House. ISBN 1-4000-6558-5[16]
"Mother: A Cradle to Hold Me" (2006). New York: Random House. ISBN 1-4000-6601-8
"Celebrations, Rituals of Peace and Prayer" (2006). New York: Random House. ISBN 978-0-307-77792-8
Poetry for Young People (2007). Berkshire, U.K.: Sterling Books. ISBN 1-4027-2023-8
"We Had Him", 2009[19]
"His Day is Done", 2013[20]
Personal essays[edit]
Wouldn't Take Nothing for My Journey Now (1993). New York: Random House. ISBN 0-553-56907-4
Even the Stars Look Lonesome (1997). New York: Random House. ISBN 0-375-50031-6
Carta à minha filha : um legado inspirador para todas as mulheres que amam, sofrem e lutam pela vida - no original Letter to My Daughter (2008). New York: Random House. ISBN 1-4000-6612-3
Livros de culinária

Hallelujah! The Welcome Table: A Lifetime of Memories with Recipes (2004). New York: Random House. ISBN 1-4000-6289-6
Great Food, All Day Long: Cook Splendidly, Eat Smart (2010). New York: Random House. ISBN 1-4000-6844-4≠←
Children's books[edit]
Life Doesn't Frighten Me (1998). New York: Stewart, Tabori, and Chang. ISBN 1-55670-288-4
My Painted House, My Friendly Chicken and Me (1994). New York: Knopf Books. ISBN 0-517-59667-9
Kofi and His Magic (1996). New York: Knopf Books. ISBN 0-517-59667-9
Maya's World series (2004). New York: Random House:
Itak of Lapland, ISBN 0-375-92833-2
Angelina of Italy, ISBN 0-375-82832-X
Renée Marie of France ISBN 0-375-82834-6
Mikale of Hawaii ISBN 0-375-92835-9
Teatro

Cabaret for Freedom (musical revue), with Godfrey Cambridge, 1960
The Least of These, 1966
The Best of These (drama), 1966
Gettin' up Stayed on My Mind, 1967
Sophocles, Ajax (adaptação), 1974
And Still I Rise (autora/encenadora), 1976
Moon on a Rainbow Shawl (encenadora), 1978[21]
Cinema e televisão

Blacks, Blues, Black! (autora, produtora e convidada – programas de dez horas, National Education Television), 1968
Georgia, Georgia (autora e script and musical score), Suécia, 1972
All Day Long (autora/realizadora), 1974
PBS documentaries (1975):
Who Cares About Kids & Kindred Spirits (KERA-TV, Dallas, Texas)
Maya Angelou: Rainbow in the Clouds (WTVS-TV, Detroit, Michigan)
To the Contrary (Maryland Public Television)
Tapestry and Circles
Assignment America (six one-half hour programs), 1975
Part One: The Legacy; Part Two: The Inheritors (writer and host), 1976
I Know Why the Caged Bird Sings (writer for script and musical score), 1979
Sister, Sister (autora), 20th Century Fox Television, 1982
Brewster Place (autora), ABC, 1990
Down in the Delta (realizadora), Miramax Films, 1998

The Black Candle (poesia, narração), Starz, 2012
Peças de teatro e filmes em que actuou (lista parcial)

Porgy and Bess, 1954–1955
Calypso, 1957
The Blacks, 1960
Mother Courage, 1964
Look Away, 1973
Roots, ABC, 1977
Runaway, Hallmark Hall of Fame Productions, 1993
Poetic Justice, 1993
Touched by an Angel ("Reunion"), CBS, 1995
How to Make an American Quilt, Universal Pictures, 1995
Madea's Family Reunion, Tyler Perry Studios, 2006
Gravações

Miss Calypso, Scamp Records, 1957
For the Love of Ivy, ABC Records, 1968
"And So It Goes" (co-written with Roberta Flack for Flack's album Oasis, 1988[22]
Been Found (collaborated on 7 tracks with Ashford & Simpson), 1996[22]
"Music, Deep Rivers in My Soul" (with Wynton Marsalis), 2007[22]
Álbuns de palavra-falada

The Poetry of Maya Angelou, GWP Records, 1969
Women in Business, 1981
On the Pulse of Morning, Random House Audio, 1993[23]
A Song Flung Up to Heaven, Random House Audio, 2002[23]

fonte de origem:

Domingo Na Usina: Biografias: Lionel Shriver:



(Gastonia, 18 de Maio de 1957) (cujo nome de nascimento é Margaret Ann Shriver) é uma jornalista e escritora bestseller americana, famosa por sua obra We Need to Talk About Kevin. Nasceu em Gastonia, Carolina do Norte, EUA, no seio de uma família extremamente religiosa, sendo o seu pai pastor presbiteriano. Mudou o seu nome quando tinha 15 anos (de Margaret Ann para Lionel) porque gostava da forma como soava. Frequentou a Universidade de Columbia. Já viveu em Nairobi, Bangcoc e Belfast. Neste momento, divide o seu tempo entre Londres e Nova Iorque.

Colabora com diversos jornais, entre outros, The Wall Street Journal, The Philadelphia Inquirer e The Economist.

É casada com um músico de jazz.

Livros[editar | editar código-fonte]
The Female of the Species (1986)
Checker and the Derailleurs (1987)
Ordinary Decent Criminal (1990)
Game Control (1994)
A Perfectly Good Family (1996)
Dupla Falta (no original Double Fault) (1997)
Precisamos Falar Sobre o Kevin (no original, We Need to Talk About Kevin) (2003)
O Mundo Pós-Aniversário (no original "The Post-Birthday World) (2007)
Tempo é Dinheiro (no original "So Much for That) (2010)
Grande Irmão ( no original, Big Brother) (2014)
A Nova República (no original "The New Republic") (2015) 

fonte de origem:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Lionel_Shriver

Pensamento do Dia:

“O sentido da vitória não está em vencer sempre, e sim, em não desistir nunca.”


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