sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Sexta Na Usina: Poetas :Manuel Jesus Kabalcanty Gonzalez Carrasco:




- MUERTE CON VIENTO DESBOCADO Y PREGUNTAS Y RESPUESTAS PÓSTUMAS -
(1994)

Me preguntaste antes de morir
(era una noche detenida
rondándonos abandonados
como si fuésemos únicos)
entre la vorágine que imaginábamos
multicolor y plena de respuestas
con un hilo de voz
que antes gorgoteaba en tu pecho.
Contesté con una mirada al infinito
(el túnel azulado del pasillo
que desveló la enfermera)
y te supuse habitando
el frenesí de una loca velocidad
que nunca tendría meta.

Veintiún gramos de viento
desde tu cuerpo rígido
hasta el rellano de ascensores 
me dijiste urgida
en la madrugada más larga;
el surco de tu recuerdo,
comprendí arrecido,
barrenando lo pendiente.

© Kabalcanty
(Lienzo de Salvador Dali)
- morte com vento desenfreada e perguntas e respostas póstumas -

(1994)


Me preguntaste antes de morrer
(era uma noite presa
Rondándonos abandonados
Como se fôssemos únicos)
Entre a turbilhão que imaginávamos
Colorido E plena de respostas
Com um fio de voz
Que antes gorgoteaba em seu peito.
Respondi com um olhar ao infinito
(o túnel azulado do corredor
Que revelou a enfermeira)
E você gostaria se encontram
O frenesim de uma louca velocidade
Que nunca teria meta.

Vinte e um gramas de vento
Desde seu corpo rígido
Até mesmo andar de elevadores
Me você disse urgida
Na madrugada mais longa;
A nossa luta de sua memória,
Percebi arrecido,
Barrenando o pendente.


Sexta Na Usina: Poetas da Rede: Manuel Alejandro Siguencia ananás:¿Me Aceptas Una Rosa?:


¿Me aceptas una rosa?
¿me regalas un abrazo?
por que sediento estoy de tu amor.

Me dijo un loco que yo era el loco,
y consciente estoy de lo que él me ha dicho,
pues tu ser emana a mis sentidos,
el mas bello destellar de mi corazón.

Afrodita mas puesta como una diosa,
mujer en tu esencia junto a un pétalo del cielo,
al alma del hombre engrandeces,
y son grandes tus dotes que esclavizas al humano.

Llevo como Apolo la melodía del mediodía,
y a tu pies mil cantos a tu ser proclamo,
y una batalla en la cual intento el equilibrio humano,
y es tu sonrisa a la luz de mi vida.

Mas puesta te dejo en mil claveles,
inundo al mi ser interno de la brisa de tu alma,
y un gran hombre se despierta en mi interior,
para ser quien cuide a tu mágico poder.

Poemas Para Una Mujer
Manuel Alejandro Siguencia Piña
Me aceita uma rosa?



Me aceita uma rosa?
Me você tenha presenteado um abraço?
Por que sedento estou de seu amor.

Disse-me um louco que eu era o louco,
E consciente estou daquilo que ele me disse,
Pois seu ser emana aos meus sentidos,
O pero belo destellar do meu coração.

Afrodite pero posta como uma penetramos,
Mulher na sua essência, juntamente com uma pétala do céu,
A alma do homem engrandeces,
E são grandes seus dotes que esclavizas ao humano.

Há como apolo a melodia do meio-dia,
E ao seu pés mil vozes ao seu ser proclamo,
E uma batalha na qual tentativa o equilíbrio humano,
E é seu sorriso à luz da minha vida.

Pero posta você deixo em mil cravos,
Inundo ao meu ser interno da brisa de sua alma,
E um grande homem se desperta em meu interior,
Para ser quem cuide a sua mágico poder.

Poemas para uma mulher

Manuel Alejandro Siguencia ananás

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede:MANUEL ANDRADE MARTINEZ :CON TU SONRISA:


Con tu sonrisa
voy yo viajando
sobre la brisa

yo voy soñando.

A mundos nuevos
en el espacio
en cuerpos eternos
que van cantando

tu sonrisa en el rostro
es el grano rubio de la cebada
la presencia de flor de loto
y el roció tierno de la mañana.

Tu sonrisa en el rostro
es la belleza de la nevada
es el canto hermoso 
de una abeja enamorada

en ella no hay prisa
es segura bien plantada
es la buena amiga
que me conforta en la madrugada.

Ella mi gran amiga
mi diosa enamorada
alegría de la vida
bello canto de mi amada.

Con tu sonrisa
no quiero mas nada
es como una luna llena
como sol de la mañana.

Vivo con la premisa
de ser tu gran amor
pegado a tu sonrisa
en días dulces y de pasión.

MANUEL ANDRADE MARTINEZ CI 641391 CARNET 4107 S.A.C.V.E.N
SON POESIA 25 04 2015
Com seu sorriso



Com seu sorriso
Vou eu viajando
Sobre a brisa
Eu vou sonhar.

A mundos novos
No espaço
Em corpos eternos
Que vão cantando

Seu sorriso no rosto
É o grão louro da cevada
A presença de flor de loto
E o lançou tierno da manhã.

Seu sorriso no rosto
É a beleza da nevada
É o canto belo
De uma abelha apaixonada

Nela não há pressa
É segura bem plantada
É a boa amiga
Que me conforta na madrugada.

Ela minha grande amiga
Meu penetramos apaixonada
Alegria da vida
Belo canto de minha amada.

Com seu sorriso
Não quero mais nada
É como uma lua cheia
Como sol da manhã.

Vivo com a premissa
De ser seu grande amor
Colado ao seu sorriso
Em dias doces e de paixão.

Manuel Andrade Martinez CI 641391 cartão 4107 s.a.c.v.e.n
São poesía 25 04 2015

Sexta Na Usina: Poetas da Rede: Raimundo Martins:NOITE:


As horas

se vestem

de exclamações
e reticências
diante
da noite!...



Mergulho 
nas palavras,
debulho
metáforas,
preparo 
poesia!...

Bebo chope,
ouço Chopin
e tanjo
a nostalgia!...

(R.M. Cardoso)
- Brasília, 13/01/2015 -

Sexta Na Usina: Poetas da Rede:Fernando Correia " A Poesia é Feitiço"


Sou fóssil estratificado no tempo
Estátua de pedra desfazendo- se
Sou memória agitada pelo vento 

(In)Consciência intrometendo-se

Sou o medo que meu ser escraviza
E tanto me faz tremer no caminho
Não há bálsamo que a alma suaviza
No abismo caio passinho a passinho

Mas do Inferno para o Céu eu resvalo
Do gélido frio salto para a quente lã
Há uma odisseia que bem fundo calo

No turbilhão da noite, em brilho a manhã rasgo 
Há na Poesia feitiço, um inexpugnável talismã
Na Poesia vivo, respiro, crio, sou puro e casto

Fernando Correia

Sexta Na Usina: Poetas da Rede: José Antonio Sánchez Carrasco: A LA INTEMPERIE:


(De “En el vuelo angelical de los lirios”. Edición primera: mayo 2008)
Acunaba el pensamiento

en el hueco de sus brazos

el recuerdo de un fracaso; 
que, embriagado en el aliento
de aquel beso de silencio, 
mi conciencia desveló.



¿Corazón, vas a su encuentro?
¡Sí, estoy vivo, tú has muerto!

El fantasma de los sueños
sólo está, Oh mujer hermosa, 
su guadaña azul y rosa
separó el alma del cuerpo.
Yo, con su hálito en mi rostro,
fui deseo: aún soy polvo.

¿Corazón, vas a su encuentro?
¡Sí, estoy vivo, tú has muerto!

¿La Providencia? Es quien veo.
¿La Soledad? Es el hada
que en su rueca amor devana.

¿La Beldad? ¡Ay!, ente enfermo.
¿El Destino? Está en ti, Cloto.
¿Átropos? Luz en mis ojos.
¿Corazón, vas a su encuentro?
¡Si, estoy vivo, tú has muerto!

En el vuelo angelical de los lirios, 21, junio, 2015
MEDITERRÁNEO º(ª¿ª)*
À chuva



(de "no voo angélico dos lirios". Edição primeira: maio 2008)

Acunaba o pensamento
No vazio dos seus braços
A memória de um fracasso;
Que, borracho no encorajamento
Daquele beijo de silêncio,
A minha consciência revelou.

Coração, você está indo ao seu encontro?
Sim, estou vivo, você você morto!

O fantasma dos sonhos
Só está, oh mulher bonita,
Seu cutelo azul e rosa
Separou a alma do corpo.
Eu, com o seu fôlego em meu rosto,
Fui desejo: ainda sou pó.

Coração, você está indo ao seu encontro?
Sim, estou vivo, você você morto!

A Providência? É quem vejo.

A solidão? É o fizer
Que na sua rueca amor dar tratos.

A beldad? Ai!, Entidade doente.

O destino? Está em ti, cloto.

Átropos? Luz em meus olhos.

Coração, você está indo ao seu encontro?
Se, estou vivo, você você morto!

No voo angélico dos lirios, 21 Junho, 2015

Mediterrâneo º (ª ª)*