domingo, 19 de fevereiro de 2017

Domingo na Usina: Biografias: Cristiane Sobral:



(Rio de Janeiro, 1974) é uma atriz, escritora e poeta brasileira[1] [2] .

Estudou teatro no SESC do Rio de Janeiro, em 1989. No ano seguinte mudou-se para Brasília, onde montou a peça Acorda Brasil. Foi a primeira atriz negra graduada em Interpretação Teatral pela Universidade de Brasília. Atuou no curta-metragem A dança da Espera, de André Luís Nascimento, e em diversos espetáculos teatrais.

Estreou na literatura em 2000, publicando textos nos Cadernos Negros. Foi crítica teatral da revista Tablado, de Brasília. Fez pós-graduação em Educação com ênfase no ensino de Artes. Trabalhou como Assessora de Cultura da Embaixada de Angola no Brasil[3] .

Obras[editar | editar código-fonte]
1998 - Uma boneca no lixo (teatro) - Prêmio de montagem GDF
2000 - Dra. Sida (teatro) Prêmio do Ministério da Saúde
2004 - Petardo, será que você agüenta? (teatro) - com Dojival Vieira
2010 - Não Vou Mais Lavar os Pratos (poesia) - Editora Thesaurus
2011 - Espelhos, miradouros, dialéticas da percepção (contos) - Dulcina Editora.

fonte de origem: 
https://pt.wikipedia.org/wiki/Cristiane_Sobral

Domingo Na Usina: Biografias: Oliveira Viana:



(Francisco José de Oliveira Viana), sociólogo e jurista, nasceu na localidade fluminense do Rio Seco de Saquarema, em 20 de junho de 1883, e faleceu em Niterói, RJ, em 28 de março de 1951.

Filho de Francisco José de Oliveira Viana e D. Balbina Rosa de Azeredo Viana, de tradicionais famílias fluminenses. Estudou no Colégio Carlos Alberto em Niterói. Bacharelou-se pela Faculdade de Direito de Niterói em 1906. Dedicou-se ao magistério em 1916, como professor de Direito Penal dessa Faculdade (1932-1940). Foi, sucessivamente, diretor do Instituto do Fomento do Estado do Rio de Janeiro (1926); membro do Conselho Consultivo do Estado; consultor jurídico do Ministério do Trabalho; membro da Comissão incumbida de elaborar o anteprojeto da Constituição (Comissão do Itamaraty) em 1932; membro da Comissão Revisora das Leis do Ministério da Justiça e Negócios Interiores e, finalmente, a partir de 1940, ministro do Tribunal de Contas da União.

O primeiro livro Populações meridionais do Brasil (1920) causou grande impacto pela nova visão ao encarar os problemas sociológicos do país. Os livros subseqeentes, Pequenos estudos de psicologia social (1921) e Evolução do povo brasileiro (1923), este como contribuição ao censo de 1920, confirmaram essa posição. Uma das obras, Raça e assimilação (1932), representava uma visão tradicional dos problemas da raça, e deu margem a polêmicas. Oliveira Viana reformulou em trabalhos posteriores esta visão e o livro não foi mais reeditado. Dois outros livros de Oliveira Viana vieram provar, em segundas edições, o seu prestígio: O ocaso do Império (1925) e O idealismo na Constituição (1927).

Consultor jurídico do Ministério do Trabalho, foi um dos responsáveis pela elaboração da nova legislação trabalhista. Problemas de Direito Corporativo (1938) é a defesa do projeto de organização da Justiça do Trabalho, rebatendo as críticas do deputado Waldemar Ferreira na Câmara dos Deputados. O livro mostra as características dessa nova concepção de Direito. Problemas de Direito Sindical (1943) é também a defesa da nova organização sindical do país.

Após o ingresso na Academia publicou mais três livros fundamentais, entre os quais Instituições políticas brasileiras, em dois volumes, obra considerada, até hoje, um dos trabalhos mais sérios, no Brasil, no campo desses estudos. Deixou outros livros publicados postumamente.

Membro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro e dos seus congêneres do Pará, Rio Grande do Norte, Paraíba e Ceará; da Academia Fluminense de Letras; da Société des Américanistes, de Paris; do Instituto Internacional de Antropologia; da Academia de História de Portugal; da Academia Dominicana de História e da Sociedade de Antropologia e Etnologia do Porto. Sua casa em Niterói foi transformada em museu, depois de sua morte.


Segundo ocupante da cadeira 8, foi eleito em 27 de maio de 1937, na sucessão de Alberto de Oliveira, e recebido pelo acadêmico Afonso Taunay em 20 de julho de 1940.

fonte de origem:

Domingo Na Usina: biografias: Austregésilo de Athayde:



Terceiro ocupante da Cadeira 8, eleito em 9 de agosto de 1951, na sucessão de Oliveira Viana e recebido pelo Acadêmico Múcio Leão em 14 de novembro de 1951. Recebeu o Acadêmico José Lins do Rego.

Austregésilo de Athayde (Belarmino Maria A. Augusto de A.), professor, jornalista, cronista, ensaísta e orador, nasceu em Caruaru, PE, em 25 de setembro de 1898, e faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 13 de setembro de 1993.

Era filho do Desembargador José Feliciano Augusto de Athayde e de Constância Adelaide Austregésilo de Athayde, e bisneto do tribuno e jornalista Antônio Vicente do Nascimento Feitosa. Cedo foi viver no Ceará, onde morou em várias cidades, acompanhando as constantes mudanças decorrentes da atividade profissional de seu pai na magistratura. Ingressou no Seminário da Prainha aos doze anos de idade e lá estudou para o sacerdócio até o 3º ano de Teologia. Deixando o seminário, revalidou os preparatórios no Liceu do Ceará. Foi professor do Colégio Cearense e do Colégio São Luís, dedicou-se ao ensino particular e começou a colaborar na imprensa, até 1918, quando se transferiu para o Rio de Janeiro.

No Rio de Janeiro, prosseguiu no magistério particular no Curso Normal de Preparatórios e no Curso Maurell da Silva. Iniciou a carreira jornalística no jornal A Tribuna. Em 1921, passou a colaborar no Correio da Manhã, dedicando-se à crítica literária, e mais tarde em A Folha, de Medeiros e Albuquerque. Foi tradutor e redator das agências Associated Press e United Press. Escreveu o livro de contos Histórias amargas, publicado em 1921.

Em 1922, colou grau em Ciências Jurídicas e Sociais na Faculdade de Direito do antigo Distrito Federal. Manteve-se sempre ligado profissionalmente à imprensa. Em 1924, convidado por Assis Chateaubriand, assumiu a direção de O Jornal, ponto de partida para a organização dos Diários Associados, em que exerceu intensa atividade.

Adversário da Revolução de 1930, participou, ao lado de Assis Chateaubriand, do Movimento Constitucionalista irrompido em 9 de julho de 1932, em São Paulo, tendo sido preso e exilado para a Europa em novembro desse ano. Permaneceu muitos meses em Portugal, Espanha, França e Inglaterra e de lá se dirigiu a Buenos Aires, onde residiu nos anos de 1933 a 1934.

De volta ao Brasil reiniciou suas atividades nos Diários Associados como articulista e diretor do Diário da Noite e redator-chefe de O Jornal, do qual foi o principal editorialista, além de manter a coluna diária Boletim Internacional. Também escreveu semanalmente na revista O Cruzeiro e, por sua destacada atividade jornalística, recebeu, em 1952, na Universidade de Columbia, EUA, o Prêmio Maria Moors Cabot.

Em 1948, tomou parte como delegado do Brasil na III Assembléia da ONU, em Paris, tendo sido membro da comissão que redigiu a Declaração Universal dos Direitos do Homem, em cujos debates desempenhou papel decisivo. Dos redatores dessa histórica declaração, além da presença de Athayde, cumpre lembrar os nomes da jornalista norte-americana Eleanor Roosevelt, do professor libanês Charles Malek e do soviético prof. Pavlov, com assistência do jurista francês René Cassin. Austregésilo de Athayde foi reconhecido pelos próprios companheiros da Comissão como o mais ativo colaborador na redação do histórico documento, em cuja elaboração muitas vezes ocorreram divergências entre os redatores, mas que, afinal, tiveram sentido construtivo.

Em 1968, por ocasião do 20º. aniversário da Declaração Universal dos Direitos do Homem, a Academia Sueca conferiu o Prêmio Nobel da Paz ao jurista e filósofo René Cassin que, ao ter conhecimento da homenagem que lhe fora prestada, exatamente pelo papel que desempenhou na elaboração da declaração, chamou os jornalistas e declarou-lhes: "Quero dividir a honra desse prêmio com o grande pensador brasileiro Austregésilo de Athayde, que ao meu lado, durante três meses, contribuiu para o êxito da obra que estávamos realizando por incumbência da Organização das Nações Unidas."

Em 1978, no 30º aniversário desse documento, o Presidente Jimmy Carter, dos EUA, reconheceu universalmente, através de carta enviada a Austregésilo de Athayde, a "vital liderança" por ele exercida na elaboração da Declaração Universal dos Direitos do Homem.

Diplomado na Escola Superior de Guerra, em 1953, passou a ser conferencista daquele centro de estudos superiores. Além das suas atividades na imprensa, ao longo de muitos anos, pronunciou centenas de conferências, sobre a defesa dos direitos humanos e outros temas da atualidade, a convite de entidades culturais do país.

Dedicou-se à vida acadêmica desde agosto de 1951, quando foi eleito para ocupar a Cadeira nº 8, e o fez durante mais de quatro décadas. Em 1959, tornou-se presidente da Casa de Machado de Assis, tendo sido reeleito para dirigi-la por longos 35 anos. À frente dos destinos da Academia, consagrou-se como o consolidador, o grande realizador, permanentemente devotado à tarefa de engrandecê-la espiritual e materialmente. A Academia tornou-se o centro de sua vida e ele converteu-se, com o passar do tempo, na própria encarnação da ABL, transfundindo-se na Instituição que tão bem dirigiu. Dentre as muitas realizações na Academia, além das atribuições regimentais, Austregésilo construiu o prédio de 29 andares do Centro Cultural do Brasil, anexo à Academia, inaugurado em 20 de julho de 1979. Nesse ano, recebeu o Prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte pela sua realização. Empreendeu a reforma do Solar da Baronesa, em Campos, RJ, que ele pretendia transformar na sede de um museu do século XIX, do Instituto Internacional de Cultura e da Biblioteca Varnhagen, da Academia Brasileira, planejada para abrigar um acervo de 250 mil volumes. Autorizou a criação do Banco de Dados.

Apesar de toda a sua dedicação à atividade literária, Austregésilo de Athayde é dono de uma bibliografia literária pequena e não deixou uma obra ficcional à altura da fama que conquistou. No entanto, é praticamente impossível que haja, na história da literatura e mesmo do jornalismo de nosso País, alguém que tenha escrito mais do que ele. Gabava-se de ser o mais antigo editorialista e articulista em atividade, em todo o mundo. "Não me interesso em publicar livros", disse ele, em entrevista. "Como jornalista, eu fiz literatura. Sou jornalista e quero ser jornalista, intérprete do meu tempo e profeta do futuro de meu País."

Desde os tempos de colaborador do jornal A Tribuna e de tradutor na agência de notícias Associated Press, em 1918, até poucas semanas antes de sua morte, Mestre Athayde colocou seus pensamentos e suas idéias no papel, e poucas vezes deixou de publicar alguma matéria nos jornais e revistas de nosso País. Orgulhava-se de afirmar:

"Jamais escrevi um artigo que não expressasse a linha de minhas convicções democráticas. Nunca elogiei partidos, homens ou grupos". (...) "Sou incapaz de ser a favor de homens. Sou a favor de idéias, de pontos de vista. O que almejo mesmo é o pensamento democrático, a preservação de nossa unidade nacional e o bem do povo brasileiro."

Austregésilo de Athayde sempre relembrava com prazer e vaidade os acontecimentos de sua longa existência, durante a qual recebeu cento e setenta medalhas, placas e condecorações. Dizia ele que o ato mais importante de sua vida fora ter escrito a Declaração Universal dos Direitos do Homem, obra que o projetara no mundo inteiro e era o seu grande motivo de orgulho.

fonte de origem:
http://www.academia.org.br/abl/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm%3Fsid%3D137/biografia

Domingo Na Usina: Biografias:Antonio Carlos Callado:



Nasceu em Niterói (RJ), no dia 26 de janeiro de 1917. Jornalista, romancista, biógrafo teatrólogo e bacharel em Direito, começou a trabalhar, como repórter e cronista, em O Correio da Manhã. Durante a Segunda Guerra Mundial, em 1941, foi contratado pela BBC de Londres como redator, lá trabalhando até maio de 1947. Trabalhou também, nesse período, no serviço brasileiro da Radio-Diffusion Française, em Paris. De volta ao Brasil, voltou a seu antigo emprego e  passou a colaborar com o jornal O Globo. Em 1960, deixou o Correio da Manhã e foi cuidar do lançamento, no Brasil, da Enciclopédia Barsa. Após 1963, foi redator do Jornal do Brasil, que o enviou, em 1968, ao Vietnã em guerra. Em 1974 esteve como Visiting Scholar em Corpus Christi College, Universidade de Cambridge, Inglaterra. Passou o segundo semestre de 1981 lecionando, como Visiting Professor, na Columbia University, Nova York. Aposentou-se como jornalista em 1975, mas continuou a colaborar na imprensa. Em abril de 1992 tornou-se colunista da Folha de S. Paulo.

Além das atividades jornalísticas, dedicou-se sempre à literatura. Após seus dois primeiros romances, Assunção de Salviano (1954) e A madona de cedro (1957), nos quais persiste uma nítida preocupação religiosa a informar e até mesmo a condicionar o transcurso da aventura e a temática, Callado se encontra com os principais temas de sua obra através do jornalismo, e escreve livros de reportagem e obras literárias engajadas com as grandes questões de seu tempo. Entre os mais importantes, estão Quarup (1967), Bar Don Juan (1971), Reflexos do baile (1976), Sempreviva (1981), que apresentam um retrato do Brasil durante o regime militar, do ponto de vista dos opositores. Seu engajamento lhe custou duas prisões: uma em 1964, logo após o golpe militar, e outra em 1968, após o fechamento do Congresso com o AI-5.

Teatrólogo, reuniu quatro de suas peças no volume A Revolta da Cachaça, em 1983. Uma delas, Pedro Mico, encenada em muitas ocasiões, foi transformada em filme que teve como ator principal o ex-jogador de futebol Pelé. Em março de 1987 participou, em Paris, do Salon du Livre, a convite do Ministério da Cultura da França. Em novembro de 1990 representou o Brasil na semana “De Gaulle en son siècle”, comemorativa do centenário do General Charles de Gaulle.

Em 1958 recebeu, na Embaixada da Itália no Rio de Janeiro, a medalha da Ordem do Mérito da República Italiana. Em 1982 foi à Alemanha, como vencedor do Prêmio Goethe, do Goethe Institut do Rio de Janeiro, com o romance Sempreviva. Em setembro de 1985 recebeu, pelo conjunto de suas obras, o Prêmio Brasília de Literatura, da Fundação Cultural do Distrito Federal. Em outubro de 1985 recebeu, na Embaixada da França em Brasília, a Medalha das Artes e das Letras, das mãos do Ministro da Cultura Jack Lang; em maio de 1986, o prêmio Golfinho de Ouro, de Literatura, outorgado pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro; em 1989, o troféu Juca Pato, da União Brasileira dos Escritores, por ter sido eleito “Intelectual do Ano”.

Eleito para a Academia Brasileira de Letras em 17 de março de 1994, Cadeira n. 8, na sucessão de Austregésilo de Athayde, foi recebido em 12 de julho de 1994 pelo acadêmico Antonio Houaiss.

Era membro da The Corpus Association, do Corpus Christi College, Cambridge (Inglaterra).

Faleceu no Rio de Janeiro (RJ), no dia 28 de janeiro de 1997.

Principais obras:

Esqueleto na lagoa Verde, reportagem (1953);

A assunção de Salviano, romance (1954);

A cidade assassinada, teatro (1954);

Frankel, teatro (1955);

A madona de cedro, romance (1957);

Retrato de Portinari, biografia (1957);

Pedro Mico, teatro (1957);

Colar de coral, teatro (1957);

Os industriais da seca, reportagem (1960);

O tesouro de Chica da Silva, teatro (1962);

Forró no engenho cananéia, teatro (1964);

Tempo de Arraes, reportagem (1965);

Quarup, romance (1967);

Vietnã do Norte, reportagem (1969);

Bar Don Juan, romance (1971);

Reflexos do baile, romance (1976);

Sempreviva, romance (1981);

A expedição Montaigne, romance (1982);

A revolta da cachaça, teatro, reunião de 4 peças (1983);

Entre o deus e a vasilha, reportagem (1985);

Concerto carioca, romance (1985);

Memórias de Aldenham House, romance (1989);


O homem cordial e outras histórias, contos (1993).

fonte de origem:

Domingo Na Usina: Biografias; Enrique Flores Magon:



(Teotitlan del Camino, Oaxaca, 13 de abril de 1877 - † Cidade do México em 28 de outubro de 1954) jornalista e político mexicano. Ele foi um dos três irmãos Flores Magón
Biografia
Seus pais eram Margarita Magon e Teodoro Flores. Ele era o caçula de três irmãos Flores Magón, ele passou os primeiros anos de sua infância em Oaxaca e sua família migraram para a Cidade do México. Estudar na capital em 1892, quando ele se envolveu em manifestações contra o terceiro mandato do presidente Porfirio Diaz, começou muito jovem no jornalismo com seus irmãos Jesus e Ricardo, em 1902, quando ele estava trabalhando em O filho Ahuizote Ricardo foi preso na prisão militar de Santiago Tlatelolco. Na prisão, eu tive a oportunidade de discutir com seu irmão nas idéias de autores como Peter Kropotkin, Faure, Errico Malatesta, Jean Grave, Maxim Gorky e Pierre-Joseph Proudhon, e discutiram a possibilidade de divulgar propaganda, anarquista no México.

Ao sair da prisão em janeiro de 1903 reeditado O filho Ahuizote a 05 de fevereiro na varanda do escritório do jornal colocou uma grande crepe preto e uma faixa com os dizeres "A Constituição está morta ..." mesmo Enrique Flores Magon desenhar. Em 02 de abril, ele participou do surgimento dos liberais em uma manifestação em favor de Porfirio Diaz e se transformou em um protesto jogando "morrer" ditador.

Em 11 de abril de 1903 foi capturado e mantido na prisão em Belém Cidade do México. Quando lançou um decreto de Porfirio Diaz proibiu qualquer publicação ou a escrita de Flores Magon, sob pena de punição severa para a impressora. A repressão política do governo mexicano forçado Enrique e Ricardo Flores Magon a deixar o país. Os últimos dias de 1903 chegou em Laredo, Texas.

Ele viveu em várias cidades dos Estados Unidos e Canadá esconder sua identidade e endereço constante mudança, muitas vezes perdendo o contato com seu irmão. Em St. Louis, Missouri, como tesoureiro assinou o Programa do Partido Liberal Mexicano, em 1906.

Ele re-editado no Estados Unidos o jornal Regeneração fundada em 1900 pelos irmãos Jesus e Ricardo, e organizada rede clandestina para distribuição no México até 1917, quando ele é separado do Conselho de Organização do Partido Liberal Mexicano eo grupo editor Regeneração.

Após a morte na prisão de seu irmão Ricardo, em 1922 ele voltou para o México em 1923. Ele teve desentendimentos com outros membros do que foi o Meeting Organizadora do PLM.

Em 1933, junto com líderes da Liga Agrária Nacional, ele participou da fundação da Confederação Camponesa do México em San Luis Potosi, que apoiou a candidatura de Lazaro Cardenas.

Ele se reuniu com o historiador Samuel Kaplan e sua conversa do livro "Nós combater a tirania, um pioneiro revolucionário mexicano conta sua história", foi publicado, publicado em 1958.

Ele morreu em Cidade do México em 28 de outubro de 1954.

fonte de origem:

Domingo Na Usina: Biografias:Miguel Venegas SJ:



(Puebla de los Angeles, 1680-1764) era um administrador e historiador jesuíta conhecido por suas reportagens sobre o processo de cristianização dos indígenas do Sul do península de Baja California. Seus escritos incluem dados geográficos, históricos e etnográficos sobre os povos nativos, especialmente os pericúes e guaicuras. Venegas nunca soube pessoalmente Baja California.

Biografia 
Venegas nasceu na cidade de Puebla e serviu maior parte de sua vida no centro do México. Em meados da década de 1730, foi atribuído a tarefa de escrever um relatório sobre as missões da Companhia de Jesus, na Califórnia. Parece que esta atribuição foi motivada, de alguma forma a apoiar os missionários na Califórnia após a rebelião dos pericúes (1734). O historiador teve acesso a correspondência e relatórios de monges para realizar seu trabalho. Ele também correspondeu com essas finalidades missionários de alargar as informações disponíveis.

Empresas Apostólica / Notícias Califórnia 
Seu manuscrito intitulado Empresas apostólicas -de-600 páginas foi concluída em 1739. Ele foi enviado para a Espanha, mas permaneceu inédito por um longo tempo, em parte porque o estilo de escrita prolixo Venegas, mas também pela sensibilidade cíclica da relação entre os jesuítas ea Coroa espanhola. Outro historiador jesuíta Andrés Marcos Burriel, revisou o manuscrito de Venegas em 1750, e, em seguida, foi impresso em 1757 com o título de Notícias da Califórnia. O texto foi traduzido para o Inglês em (1759), holandês (1761-1762), francês (1.766-1.767), e alemão (1769-1770), tornando-se uma fonte básica de vida na Califórnia. A edição fac-símile do manuscrito foi publicado pela Universidade de Baja California Sur, em 1979.

Venegas também escreveu uma biografia de Juan Maria de Salvatierra, fundador do sistema de missão na Califórnia Vieja (1754, 1929) e outro relacionado catolicismo (1931, 1954b) trabalho.

Referências [editar]
Venegas, Miguel. 1731. manual de sacerdotes para administrar os sacramentos, e outros ecclesiásticas exercer funções de acordo com o ritual romano. JD Hogal, México.
Venegas, Miguel. 1754. O apóstolo Mariano representada na vida de VP Juan Maria de Salvatierra, da Companhia de Jesus. Maria de Rivera, Cidade do México.
Venegas, Miguel. 1754b. A vida e virtudes da VP Juan Bautista Zappa da Companhia de Jesus. Paul Nadal, Barcelona.
Venegas, Miguel. 1757. Notícias da Califórnia, e sua conquista temporária e espiritual para o tempo presente. Viúva de M. Fernández, Madrid.
Venegas, Miguel. 1759. A Natural e História Civil da Califórnia. James Rivington e James Fletcher, em Londres.
Venegas, Miguel. 1761-1762. Natuurlyke em burgerlyke Historie van Califórnia. Johannes Enschede, você Haerlem, Holanda.
Venegas, Miguel. 1766-1767. Histoire Naturelle et civile de la Californie. Chez Durand, Paris.
Venegas, Miguel. 1769-1770. Natürliche bürgerliche und Geschichte von Californien. Meyerschen Buchhandlung, Lemgo, Alemanha.
Venegas, Miguel. 1929 Juan Maria de Salvatierra da Companhia de Jesus, missionário na Província da Nova Espanha, e Conqueror Apostólica do Californias. Arthur H. Clark, Cleveland, Ohio.

Venegas, Miguel. Califórnia 1979. Obras pai Miguel Venegas, SJ 5 vols. Universidade Autônoma de Baja California Sur, La Paz, no México.

fonte de origem:

Domingo Na Usina: Biografias: Vicente Leñero:



Nasceu em Guadalajara, Jalisco, em 9 de junho de 1933. Ele foi eleito 11 de março de 2010 para o quarto ocupante da cadeira XXVIII. Ele assumiu o cargo em 26 de maio de 2011.

Ele estudou engenharia civil na Universidade Nacional Autônoma do México e do jornalismo na Escola Carlos Septien Garcia. Entre suas obras são maçons (1963), O símbolo (1967), O Evangelho de Lucas Falcão (1979), Murder (1985) e da Vida para ser (1999). Ele era vice-diretor da revista Proceso de 1977 a 1998. Ele também recebeu uma bolsa de estudos do Instituto de Cultura Hispânica em Madrid em 1956, e no final da próxima década, o Centro Mexicano de Escritores e da Fundação Guggenheim.


Ele recebeu prêmios como o Prêmio Biblioteca Breve Seix Barral, em 1963, prêmio Xavier Villaurrutia para sua antologia A inocência deste mundo em 2001 eo Prêmio Nacional de Artes e Ciências do México, na área de Língua e Literatura, edição de 2001. Ele faleceu em 03 de dezembro de 2014.
"O drama é permanente. O teatro é efêmero", Vicente Leñero em seu discurso inaugural

05 de janeiro de 2016


"Em defesa do drama"

Mas eu estou aqui, na cadeira asentándome meu querido amigo Victor Hugo Rascon Banda, que morreu há três anos. Sinto-me honrado sua batuta, não só para o transcendente da nossa amizade, mas porque ele representou como dramaturgo --representa aún-- a figura mais importante em uma geração: a chamada para Nova Dramaturgia mexicano Guillermo Serret, compelido para revigorar ...
Academia Mexicana da Língua
Leia a história completa
Projeto para comemorar dramaturgo Vicente Leñero articulado

18 dezembro de 2015
Como um tributo e para celebrar a obra do renomado dramaturgo Vicente Leñero (1933-2014), a Companhia de Teatro Nacional (NTC), divulgado em meados de Janeiro para uma assembléia em que os quadros são tecidas obras maçons, Pueblo rejeitado eo julgamento do júri Leon Toral e mãe Conchita.
 Esta encenação é a primeira parte de uma trilogia, do qual o CNT articulada como ...
La Jornada
Leia a história completa
Vicente Leñero: a paixão pela verdade

30 de novembro de 2015
Francisco Prieto
A vida e obra de Vincent Leñero têm uma interconexão perfeita, o que é incrível, talvez única no escritor não autobiográfico e intimista apenas uma vez em seu primeiro romance, A voz de dor, reescrito anos mais tarde, sob o título A poder das palavras.

Que a vida, que foi em 3 de Dezembro de 2014, continua em vigor e ambos vida e obra testemunham a ...

fonte de origem:

Domingo Na Usina: Biografias:Nadine Gordimer:



(Joanesburgo, 20 de novembro de 1923 — Joanesburgo, 13 de julho de 2014[1] [2] ) foi uma escritora sul-africana. É autora de mais de 30 livros, na sua maioria crônicas sobre a deterioração social que afetou a África do Sul durante o regime do apartheid. Desde o romance de estreia, The Lying Days (1953), até The Conservationist (1974), obra com que foi vencedora do Prêmio Man Booker, dedicou-se a dramatizar as difíceis escolhas morais surgidas numa sociedade marcada pela segregação racial.

Recebeu o Nobel de Literatura de 1991 e, mais recentemente, a Legião da Honra, na França. Continua a explorar os problemas que assolam o país em livros como O engate (2004) e Beethoven Was One-Sixteenth Black (Beethoven era 1/16 Negro), uma coletânea de contos ainda no prelo.

A escritora foi uma das mais importantes vozes contra o apartheid na África do Sul e, a maior parte dos seus mais de 30 livros, foi focada na situação social do país durante esse período.[2]
Obras
FicçãoThe Lying Days (1953)
A World of Strangers (1958)
Occasion for Loving (1963)
The Late Bourgeois World (1966)
A Guest of Honour (1970)
The Conservationist (1974) - vencedor do Prêmio Man Booker de 1974
Burger's Daughter (1979)
July's People (1982)
A Sport of Nature (1987)
My Son's Story (1990)
None to Accompany Me (1994)
The House Gun (1998)
The Pickup (2001)
Get a Life (2005)
Coletâneas de contos[editar | editar código-fonte]
Face to Face (1949)
Town and Country Lovers
The Soft Voice of the Serpent (1952)
Six feet of the Country (1956)
Not for Publication (1965)
Livingstone's Companions (1970)
Selected Stories (1975)
No Place Like: Selected Stories (1978)
A Soldier's Embrace (1980)
Something Out There (1984)
Correspondence Course and other Stories (1984)
The Moment Before the Gun Went Off (1988)
Jump: And Other Stories (1991)
Why Haven't You Written: Selected Stories 1950-1972 (1992)
Loot: And Other Stories (2003)
Peças[editar | editar código-fonte]
The First Circle (1949) publicado em Six One-Act Plays
Ensaios[editar | editar código-fonte]
The Essential Gesture (1988)
The Black Interpreters (1973)
Writing and Being (1995)
Outras[
On the Mines (1973)
Lifetimes Under Apartheid (1986).

fonte de origem:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Nadine_Gordimer 

Domingo Na Usina: Biografias: Paulina Chiziane:



(Manjacaze, Gaza, 4 de Junho 1955) é uma escritora moçambicana.[1]

Paulina Chiziane cresceu nos subúrbios da cidade de Maputo, anteriormente chamada Lourenço Marques. Nasceu numa família protestante onde se falavam as línguas Chope e Ronga. Aprendeu a língua portuguesa na escola de uma missão católica. Começou os estudos de Linguística na Universidade Eduardo Mondlane sem, porém, ter concluído o curso.

Participou activamente à cena política de Moçambique como membro da Frelimo (Frente de Libertação de Moçambique), na qual militou durante a juventude.[2] A escritora declarou, numa entrevista, ter apreendido a arte da militância na Frelimo. Deixou, todavia, de se envolver na política para se dedicar à escrita e publicação das suas obras. Entre as razões da sua escolha estava a desilusão com as directivas políticas do partido Frelimo pós-independência, sobretudo em termos de políticas filo-ocidentais e ambivalências ideológicas internas do partido, quer pelo que diz respeito às políticas de mono e poligamia, quer pelas posições de economia política marxista-leninista, ou ainda pelo que via como suas hipocrisias em relação à liberdade económica da mulher.

Iniciou a sua actividade literária em 1984, com contos publicados na imprensa moçambicana. Com o seu primeiro livro, Balada de Amor ao Vento, editado em 1990, tornou-se a primeira mulher moçambicana a publicar um romance.

Paulina vive e trabalha na Zambézia.

ObrasBalada de Amor ao Vento:
1.ª edição, 1990.
Lisboa: Caminho, 2003. ISBN 9789722115575.
Ventos do Apocalipse:
Maputo: edição do autor, 1993.
Lisboa: Caminho, 1999. ISBN 9789722112628.
O Sétimo Juramento. Lisboa: Caminho, 2000. ISBN 9789722113298.
Niketche: Uma História de Poligamia:
Lisboa: Caminho, 2002. ISBN 9789722114769.
São Paulo: Companhia das Letras, 2004.
Maputo: Ndjira, 2009, 6ª edição. ISBN 9789024796281.
As Andorinhas, 2009 1ª Edição, Indico Editores
O Alegre Canto da Perdiz. Lisboa: Caminho, 2008. ISBN 9789722119764.
Na mão de Deus,2013.
Por Quem Vibram os Tambores do Além, 2013
Prémios[editar | editar código-fonte]
Prémio José Craveirinha de 2003, pela obra Niketche: Uma História de Poligamia
Obras sobre Paulina Chiziane[editar | editar código-fonte]
MARTINS, Ana Margarida Dias. «The Whip of Love: Decolonising the Imposition of Authority in Paulina Chiziane’s Niketche: Uma História de Poligamia». in The Journal of Pan African Studies Vol.1, n.º. 3, março de 2006.
TEDESCO, Maria do Carmo Ferraz. Narrativas da Moçambicanidade: Os Romances de Paulina Chiziane e Mia Couto e a Reconfiguração da Identidade Nacional. Tese apresentada ao Departamento de História da Universidade Federal de Brasília. Brasília: Novembro de 2008.

fonte de origem: