sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede: Luiz Medina:QUANDO:


Quando fores dizer que não me amas,

prepara-me um tempo antes,

cobre-me de beijos e carícias,

consola-me antes de dizer.



Quando fores dizer que não me amas,

sorri-me como antigamente,

para que eu nem sequer desconfie,

e quando disseres, antes me ama.



Quando fores dizer que não me amas,

dize brincando, para que eu não acredite,
dize baixinho, para que eu não ouça,
dize que foi para me fazer ciúmes.

Luiz Medina
Do livro PAVIO D’SPERANÇA.

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede: Fernando Antonio Marques: AMOR COVARDE:


Eu te encontrei um dia
Por amor nos atraímos
Enquanto você sorria
Já sabia o que sentimos
E como por covardia
Contra o amor que sentia
Desistiu do que queríamos.








Sexta Na Usina: Poetas Da Rede:Marcos Welinton Freitas:Badalo nº 12:



Foi o mar quem me fez assim,
Metade homem, metade peixe.
Trago-o no nome, poeta das águas.
É o que me faz assim,
No mergulho, sucumbo,
E novamente começo.
Filho da grande Deusa,
Iemanjá, mãe d’água.


Foi o mar quem me fez assim,

Metade homem, metade lei.

Pudor e despudor.

Horror e contemplação. 

Serviçal de Afrodite.

Amante das coisas fugidias,

Abençoado por luas

Que me lambem os instintos,
Estrelas que reluzem e fulguram em minha pele.
Calor de astros e tempestades de areia.



Foi o mar que me fez assim,

Suicídio e afogamento.

Amador das coisas efêmeras e dos prazeres carnais.

Lobo ensandecido,

Palhaço em Passárgada,

Canário das águas.

Servo de Oxum.



Marcos W. Freitas.






















Link para adquirir o Livro: "Enquanto Deus Dormia."

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede:Manuel Alejandro Siguencia ananás:Pensamientos Erróneos.:


El infierno parece interminable,
cuando el mundo te pone falsas alegrías,
droga, sexo y alcohol se convierte en el placer,

y entras al instinto animal que cada persona contenemos.

Una copa puede ser el inicio del fin,
un polvo puede ser el adiós de tus metas,
el frenesí de la lujuria en el sexo,
el comienzo de un mar de lamentos y lagrimas.

Piensa en la vida que te rodea,
¿que harás cuando el mundo te deje solo?
¿como saldrás adelante si has destruido del todo tu vida?
no digas que el planeta es malo,
si el camino que eliges es un destino vano.

Oye el silencio de tu alma,
cuando caigas en el pantano que te creaste,
veras que el mejor camino es la perseverancia,
las ganas de superarse y de no dejarse vencer.

No te comprometas en arruinar la vida de otro,
en cambio busca salida al mundo de la perdición,
oye a los guerreros de antaño,
por que ellos mismo te relatan el sufrimiento,
que con los alucinógenos han pasado.

Palabras De La Vida
Manuel Alejandro Siguencia Piña
Pensamentos errados.



O inferno parece interminável,
Quando o mundo te põe falsas alegrias,
Droga, sexo e álcool torna-se o prazer,
E você usa o instinto animal que cada pessoa contenemos.

Uma Taça pode ser o início do fim,
Um pó pode ser o adeus de suas metas,
O frenesim da luxúria no sexo,
O início de um mar de lamentações e lagrimas.

Pense na vida que te rodeia,
Que fará quando o mundo te deixe só?
Como você sairá em frente se você destruído do tudo sua vida?
Não digas que o planeta é mau,
Se o caminho que você escolher é um destino vão.

Ouve o silêncio da sua alma,
Quando caigas no pântano que você criou,
Sinceramente que o melhor caminho é a perseverança,
A vontade de ser ultrapassados e de não se deixar vencer.

Você não comprometas em arruinar a vida de outro,
Em contrapartida encontre saída ao mundo da perdição,
Ouve os combatentes de outrora,
Por que eles mesmo te relatan o sofrimento,
Que com os alucinogénios passaram.

Palavras da vida

Manuel Alejandro Siguencia ananás

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede: Manuel Jesus Kabalcanty Gonzalez Carrasco: SILENCIO :


Será muy convincente el ruido
cuando nos lleva sin querer ir,
nos seduce en la gran impotencia,

y nos asiente incrédulos

entre este aturdidor silencio.
Silencio entre tus labios
como una enorme palabra
que se extiende en nuestra piel
y quebranta el tiempo.
El viento mudo que nos agita
tan estáticos
taladrando la espera 
ansiada en el apéndice
de la vidriosa mirada.
Ni nuestros sexos existen
o son falos o vaginas excesivas
que descansan del placer
o se retuercen 
empalagosos de esperma. 
Silencio
que se precia imposible
en el salto mortal
de la hoja de otoño.
Una flauta distante
sobre la urgencia de una sirena
enroscada en nuestras pestañas
como una lágrima de cal
burbujeando sobre el cemento.
Silencio imperceptible de la vida
en una canoa al pairo
sobre un mar helado.
Silencio,
escuchemos desatentos,
silencio,
aturdidor silencio.

© Kabalcanty
(Fotografía de Ignacio Llamas)
- silêncio -



Será muito convincente o ruído
Quando nos leva sem querer ir,
Nos seduce na grande impotência,
E nos consente cépticos
Entre este aturdidor silêncio.

Silêncio entre seus lábios
Como uma grande palavra
Que se estende na nossa pele
E viola o tempo.
O vento mudo que nos agita
Tão estáticos
Taladrando a espera
Aguardada no anexo
Da Vidriosa olhar.
Nem os nossos sexos existem
Ou são falos ou vaginas excessivas
Que jazem do prazer
Ou se retuercen
Cristãos, enjoativos de esperma.
Silêncio
Que orgulha-se impossível
No salto mortal
Da Folha de outono.
Uma flauta lejano
Sobre a urgência de uma sereia
Enroscada nas nossas guias
Como uma lágrima de cal
Burbujeando sobre o cimento.
Silêncio imperceptível da vida
Em uma canoa ao pairo
Sobre um mar gelado.
Silêncio,
Ouçamos desatentos,
Silêncio,
Aturdidor silêncio.

© Kabalcanty

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede:José Rafael Díaz :En el Calor de la Noche:


No me olvidé!
De las calles de tu mente, las veredas de tu alcoba , las hondonadas en tu vientre, los humedales de tu cama...

Un recuerdo estático de mis sentidos y
el pasado. Rítmico acetato de aquel recuerdo. Algarabía deambulando en mis nostalgias por aquellas noches donde la pasión, protagonista principal 
en nuestros deseos nos agredía con caricias previas y besos explícitos del deseo.
Aún me miro en tu mirada, llena de reflejos románticos de noches pasadas donde hubo risas alocadas y mucho amor del bueno...

No hubo tiempo para declararte mi amor eterno, me cerrabas los labios con los tuyos reclamando el silencio de nuestra boca para que se comunicaran nuestros cuerpos llenos del calor de la noche en ardientes espectros diluidos en amores y dulces 
Quereles.

Somos, el atropello apasionado de dos corazones enamorados y apegados a un sentimiento con significado absoluto... ¡Amor!
José Rafael Díaz 
Autor 
07-16-2015
Copyright 
Cidra, Puerto Rico
No calor da noite



Não me esqueci!
Das Ruas de sua mente, as veredas de seu quarto, as hondonadas em seu ventre, os pântanos da sua cama...

Uma lembrança fbml de meus sentidos e
O passado. Rítmico Acetato de aquele recordo. Muito barulho vagueava em meus nostalgias por aquelas noites onde a paixão, protagonista principal
Em nossos desejos nos agredía com caricias prévias e beijos explícitos do desejo.
Ainda me vejo em seu olhar, cheia de reflexos românticos de noites passadas onde houve risos alocadas e muito amor do bom...

Não houve tempo para declararte meu amor eterno, me cerrabas os lábios com os seus reclamando o silêncio de nossa boca para que se informassem sobre nossos corpos cheios do calor da noite em ardentes espectros diluídos em maravilhas e doces
Quereles.

Somos, o atropelamento apaixonado de dois corações apaixonados e presos a um sentimento com significado absoluto... Amor!

José Rafael Díaz
Autor
07-16-2015
Direitos autorais
Cidra, porto rico

Pensamento do Dia:

Que eu seja odiado pelos sábios, mas nunca venerado pelos tolos.

Para ler ou baixar o livro clique no link: