sexta-feira, 3 de março de 2017

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede:Edson Castro:A BALBÚRDIA DO TREM!


Aqui na Rua Barão de Vila Viçosa,
O trem toda hora vai, o trem toda hora vem!
Ferrovia Brasileira desativada, coisa vergonhosa,

Gastos supérfluos, o trem vai, o trem vem!

Por que toda hora, todo dia, faliu a ferrovia,
Mas, toda hora esse trem vai, esse trem vem!
É assim, aqui em Santo Amaro, na Bahia,
Faz o que de útil esse danado e chato trem?

Aos sábados, domingos e até ao feriado,
Pra que toda hora esse vai, esse vem?
Deste modo, domingo a domingo, é condenado,
Entretanto, esse trem vai, esse trem vem!

Pra quem e o que transporta, coisa forjada?
Mas, toda hora esse trem vai, esse trem vem!
Não pára, move-se até pela alta madrugada,
Que tanto excremento carrega esse trem?

Aos ouvidos da massa, só zoada e buzinaço,
Mas, toda hora esse trem vai, esse trem vem!
Só poluição, ninguém suporta esse bagaço, 
Com ou sem os vagões lá vem o trem!

Até parece que aqui não reside ninguém,
Não tomam providências contra o endiabrado!
Mas, toda hora esse trem vai, esse trem vem,
Tempos parado na linha, povo desesperado!

Será que sabem o itinerário, se há fiscalização?
Demagogia raia para o funcionamento do trem,
Após desastre ecológico, tragédia, muita comoção,
Mas, toda via, esse trem vai, esse trem vem!

Edson Castro
Santo Amaro – BA.

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede: Flabio Martí:


no todo aquello que era ilusión está perdido,
la luna blanca, la arena gris y la huellas que deja,
los obsesivos y viejos acordes de una melodía
que como sudor penetro mi piel hasta el alma

Al sentirme frágil sedado por ti, por el deseo,
el cordero se convirtió en lobo de la estepa,
bajo la noche de luna vio despertar su instinto,
voluntariamente la presa ilusionada se entrego

tu sueño es algo que tú realmente has vivido, 
algo que sucedió inesperadamente una noche
caminar envuelto por la brisa que te quema,
su voz, sus ojos, una sonrisa perenne y lagrimas

El inconfundible murmullo llama a saciar la sed,
eterna la corriente del rio que lleva hacia el mar
solo se le ve pasar, regando la semilla a su paso
creando a los verdes prados de gloria o de olvido

una luz que ilumino el alma no la puedes apagar,
dicen que lo que pasó en solo una noche de playa,
se debe quedar ahí, como una piedra en un rio,
eterna luna con sus hilos de plata la atara a tu vida

así de cada oportunidad nacieron los semí Dioses,
inmortales de vida perecedera, de actos perennes,
como destellar de relámpagos a ellos si olvidaran

pero la noche permanecerá, el fuego en la piel 
no se puede apagar, las brasas no conocen de olvido,
quedará en cada mirada, cada beso, cada caricia

así su llama quedara encendida en un lugar del cielo
un lucero es esa luz que llama hacia el final del camino
encendido en un simple destello de amor de una noche

Ganado tengo el pan… Hágase el verso!!
calma me dijo y beso mis labios, mientras me sonreía,
sude al sentir su talle en mis manos,
y que todo en mi ardía… cambiemos de tema 
caminemos juntos solo tú y yo
y dejemos las lágrimas... me dijo
para cuándo las podamos secar a besos…

Flabio Marti and bad co. 
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México México
Nem tudo aquilo que era ilusão está perdido,

A Lua Branca, a areia cinzenta e impressões que deixa,

Os obsessivo e velhos acordes de uma melodia
Que como suor penetro minha pele até a alma

Ao me sentir frágil sedado por você, o desejo,
O Cordeiro se tornou lobo da estepa,
Sob a noite de lua viu despertar o seu instinto,
Voluntariamente a barragem ilusionada entrego-se

Seu sonho é algo que você realmente você morou,
Algo que aconteceu inesperadamente uma noite
Caminhar envolvido pela brisa que você queima,
A sua voz, seus olhos, um sorriso eterno e lagrimas

O inconfundível murmúrio ligue para saciar a sede,
Eterna a corrente do Rio que leva para o mar
Só lhe vá passar, regando a semente a sua passagem
Criando aos verdes prados de glória ou de esquecimento

Uma luz que ilumino a alma não pode apagar,
Dizem que o que se passou em apenas uma noite de praia,
Se deve ficar por aí, como uma pedra em um río,
Eterna Lua com seus fios de prata a atara à sua vida

Assim de cada oportunidade nasceram os semí deuses,
Imortais de vida perecedera, de actos perenes,
Como destellar de relámpagos a eles se esquecessem

Mas a noite permanecerá, o fogo na pele
Não se pode apagar, as brasas não conhecem de esquecimento,
Ficará em cada olhar, cada beijo, cada caricia

Assim a sua chama ficasse acesa num lugar do céu
Um Lucero é essa luz que ligue para o fim do caminho
/ desliga em um simples sinal de amor de uma noite

Gado tenho o pão... Faça se o verso!!

Calma me disse e beijo meus lábios, enquanto me sonreía,
Sude ao sentir sua talle nas minhas mãos,
E que tudo na minha lavrava... Mudemos de assunto
Nos movamos juntos só você e eu
E deixemos as lágrimas... Disse-me
Para quando as possamos secar a beijos...

Flabio Martí e mau co.
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O México

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede:Fernando Coello:


El Amor es ciego
¡Mentira!
La ciega eres tú.

El amor es todo

¡No es cierto!

La vida también lo es todo.
El amor lo puede todo
¡No es cierto!
A veces tu amor también fracasa
Lo das todo y él te devuelve poco.

El amor nunca muere cuando hay verdadero amor.
¡Mentira!
¡Es otro cuento de Disney!
El amor tiene fecha de vencimiento
a pesar de haber sido bueno.

El amor cambia todo
¡Otra mentira de cupido!
A veces tú misma cambias y dejas de amar
a alguien que antes te derretía.

El amor sana heridas
¡Otra idea equivocada!
A veces, la venganza también sana heridas.

Se ama una sola vez en la vida
¡Asu madre que tacañería!
Si fuera así, seria muy mezquina la vida
amamos varias veces MAL
y varias veces BIEN.

Amas según aprendiste a amar
Te dejas amar según aprendiste
AMAMOS SEGÚN NUESTRA HISTORIA DE AMOR
Todos tenemos ANTECEDENTES en el amor.

¿Cómo amas tú?
¿Bonito?
¿Mal?
¿Re-mal?
¿No sabes amar, porque solo te amas a ti?
¿como amas tu?
¿Qué dicen los ex?

Ya tienes edad suficiente para autocriticar
tu forma de amar...
y ya tienes la experiencia suficiente para CAMBIAR TU FORMA DE AMAR.

En la vida encontraras a HOMBRES que te van a enseñar dos cosas:
1. Cómo amar mal
2. Cómo amar bien
Los que enseñan a amar mal también te enseñan como son tus defectos.

"EL AMOR ES CUIDAR AL OTRO DE NUESTROS PROPIOS DEFECTOS Y así AMBOS pueden madurar juntos"
El amor real no es enamoramiento. "Para amar de verdad tendrías que dejar de estar tan enamorada¨ porque el amor real no es magia es realidad"
O amor é cego

Mentira!

A cega é você.

O amor é tudo
Não é verdade!
A vida também é tudo.

O amor pode tudo
Não é verdade!
Às vezes seu amor também falhar
O de las tudo e ele te devolve pouco.

O amor nunca morre quando há verdadeiro amor.
Mentira!
É outro conto da Disney!
O amor tem data de validade
Apesar de ter sido bom.

O amor muda tudo
Outra mentira de cupido!
Às vezes você mesma mudar e deixar de amar
Alguém que antes você derretía.

O amor saudável feridas
Outra ideia errada!
Às vezes, a vingança também saudável feridas.

Se ama uma única vez na vida
Asu mãe que mesquinhez!
Se assim fosse, séria muito mesquinha a vida
Amamos várias vezes mal
E várias vezes bem.

Donas segundo você aprendeu a amar
Você deixar amar segundo você aprendeu
Amamos de acordo com a nossa história de amor
Todos temos antecedentes no amor.

Como donas você?
Bonito?
Mal?
Re-mal?
Não sabe amar, porque só te amas a ti?
Como donas sua?
O que dizem os antigos?

Você já tem idade suficiente para autocriticar
Sua forma de amar...
E você já tem a experiência suficiente para mudar sua forma de amar.

Na vida encontraras a homens que você vão ensinar duas coisas:
1. Como amar mal
2. Como amar bem
Os que ensinam a amar mal você também ensinam como são os seus defeitos.

"o amor é cuidar do outro dos nossos próprios defeitos e assim ambos podem amadurecer juntos"

O amor real não é enamoramiento. "para amar de verdade devias que deixar de estar tão enamorada¨ porque o amor real não é magia é realidade"

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede:Fábio Cruz: Existencialismo:


A maior luta do homem.
É contra si mesmo.
Travada no silêncio da alma

Mórbida e calma

Ela vai sedimentando e aperfeiçoando.
Os caminhos são lúgubres
E estamos condicionados à liberdade.
Não adianta negar a si mesmo 
Culpar o próximo ou mesmo fugir
O homem está condenado a se fazer homem.

O viver é sempre uma angústia
O peso da liberdade 
É um fardo a ser carregado.
Então homen acate seu livre arbítrio
Encontre sua verdade verdadeira
Escolha seu caminho e não olhe pra traz
Não existe culpado ou inocente. 
Somos vítimas das nossas próprias escolhas.
(Fábio Cruz)

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede:Leonardo Lisbôa:


Viveres por Morreres, Morreres por Viveres.
Somos filhos de nosso tempo.
Nenhuma novidade há nesta sentença que é lugar comum para historiadores e filósofos.

Carregamos em nossa bagagem íntima a realidade da época de nossa formação humana. Sou filho da década de 60,70, 80 e 90 do século 20.

Estas décadas foram marcadas pelo pós-guerra, pela suposição supersticiosa do fim eminente, pela violência e pelo carpe diem.

Como o suposto fim se aproximava – ameaça atômica ou como pregavam os fanáticos religiosos – conscientemente ou não os caminhos percorridos eram os vícios – cigarros, os mais inocentes; o álcool; as drogas, o sexo livre – surgimento da AIDS, movimentos sócio-políticos compromissados coletivamente e sem compromissos consigo mesmos – guerras e comunidades alternativa, e, finalmente, o fanatismo religioso.

Eram todos caminhos que levavam à loucura. Tiravam as pessoas do equilíbrio, do bom senso. Caminhos que todos de alguma forma percorriam sem saber, de sã consciência, a razão de se embrenharem por eles.

Eram os “malucos-belezas” de Raul Seixas, os soldados de Cristo de Billy Graham ou Neimar de Barros. Eram também os anti-ditaduras bem como os anti-comunistas. Todos buscando alguma ideologia para justificarem esta ideia do fim e do caos. Quem não se entregava a alguma destas paixões se entregava a certa frivolidade, apatia ou desdém de tudo.

Era o fim do século! Era o fim do milênio.
Morria-se de magreza e câncer por tanto fumar. Morria-se drogado. Morria-se de AIDS. Morria-se de guerra. Morria-se de tortura pela ditadura. Morria-se de pobreza. Morria-se por combater o comunismo. Morria-se por combater o capitalismo. Morria-se de tédio. Morria-se de fanatismo com suas diversas formas como as vítimas de Jim Jones ou como se morria por Jesus.
O século vinte acabou bem como suas formas românticas de morrer.
O século 21 nasceu. E as pessoas morrem, continuam morrendo, de pós-modernidade. É a gordura mórbida que mata – nunca se viu tantos obesos; morre-se também por falta de valores e princípios – nunca se viu uma geração tão desnorteada por causa de orientações sexuais, por tanta liberdade de ser e ter, por tanto achar supostas soluções para tudo...
É o ser humano um ente angustiado e neurótico!
Morria-se por tanto fim, morre-se agora por ser sem fim.
Leonardo Lisbôa
Barbacena, 20/07/2015.

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede:Eduardo Benetti:



Punhalada ferina de uma mentira
Sangra meu peito líquido copioso
Chaga invisível que lancina em ardor
Que verte de minhas lágrimas o amor

Sob o sussurro de um choro lamurioso

Dor transfigurada na odiosa traição
Punhalada ferina de uma mentira
A queimar meu coração sobre a pira
E deixar meus restos em decomposição

São fragmentos de um crédulo morto
Atirados sob a perspectiva da realidade
Perdido na ilusão a viver a dura verdade
Em tortas promessas procura conforto

Em vão, deliro nas notas deste verso
Embriagado pela dor que vem e corrói
Quanto mais bebo, mais a chaga dói
Em linhas, com meus fantasmas converso...

Eduardo Benetti

Sexta Na Usina: Poetas da rede: João Batista De Melo:




te desenho em rendas

percorro os mais variados caminhos

contorno todas tuas linhas
mas desejo o mesmo destino
vou chegar
ao mesmo lugar


JBMN

Sexta Na Usina: Poetas da Rede:Dante Vitoriano Locateli:


Amor é doçura
Um poço de candura
Quem é você
que escolheu se perder.

Amor esse sentimento
Que eu adoro
Que eu lamento
É uma loucura.

Por tantos poetas desenvolto
Por dar ibope para ser pop
Para outros é perdição
Sem fazer fricote.

Acredite neste velho.
Fuja dele já
se voltar o aceite
deixe que volte
Não se revolte.

O amor é a pimenta
Que dá gosto e faz a boca arder.
Que nos olhos faz lacrimejar
e em vermelhidão não ver.

Amor é uma loucura
E a vida tem de ser louca
Para ser vida vivida.


Fazer o que?

Tem que ser sofrida.
Não me leve a sério
Porque eu sou louco.
Andarilho descalço


Nessa vida de caminhos

Perdido e maltrapilho.
Somente um andarilho.


AMANTE

Nós Amantes
somos somente caminhantes
andarilhos
maltrapilhos
Nesse mundo de caminhos
em uma terra de gigantes.

ANDARILHO (Versão completa de Amante  29/07/2015)

Dante Locateli

Fonte de origem:
http://naquelesegundo.blogspot.com.br/2015/07/andarilho-amor-e-docura-um-poco-de.html?m=1

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede:Luiz Alberto Quadros: Promessas:




Olhou o céu azul, anil,

de tão lindo parecia sorrir,

nos olhos uma lagrima gelada,
na face o rosa febril
mágoas de mil promessas,
juramentos não cumpridos.
-
Eram tudo, viraram nada,
juras ao pé dos ouvidos
que foram esquecidos
com a pressa de uma flecha.
-
Juramentos solenes
jogados a escanteios
sem qualquer enternecimento.
-
Prometer e não cumprir
coisas na vida que ensinam o viver.
-
As vezes viver é sofrer
a dor de ser a pretendida
que depois de usada
é simplesmente jogada,
deixada de lado,
até aprender que do nada
se tira uma força danada,
se rasga as juras esquecidas,
e esquecendo os tormentos da vida
levanta a cabeça, e segue a corrida,
pois se a lágrima era gelada
e a dor forte, dolorida,
nada de fato está perdido.
-
Mais vale enfrentar o aperto
esquecer o abatimento
e seguir novamente em frente.
-
A dor de uma promessa não cumprida
abate, dói e amargura a gente
mas passa quando se sente
que tem aquela força escondida.
-
Enxugou as lágrima e foi cuidar da vida.
===

Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves



Atenção.

Este blog não usa imagens obscenas e nem palavras vulgares.
O autor encontra-se sempre a disposição dos seus leitores.
A confiança e respeito é sempre o mais importante.
===

Pensamento do Dia:

Só calei porque o meu silêncio já dizia tudo.


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