quinta-feira, 9 de março de 2017

PRATA DA CASA INTERNATIONAL AWARD 2017: PRATA DA CASA - AUTOR

quinta-feira, 9 de março de 2017


PRATA DA CASA - AUTOR

PRATA DA CASA INTERNATIONAL AWARD 2017 PERSONALIDADE 2017 ANTÔNIO DE ARAÚJO SILVA - PARABÉNS! SUCESSO! Em Julho de 1994 se forma em Fotografia pela Associação de Belas Artes de São Bernardo do Campo. Em Janeiro de 1996 termina o curso de Introdução a Parapsicologia Aplicada, com o Professor Benjamim Bossa, na Paroquia São Geraldo Magela. Em julho de 2002 Ingressa na Humaniversidade Holística de São Paulo. Em novembro de 2003 recebe iniciação em Reiki nível I e II, na Humaniversidade Holística e centro Budista de Meditação. Em 2004 termina o curso de Naturopata, Massoterapia e Terapias complementares, pela Humaniversidade Holística de São Paulo, sendo que em setembro do mesmo conclui o nível III de Reiki. Em Setembro 2005 terminou sua formação de Primeiro Socorros em Quiropraxia, pela Universidade Livre Holística Casa De Bruxa em Santo André- São Paulo.......


PRATA DA CASA INTERNATIONAL AWARD 2017: PRATA DA CASA - AUTOR:
PRATA DA CASA INTERNATIONAL AWARD 2017 PERSONALIDADE 2017
ANTÔNIO DE ARAÚJO SILVA - PARABÉNS! SUCESSO!
 Em Julho de 1994 se forma em Fotograf...

Poesia De quinta Na Usina: D'Araújo: Lançamento do Livro: "A Lua sobre Nós" Poema: Que seja Rosa:



Que seja Rosa, o ano do teu cuidar.
Que seja Rosa, o mês do teu viver.
Que seja Rosa, Outubro, Novembro, Dezembro....
Que seja Rosa, a semana do teu pensar.
Que sejam Rosa, os dias do teu querer.
Que seja Rosa, as horas do teu pensar.
Que seja Rosa, os minutos do teu fazer.
Que seja simplesmente, Rosa, Maria, Joaquina, Josefa, Sophia..
Que seja Rosa, branca, preta, mulata, mestiça, parda amarela ou índia.
Mais que seja sempre Rosa, a paz que em ti habita, 
e que possa espalhar por entre todas as outas Rosas, em cada segundo do teu bem viver.
Que seja Rosa, com perfume de todas as Rosas, você mulher.

A mais bela Rosa, seja qual for o perfume ou a cor
.http://literaturaperiferica.com.br/ind…/a-lua-sobre-nos.html


Poesia de Quinta Na Usina:D'Araújo: Flores para Cegos:


Jaime, D'Araújo, Almério, e Marcos.




Como é doloroso um Jardim de belas flores,
Que os olhos externos que fingem ser cegos,
Para não ver a beleza que há, em cada olhar.
Nestas almas em prantos a sonhar,
com o tempo que vem,
na esperança de esquecer o tempo que foi,
e assim poder novamente exalar todo seu perfume,

que há nas novas primaveras do novo tempo que virá.


D'Araújo: Poema dedicado as belas flores(Mulheres) do Presídio Feminino do BUTANTAN.

Poesia De quinta Na Usina: Augusto dos Anjos: VERSOS A UM CÃO:



Que força pôde adstrita e embriões informes, Tua garganta estúpida arrancar
Do segredo da célula ovular Para latir nas solidões enormes?

Esta obnóxia inconsciência, em que tu dormes, Suficientíssima é, para provar
A incógnita alma, avoenga e elementar Dos teus antepassados vemiformes.

Cão! -- Alma do inferior rapsodo errante! Resigna-a, ampara-a, arrima-a, afaga-a, acode-a A escala dos latidos ancestrais...

E irás assim, pelos séculos adiante,

Latindo a esquisitíssima prosódia


Da angústia hereditária dos teus pais!

Poesia De Quinta Na Usina: Augusto dos Anjos: SONETO:




Ao meu primeiro filho nascido morto com 7 meses incompletos. 2 fevereiro 1911.

Agregado infeliz de sangue e cal, Fruto rubro de carne agonizante, Filho da grande força fecundante De minha brônzea trama neuronial,

Que poder embriológico fatal Destruiu, com a sinergia de um gigante, Em tua morfogênese de infante

A minha morfogênese ancestral?!

Porção de minha plásmica substância, Em que lugar irás passar a infância,

Tragicamente anônimo, a feder?!

Ah! Possas tu dormir, feto esquecido, Panteisticamente dissolvido

Na noumenalidade do NÃO SER!

Poesia De Quinta Na Usina: Fernando Pessoa:A minha vida é um barco abandonado:


 A minha vida é um barco abandonado
Infiel, no ermo porto, ao seu destino.
Por que não ergue ferro e segue o atino
De navegar, casado com o seu fado ?
Ah! falta quem o lance ao mar, e alado
Torne seu vulto em velas; peregrino
Frescor de afastamento, no divino
Amplexo da manhã, puro e salgado.
Morto corpo da ação sem vontade
Que o viva, vulto estéril de viver,
Boiando à tona inútil da saudade.
Os limos esverdeiam tua quilha,
O vento embala-te sem te mover,
E é para além do mar a ansiada Ilha.

Poesia De Quinta Na Usina: Machado de Assis: MUNDO INTERIOR:



Ouço que a Natureza é uma lauda eterna
De pompa, de fulgor, de movimento e lida,
Uma escala de luz, uma escala de vida
De sol à ínfima luzerna.
Ouço que a natureza, — a natureza externa, —
Tem o olhar que namora, e o gesto que intimida
Feiticeira que ceva uma hidra de Lerna
Entre as flores da bela Armida.
E contudo, se fecho os olhos, e mergulho
Dentro em mim, vejo à luz de outro sol, outro abismo
Em que um mundo mais vasto, armado de outro orgulho,
Rola a vida imortal e o eterno cataclismo,
E, como o outro, guarda em seu âmbito enorme,

Um segredo que atrai, que desafia — e dorme.

Poesia De Quinta Na Usina: Machado de Assis: A ARTUR DE OLIVEIRA, ENFERMO:




Sabes tu de um poeta enorme
Que andar não usa
No chão, e cuja estranha musa,
Que nunca dorme,
Calça o pé, melindroso e leve,
Como uma pluma,
De folha e flor, de sol e neve,
Cristal e espuma;
E mergulha, como Leandro,
A forma rara
No Pó, no Sena, em Guanabara
E no Escamandro;
Ouve a Tupã e escuta a Momo,
Sem controvérsia,
E tanto ama o trabalho, como
Adora a inércia;
Ora do fuste, ora da ogiva,
Sair parece;
Ora o Deus do ocidente esquece
Pelo deus Shiva;
Gosta do estrépito infinito,
Gosta das longas
Solidões em que se ouve o grito
Das arapongas;
E, se ama o lépido besouro,
Que zumbe, zumbe,
E a mariposa que sucumbe
Na flama de ouro,
Vaga-lumes e borboletas,
Da cor da chama,
Roxas, brancas, rajadas, pretas,
Não menos ama
Os hipopótamos tranqüilos,
E os elefantes,
E mais os búfalos nadantes
E os crocodilos,
Como as girafas e as panteras,
Onças, condores,
Toda a casta de bestas-feras
E voadores.
Se não sabes quem ele seja
Trepa de um salto,
Azul acima, onde mais alto
A águia negreja;
Onde morre o clamor iníquo
Dos violentos,
Onde não chega o riso oblíquo
Dos fraudulentos;
Então, olha de cima posto
Para o oceano,
Verás num longo rosto humano
Teu próprio rosto.
E hás de rir, não do riso antigo,
Potente e largo,
Riso de eterno moço amigo,
Mas de outro amargo,
Como o riso de um deus enfermo
Que se aborrece
Da divindade, e que apetece

Também um termo...

Poesia De quinta Na usina:Fernando Pessoa: Mestre.


Mestre são plácidas
Todas as horas
Que nós perdemos,
Se no perdê-las,
Qual numa jarra,
Nós pomos flores.
Não há tristezas
Nem alegrias
Na nossa vida.
Assim saibamos,
Sábios incautos,
Não a viver,
Mas decorrê-la,
Tranqüilos, plácidos,
Lendo as crianças
Por nossas mestras,
E os olhos cheios

De Natureza ...

Pensamento do Dia:

Para amar não existe razão. Pois as razões a gente cria para poder odiar.


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