sexta-feira, 14 de abril de 2017

Pensamento do Dia:

Como é doloroso o exercício do viver, em uma sociedade onde a única preocupação de cada ser, é descobrir uma forma de como conseguir a fatia maior do bolo.


Esta e mais de 90 outras frases estão nesta obra:
Para baixar o livro Grátis, é só clicar no link abaixo:

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede:Rodrigo Schiavini:O SENTIDO DO AMOR:



Enquanto muitos passam pela vida e aportam na velhice no barco da desilusão, 
desencantados, os que elegeram para suas vidas o amor, navegarão em águas tranquilas.
Pessoas assim vivem intensamente, produzindo o bem, semeando alegrias em seu redor, 
sendo felizes. Enquanto outros vão à cata de aventuras, ou se propõem a uma caça à felicidade,
 esses, por terem elegido o amor como sentido do viver, saúdam cada dia com gratidão.
Espalharam as sementes do amor em profusão e colhem seus frutos sazonados.
Essas pessoas não se permitiram perder os tesouros dos minutos.
Minutos de um dia de sol, de um gesto de carinho, de uma palavra gentil, de uma declaração amorosa inesperada.
Pense nisso: aproveite hoje, a partir de agora, cada minuto, para experienciar o amor.
Ame e ensine a amar. Expresse ao outro seu amor. Construa sua felicidade!






Link para adquirir o Livro: "Enquanto Deus Dormia."

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede: Diego Felber: CIELO:


Es tán profunda la soledad
que mis lagrimas se secaron solas,
es ahí dónde no existió consuelo
ni hubo manos que me acariciaran.





He visto la noche caer,

los cometas brillar

las estrellas enloquecer

y una luna triste llorar.




Llora por tu ausencia
por tu silencio
por tu lejanía
y tu olvido.

Autor: Diego Felber
Martes 21 de enero del 2014 11:30 am

Céu (autoria própria)


É tão profunda solidão

que minhas lágrimas secaram em paz,

é onde não havia nenhum consolo

Não havia nenhuma mão que acariciou-me.



Eu vi a noite cair,

brilho de cometas

estrelas ir selvagens

e um grito de lua triste.



Chora por sua ausência

pelo seu silêncio

pela sua distância

e seu esquecimento.



Autor: Diego Felber

Terça-feira, 21 de janeiro de 2014 11:30 (Traduzido por Bing)

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede: Luís Figueiredo:Eu, o mar, e a Lua:


Sentia-me só, e sem me aperceberCaminhei, na direção do mar
Aí fiquei a observá-lo até o dia nascer
E com ele tentando falar

Entretanto surgiu a Lua 

Com todo o seu esplendor

Essa dizia-me sou tua

E eu respondia, sou teu amor



Foi então, que meio enciumado

O mar quis conversar comigo

E se mostrou um pouco agitado

Respondi-lhe, já converso contigo



Entende, que a minha alma

Está enamorada por Lua

Tenta ter um pouco de calma

Não queiras que ela seja só tua



Sei muito bem, que também me fascinas

A tua imensidão me faz sentir pequenino

Não te zangues comigo, não quero brigas

Suaviza tuas ondas, faz o que te digo



Vou-te contar um segredo

Amo-te desde menino

Mas não contes à Lua, que tenho medo

Que ela fique enciumada, e perca o tino



Tenta entender-me por favor

Tanto tu como ela são a minha paixão

É com vocês que supero a minha dor

E a quem entrego o meu coração.

Luís Figueiredo 2013-11-05











Link para adquirir o Livro: Calabouço contos e outros:
http://24.233.183.33/cont/login/Index_Piloto.jsp?ID=bv24x7br

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede: Carlos Carvalho: MEU MAIS BELO QUADRO:



Quis pintar um quadro,
que me fizesse lembrar de ti!

Busquei a inspiração,

no fundo da minha alma...

e com um enorme entusiasmo,

preparei-me para pintar!

Diante de mim...

uma tela em branco,

dentro de mim...
um desejo... um fogo que ardia!
Uma vontade enorme,
de me expressar,
de manifestar ao mundo,
o meu amor!
Fechei meus olhos...
e por momentos,
pude recordar!
Lembrei de ti...
do teu olhar,
que de uma forma doce e meiga,
conquistou meu coração!
Lembrei do teu sorriso
que me contagiava...
Lembrei do brilho...
que irradiavas!
Lembrei de ti...
do teu amor, da tua paixão!
Foi então que com alegria...
e amor no coração...
peguei no pincel...
e pintei o mais belo...
quadro de amor!!!

CARLOS VAZ DE CARVALHO
MAIA PORTUGAL

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede: Ariel Van de Linde:BAJO LA LLUVIA :


Bajo la lluvia deseo amarte, 
enlazarte entre mis brazos 
mientras la madre naturaleza 

canta al hálito sus vientos de sueños.

Sueños que fueron guardados

en los remanentes de tus anhelos.



Ella salta gritando al cielo

con su vestido transparente 

marcando su piel de terciopelo 

que transformó la lluviosa tempestad,
su risa de ángel desafía la tormenta
y afronta al diluvio sin temor ni ofensa.

Deseo besarte en el ápice 
de mis labios mientras millones 
de gotas nos golpean burlando
las sombras vacías sobre la hierba
y bajo la lluvia solo ellas nos observan.

¿Serás tú mi ángel sin alas?
¿Cuánto juega el amor sin darnos
cuenta que está allí?, ¡besándonos!

Bajo la lluvia empapados te amo,
no hay reparos, sólo un grácil telón
de agua que nos sobra y nos halaga.

Ríes a mi mirada enamorada,
como un cristalino fulgor de pasión
y un nutrido límpido de amor.

(Ariel Van de Linde)