sexta-feira, 21 de abril de 2017

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede: Álvaro Márquez: NO UNO MÁS:


Te dije que en tu vida yo no sería uno más,

que cuando llegara, llegaría para quedarme;

hablas de eternidad en los besos que me das,

de lo mismo hablarás en los que vas a darme.



Porque sé muy bien que cuando me conociste,

breve en tu vida llegaste a creer que yo sería,

eras de las que aseguraba “el amor no existe”

y yo te hice ver de mil maneras que sí existía.


Tu cuerpo era así como un mapa sin caminos
y yo mal dibujante, supe trazar vías en tu piel,
para entrelazar entre laberintos ambos destinos,
era tu corazón un barco y timón me volví en él.

Un error creer efímera en tu vida mi presencia,
otro error pensar que mi amor no dejaría huella;
hoy sabes que tus días están llenos de mi esencia,
y existen las noches que inventé, existe la estrella.

Ésa que yo algún día enamorado prometí bajarte,
porque te juré que complacería todos tus deseos,
la misma que veía mis besos si alcanzaba a besarte
de la cárcel de mi boca huyendo a la tuya como reos.

No, no vine a ti para ser uno más quizá de tantos,
vine para amarte, llenar mi mundo de ti sin prisas;
a dejarte mis “te amo” ¡no me preguntes cuántos!
y a colorear todo mi mundo con tus bellas sonrisas.

Y ya se hizo perenne mi presencia en tu memoria,
hoy son tuyos todos mis mundos y mis universos,
de mi mano, de mi recuerdo se escribirá tu historia
y de un poeta que te amó te hablarán mis versos.

Poema totalmente original de Álvaro Márquez
Nacido en Caracas, Venezuela
Todos los derechos reservados
Publicado el 17/8/2014
Imagen: de Google
Não aquele que mais você disse que em sua vida eu não seria mais um, que quando ele chegou, viria a ficar;
Você fala de eternidade nos beijos que você me dá, de fala em aqueles que vão dar-me.


Porque eu sei muito bem que quando o conheci, breve em sua vida que você passou a acreditar que eu seria, épocas de que eles alegaram "o amor não existe" e eu tenho ver em várias formas de Sim havia.



Seu corpo era bem como um mapa sem estradas e eu próprio artista errada, sabia que rotas de rastreamento em sua pele, para interligar entre labirintos ambos os destinos, seu coração era um barco e o leme, virei-me sobre ele.



Um erro acreditar efêmera em sua vida minha presença, outro erro de pensar que meu amor não marcaria;

Hoje, você sabe que seus dias são preenchidos com minha essência e há noites que eu inventei, aí está a estrela.



Que eu prometi no amor um dia vem para baixo, porque você jurou que isso agradaria a todos os seus desejos, que viu meus beijos se chegou para beijar minha prisão de boca fugindo ao seu como prisioneiros.



Não, não vim para você ser um mais talvez do que muitos, eu vim para amar, encher o meu mundo é vagaroso;

deixar meu "eu" te amo não me pergunte quantos!

e a cor do meu mundo com seus belos sorrisos.



E agora minha presença em sua memória, tornou-se perene hoje são teus todos os meus mundos e meus universos, minha mão, minha memória será gravado em sua história e de um poeta que amava você falar meus versos.



Totalmente original poema de Álvaro Márquez de Caracas, Venezuela-todos os direitos reservados Nacido publicou imagem de 17/08/2014: 

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede: Ivo Martins Vieira Junior: POETA DE CORPO E ALMA:


Não sou um poeta anacrônico.

Também não desejo ser um modernista

da ala que enxerga a vida

com os olhos da morte.

Sou livre.

Minhas mãos, minha mente, minha alma...

Meu voar é espontâneo.

Pouso em mundos diversos.

Há escárnios que de nada valem,

pois este céu bonito de hoje

é o mesmo céu que animou
a minha infância de quimeras...
e nem por isso perdeu o azul.



Poeta Ivo Júnior - Salgueiro - PE.









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Sexta Na Usina: Poetas Da Rede:Rafael Dominguez: Confesiones bajo la luna:




Yo no soy el de mis sueños, 

en el que vive en un mundo de fantasías, 

en el que todo es perfecto, 

y vive sin problemas en la vida. 

yo no soy él, el señor sin fallos, 
ordenado y meticuloso, 
porque es un sueño y no los controlo, 
sueño porque sueño, pero ese no soy yo... 
Yo soy el soñador, 
el que por un corazón se desvive, 
el que falla casi siempre con sus declives, 
de conciencia incomprendida y sumergidas, 
de un mundo que no existe.
El que intenta comprender, 
a todos el mundo ayudar quiere, 
pero no abarca más de lo que puede, 
por eso siempre pierde.. 
Ese soy yo en la realidad, 
el que intenta enamorar con palabras, 
el que dice la verdad si hace falta, 
pero si sé que la verdad hace daño... Se calla.
Yo no soy quien imaginas, 
no soy el del sueño, 
solo soy un hombre que a veces y que de día.. 
Intenta subirte al cielo.......

Rafael Dominguez
Derechos reservados 
Madrid - España.
Eu não sou o um dos meus sonhos, onde ele vive em um mundo de fantasias, em que tudo é perfeito e vive sem problemas na vida. 
Eu não sou ele, o senhor sem falhas, puro e meticulosos, porque é um sonho e eu não controlá-los, eu sonho sonho, mas isso não é comigo... 
Eu sou o sonhador, que, por um coração não fazer o suficiente, que quase sempre falha com seus declínios, incompreendido e submersa, a consciência de um mundo que não existe.
Ele quem tenta entender, toda a ajuda do mundo que você quer, mas não abrange mais do que pode ser, que sempre perde... 
Esse sou eu na realidade, que tenta cair no amor com palavras, quem diz a verdade quando for necessário, mas se eu sei que a verdade dói... É silencioso.
Eu sou não quem pode imaginar, eu não sou do sonho, eu sou apenas um homem que às vezes e naquele dia... 
Tentar chegar ao céu... 


Rafael Dominguez direitos reservados Madrid - Espanha

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede:Adriano Souza:"Fora do Compasso"


Já se foram várias semanas...
No canto dos querubins
Saudades dos teus sorrisos

Mas seu silêncio
Transforma em Oásis

Não aquele "Meu"
Mas naqueles de miragens

Seu mal humor me remete ao deserto
Seu momento de pensamento elevado
Confesso deixa-me incomodado

Erro se insisto... Eu sei
Mas... 
Quando não se é visto
Não se é lembrado

Mas seu recado foi dado
Como te quero do meu lado

E já falado
Respeito seus Nuances de humor
Respeito seu universo e seu tempo

E enquanto me des-faço e re-faço
Em poesias

Vou olhando seu retrato em branco e preto sombreado
Tentando redesenhar seus traços em meus versos descompassados
A.P.

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede: Fabão Silva: Cacos ao chão:

Guardei pedaços de cacos
Num pequeno pote – destes que vendem em supermercados.
Pedaços minúsculos,
Mas com peso imensurável.


Eles ficaram muito tempo

Juntando pó, num canto esquecido

De minha velha estante.

(acho até que nem lembrava mais dele)



Entre tantas mudanças,

Tantas andanças,

Ele acabou por cair.



Espalhou – se todo pelo chão,

Nem fiz questão de juntar,

Até você aparecer e recolocar

Tudo no lugar.



Agora entre tantos enfeites

De nossa estante

Figuram dois potes uníssonos

De cacos, lado a lado.
Fabão Silva
Enviado por Fabão Silva em 02/09/2013

Código do texto: T4463956 

Classificação de conteúdo: seguro

Sexta na Usina: Poetas da Rede: José Henriques: Sirene:



Quando ela toca

ainda me faz arrepiar

ainda me faz pensar

que o sentimento dura.



Quando ela toca

penso no que passei por ela

no que sofri por ela

no orgulho que tenho por ela.



Quando ela toca

recordo o bom e o mau que passei
nestes anos todos a ouvi-la
nestes anos dados da minha vida.

Quando ela toca
penso que cumpri o meu dever
perdi a juventude toda
mas ganhei força para a vida.

José Henriques

(Bombeiro de 2ª Classe do Quadro de Honra da A.H.B.V.Cabo Ruivo-Lisboa)










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Sexta Na Usina: Poetas Da Rede: Jonas R. Sanches:Filosoficamente Soneto:


Consumido em verso de silêncio
tão calado em sua vil contemplação
restringido as dores do coração
relendo aforismos de Confúcio.


Renascendo atroz em berço esplêndido

tão calado em sua vil observância

limitado a lentidão da ascendência

relendo anotações de um arrábido.



Relíquias austeras ou filosofais

anotações dos livros de Lamennais;

tentando Anaxágoras ou Sócrates



refazendo as juras de Hipócrates;

relembrando a sina de todos eles,

chegando a poética de Aristóteles.



Jonas R. Sanches













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Sexta Na Usina: Poetas Da Rede: Leandro Amador:Ria de Aveiro:


Oh minha Ria de Aveiro,
De Mira a Ovar,
Ainda com seu espetaculoso moliceiro,
Por ela rasteja vaidoso a velejar,
No seu navegar certeiro,
Emproado vai-se a mostrar.
Oh minha Ria de Aveiro,
Tu que foste a famosa,
Geraste as tão belas enguias,
Que condecoraste o nome à Murtosa,
Com esta apreciada das suas iguarias,
Ficaste para sempre famosa,
Para os restante dos teus dias.
Oh minha Ria de Aveiro,
Ainda com a faina pescatória,
O alimento de muitas famílias,
Outras tantas cantaram glórias,
Nas conquistas dos seus dias,
Perdendo-se nas extensas horas,
Na apanha do moliço e pescarias.
Oh minha Ria de Aveiro,
És um lugar de mistério,
E o chão firme do bem aventurado,
Provocaste também o desespero,
Atraiçoaste os o descuidado,
Muitos fizeram de ti cemitério,
E o céu é teu enorme telhado,!
Oh minha Ria de Aveiro,
Com tuas aguas cristalinas,
Onde corpos mergulham no verão,
És o sustento das milenárias salinas,
Que foram riqueza foram pão,
E agora dispersas e destruídas,
subsistem nas fotos para a recordação.
Oh minha Ria de Aveiro,
És princesa por onde corres,
Nas margens que transbordas,
Por ti morrem de amores,
Os que se perdem por horas,
Apreciar os teus valores.
Oh minha Ria de Aveiro,
Em movimento inconstante,
Que te envolves com o mar,
Dois reais amantes,
Que te diluis nele horas ao basar,
Noutras horas foges em movimento constante,
Da agitação dele poderes descançar.
Oh minha Ria de Aveiro!


Leandro Amador 30-12-2012

www.facebook.com/casadapoesiadoleandro














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Pensamento do dia:

Para conter o impulso do desejo, só o silêncio de si mesmo.


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