sexta-feira, 12 de maio de 2017

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede:Carlos Vaz de Carvalho:



Simplesmente eu e tu...

num doce mistério,

de uma paixão,

que a historia,

irá recordar...

Carlos Vaz de Carvalho

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede: PEDRO, LEMBRANDO INÊS NUNO JÚDICE



Em quem pensar, agora, senão em ti? Tu, que me esvaziaste de coisas incertas, e trouxeste a manhã da minha noite. É verdade que te podia dizer: "Como é mais fácil deixar que as coisas não mudem, sermos o que sempre fomos, mudarmos apenas dentro de nós próprios? "Mas ensinaste-me a sermos dois; e a ser contigo aquilo que sou, até sermos um apenas no amor que nos une, contra a solidão que nos divide. Mas é isto o amor: ver-te mesmo quando te não vejo, ouvir a tua voz que abre as fontes de todos os rios, mesmo esse que mal corria quando por ele passámos, subindo a margem em que descobri o sentido de irmos contra o tempo, para ganhar o tempo que o tempo nos rouba. Como gosto, meu amor, de chegar antes de ti para te ver chegar: com a surpresa dos teus cabelos, e o teu rosto de água fresca que eu bebo, com esta sede que não passa. Tu: a primavera luminosa da minha expectativa, a mais certa certeza de que gosto de ti, como gostas de mim, até ao fundo do mundo que me deste. Poesia Reunida 1967-2000 — 
com Maria Helena Martins e outras 49 pessoas.





















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Sexta Na Usina: Poetas Da Rede: José Araújo: O apogeu do amor:


Vem minha querida

Vida minha, meu amor!

Minha bela, doce amada,

No meu peito tem calor

Sei que tu gostas de mim

Não posso viver assim!

Vem curar a minha dor,

Pode vir fazer morada

Esse peito aqui é seu

A minha casa é sua casa

Vamos viver tu e eu!
Vou dar pulos de alegria
Quando chegar esse dia
Do meu grande apogeu.
*
Direitos autorais:
José de Araújo Souza
Jussara-Ba, 16/01/2014.

Sexta Na usina: Poetas Da Rede:Ni Brisant:


Fiz duma flor o meu estandarte
quando descobri que toda bandeia
(inclusive a da paz)
é pintada com sangue.



E tomei o vento como único mestre, 

ao saber que toca convicção

(a minha e a sua inclusive)

é um compromisso de morte.



[do livro Para Brisa - Ni Brisant]

Pensamento do Dia:

O único proposito da vida, é viver” Agora a escolha de ser ou não feliz, é exclusivamente sua.



Esta e mais de 90 outras estão nesta obra.
Para baixar o livro Grátis é só clicar no Link abaixo:

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede: Manuel Alejandro Siguencia ananás:Como Tu No Hay Otro Ser.:


Pregunto a los dioses del Olimpo,
¿que ser asemeja a una mujer?
mas Afrodita la diosa de la belleza,

me ha dicho lentamente al oído,

pequeño muchacho esa respuesta es difícil contestarla.
Me quedo pensando en los mares de la memoria,
viajo sin parar alrededor del mundo,
mas no encuentro en este planeta ser que asemeje a ti,
y la seducción de tu alma acaricia mis días.

Construyo una nave espacial,
salgo del laberinto de nuestro universo,
me encuentro con nuevos seres,
pero ninguno se iguala contigo mujer.

Comprendo a lo largo de mi viaje,
que no encontrare a ninfa como tu,
¡hay mujer como no adorarte !
fruto bendito de tu ser en la cual mil poemas guardas,
y me arrodillo para amarte y adorarte.

Magníficos y bellos dotes,
tertulia del alma del hombre,
son tus caricias aventuradas,
la mas hermosas rimas del quien por ti suspira.

Poemas Para Una Mujer
Manuel Alejandro Siguencia Piña
Como sua não há outro ser.



Pergunto aos deuses do Olimpo,
Que ser se assemelha a uma mulher?
Pero Afrodite a penetramos da beleza,
Disse-me lentamente ao ouvido,
Pequeno garoto essa resposta é difícil responder.

Fico a pensar nos mares da memória,
Viajo sem parar à volta do mundo,
Pero não encontro neste planeta ser que consentânea com você,
E a sedução da sua alma avança meus dias.

Aumentei as uma nave espacial,
Saio do labirinto do nosso universo,
Me encontro com novos seres,
Mas nenhum se encontra paralelo com você mulher.

Compreendo ao longo de minha viagem,
Que não encontrare a ninfa como seu,
Há mulher como não adorarte!
Fruto bendito de seu ser na qual mil poemas salva,
E me arrodillo para amarte e adorarte.

Magníficos e belos dotes,
Café da alma do homem,
São suas caricias perigosas,
A pero belas rimas do quem por ti anseiam.

Poemas para uma mulher

Manuel Alejandro Siguencia ananás

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede::DIEGO LOPEZ MARTINEZ: UN RETRATO REAL


Somos muchos los seres humanos
que mantenemos grandes sentimientos 

de dolor y tristeza,

ante el sufrimiento 

de una vida 
que va a una muerte sin respuesta, 
hacia el destino final
de un designio predeterminado
qué es la anacronía, 
a un desenlace fatal o trágico.



Una parte del mundo vive

en estos momentos 
en un funesto estado de conciencia,
que les hace ser acreedores
de un signo peculiar de crueldad,
barbarie y odio,
hacia todo lo que es humano,
¡su bestialidad!
proviene de la ignorancia,
queda destino y muerte
de manera inexorable al hombre,
convirtiendo la historia
de muchos seres humanos
en una tragedia griega,
donde difícilmente podrá librarse
de su dolor o sufrimiento.

La capacidad humana
no tiene limites, 
a la hora de comportarse macabramente
y de forma irracional,
sus cánones de comportamiento
distorsionan todos los principios, 
con un retrato real
de hasta donde puede llegar,
el ser humano.

Pertenecen a la estirpe
más Infra animal del hombre,
son grotescas cucarachas
de la más baja estirpe, 
son la bestia 
de aquellos espíritus repulsivos,
que quieren quitar al mundo
la libertad, la humildad y la decencia,
con la continuidad 
de viejos dogmas
y sectarismos rancios,
enquistados en el tiempo.

DIEGO LOPEZ MARTINEZ - (POETA)
D. RESERVADO
Um retrato real



Somos muitos os seres humanos

Que mantemos grandes sentimentos
De dor e tristeza,
Perante o sofrimento
De uma vida
Que vai uma morte sem resposta,
Para o destino final
De um desígnio padrão
O que é a anacronía,
A um desfecho fatal ou trágico.

Uma parte do mundo vive
Neste momento
Em um triste estado de consciência,
Que vos faz ser credores
De um sinal peculiar de crueldade,
Barbárie e ódio,
Para tudo o que é humano,
A sua brutalidade!
Provém da ignorância,
Resta destino e morte
De forma inexorável ao homem,
Transformando a história
De muitos seres humanos
Em uma tragédia grega,
Onde dificilmente poderá escapar
Da sua dor ou sofrimento.

A capacidade humana
Não tem límites,
A hora de se comportar macabramente
E de forma irracional,
As suas taxas de comportamento
Distorcem todos os princípios,
Com um retrato real
Até onde pode chegar,
O ser humano.

Pertencem à raça
Mais infra animal do homem,
São grotescas cucarachas
Da mais baixa clã,
São a besta
Daqueles espíritos repugnantes,
Que querem tirar o mundo
A liberdade, a humildade e a decência,
Com a continuidade
De velhos dogmas
E sectarismos bafienta,
Congelados no tempo.

Diego Lopez Martinez-(poeta)

D. Reservado