sexta-feira, 19 de maio de 2017

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede:Roberto Corazza: Amar-te é assim...:


Amar-te é assim...

Viver este amor sem fim,

Sem pensar...
Amar-te é prazer que não acaba mais.
Amar-te não tem preço...
É viver por viver;
É sentir e morrer de paixão!
É uma coisa tão louca,
Beijar tua boca e te abraçar!
Nem sei explicar...
Amar-te é delícia,
Um doce manjar!
Um céu, um luar...
Uma coisa bendita,
Um canto no ar.
Só sabe ao certo que ama ou amou;
Quem já viveu o que eu vivo agora...
Este mar de carícias,
Este bem estar.
Amar-te é tudo;
É um mundo de paz,
É só alegria e felicidade;
É tudo o que eu quero pra mim.


Roberto Corazza

Sexta Na Usina: Poetas da Rede; Sergio Almeida:(Jardim):Crônicas do Desassossego:


como se não te avistasse,

diluída e mínima

no dissoluto da despedida.

como se não te perdesse,

nas ruas, nas estações,

de anseios inundada.



como se não estivesses

paralisada, imóvel,

sem esperanças, perspectivas.


como se tudo permitisses,
vencida pela passagem
implacável do tempo.

como se tudo ocultasses,
entre a boca e o sorriso,
entre o copo e a bebida.

Crônicas do Desassossego. Autor: Jardim

à venda em http://sergioprof.wordpress.com

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede:José eduardo cruz perez.:


en mis manos sostengo mi vida, pendiendo de los soles mas cerca del mar, a orillas mis labios beben las gotas que mantienen viva mi alma, ¡porque fue mi dios quien declama mi silencio!,mis pies caminan sobre el desierto perdido por el hombre, mas allá de un lago vació, en donde enjuago mi cuerpo desnudo, por las noches frías y tibian de una inspiración fugaz, una mujer se aproxima y mi instinto es apartar las sombras que la rodean, la observo con un lobo, y auyo con coraje y vanidad, la sostengo por la cintura y ella susurra lamentos del mundo perdido, amada mía, amada del universo, de las estrellas, de mi alma, no llores porque soy quien te ha llamado, para ser tu esclavo por toda mi vida.

atte: jose eduardo cruz perez.

em minhas mãos eu segurar minha vida, pendurados os sóis perto do mar, ao longo de meus lábios bebendo gotas que mantém viva a minha alma, porque foi meu Deus quem recita o meu silêncio!, meus pés andando no meio do deserto perdido pelo homem, mais vazio do que um lago, onde meu corpo nu, lavo em noites frias e tibian fugaz inspiraçãouma mulher se aproximando e meu instinto é para remover as sombras que o rodeiam, observá-lo com um lobo e auyo com coragem e vaidade, segura ela pela cintura e ela sussurra lamentos para o mundo perdido, amado meu, amado do universo, estrelas, minha alma, não chore porque eu sou quem te ligou, para ser seu escravo para o resto da minha vida.

Atte: José eduardo cruz perez.

Pensamento do Dia:

Basta um sorriso teu, para que minha alma se desfaleça em alegrias.


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Sexta Na Usina: Poetas Da Rede:Carlos Eduardo: Morirme de amor:


He dejado de ser lo que fui para ser lo que soy
antes no sabía que era, ahora tampoco sé lo que soy.


No duermo por las noches y no despierto por el día

soy polvo, humo, cuerpo, mente y ceniza

mi mundo es oscuro como negras son mis fantasías.



Me domina el miedo constante a perder

no tengo posesiones pero si algo me falta seguro me puede doler.



Camino despacio en un mundo que no me comprende

expresan silencios los cantos alegres de muerte.



Giro sin rumbo en torno a tormentas
aspiro reproches y exhalo mil quejas.

Montado en el tiempo detengo las horas
mis días son eternos, mis noches me ignoran.

No hay lágrima en mis ojos ni risa en mis labios
mi boca es candado que cerró el mismo diablo.

Tu ausencia provoca sabores de amargura
colores despintados, silentes melodías.

Tal vez regreses algún día, tal vez no
yo te estaré esperando, incluso hasta morirme de amor.

Carlos Eduardo Lamas Cardoso.
Derechos reservados.
Morra de amor.



Eu ter deixado de ser o que era para ser quem eu sou, antes não sabia o que era, agora sei que não estou.



Eu não durmo à noite e não acordado durante o dia eu sou poeira, fumaça, corpo, mente, e ash o meu mundo é escuro como pretas são minhas fantasias.



Dominou-me o medo de perder constante tem sem posses, mas claro se falta alguma coisa que posso me machucar.



Estrada lentamente em um mundo que não me entende silêncios expressos as músicas alegres de morte.



Girar sem rumo tempestades aspire reprimendas e exhalo mil reclamações.


Montado na hora de parar as horas, que meus dias são eternos, minhas noites eu ignorar.

Lágrima em meus olhos ou rir de meus lábios tem cadeado minha boca está fechado o próprio diabo.

Sua ausência provoca chama de cores sabores amargo, melodias em silêncio.

Talvez volte um dia, talvez não eu estarei esperando, até mesmo a morrer de amor.

Carlos Eduardo Lamas Cardoso.
Todos os direitos reservados. (Traduzido por Bing)

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede: Mário Feijó: IN(SÔNIA) IN(VAD)E-ME:



Eu não sou
Apenas a saudade
Que deixaste
Tampouco um sonâmbulo
Sofrendo in(Sônia)


Eu sou o amor que te dei

A paixão que vivemos

Que mesmo na ausência

Tem que ser praticada



Somos (hoje) energias

Em corpos diferentes

A minha mais densa peca

A tua pura, apenas ama...



Mário Feijó


04.12.13




















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"O Grito da Alma" poesias e pensamentos
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Sexta Na Usina: Poetas Da Rede:Armindo Loureiro:Corpos de gritos…




Eu não sei
Nem poderia saber
Porque o que eu amei

Está dentro do teu ser

Que beleza de coração

Que acabo de conhecer

Inebria-me de paixão

Por nele também caber

Gosto de ti por seres assim

Gosto de ti porque gosto

E teu corpo fica afim

Se o meu ao teu encosto
Afim duma brincadeira
Que gostamos de fazer
Não é nenhuma asneira
Se os dois temos prazer
Dou-te beijos e abraços
E até outras coisas mais
Tapamos todos os espaços
E começamos a dar ais
Tem beleza o amor
Quando assim praticado
Com palavras de humor
Até o corpo fica salgado
Arrepiam-se as peles
Pelo trabalho dos dedos
E há quem seja tão reles
Que diz que isto não são enredos
São enredos e bem bonitos
Todos nisso podem crer
Nesses corpos que são de gritos
Eu o gosto de fazer

Armindo Loureiro – 10/02/2014 – 13H55