segunda-feira, 22 de maio de 2017

Crônicas De Segunda Na Usina:D'Araújo:O Reino é de Deus, a fome é por nossa conta:




Ainda lembro-me do meu tempo de menino nos velhos moinhos do meu sertão.
Onde nos faltava água alimento e chão.
Enquanto nos velhos palacetes sempre tinha um grande banquete. 
E como nas velhas senzalas, nós também não tínhamos fala e muito menos razão, e os nosso filhos pequenos também nem tinha leite nem pão.
E o bom vigário a proclamar em seus longos sermões nos dizendo que éramos os escolhidos
Para povoar o reino do senhor, este nobre criador fiel e justo com a sua criação.
Mas enquanto  ele mesmo o representante do senhor se esbaldava nas mesas dos doutores.
Enquanto isso nos rios da corrupção que cortava todo sertão, a água só caia no terreno do patrão. E assim muitas décadas se passaram, e agora rouba branco preto mulato pardo e índio, pois todos se acostumaram a se da bem nas costas dos irmãos que passam fome e que muitas vezes nem tem nome. E quando aqui famintos nos falta.
Eles desembarcam estrangeiros pois a fome está no mundo inteiro todos loucos por um pouco de dinheiro. O metal que joga todos no mesmo terreiro, pois hoje em dia tanto faz, Catedral, Salão, Templo ou terreiro, só entra por lá quem poder deixar um pouco de dinheiro.
Enquanto lá no andar de cima todos festejam o milagre do senhor.
Aqui nos porões das senzalas modernas, que todos fazem questão que sejam chamadas de comunidades, vamos todos se engalfinhando tentando pegar carona no elevador para o andar de cima. E nesta guerra declarada os mais desesperados tentam subir pela escada.
Mas lá em cima só vai quem é sorteado. E assim essas almas escolhidas alimentam os desejos daqueles que  ficaram para trás, a esperança de que o generoso Deus tão proclamado.
Da próxima vez olhe pro lado, e ai.
Bem ai, talvez seja escolhido pra descansar no reino dos Céus, lugar este que eu não faço a menor questão de conhecer, pois depois de morrer a míngua nas mãos dos meus próprios irmãos que o senhor criou, eu não quero mimos nem agrado.
Mesmo assim muito obrigado, por me deixar aqui sempre com alguém ao meu lado.

Bem, não prometo ficar calado, pois bens sabes que sempre te direi obrigado, mais nunca vou aceitar cabresto deste mal intencionados.

D'Araújo.

Meu Partido é Minha Pátria: “Abemos Fome, Miséria, e Corruptos de Sobra: Agora só nos Falta Igualdade de oportunidade e Direito”



Diário de borda da nave chamada Brasil.

Já fazia alguns anos em que minha doce inocência, imaginava que a classe chamada  política brasileira tinha alcançado um amadurecimento, onde cada organização tinha encontrado e delimitado as suas próprias cotas de direito aos valiosos e de fáceis acesso aos metais públicos, dos eleitos.
Mais infelizmente a história dos reis e seus reinados são implacáveis em deixar claro que todos que alcançam o trono.
Nunca mais querem sair de lá. Seja pelas regalias que lhe são atribuídas, ou pelo tamanho incalculável de bajuladores que se formam ao seu redor, para abocanhar parte dos metais que lhe são ofertados para se perpetuarem no poder.
Mas os que estão de fora e que já provaram do maravilhoso néctar do manar dos eleitos.
Fazem qualquer coisa para voltar ao trono dos bem aventurados.
E hoje usam até os famigerados desejos de glorias dos senhores de “torgas” negras para alcançarem os seus objetivos.
Os plebeus esfomeados aceita fazerem qualquer coisa para receberem as sobras das farpas do nobre metal que envenena nobres espíritos, compram almas e alastram discórdias entre alienados sem propósitos, que não seja escapar do avassalo da miséria.
Ai chega o dia em que os milionários com seus acharques, os ricos em seus banquetes a classe média pagando a conta e os esquecidos em seus delírios, se fartam da cor do trono. Juntam-se na mesma heresia pautando os seus dias em memoráveis discursos em plena sintonia como nunca se via. Na esperança de novos dias. Que deixe tudo do mesmo jeito, mais com uma nova fantasia.
Por isso é com muito pesar que vejo os nobres senhores de torgas negras, cedendo ao apetite voraz das organizações criminosas que se alto se intitulam de partidos políticos.
Que comem sempre no mesmo coxo, mas brigam vorazmente para sentar-se do lado onde a lavagem é mais robusta.
É triste ver uma Pátria, com mais de duzentos milhões de cidadãos, se transformarem em reféns de quadrilhas de esquerda, de direita e todas as falsas ideologias politicas possíveis.
Todos juntos em um único proposito, quebra a nossa Pátria. Uma velha e bem sucedida prática oriunda das Américas. Onde se espalha a doença, e depois lhes oferta a cura,mesmo que seja  a duras penas.
E assim vão criando um exército de alienados lutando por um proposito que nem eles mesmos sabem qual.
Uma iluminada frente nacional pela instituição do caos. E enquanto isso nos porões dos templos e catedrais, os generosos representantes do “SENHOR” Se fartam arrecadando metais de todas as ideologias. Pois como diz a lenda, Na riqueza ou na pobreza em todos os tempos da história eles sempre multiplicaram os seus metais.
Hoje já não se consegue a olho nu, separar os frutos podres que se misturaram no mesmo balaio.
Diante o que se desenha em todos os segmentos, seja politico, organizações sociais, ou das instituições de justiça, fica claro que se faz inevitável à falência da nossa pobre Pátria. Pois essas instituições que deveriam nortear os rumos de uma Pátria livre.
Transformou a nossa constituição em uma desastrosa obra de ficção, onde nem os que a criaram a respeitam.
E os bem aventurados cidadãos estão confortavelmente prostrados com suas budas gordas e suas mentes esqueléticas e raquíticas na doce brisa do sofá da sala encantadas com o maravilhoso acalento vindo das gigantes e brilhantes telas que lhes mostram gratuitamente a direção a se seguir.
Neste incessante turbilhão de informações inúteis e muitas vezes desprezíveis.
Acabamos chegando a uma triste situação, que infelizmente quase todos os meios de comunicação responsáveis por manter a nação bem informada, seja ela publica ou privada, conseguem mentir até quando falam a verdade.
Por aqui, o que nos aparenta é que as únicas coisas em comum entre políticos, empresários, instituições da justiça e os nobres representantes do “SENHOR” São suas gordas contas no exterior não declarada.
Mas, aqui nos lastros dos pobres mortais e eternos famintos, cada um defende com unhas e dentes, as migalhas que lhe foram deixadas por esquecimentos.
E aqueles que se nega tampar os ouvidos diante estas heresias, ainda tem que ouvir alguns imbecis falando em democracia.
Por isso chego a triste conclusão que eu definitivamente seja um débil mental.
Pois sempre acreditei que a palavra “Democracia” denominava igualdades de oportunidades e de direitos.
Por isso prezados irmãos brasileiros, tenham cuidado, pois em muito breve vamos poder ver de uma forma bem clara, que estas mentes brilhantes formuladoras de opiniões.
Sejam elas de esquerda de direita ou de centro, seus únicos objetivos concretos e defender os seus nobres metais.
E que disso tudo não apareça mais um salvador para manter todos em seus devidos lugares. Milionários, ricos, classe média, pobres, miseráveis e as grandes republicas dos esquecidos.

Tenho esperança que um dia possa ouvir a palavra democracia que não seja para servir de subterfúgio para um novo Império.

D'Araújo.

Meu Partido é minha Pátria: O Frankenstein Brasileiro:


No decorrer desta semana histórica mais recente da nossa Pátria, o senado brasileiro e agora com as bênçãos do presidente do STF, estão se especializando em criar Frankenstein políticos e jurídicos.
Tendo como único argumento o artigo 152 da constituição federal, processaram e julgaram e caçaram a Dilma, em um daquelas coisas que antes a gente pensava que só acontecesse entre políticos agora com a tutela do presidente do STF, onde se da garantia da lisura do julgamento, o réu é condenado mais não se faz necessário cumprir a pena.
Hora no meu ponto de vista imbecil politicamente falando, porque só um imbecil politico continuaria votando nas legendas que temos por aqui, vimos mais uma vez esse misterioso vírus que atacam nossos políticos e agora também membros da nossa suprema corte, que misteriosamente causam miopia e deficiência auditiva, onde estes tais ilustres senadores sobre o comando do nosso presidente do STF, só conseguiram ler e ouvir todos os argumentos pela metade, sendo assim aplicaram meia pena.
Ela não poderá exercer o cargo de presidente mais continua com todos os seus direitos políticos.
Pior agora eles mesmo vão tentar anular a meia burrice que fizeram, ou meio acordo quem sabe, quem sou eu um pobre mortal querer fazer mal juízo dos mais altos membros da nossa pátria. Mais fico imaginando como o resto mundo vai reagir ao novo termo criado pelos ilustres, de se anular meio julgamento.
Estão transformando o STF, e todo o nosso judiciário em uma casa de comadres.
Mais será que isso levará a uma meia pena para o ilustre inocente Eduardo Cunha.
Caso isso venha a acontecer acho que já está na hora dos homens de bem desta tão lesada Pátria exigir uma auditoria internacional nos três poderes, quem sabe aquela empresa que fez a auditoria nos Bancos Suíços e descobriu os bens que os nazistas tinham roubado dos judeus, consiga com os dados que a lava a jato já possui, a quebra do sigilo, fiscal, bancário e telefônico do primeiro escalão dos três poderes, O legislativo, o executivo e do judiciário.
Para quem sabe assim descobrirmos com quem e onde está espalhado os recursos públicos desfiados, da Petrobrás, do BNDES, do Banco do Brasil e da Caixa Econômica.
Nos Últimos dez anos.

Até quando vamos aceitar pacificamente sermos  tratados como  idiotas imbecilizados pelos nossos nobres representante e os que deveriam defender a nossa constituição, que ultimamente não serve nem de papel higiênico.

D'Araújo.

Síntese sobre a Filosofia do capitalismo:Aqui, ali, lá e cá:



Aqui se faz.
Ali se vende.
Lá se compra.
E cá compartilhamos todos da mesma burrice.

D'Araújo.



Conteúdo da obra: Enquanto Deus Dormia. Edição 2009.
Editora: www.biblioteca24x7.com.br