domingo, 28 de maio de 2017

Domingo Na usina: Biografias: Álvaro Alves de Faria:

  

Nasceu na cidade de São Paulo em 9 de fevereiro de 1942.
      É jornalista, poeta e escritor. Tem formação em Sociologia e Política. Mestrado em Comunicação Social.
      Recebeu os mais importantes prêmios literários do país. Destaque-se o Prêmio Governador do Estado de São Paulo, Prefeitura Municipal de São Paulo para Poesia e o Pen Clube Internacional de São Paulo, em 1973, para o livro “4 Cantos de Pavor e alguns Poemas desesperados”.
               Por duas vezes recebeu o Prêmio Jabuti de Imprensa, da Câmara Brasileira do Livro, em 1976 e 1983, por sua atuação em favor do Livro no jornalismo cultural. Por esse mesmo motivo, também foi distinguido por duas vezes com o Prêmio Especial da Associação Paulista de Críticos de Arte, em 1988 e 1989.
               Esse trabalho em favor do livro vem sendo desenvolvido desde que começou no jornalismo, com menos de 20 anos. Escreve para jornais e revistas, além de comentar livros na Rede Jovem Pan-SAT, da rádio Jovem Pan de São Paulo, trabalho que também realizou, por vários anos, na TV Cultura de São Paulo.
               Outro prêmio importante na vida do poeta foi o Anchieta para Teatro, da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, um dos mais importantes nos anos 70, com a peça “Salve-se quem puder que o jardim está pegando fogo”.
      Seu livro “Trajetória poética – Poesia Reunida” recebeu o prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte, em 2003, como o melhor livro de poesia do ano e foi, também, finalista do Prêmio Jabuti da Câmara Brasileira do Livro.
               Seu primeiro poema foi escrito aos 11 anos de idade e o primeiro livro, “Noturno maior”, aos 16. Nos últimos anos tem publicado livros especialmente em Portugal. Tem poemas traduzidos para o inglês, francês, italiano, espanhol, alemão, servo-croata e japonês.
              Seu livro “O sermão do Viaduto” iniciou o movimento de recitais públicos de poesia na cidade de São Paulo, quando foi lançado em pleno Viaduto do Chá, em abril 1965. Nesse local, fez nove recitais de poesia, com microfone e quatro alto-falantes, lendo os poemas desse livro. Por esse motivo foi preso cinco vezes pelo Dops, acusado de subversivo. Os recitais de O Sermão do Viaduto foram proibidos em agosto de 1966.
              Da Geração 60 de poetas de São Paulo, é talvez o único que partiu para outros gêneros literários, tendo publicado ao longo dos anos livros de poemas, crônicas, contos, novelas, romances, ensaios literários, livros de entrevistas e também escrito peças de teatro.

POESIA
 Noturno maior,  Portugal Ilustrado, São Paulo, 1963
Tempo final , gráfica da Fiesp, São Paulo, 1964
O Sermão do Viaduto, Brasil, São Paulo, 1965
4 Cantos de Pavor e alguns poemas desesperados, Alfa Ômega, São Paulo, 1973
Em legítima  defesa, Símbolo, São Paulo, 1978
Motivos alheios, Massao Ohno, São Paulo, 1983
Mulheres do shopping, Global, São Paulo, 1988
Lindas mulheres mortas, Traço, São Paulo, 1990
O azul irremediável, Maltese, São Paulo, 1992
Pequena antologia poética, Ócios do Ofício, Curitiba, 1996
Gesto nulo, Ócios do Ofício, Curitiba, 1998
20 poemas quase líricos e algumas canções para Coimbra, A Mar Arte,Coimbra,  Portugal, 1999
Terminal, Ócios do Ofício, Curitiba, 1999, e RG Editores, São Paulo, 2000
Vagas lembranças, Quaisquer, São Paulo, 2001
Poemas Portugueses, Alma Azul, Coimbra, Portugal, 2002
A palavra áspera, Íbis Libris, Rio de Janeiro, 2002
A noite, os cavalos, Escrituras, São Paulo, 2003
Trajetória poética – poesia reunida, Escrituras, São Paulo, 2003
Sete anos de pastor, Palimage, Coimbra, Portugal, 2005
Bocas vermelhas – poemas para um recital, RG, São Paulo, 2006
A memória do pai, Palimage,  Coimbra, Portugal, 2006
Babel – 50 poemas inspirados na escultura “Torre de Babel”, de Valdir Rocha - Escrituras, São Paulo, 2007
Inês, Palimage, Coimbra, Portugal, 2007
Habitación de Olvidos, Antologia, Fundación Salamanca Ciudad de Cultura, seleção e tradução do poeta espanhol Alfredo Perez Alencart, Salamanca, Espanha, 2007

FICÇÃO
O tribunal, novela, Martins, São Paulo, 1971
O defunto – uma história brasileira, novela, Símbolo, São Paulo, 1976
A faca no ventre, romance, Ática, São Paulo, 1979
A noiva da avenida Brasil, crônicas, Vertente, São Paulo, 1981
Autópsia, romance, Traço, São Paulo, 1986
Dias perversos, romance, Maltese, São Paulo, 1994

ENSAIOS
Cantares ao meu povo, antologia poética de Solano Trindade, organização, Brasiliense, São Paulo, 1981
Anjos poéticos, antologia de poemas, organização, Nova Alexandria, São Paulo, 1995
O sermão do viaduto 30 anos depois, Traço, São Paulo, 1997
INFANTIL
Strunca, Coleção Passelivre, Companhia Editora Nacional, 1985

PARTICIPAÇÃO DE ANTOLOGIAS NO BRASIL
Antologia dos novíssimos, Massao Ohno, São Paulo, 1961
Nova antologia brasileira da árvore, poesia, organização de Maria Thereza Cavalheiro, Iracema, São Paulo, 1974
Antologia Status de contos eróticos, Editora Três, São Paulo, 1977
Chame o ladrão, contos, organização de Moacir Amâncio, Edições Populares, São Paulo, 1979
Amor à brasileira, contos, organização de Caio Porfírio Carneiro e Guido Fidelis, Traço, São Paulo, 1987
Memórias de Hollywood, contos, organização de Julieta de Godoy Ladeira, Nobel, São Paulo, 1988
Maria Antonia: uma rua na contramão, narrativa, organização de Maria Cecília Loschiavo dos Santos, Nobel, 1988
Português, 2º grau, poema/crônica, Beth Griffi, Moderna, São Paulo, 1991
Escrevendo com o dicionário – Redação e exercícios – Livro do Professor, crônicas, Louzã de Oliveira e Luiz Borin, Lisa, São Paulo, 1991
Descoberta & Construção – Português – poema/crônica, Tadeu Rossato Bisognin, FTD, São Paulo, 1991
Contra lamúria, poesia, organização de Arnaldo Xavier e Roniwalter Jatobá, Casa Pyndahyba, São Paulo, 1994
Poesia na Escola – Antologia de poemas do autor – organização de Sílvia Helena Nogueira, Equipe da Oficina Pedagógica da Delegacia de Ensino Prof. Orestes Jannuzzi, de Jacareí, interior de São Paulo, onde por três anos um concurso anual de poesia entre os estudantes da cidade teve o nome do poeta, 1996
Poesia sempre, poesia, Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro, 1996
Sejam bem-vindos os poetas, D.O.Leitura/Cultura, Secretaria de Cultura,             Imprensa Oficial do Estado, 1997
Natureza cidade, poesia, organização de José Pinto e Iuri Moraes, Ministério da Cultura/Volkswagen, São Paulo, 1997
Conjunto Nacional - A conquista da Paulista, crônica, Ângelo Iacocca, Origem, São Paulo, 1998
Fui eu, poesia, organização de Eunice Arruda, a partir de uma pintura de Valdir Rocha,Escrituras, São Paulo, 1998
Orion, poesia, organização de Maria Helena Nery Garcez e Benjamin Abdala Júnior (Brasil) e Teresa Rita Lopes (Portugal), Saraiva, São Paulo, 1999
Sarau, um aceno à Cena Poética, poesia, Centro de Encontros das Artes, São Paulo,  1999
Xilogravuras de Valdir Rocha, poesia, 27 poemas (Vagas lembranças), Escrituras, São Paulo, 2001
Os apóstolos, contos, organização de Márcia Denser, Nova Alexandria, São  Paulo, 2002
Poesia sempre, poesia, Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro, 2002
Pescando peixes graúdos em águas brasileiras – Poetisas e poetas brasileiros, poesia, organização de Geraldo Pereira, Diálogo Poético, Goiânia, 2004
 NO EXTERIOR
Severino (A faca no ventre), in Latin american Novel, Shinsekaisha, Tóquio, Japão, 1983
Poemas, tradução do poeta peruano Ricardo Rodrigues, edição do tradutor, Lima, Peru, 1979
Poemas, tradução do poeta peruano Ricardo Rodrigues, edição do tradutor, Cidade do México, México, 1980
Poemas, tradução para o japonês de Mitsuko Kawai, Tóquio, Japão, 1985
Savremena Poezija Brazila -Antologia de poetas contemporâneos brasileiros,  organização de André Kizil, tradução para o servo-croata  de Nina Marinovic, Bagdala, Iugoslávia, 1987
15 poetas brasileiros contemporâneos, tradução do poeta chileno Oswaldo Ventura de la Fuente, organização de Manxa – Grupo Literário Guadiana, Imprenta Provincial, Ciudad Real, Espanha, 1987
Poemas, tradução para o japonês de Mitsuko Kawai, Tóquio, Japão, 1988
Literatura portuguesa e brasileira, poesia, João Almino e Arnaldo Saraiva, Congresso Portugal-Brasil Ano 2000/Fundação Calouste Guibenkian, Porto, Portugal, 2000
Nove poetas brasileiros, poesia, Elsa Ligeiro, Alma Azul, Coimbra, Portugal, 2000
Antologia de poetas brasileiros, poesia, organização de Mariazinha Congílio, Universitária, Lisboa, Portugal, 2000
Poesia do Mundo - reunindo poetas de 16 países - organização de Maria Irene Ramalho de Souza Santos, Afrontamento, Porto, Portugal, 2001
Antologia de Poetas Paulistas, organização de Mariazinha Congílio, Universitária, Lisboa, Portugal, 2001
Poetas revisitam Pessoa, organização de João Alves das Neves, Universitária, Lisboa, Portugal, 2003
Cenapoética/Scènepoétique, reunindo poetas brasileiros e franceses, organização de Celso de Alencar e Yvon De Menm, Limiar/Cena – Centro de Encontros das Artes, São Paulo/Paris, 2003
Poemas, Oficina de Poesia da Universidade de Coimbra, Palimage, Coimbra, Portugal, 2004/2005/2006
As pedras dos templários – Nos 800 anos de Idanha-a-Nova, poesia, ao lado de Vasco Graça Moura, Nuno Júdice, Ana Luisa Amaral e Fernando Aguiar, organização de Graça Capinha, Quasi, Biblioteca do Olhar, Portugal, 2006
Antologia palavras de vento e pedras, poesia, organização de Pedro Salvado,  Autarquia do Fundão, Portugal, 2006
Poesia, antologia de poesia brasileira, organização de Floriano Martins, Universidad de Carabobo, Departamento de Literatura de la Ddireción de Cultura, Venezuela, 2007.

Fonte de origem:

 http://www.alvaroalvesdefaria.com/#/biografia-1/4524384561

Domingo Na Usina: Biografias:Alan Dean Foster:



 (born November 18, 1946, New York City) is an author of dozens of fiction and non-fiction works and has had his works in more than 100 books. He received a Master of Fine Arts in Cinema from the University of California, Los Angeles in 1968. Foster's writing focuses primarily on science fiction and fantasy genres, although he has had some non-fiction published. Foster has had his works translated into over 50 languages. He wrote the novelization of A New Hope, as George Lucas' ghost writer, and the earliest Expanded Universe novel, Splinter of the Mind's Eye. He later returned to Star Wars writing with the Republic-era novel The Approaching Storm.

Foster will write the novelization of Star Wars: Episode VII The Force Awakens.[1]

Foster was profiled in the Bookshelf department of Star Wars Insider.


(nascido em 18 de novembro de 1946, Nova York) é um autor de dezenas de obras de ficção e não-ficção e teve suas obras em mais de 100 livros. Ele recebeu um Master of Fine Arts em Cinema pela Universidade da Califórnia, em Los Angeles, em 1968. A escrita de Foster se concentra principalmente na ficção científica e fantasia gêneros, embora ele tenha tido algum não-ficção publicados. Foster teve suas obras traduzidas para mais de 50 idiomas. Ele escreveu a novelização de Uma Nova Esperança, como escritor fantasma de George Lucas, o mais antigo e Universo Expandido novela, Splinter do olho da mente. Mais tarde, ele voltou para Star Wars escrita com o romance República-era a tempestade de aproximação.

Foster vai escrever a novelização de Star Wars:. Episódio VII A Força desperta [1]
Foster foi perfilado no departamento Bookshelf da Star Wars Insider.


http://starwars.wikia.com/wiki/Alan_Dean_Foster

Domingo Na Usina: Biografias: Jennifer Armintrout:


Jennifer L. Armentrout (Martinsburg, 11 giugno 1980) è una scrittrice statunitense di libri fantasy e urban fantasy.

Il New York Times ha inserito alcuni dei suoi lavori nella lista dei Best Seller. È considerata un'autrice trasversale, in grado di mantenere contatti con case editrici indipendenti, con case editrici tradizionali e muovendosi anche all'interno del self-publishing (autoedizione).

Ha anche scritto diversi libri con lo pseudonimo di J. Lynn

Opere (parziale)[modifica | modifica wikitesto]
Serie Lux[modifica | modifica wikitesto]
Shadows (novella, prequel di Obsidian) (6 novembre 2013)
Obsidian (26 luglio 2013)
Onyx (29 gennaio 2014)
Opal (12 novembre 2014)
Origin (11 febbraio 2015)
Opposition (24 giugno 2015)
Obsession ( Prossimamente in Italia, Spin-off)
Oblivion (prossimamente in Italia)
Serie Wait For You (come J.Lynn)

Ti aspettavo (gennaio 2014)
Ti fidi di me? (novella, luglio 2014)
Stai qui con me (ottobre 2014)
Rimani con me (febbraio 2015)
Torna con me (settembre 2015)
Dream of you (inedito in italia)
Forever with me (inedito in italia)
Fire in you (inedito in italia)
Serie Covenant

Daimon (inedito in Italia)
Half blood (inedito in italia)
Pure (inedito in Italia)
Deity ( inedito in Italia)
Elixir (inedito in Italia)
Apollyn (inedito in Italia)
Sentinel (inedito in Italia)
Serie Dark Elements

Dolce come il miele (novella prequel, 22 settembre 2014)
Caldo come il fuoco (14 aprile 2015)
Freddo come la pietra (7 luglio 2015)
Every last breath (inedito in italia)
Serie Wicked:

Lontano da te (28 maggio 2015)
Torn (Inedito in Italia)
Untitled (In fase di scrittura)

Jennifer L. Armentrout (Martinsburg, 11 giugno 1980) è una scrittrice norte-americano di libri fantasia e fantasia urbana.

Il New York Times ha inserito alcuni dei suoi lavori nella Lista dei Best Seller. È considerata un'autrice trasversale, em grado di mantenere contatti con caso editrici Indipendenti, con caso editrici tradizionali e muovendosi anche all'interno del auto-publicação (autoedizione).

Ha anche scritto diversi libri con lo pseudónimo di J. Lynn

Opere (parziale) [modifica | modifica wikitesto]
Serie Lux [modifica | modifica wikitesto]
Sombras (novela, prequel di Obsidian) (6 Novembro 2013)
Obsidian (26 luglio 2013)
Onyx (29 gennaio 2014)
Opal (12 novembre 2014)
Origem (11 febbraio 2015)
Oposição (24 giugno 2015)
Obsession (Prossimamente em Italia, Spin-off)
Oblivion (prossimamente em Italia)
Serie Wait For You (vir J.Lynn)

Ti aspettavo (gennaio 2014)
Ti fidi di me? (Novela, Luglio 2014)
Stai con me qui (ottobre 2014)
Rimani me enganar (febbraio 2015)
Torna con me (settembre 2015)
Sonho de você (inedito em italia)
Para sempre comigo (inedito em italia)
Fogo em você (inedito em italia)
Serie Covenant

Daimon (inedito em Italia)
Metade do sangue (inedito em italia)
Pure (inedito em Italia)
Divindade (inedito em Italia)
Elixir (inedito em Italia)
Apollyn (inedito em Italia)
Sentinela (inedito em Italia)
Serie Elementos escuro

Dolce come il Miele (novella prequel, 22 settembre 2014)
Caldo come il fuoco (14 aprile 2015)
Freddo vir La Pietra (7 luglio 2015)
Cada último suspiro (inedito em italia)
Serie mau:

Lontano da te (28 maggio 2015)
Torn (Inédito na Italia)
Untitled (Em fase di scrittura)



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Domingo Na Usina: Biografias: Ann Carol Crispin:


 (April 5, 1950 – September 6, 2013) was an American science fiction writer, the author of twenty-three published novels. She wrote several Star Trek novelizations and created an original science fiction series called Starbridge.

Career[edit]
Crispin's writing career began in 1983. As a writer of "tie-in" novels she was known for developing the backgrounds and emotional lives of on-screen characters.[1]

Two of her Star Trek novels — Yesterday's Son and Time for Yesterday — were direct sequels to the third season episode "All Our Yesterdays", and detail Spock and Zarabeth's son.[2] Yesterday's Son was the first non-novelization Star Trek novel to appear on the New York Times Best Seller list.[3] Her later Star Trek works included the novel Sarek, which takes place after Star Trek VI: The Undiscovered Country. Her best-known Star Wars work, The Han Solo Trilogy, chronicles the life of Han Solo prior to Star Wars Episode IV: A New Hope.[1] Crispin also wrote the novelizations for The V miniseries[1] and the film Alien Resurrection, as well as Sylvester, a girl and horse film starring Melissa Gilbert.[4]

She also created her own Starbridge series of novels, aimed primarily at young readers.[1]

Crispin served as Eastern Regional Director,[1] and then Vice President, of the Science Fiction and Fantasy Writers of America.[5] With Victoria Strauss, she founded Writer Beware, a "watchdog" group that is part of SFWA that warns aspiring writers about the dangers of scam agents, editors, and publishers.[5] Writer Beware was founded in 1998, and has assisted law enforcement and civil authorities in tracking and shutting down writing scams.[1][6]

On April 19, 2013, Crispin was named the 2013 Grandmaster by the International Association of Media Tie-In Writers (IAMTW).[1]

Personal life
On September 3, 2013, StarTrek.com posted Crispin's farewell message after her prolonged battle with cancer deteriorated and became terminal. In the message Crispin said, "I want to thank you all for your good wishes and prayers. I fear my condition is deteriorating. I am doing the best I can to be positive but I probably don't have an awful lot of time left. I want you all to know that I am receiving excellent care and am surrounded by family and friends."[7]

She died only three days later, at 63.[8]

Works
The Han Solo Trilogy
available as Star Wars: The Han Solo Omnibus (2000)
The Paradise Snare (1997), ISBN 0-553-57415-9
The Hutt Gambit (1997), ISBN 0-553-57416-7
Rebel Dawn (1997), ISBN 0-553-57417-5
Star Wars short stories
"Play It Again, Figrin D'an" (in Tales from the Mos Eisley Cantina, 1995)
"Skin Deep" (in Tales from Jabba's Palace, 1996)
Starbridge novel series
Starbridge (1989)
Silent Dances (1990) (with Kathleen O'Malley)
Shadow World (1991) (with Jannean Elliott)
Serpent's Gift (1992) (with Deborah A. Marshall)
Silent Songs (1994) (with Kathleen O'Malley)
Ancestor's World (1996) (with T. Jackson King)
Voices of Chaos (1998) (with Ru Emerson)
Star Trek
Yesterday's Son (1983)
Time for Yesterday (1988)
The Eyes of the Beholders (1990)
Sarek (1994)
Star Trek: Enter the Wolves (2001) (with Howard Weinstein)
Sand and Stars: Signature Edition (2004)
Witch World
Gryphon's Eyrie (1984) (with Andre Norton)
Songsmith (1992) (with Andre Norton)
V
V (1984)
V: East Coast Crisis (1984) (with Howard Weinstein)
V: Death Tide (1984) (with Deborah A. Marshall)
The Exiles of Boq’urain
Storms Of Destiny (2005)
Future projects: Exiles of Boq'urain Trilogy · Book 2 & 3
Miscellaneous
Sylvester (1985)
Alien: Resurrection (1997) (with Kathleen O'Malley)
Pirates of the Caribbean: The Price of Freedom (2011)
References[edit]
^ Jump up to: a b c d e f g Schudel, Matt (September 7, 2013). "A.C. Crispin dies at 63; author of sci-fi and tie-in novels". Washington Post. Retrieved September 8, 2013.
Jump up ^ Cheeseman-Meyer, Ellen (April 5, 2012). "The Yesterday Saga: Yesterday’s Son and Time for Yesterday". Tor.com. Retrieved September 10, 2013.
Jump up ^ Talking Trek and Pirates with Author A.C. Crispin, StarTrek.com
Jump up ^ Associated Press (September 6, 2013). "AC Crispin, science fiction author and advocate against literary scams, dies at age 63". Washington Post. Retrieved September 10, 2013.
^ Jump up to: a b "ABOUT WRITER BEWARE ®". Science Fiction & Fantasy Writers of America. Retrieved September 8, 2013.
Jump up ^ "In Memoriam: A. C. Crispin". Science Fiction & Fantasy Writers of America. September 6, 2013. Retrieved September 8, 2013.
Jump up ^ Ann Crispin Says Goodbye.
Jump up ^ Remembering Trek Author Ann Crispin 1950-2013.
External links[edit]
Official website
A. C. Crispin at the Internet Speculative Fiction Database
List of works at Fantastic Fiction
StarBridge ebooks
Crispin named Grandmaster by the International Association of Media Tie-In Writers
A. C. Crispin at Library of Congress Authorities, with 24 catalog records.

Fonte de origem:

https://en.wikipedia.org/wiki/Ann_C._Crispin

Domingo Na Usina: Biografias:Artur Azevedo:



Nome literário: Azevedo, Artur.
Nome completo: Azevedo, Artur Nabantino Gonçalves de.
Pseudônimo: Elói, o Herói; A Gavroche; Petronio; Cosimo; Juvenal; Dorante; Cractchi; Passos Nogueira; Frivolino.
Nascimento: São Luís, MA, 7 de julho de 1855.
Falecimento: Rio de Janeiro, RJ, 1908                    Artur Azevedo
Biografia


Contista, poeta, teatrólogo e jornalista. Artur Nabantino Gonçalves de Azevedo nasceu em São Luís (MA), em 7 de julho de 1855. Filho de David Gonçalves de Azevedo e Emília Amália Pinto de Magalhães. Aos oito anos demonstrou gosto para o teatro e fez adaptações de textos de autores como Joaquim Manuel de Macedo. Pouco depois passou a escrever, ele próprio, suas peças. Muito cedo começou a trabalhar no comércio. Foi empregado na administração provincial e logo após foi demitido por publicar sátiras contra autoridades do governo. Ao mesmo tempo lançou as primeiras comédias nos teatros de São Luís (MA). Com 15 anos escreveu a peça Amor por anexins.

Foi para o Rio de Janeiro no ano de 1873. Empregou-se no Ministério da Agricultura e ensinou Português no Colégio Pinheiro. Mas foi no Jornalismo que se desenvolveu em atividades que o projetaram como um dos maiores contistas e teatrólogos brasileiros. Fundou publicações literárias, como A Gazetinha, Vida Moderna e O Álbum. Colaborou em A Estação, ao lado de Machado de Assis, e no jornal Novidades, junto com Olavo Bilac, Coelho Neto, entre outros. Neste tempo escreveu as peças dramáticas, O Liberato e A Família Salazar, que sofreu censura imperial e foi publicada mais tarde em volume, com o título de O escravocrata. Escreveu mais de quatro mil artigos sobre eventos artísticos, principalmente sobre teatro.


Em 1889, reuniu um volume de contos dedicado a Machado de Assis, seu companheiro na Secretaria da Viação. Em 1894, publicou o segundo livro de histórias curtas, Contos fora de moda, e mais dois volumes, Contos cariocas e Vida alheia. Morreu no Rio de Janeiro em 22 de outubro de 1908.

Fonte de origem:
http://www.cervantesvirtual.com/bib/portal/FBN/biografias/artur_azevedo/index.shtml

Domingo Na Usina: Biografias: Adelino Fontoura Chaves:


Axixá, 30 de março de 1859 — Lisboa, 2 de maio de 1884) foi um jornalista, ator e poeta brasileiro do romantismo, patrono da cadeira 1 da Academia Brasileira de Letras.

Biografia
Nasceu Fontoura num pequeno povoado maranhense, filho de Antônio Fontoura Chaves e de Francisca Dias Fontoura. É tio-avô do padre, poeta e escritor Fontoura Chaves.

Ainda muito pequeno começa a trabalhar e trava contato com Artur de Azevedo – amizade que perduraria.

Mudando-se para o Recife, onde alista-se no Exército, colaborando numa publicação chamada “Os Xênios”, de teor satírico. Inicia, também a carreira de ator, voltando ao Maranhão natal para uma apresentação – cujo papel rendeu-lhe a prisão. Após este fato, decide mudar-se para o Rio de Janeiro, para onde se mudara o amigo Artur de Azevedo, anos antes.

Pretendia seguir carreira teatral e no jornalismo, falhando na primeira. Colaborou nos periódicos “Folha Nova” e “O Combate”, de Lopes Trovão e em “A Gazetinha”, onde Azevedo escrevia (1880). Participara junto a outros jovens talentos do jornal “A Gazeta da Tarde” – que seria aziago, no dizer de Múcio Leão, pois, em menos de três anos de sua fundação, os seus criadores haviam todos morrido.

Tendo sido o “Gazeta da Tarde” comprado por José do Patrocínio, e estando Adelino doente, vai à Europa como correspondente em Paris e pensando tratar-se mas, com o rigor do inverno, piora. Vai a Lisboa onde, apesar das instâncias de Patrocínio para que volte ao Brasil, tem seu estado agravado e vindo prematuramente a falecer. Tinha apenas vinte e cinco anos, e nenhuma obra publicada.

É patrono da cadeira 38 da Academia Maranhense de Letras.

Poesia
Ao tomar posse na Academia em 29 de agosto de 2003, Ana Maria Machado retratou o desconhecimento que cerca a obra deste poeta, mesmo entre os eruditos:

“Mas como? Não foi Machado de Assis seu primeiro ocupante? Então ele era o patrono? Não. O patrono, escolhido por Murat, foi Adelino Fontoura. Quem? Pois é... Não encontrei quem, ao ouvir essa correção, identificasse o nome. De minha parte, confesso que também mal havia ouvido falar nele, vaga lembrança de algum poema numa antologia. Pois descobri coisas interessantes na magnífica biblioteca desta nossa Academia, aliás aberta ao público para ser utilizada e fruída.”
Sua obra, esparsa, constitui-se em cerca de 40 poesias, reunidas pela primeira vez na Revista da Academia (números 93 e 117). Foi depois reunida em 1943 e em 1955, por Múcio Leão. Fontoura não figura na quase totalidade das antologias e históricos da Poesia brasileira - nem a obra "Apresentação da Poesia Brasileira", de outro Acadêmico, Manuel Bandeira, faz-lhe referência. Seu soneto mais conhecido é "Celeste":

CELESTE
(domínio público)
É tão divina a angélica aparência
e a graça que ilumina o rosto dela,
que eu concebera o tipo de inocência
nessa criança imaculada e bela.
Peregrina do céu, pálida estrela,
exilada na etérea transparência,
sua origem não pode ser aquela
da nossa triste e mísera existência.
Tem a celeste e ingênua formosura
e a luminosa auréola sacrossanta
de uma visão do céu, cândida e pura.
E quando os olhos para o céu levanta,
inundados de mística doçura,
nem parece mulher - parece santa.
Academia Brasileira de Letras
Sobre a escolha de Fontoura para o patronato no silogeu por Murat, registrou Afrânio Peixoto:

"Novidade de nossa academia foi, em falta de antecedentes, criarem-nos, espiritualmente, nos patronos. Machado de Assis, o primeiro da companhia, por vários títulos, quis dar a José de Alencar a primazia que tem, e deve ter, na literatura nacional. A justiça não guiou a vários dos seus companheiros. Luís Murat, por sentimento exclusivamente, entendeu honrar um amigo morto, infeliz poeta, menos poeta que infeliz, Adelino Fontoura."

Lista de autores de língua espanhola, ordenados alfabeticamente:

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


Domingo Na Usina: Biografias:Godofredo de Oliveira Neto:



(Blumenau22 de maio de 1951) é um escritor e professor universitário brasileiro, formado em Letras e Altos Estudos Internacionais pelaSorbonne. Atua, como docente, na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) desde 19801 .
É autor de romances, como "O Bruxo do Contestado" (1996), revelação do ano pela Folha de S.Paulo2 e revista Veja3 , e "Amores Exilados" (2011), aclamado pela crítica como importante livro sobre os exilados políticos durante o regime militar no Brasil4 5 . Seu livro infantil "Ana e a Margem do Rio" (2002) recebeu o selo de altamente recomendável da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil6 . Outros livros importantes do escritor são "Oleg e os Clones" (1999), "Menino Oculto" (2005), segundo lugar no 48º Prêmio Jabuti7 , e "Marcelino" (2008)8 . Em 2013 foi lançado seu mais recente romance, "A Ficcionista"9 .
Godofredo de Oliveira Neto é Membro Titular da cadeira "Barão do Rio Branco" da Academia Carioca de Letras10 , Membro do Pen Clube do Brasil, da Academia Europeia de Ciências, Letras e Artes (Embaixador para a América Latina) e do Conselho de Cultura do Estado do Rio de Janeiro11 .
Entre outras condecorações, recebeu a Medalha Euclides da Cunha da Academia Brasileira de Letras e a Medalha Cruz e Sousa do Estado de Santa Catarina1 .
O escritor dirigiu o departamento de Ensino Superior do Ministério da Educação do Brasil (MEC) entre 2002 e 200512 e foi pró-reitor da UFRJ entre 1990 e 1994.

Fonte de origem:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Godofredo_de_Oliveira_Neto

Domingo Na Usina: Biografias:José Geraldo Manuel Germano Correia Vieira Machado Drummond da Costa:


Mais conhecido como José Geraldo Vieira (Açores, 1897 — São Paulo, 1977), foi um escritor, tradutor e crítico literário brasileiro. Notabilizou-se com o romance urbano, no qual se adunavam conflitos de matizes essencialmente nacionais, preteridos por muitos de seus contemporâneos da ficção.1 livro 1 Considerado pela crítica um dos mais destacados ficcionistas contemporâneos, cultivou, em mais de 40 anos de carreira, os mais diversos gêneros literários, como poesia, conto, romance, ensaio e biografia.2
De origem açoriana, chegou ao Brasil com pouco menos de um ano de idade. Além da carreira literária, José Geraldo Vieira exerceu a Medicina e foi professor na Faculdade Cásper Líbero durante 15 anos. Integrante da Academia Paulista de Letras, onde ocupou a cadeira de número 39 (antes de Monteiro Lobato), também atuou como crítico de artes plásticas no jornal Folha de S. Paulo e na revista Habitat.1 3 livro 1
Como tradutor, verteu para o português obras de renomados romancistas franceses e italianos.3 Nos anos 50, assumiu o cargo de membro titular da Bienal de São Paulo. Faleceu em 1977, aos 80 anos – mais de 40 deles dedicados à literatura.3
Obra:
O poema em prosa "O Triste Epigrama", publicado em 1920, marcou definitivamente sua estreia na literatura. A obra, de coloração épica, apresenta como pano-de-fundo elementos pictóricos da Antiga Grécia e seus deuses cultuados.3 Na trama, um homem solitário e que perdeu a memória perambula pelas ruas da cidade, adernando entre o desvario e a razão.3 O personagem tem seu destino manipulado ao bel-prazer dos deuses, característica assinalada em citações como esta:
Cquote1.svg      Quem foi feliz atire às ondas o seu anel,
para que o olhar dos deuses continue desviado para longe...    Cquote2.svg
— José Geraldo Vieira, in "O Triste Epigrama"
Todavia, a crítica costuma apontar o "livro-reportagem" A Quadragésima Porta, de 1943, como sua obra de maior expressão.2 Nele, o escritor retrata o cotidiano de uma agência de notícias internacional, remetendo, em algumas passagens, à história do primeiro escritório de tradução de despachos estrangeiros fundado em 1832 pelo francês Charles-Louis Havas – e que, mais tarde, viria a se transformar na Agência Havas.2
Já em Mansarda Acesa (1975), reunião de 14 poemas alegóricos sobre os desvãos e a fugacidade da vida, o autor imprime ao texto uma estética classicizante, com profusão de construções metalinguísticas e metaliterárias, aparentada à tensão crítica e problematizadora do neo-realismo reminiscente da década de 1930.2 3

Características de estilo:
Em sua maioria, as personagens de José Geraldo Vieira compõem um quadro de ambientação cosmopolita, onde se veem às voltas com questões intemporais arrostadas pela humanidade desde sempre. Como resultado, quase toda aventura ficcional é povoada com representações clássicas de uma burguesia culta e abastada (inspirada na belle époque parisiense) e sua busca incessante por valores.1 2

A linguagem, por sua vez, é erudita e expressa a riqueza de intenções simbólicas dos cenários e da trama, contando com arranjos vocabulares soberbamente vergastados.2

Livros publicados[editar | editar código-fonte]
O Triste Epigrama (1919)
A Mulher que Fugiu de Sodoma (1931)
A Ronda do Deslumbramento (1932)
Em torno do Instinto Sexual (1936)
Território Humano (1936)
A Quadragésima Porta (1944)
A Túnica e os Dados (1947)
Carta à Minha Filha em Prantos (1946)
A Ladeira da Memória (1949)
O Albatroz (1951)
Terreno Baldio (1961)
Paralelo 16: Brasília (1967)
A Mais que Branca (1973)

Mansarda Acesa (1975)

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Domingo Na Usina: Biografias: Carmen Lúcia de Oliveira:



É uma escritora brasileira. Fez pós-graduação em Literatura pela Universidade de Notre Dame. Escreveu artigos para os jornais O Globo e O Estado de S. Paulo e para a revista Bravo!. Seu romance Flores Raras e Banalíssimas, sobre a relação amorosa entre Elizabeth Bishop e Lota de Macedo Soares, inspirou o flme Flores Raras, de Bruno Barreto.
São poucas as biografias da produção nacional em que a emoção é tão bem administrada. Certamente é a única em que a emoção feminina prevalece e encanta.
– Elio Gaspari

Flores raras e banalíssimas presta inestimável serviço: perpetua de forma inesquecível a memória de Lota de Macedo Soares e, no processo, preenche uma lacuna crucial na biografia de Elizabeth Bishop.
– The New York Times
Em dezembro de 1951, Elizabeth Bishop desembarcou no Rio para uma escala de dois dias de uma longa viagem em que buscava um sentido para sua vida. Encontrou Lota de Macedo Soares e ficou 16 anos. Flores raras e banalíssimas, da escritora e tradutora carioca Carmen L. Oliveira, conta a história desse amor entre a poeta americana e a esteta brasileira, veemente e dramático, sob o pano de fundo do Brasil dos anos 50 e 60.

Lançado pela Rocco em 1995, o livro, que vem ganhando sucessivas reimpressões e cativou leitores tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos, onde recebeu os prêmios da American Library Association e Lambda Literary Award, chegou aos cinemas pelas mãos do diretor Bruno Barreto. Gloria Pires e Miranda Otto encarnam Lota e Bishop, respectivamente, para reconstruir na tela um dos mais formidáveis casais femininos da história recente.
Em sua dupla biografia, Carmen Oliveira mostra que os primeiros tempos de vida em comum, junto à mata de Samambaia, em Petrópolis, foram de grande felicidade para Lota e Bishop. Esta pode ser medida pelo fato de que moraram durante anos em uma casa em construção, compensando a precariedade com uma intensa devoção. Assumiram sua homossexualidade com surpreendente naturalidade para a época. Bishop escreveu alguns de seus mais marcantes poemas em Samambaia, conseguindo se afastar do alcoolismo.

Em 1961, Lota embarcou no ambicioso projeto de idealizar e administrar a construção de um parque à beira-mar, no aterro do Flamengo. O casal teve que se mudar para o Rio. A visão urbanística de Lota esbarrava em interesses gananciosos e seus conceitos avançados de lazer e estética não encontravam ressonância na burocracia e na política. Lota foi-se ausentando cada vez mais de casa e, com imenso desgaste, canalizando suas energias para superar os obstáculos sistematicamente colocados pelos que consideravam seu plano visionário.
Bishop, antes apaziguada na casa na neblina, viu-se só, no burburinho da cidade grande. Seu melhor depoimento sobre a cruel transição entre a exuberância natural de Samambaia e o terror urbano está em seus poemas, nos quais a bromélia é substituída por uma cadela sarnenta e, em vez das imagens sensuais da vida natural, surgem “putinhas dançando o chácháchá” nas calçadas de Copacabana. Bishop recaiu no alcoolismo.

A obsessão de Lota pela conclusão do parque e a crescente instabilidade emocional de Bishop contribuíram para que ambas enfrentassem uma forte crise em sua vida amorosa, agravada pelo tumulto da época, com a instalação da ditadura e o fim político de Lacerda.Os retratos nuançados de Lota e Bishop, bem como a reconstituição impecável do momento histórico, custaram a Carmen L. Oliveira muitos anos de pesquisa em documentos inéditos, correspondência das protagonistas, a obra de Bishop, ofícios de Lota, diários, agenda pessoal, jornais, revistas e depoimentos de confidentes. Daí emergiu uma história sensacional, envolvendo pessoas extraordinárias, como José Eduardo de Macedo Soares, D. Baby Lage, Carlos Lacerda, Roberto Burle Marx, Rachel de Queiroz e Alexander Calder, todos personagens do livro.

Para o jornalista Elio Gaspari, “Carmen L. Oliveira conta a história com um estilo de dar inveja e com o perfeito domínio dos grandes personagens que conviveram com as duas. Poucas vezes a figura do governador Carlos Lacerda, ainda que coadjuvante, apareceu tão bem retratada em sua energia e voracidade cultural.”Flores raras e banalíssimas é para quem gosta de uma boa história e de História. Livro que se lê de um fôlego só.

Obras:

  • 1988 - Trilhos e quintais (Rocco) - romance
  • 1995 - Flores Raras e Banalíssimas (Rocco) - romance
  • 2012 - Diga toda a verdade — em modo oblíquo (Rocco) - contos


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