sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede:Marcos Welinton Freitas:Badalo nº 12:



Foi o mar quem me fez assim,
Metade homem, metade peixe.
Trago-o no nome, poeta das águas.
É o que me faz assim,
No mergulho, sucumbo,
E novamente começo.
Filho da grande Deusa,
Iemanjá, mãe d’água.


Foi o mar quem me fez assim,

Metade homem, metade lei.

Pudor e despudor.

Horror e contemplação. 

Serviçal de Afrodite.

Amante das coisas fugidias,

Abençoado por luas

Que me lambem os instintos,

Estrelas que reluzem e fulguram em minha pele.
Calor de astros e tempestades de areia.



Foi o mar que me fez assim,

Suicídio e afogamento.

Amador das coisas efêmeras e dos prazeres carnais.

Lobo ensandecido,

Palhaço em Passárgada,

Canário das águas.

Servo de Oxum.



Marcos W. Freitas.























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Sexta Na Usina: Poetas Da Rede:Manuel Alejandro Siguencia ananás:Pensamientos Erróneos.:


El infierno parece interminable,
cuando el mundo te pone falsas alegrías,
droga, sexo y alcohol se convierte en el placer,

y entras al instinto animal que cada persona contenemos.

Una copa puede ser el inicio del fin,
un polvo puede ser el adiós de tus metas,
el frenesí de la lujuria en el sexo,
el comienzo de un mar de lamentos y lagrimas.

Piensa en la vida que te rodea,
¿que harás cuando el mundo te deje solo?
¿como saldrás adelante si has destruido del todo tu vida?
no digas que el planeta es malo,
si el camino que eliges es un destino vano.

Oye el silencio de tu alma,
cuando caigas en el pantano que te creaste,
veras que el mejor camino es la perseverancia,
las ganas de superarse y de no dejarse vencer.

No te comprometas en arruinar la vida de otro,
en cambio busca salida al mundo de la perdición,
oye a los guerreros de antaño,
por que ellos mismo te relatan el sufrimiento,
que con los alucinógenos han pasado.

Palabras De La Vida
Manuel Alejandro Siguencia Piña
Pensamentos errados.



O inferno parece interminável,

Quando o mundo te põe falsas alegrias,
Droga, sexo e álcool torna-se o prazer,
E você usa o instinto animal que cada pessoa contenemos.

Uma Taça pode ser o início do fim,
Um pó pode ser o adeus de suas metas,
O frenesim da luxúria no sexo,
O início de um mar de lamentações e lagrimas.

Pense na vida que te rodeia,
Que fará quando o mundo te deixe só?
Como você sairá em frente se você destruído do tudo sua vida?
Não digas que o planeta é mau,
Se o caminho que você escolher é um destino vão.

Ouve o silêncio da sua alma,
Quando caigas no pântano que você criou,
Sinceramente que o melhor caminho é a perseverança,
A vontade de ser ultrapassados e de não se deixar vencer.

Você não comprometas em arruinar a vida de outro,
Em contrapartida encontre saída ao mundo da perdição,
Ouve os combatentes de outrora,
Por que eles mesmo te relatan o sofrimento,
Que com os alucinogénios passaram.

Palavras da vida

Manuel Alejandro Siguencia ananás

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede: Manuel Jesus Kabalcanty Gonzalez Carrasco: SILENCIO :


Será muy convincente el ruido
cuando nos lleva sin querer ir,
nos seduce en la gran impotencia,

y nos asiente incrédulos

entre este aturdidor silencio.

Silencio entre tus labios
como una enorme palabra
que se extiende en nuestra piel
y quebranta el tiempo.
El viento mudo que nos agita
tan estáticos
taladrando la espera 
ansiada en el apéndice
de la vidriosa mirada.
Ni nuestros sexos existen
o son falos o vaginas excesivas
que descansan del placer
o se retuercen 
empalagosos de esperma. 
Silencio
que se precia imposible
en el salto mortal
de la hoja de otoño.
Una flauta distante
sobre la urgencia de una sirena
enroscada en nuestras pestañas
como una lágrima de cal
burbujeando sobre el cemento.
Silencio imperceptible de la vida
en una canoa al pairo
sobre un mar helado.
Silencio,
escuchemos desatentos,
silencio,
aturdidor silencio.

© Kabalcanty
(Fotografía de Ignacio Llamas)
- silêncio -



Será muito convincente o ruído

Quando nos leva sem querer ir,
Nos seduce na grande impotência,
E nos consente cépticos
Entre este aturdidor silêncio.

Silêncio entre seus lábios
Como uma grande palavra
Que se estende na nossa pele
E viola o tempo.
O vento mudo que nos agita
Tão estáticos
Taladrando a espera
Aguardada no anexo
Da Vidriosa olhar.
Nem os nossos sexos existem
Ou são falos ou vaginas excessivas
Que jazem do prazer
Ou se retuercen
Cristãos, enjoativos de esperma.
Silêncio
Que orgulha-se impossível
No salto mortal
Da Folha de outono.
Uma flauta lejano
Sobre a urgência de uma sereia
Enroscada nas nossas guias
Como uma lágrima de cal
Burbujeando sobre o cimento.
Silêncio imperceptível da vida
Em uma canoa ao pairo
Sobre um mar gelado.
Silêncio,
Ouçamos desatentos,
Silêncio,
Aturdidor silêncio.

© Kabalcanty

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede:José Rafael Díaz :En el Calor de la Noche:


No me olvidé!
De las calles de tu mente, las veredas de tu alcoba , las hondonadas en tu vientre, los humedales de tu cama...

Un recuerdo estático de mis sentidos y
el pasado. Rítmico acetato de aquel recuerdo. Algarabía deambulando en mis nostalgias por aquellas noches donde la pasión, protagonista principal 
en nuestros deseos nos agredía con caricias previas y besos explícitos del deseo.
Aún me miro en tu mirada, llena de reflejos románticos de noches pasadas donde hubo risas alocadas y mucho amor del bueno...

No hubo tiempo para declararte mi amor eterno, me cerrabas los labios con los tuyos reclamando el silencio de nuestra boca para que se comunicaran nuestros cuerpos llenos del calor de la noche en ardientes espectros diluidos en amores y dulces 
Quereles.

Somos, el atropello apasionado de dos corazones enamorados y apegados a un sentimiento con significado absoluto... ¡Amor!
José Rafael Díaz 
Autor 
07-16-2015
Copyright 
Cidra, Puerto Rico
No calor da noite



Não me esqueci!

Das Ruas de sua mente, as veredas de seu quarto, as hondonadas em seu ventre, os pântanos da sua cama...

Uma lembrança fbml de meus sentidos e
O passado. Rítmico Acetato de aquele recordo. Muito barulho vagueava em meus nostalgias por aquelas noites onde a paixão, protagonista principal
Em nossos desejos nos agredía com caricias prévias e beijos explícitos do desejo.
Ainda me vejo em seu olhar, cheia de reflexos românticos de noites passadas onde houve risos alocadas e muito amor do bom...

Não houve tempo para declararte meu amor eterno, me cerrabas os lábios com os seus reclamando o silêncio de nossa boca para que se informassem sobre nossos corpos cheios do calor da noite em ardentes espectros diluídos em maravilhas e doces
Quereles.

Somos, o atropelamento apaixonado de dois corações apaixonados e presos a um sentimento com significado absoluto... Amor!

José Rafael Díaz
Autor
07-16-2015
Direitos autorais
Cidra, porto rico

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede: Mariano Valverde Ruiz: CELOS:






Ahora, cuando el silencio te traslada

con dulzura al cobijo de las sombras,

te noto diferente,
como si acariciasen tus cabellos
las manos invisibles
de otros hombres o cuerpos clandestinos
se deslizasen sobre tu dorsal...



Espera. No despiertes.

No te recubras con la máscara

de la disculpa, déjame ver dónde
termina tu deseo.



No me sientes. No estoy. Te abandonas

a la imagen diluida de tus sueños.

                          ¡Dios y yo qué!
Me consumo de celos por tus manos.
Con esos movimientos, qué persiguen,
qué poesía las reclama.
                          ¡No hagas eso!
No quiero mancillar este momento lúcido
que bucea en tus fondos abismales,
ni tampoco apartarme y que despiertes,
no me atrevo a mover ni un solo músculo
y, sin embargo...
                           se mueve.





(El deseo o la luz. Ed. Universidad de Murcia.)

Todos los derechos reservados

Mariano Valverde Ruiz (c) 

Sexta Na Usina:Poetas Da Rede: Isidoro a. Gomez Montenegro:Destino:


Somos…
a veces, tan cercanos

cuando: 

el destino nos busca,

la vida nos escudriña,
nos miramos al espejo.
No nos conocemos
después de haber
pasado la noche juntos.
Ya no somos los de entonces.
El destino llega 
para unirnos.
En cada mirada apareces
a través de instantes.
Estoy contento 
de tomar tu mano.
Amo todo de ti…
cada vez que resbala
tu veste de seda
por los hombros.
Quedas desnuda; 
invisible se
vuelve mundo.
Desnuda, sólo para mí.
Ven, 
tomados de las manos,
pongámonos de pie.
Salgamos al balcón
ligeros de pudor y 
toquemos el viento
sintamos el anillo de los árboles 
que nos une
y nos regala el misterio del día.

¡Ese es nuestro destino!
Imagen de Jorge A. Leetch.
Destino

Por. Isidoro a. Gomez Montenegro.



Somos...
Às vezes, tão próximos
Quando:
O destino nos procure,
A vida nos escudriña,
Nos olharmos ao espelho.
Não nos conhecemos
Depois de ter
Passado a noite juntos.
Já não somos os de então.
O destino chega
Para unir-nos.
Em cada olhar você
Através de momentos.
Estou satisfeito
De tomar sua mão.
Amo tudo de ti...
Cada vez que resbala
Sua viste de seda
Pelos ombros.
Ficam nua;
Invisível se
Tente mundo.
Nua, só para mim.
Vêem,
Tomados de as mãos,
É preciso que estejamos de pé.
Saiamos ao balcón
Ligeiros de pudor e
Mexamos o vento
Sintamos o anel das árvores
Que nos une
E nos presenteando o mistério do dia.

Esse é o nosso destino!

Pensamento do Dia:

Que eu seja odiado pelos sábios, mas nunca venerado pelos tolos.

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